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1 Reis 16 e Mateus 27

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  1. 1 Reis 16:18 e Mateus 27:54 votos

1 Reis 16

  1. 1

    E foi palavra do SENHOR a Jeú, filho de Hanani, contra Baasa, dizendo:

  2. 2

    Posto que te levantei do pó, e te pus por príncipe sobre meu povo Israel, e andaste no caminho de Jeroboão, e fizeste pecar a meu povo Israel, provocando-me à ira com os seus pecados;

  3. 3

    Eis que varrerei a posteridade de Baasa, e a posteridade de sua casa; e tornarei a tua casa como a casa de Jeroboão, filho de Nebate.

  4. 4

    O que de Baasa for morto na cidade, os cães lhe comerão; e o que dele for morto no campo, as aves do céu o comerão.

  5. 5

    Os demais dos feitos de Baasa, e as coisas que fez, e sua fortaleza, não está tudo escrito no livro das crônicas dos reis de Israel?

  6. 6

    E descansou Baasa com seus pais, e foi sepultado em Tirsa; e reinou em seu lugar Elá, seu filho.

  7. 7

    Porém a palavra do SENHOR por meio de Jeú profeta, filho de Hanani, havia sido contra Baasa e também contra sua casa, com motivo de todo o mal que fez aos olhos do SENHOR, provocando-lhe à ira com as obras de suas mãos, para que fosse feita como a casa de Jeroboão; e porque o havia ferido.

  8. 8

    No ano vinte e seis de Asa rei de Judá, começou a reinar Elá filho de Baasa sobre Israel em Tirsa; e reinou dois anos.

  9. 9

    E fez conspiração contra ele seu servo Zinri, comandante da metade dos carros. E estando ele em Tirsa, bebendo e embriagado em casa de Arsa seu mordomo em Tirsa,

  10. 10

    Veio Zinri, e o feriu e matou, no ano vinte e sete de Asa rei de Judá; e reinou em lugar seu.

  11. 11

    E logo que chegou a reinar e esteve sentado em seu trono, feriu toda a casa de Baasa, sem deixar nela macho, nem seus parentes nem amigos.

  12. 12

    Assim exterminou Zinri toda a casa de Baasa, conforme à palavra do SENHOR, que havia proferido contra Baasa por meio do profeta Jeú;

  13. 13

    Por todos os pecados de Baasa, e os pecados de Elá seu filho, com que eles pecaram e fizeram pecar a Israel, provocando à ira ao SENHOR Deus de Israel com suas vaidades.

  14. 14

    Os demais feitos de Elá, e todas as coisas que fez, não está tudo escrito no livro das crônicas dos reis de Israel?

  15. 15

    No ano vinte e sete de Asa rei de Judá, começou a reinar Zinri, e reinou sete dias em Tirsa; e o povo havia assentado campo sobre Gibetom, cidade dos filisteus.

  16. 16

    E o povo que estava no campo ouviu dizer: Zinri fez conspiração, e matou ao rei. Então todo Israel levantou o mesmo dia por rei sobre Israel a Onri, general do exército, no campo.

  17. 17

    E subiu Onri de Gibetom, e com ele todo Israel, e cercaram a Tirsa.

  18. 18

    Mas vendo Zinri tomado a cidade, entrou no palácio da casa real, e pegou fogo à casa consigo: assim morreu.

  19. 19

    Por seus pecados que ele havia cometido, fazendo o que era mau aos olhos do SENHOR, e andando nos caminhos de Jeroboão, e em seu pecado que cometeu, fazendo pecar a Israel.

  20. 20

    Os demais feitos de Zinri, e sua conspiração que formou, não está tudo escrito no livro das crônicas dos reis de Israel?

  21. 21

    Então o povo de Israel foi dividido em duas partes: a metade do povo seguia a Tibni filho de Ginate, para fazê-lo rei: e a outra metade seguia a Onri.

  22. 22

    Mas o povo que seguia a Onri pôde mais que o que seguia a Tibni filho de Ginate; e Tibni morreu, e Onri foi rei.

  23. 23

    No ano trinta e um de Asa rei de Judá, começou a reinar Onri sobre Israel, e reinou doze anos: em Tirsa reinou seis anos.

  24. 24

    E ele comprou de Semer o monte de Samaria por dois talentos de prata, e edificou no monte: e chamou o nome da cidade que edificou Samaria, do nome de Semer, senhor que foi daquele monte.

  25. 25

    E Onri fez o mau aos olhos do SENHOR, e fez pior que todos os que haviam sido antes dele:

  26. 26

    Pois andou em todos os caminhos de Jeroboão filho de Nebate, e em seu pecado com que fez pecar a Israel, provocando à ira ao SENHOR Deus de Israel com seus ídolos.

  27. 27

    Os demais dos feitos de Onri, e todas as coisas que fez, e suas valentias que executou, não está tudo escrito no livro das crônicas dos reis de Israel?

  28. 28

    E Onri descansou com seus pais, e foi sepultado em Samaria; e reinou em lugar seu Acabe, seu filho.

  29. 29

    E começou a reinar Acabe filho de Onri sobre Israel o ano trinta e oito de Asa rei de Judá.

  30. 30

    E reinou Acabe filho de Onri sobre Israel em Samaria vinte e dois anos. E Acabe filho de Onri fez o que era mau aos olhos do SENHOR além de todos os que foram antes dele;

  31. 31

    Porque lhe foi pouca coisa andar nos pecados de Jeroboão filho de Nebate, e tomou por mulher a Jezabel filha de Etbaal rei dos sidônios, e foi e serviu a Baal, e o adorou.

  32. 32

    E fez altar a Baal, no templo de Baal que ele edificou em Samaria.

  33. 33

    Fez também Acabe um bosque; e acrescentou Acabe fazendo provocar à ira ao SENHOR Deus de Israel, mais que todos os reis de Israel que antes dele haviam sido.

  34. 34

    Em seu tempo Hiel de Betel reedificou a Jericó. À custa de Abirão seu primogênito lançou o alicerce, e à custa de Segube seu filho posterior pôs suas portas, conforme à palavra do SENHOR que havia falado por Josué filho de Num.

Mateus 27

  1. 1

    Vinda a manhã, todos os chefes dos sacerdotes e anciãos do povo juntamente se aconselharam contra Jesus, para o matarem.

  2. 2

    E o levaram amarrado, e o entregaram a Pôncio Pilatos, o governador.

  3. 3

    Então Judas, o que o havia traído, ao ver que [Jesus] já estava condenado, devolveu, sentindo remorso, as trinta [moedas] de prata aos chefes dos sacerdotes e aos anciãos;

  4. 4

    e disse: Pequei, traindo sangue inocente. Porém eles disseram: Que nos interessa? Isso é problema teu!

  5. 5

    Então ele lançou as [moedas] de prata no templo, saiu, e foi enforcar-se.

  6. 6

    Os chefes dos sacerdotes tomaram as [moedas] de prata, e disseram: Não é lícito pô-las no tesouro das ofertas, pois isto é preço de sangue.

  7. 7

    Então juntamente se aconselharam, e compraram com elas o campo do oleiro, para ser cemitério dos estrangeiros.

  8. 8

    Por isso aquele campo tem sido chamado campo de sangue até hoje.

  9. 9

    Assim se cumpriu o que foi dito pelo profeta Jeremias, que disse: Tomaram as trinta [moedas] de prata, preço avaliado pelos filhos de Israel, o qual eles avaliaram;

  10. 10

    e as deram pelo campo do oleiro, conforme o que o Senhor me mandou.

  11. 11

    Jesus esteve diante do governador, e o governador lhe perguntou: És tu o Rei dos Judeus? E Jesus lhe respondeu: Tu [o] dizes.

  12. 12

    E, sendo ele foi acusado pelos chefes dos sacerdotes e pelos anciãos, nada respondeu.

  13. 13

    Pilatos, então, lhe disse: Não ouves quantas coisas estão testemunhando contra ti?

  14. 14

    Mas [Jesus] não lhe respondeu uma só palavra, de maneira que o governador ficou muito maravilhado.

  15. 15

    Na festa o governador costuma soltar um preso ao povo, qualquer um que quisessem.

  16. 16

    E tinham então um preso bem conhecido, chamado Barrabás.

  17. 17

    Quando, pois, se ajuntaram, Pilatos lhes perguntou: Qual quereis que vos solte? Barrabás, ou Jesus, que é chamado Cristo?

  18. 18

    Pois ele sabia que foi por inveja que o entregaram.

  19. 19

    E, enquanto ele estava sentado no assento de juiz, sua mulher lhe enviou a seguinte mensagem: Nada [faças] com aquele justo, pois hoje sofri muito em sonhos por causa dele.

  20. 20

    Mas os chefes dos sacerdotes e os anciãos persuadiram as multidões a pedirem Barrabás, e a exigirem a morte de Jesus.

  21. 21

    O governador lhes perguntou: Qual destes dois quereis que vos solte? E responderam: Barrabás!

  22. 22

    Pilatos lhes disse: Que, pois, farei de Jesus, que é chamado Cristo? Todos lhe disseram: Seja crucificado!

  23. 23

    E o governador perguntou: Ora, que mal ele fez? Porém gritavam mais: Seja crucificado!

  24. 24

    Quando, pois, Pilatos viu que nada adiantava, em vez disso se fazia mais tumulto, ele pegou água, lavou as mãos diante da multidão, e disse: Estou inocente do sangue deste justo. A responsabilidade é vossa.

  25. 25

    E todo o povo respondeu: O sangue dele [venha] sobre nós, e sobre os nossos filhos.

  26. 26

    Então soltou-lhes Barrabás, enquanto que mandou açoitar Jesus, e o entregou para ser crucificado.

  27. 27

    Em seguida, os soldados do governador levaram Jesus consigo ao pretório, ajuntaram-se a ele toda a unidade miltar.

  28. 28

    Eles o despiram e o cobriram com um manto vermelho.

  29. 29

    E, depois de tecerem uma coroa de espinhos, puseram-na sobre a sua cabeça, e uma cana em sua mão direita. Em seguida, puseram-se de joelhos diante dele, zombando-o, e diziam: Felicitações, Rei dos Judeus!

  30. 30

    E cuspiram nele, tomaram a cana, e deram-lhe golpes na cabeça.

  31. 31

    Depois de terem o zombado, despiram-lhe a capa, vestiram-no com suas roupas, e o levaram para crucificar.

  32. 32

    Ao saírem, encontraram um homem de Cirene, por nome Simão; e obrigaram-no a levar sua cruz.

  33. 33

    E quando chegaram ao lugar chamado Gólgota, que significa “o lugar da caveira”,

  34. 34

    deram-lhe de beber vinagre misturado com fel. E, depois de provar, não quis beber.

  35. 35

    E havendo-o crucificado, repartiram suas roupas, lançando sortes; para que se cumprisse o que foi dito pelo profeta: Repartiram entre si minhas roupas, e sobre minha túnica lançaram sortes.

  36. 36

    Então se sentaram, e ali o vigiavam.

  37. 37

    E puseram, por cima de sua cabeça, sua acusação escrita: ESTE É JESUS, O REI DOS JUDEUS.

  38. 38

    Então foram crucificados com ele dois criminosos, um à direita, e outro à esquerda.

  39. 39

    Os que passavam blasfemavam dele, balançando suas cabeças,

  40. 40

    e dizendo: Tu, que derrubas o Templo, e em três dias o reconstróis, salva a ti mesmo! Se és Filho de Deus, desce da cruz.

  41. 41

    E da mesma maneira também os chefes dos sacerdotes, com os escribas e os anciãos, escarnecendo [dele] ,diziam:

  42. 42

    Salvou outros, a si mesmo não pode salvar. Se é Rei de Israel, desça agora da cruz, e creremos nele.

  43. 43

    Confiou em Deus, livre-o agora, se lhe quer bem; pois disse: “Sou Filho de Deus”.

  44. 44

    E os ladrões que estavam crucificados com ele também lhe insultavam.

  45. 45

    Desde a hora sexta houve trevas sobre toda a terra até a hora nona.

  46. 46

    E perto da hora nona, Jesus gritou em alta voz: Eli, Eli, lamá sabactâni?, Isto é: Deus meu, Deus meu, porque me desamparaste?

  47. 47

    E alguns dos que ali estavam, quando ouviram, disseram: Ele está chamando Elias.

  48. 48

    Logo um deles correu e tomou uma esponja. Então a encheu de vinagre, colocou-a em uma cana, e lhe dava de beber.

  49. 49

    Porém os outros disseram: Deixa, vejamos se Elias vem livrá-lo.

  50. 50

    Jesus gritou outra vez em alta voz, e entregou o espírito.

  51. 51

    E eis que o véu do Templo se rasgou em dois, de cima até embaixo, a terra tremeu, e as pedras se fenderam.

  52. 52

    Os sepulcros se abriram, e muitos corpos de santos que tinham morrido foram ressuscitados.

  53. 53

    E, depois de ressuscitarem, saíram dos sepulcros, vieram à santa cidade, e apareceram a muitos.

  54. 54

    E o centurião, e os que com ele vigiavam Jesus, ao verem o terremoto e as coisas que haviam sucedido, tiveram muito medo, e disseram: Verdadeiramente ele era Filho de Deus.

  55. 55

    Muitas mulheres, que desde a Galileia haviam seguido Jesus, e o serviam, estavam ali, olhando de longe.

  56. 56

    Entre elas estavam Maria Madalena, e Maria mãe de Tiago e de José, e a mãe dos filhos de Zebedeu.

  57. 57

    E chegado o entardecer, veio um homem rico de Arimateia, por nome José, que também era discípulo de Jesus.

  58. 58

    Ele chegou a Pilatos, e pediu o corpo de Jesus. Então Pilatos mandou que o corpo [lhe] fosse entregue.

  59. 59

    José tomou o corpo, e o envolveu em um lençol limpo, de linho fino,

  60. 60

    e o pôs em seu sepulcro novo, que tinha escavado numa rocha; em seguida rolou uma grande pedra à porta do sepulcro, e foi embora.

  61. 61

    E ali estavam Maria Madalena e a outra Maria, sentadas de frente ao sepulcro.

  62. 62

    No dia seguinte, que é o depois da preparação, os chefes dos sacerdotes, e os fariseus se reuniram com Pilatos,

  63. 63

    e disseram: Senhor, nos lembramos que aquele enganador, enquanto ainda vivia, disse: “Depois de três dias serei ressuscitado”.

  64. 64

    Portanto, manda que o sepulcro esteja em segurança até o terceiro dia, para que não aconteça dos seus discípulos virem de noite, e o furtem, e digam ao povo que ele ressuscitou dos mortos; e [assim] o último engano será pior que o primeiro.

  65. 65

    Pilatos lhes disse: Vós tendes uma guarda. Ide fazer segurança como o entendeis.

  66. 66

    E eles se foram, e fizeram segurança no sepulcro com a guarda, selando a pedra.

Ligações: OpenBible.info (votos somam as duas direções; um trecho conta pelo primeiro versículo). Texto: Bíblia Livre (BLIVRE).

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