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2 Crônicas 26 e Provérbios 27

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  1. 2 Crônicas 26:10 e Provérbios 27:237 votos

2 Crônicas 26

  1. 1

    Então todo o povo de Judá tomou a Uzias, o qual era de dezesseis anos, e puseram-no por rei em lugar de Amazias seu pai.

  2. 2

    Edificou ele a Elote, e a restituiu a Judá depois que o rei descansou com seus pais.

  3. 3

    De dezesseis anos era Uzias quando começou a reinar, e cinquenta e dois anos reinou em Jerusalém. O nome de sua mãe foi Jecolias, de Jerusalém.

  4. 4

    E fez o que era correto aos olhos do SENHOR, conforme a todas as coisas que havia feito Amazias seu pai.

  5. 5

    E persistiu em buscar a Deus nos dias de Zacarias, entendido em visões de Deus; e nos dias que ele buscou ao SENHOR, ele lhe prosperou.

  6. 6

    E saiu, e lutou contra os filisteus, e rompeu o muro de Gate, e o muro de Jabné, e o muro de Asdode; e edificou cidades em Asdode, e na terra dos filisteus.

  7. 7

    E deu-lhe Deus ajuda contra os filisteus, e contra os árabes que habitavam em Gur-Baal, e contra os amonitas.

  8. 8

    E os amonitas deram tributos a Uzias, e divulgou-se seu nome até a entrada do Egito; porque havia se tornado altamente poderoso.

  9. 9

    Edificou também Uzias torres em Jerusalém, junto à porta do ângulo, e junto à porta do vale, e junto às esquinas; e fortificou-as.

  10. 10

    Assim edificou torres no deserto, e abriu muitas cisternas: porque teve muitos gados, assim nos vales como nas planícies; e vinhas, e lavouras, assim nos montes como nos campos férteis; porque era amigo da agricultura.

  11. 11

    Teve também Uzias esquadrões de guerreiros, os quais saíam à guerra em exército, segundo que estavam por lista feita por mão de Jeiel escriba e de Maaseias governador, e por mão de Hananias, um dos príncipes do rei.

  12. 12

    Todo o número dos chefes de famílias, valentes e esforçados, era dois mil e seiscentos.

  13. 13

    E sob a mão destes estava o exército de guerra, de trezentos sete mil e quinhentos guerreiros poderosos e fortes para ajudar ao rei contra os inimigos.

  14. 14

    E preparou-lhes Uzias para todo o exército, escudos, lanças, capacetes, couraças, arcos, e fundas de tirar pedras.

  15. 15

    E fez em Jerusalém máquinas por artifício de peritos, para que estivessem nas torres e nos baluartes, para lançar setas e grandes pedras, e sua fama se estendeu longe, porque se ajudou maravilhosamente, até fazer-se forte.

  16. 16

    Mas quando foi fortificado, seu coração se enalteceu até corromper-se; porque se rebelou contra o SENHOR seu Deus, entrando no templo do SENHOR para queimar incenso no altar do incenso.

  17. 17

    E entrou atrás dele o sacerdote Azarias, e com ele oitenta sacerdotes do SENHOR, dos valentes.

  18. 18

    E puseram-se contra o rei Uzias, e disseram-lhe: Não a ti, ó Uzias, o queimar incenso ao SENHOR, mas sim aos sacerdotes filhos de Arão, que são consagrados para queimá-lo: sai do santuário, por que pecaste, e não te será para glória diante do SENHOR Deus.

  19. 19

    E irou-se Uzias, que tinha o incenso na mão para queimá-lo; e em esta sua ira contra os sacerdotes, a lepra lhe surgiu na testa diante dos sacerdotes na casa do SENHOR, junto ao altar do incenso.

  20. 20

    E olhou-lhe Azarias o sumo sacerdote, e todos os sacerdotes, e eis que a lepra estava em sua testa; e fizeram-lhe sair apressadamente daquele lugar; e ele também se deu pressa a sair, porque o SENHOR o havia ferido.

  21. 21

    Assim o rei Uzias foi leproso até o dia de sua morte, e habitou em uma casa separada, leproso, pelo que havia sido separado da casa do SENHOR; e Jotão seu filho teve cargo da casa real, governando ao povo da terra.

  22. 22

    Os demais dos feitos de Uzias, primeiros e últimos, escreveu-os Isaías profeta, filho de Amoz.

  23. 23

    E descansou Uzias com seus pais, e sepultaram-no com seus pais no campo dos sepulcros reais; porque disseram: Leproso é. E seu filho Jotão reinou Jotão em seu lugar.

Provérbios 27

  1. 1

    Não te orgulhes do dia de amanhã; porque não sabes o que o dia trará.

  2. 2

    Que o estranho te louve, e não tua [própria] boca; o estrangeiro, e não teus [próprios] lábios.

  3. 3

    A pedra é pesada, e a areia tem [seu] peso; mas a provocação do tolo é mais pesada do que estas ambas.

  4. 4

    O furor é cruel, e a ira impetuosa; mas quem resistirá firme perante à inveja?

  5. 5

    Melhor é a repreensão clara do que o amor escondido.

  6. 6

    Fiéis são as feridas [feitas] por um amigo, mas os beijos de um inimigo são enganosos.

  7. 7

    A alma saciada rejeita o favo de mel; mas para a alma faminta, toda coisa amarga é doce.

  8. 8

    Como a ave, que vagueia de seu ninho, assim é o homem que anda vagueando de seu lugar.

  9. 9

    O óleo e o perfume alegram ao coração; assim é a doçura de um amigo com um conselho sincero.

  10. 10

    Não abandones o teu amigo, nem o amigo de teu pai; nem entres na casa de teu irmão no dia de tua adversidade; melhor é o vizinho que está perto do que o irmão que está longe.

  11. 11

    Sê sábio, meu filho, e alegra meu coração; para que eu tenha algo a responder para aquele que me desprezar.

  12. 12

    O prudente vê o mal, [e] se esconde; [mas] os ingênuos passam adiante, e sofrem as consequências.

  13. 13

    Toma a roupa daquele que fica por fiador de estranho; toma penhor daquele [que fica por fiador] da estranha.

  14. 14

    Aquele que bendiz ao seu amigo em alta voz durante a madrugada lhe será considerado como maldição.

  15. 15

    A mulher briguenta é semelhante a uma goteira contínua em tempo de grande chuva;

  16. 16

    Tentar contê-la é como tentar conter o vento, ou impedir que o óleo escorra de sua mão direita.

  17. 17

    O ferro é afiado com ferro; assim também o homem afia o rosto de seu amigo.

  18. 18

    Aquele que guarda a figueira comerá de seu fruto; e o que dá atenção ao seu senhor será honrado.

  19. 19

    Assim como a água reflete o rosto, assim também o coração reflete o ser humano.

  20. 20

    O Xeol e a perdição nunca estão saciados; assim também os olhos do homem nunca estão satisfeitos.

  21. 21

    [Como] o crisol é para a prata, e o forno para o ouro, assim o homem [é provado] pelos louvores que lhe dizem.

  22. 22

    Ainda que esmagues ao tolo em um pilão junto com os grãos, ainda assim sua loucura não se separaria dele.

  23. 23

    Procura conhecer a condição de tuas ovelhas; põe teu coração sobre o gado;

  24. 24

    porque o tesouro não [dura] para sempre; nem uma coroa [dura] de geração em geração.

  25. 25

    Quando a erva aparecer, e surgirem a folhagem, e se juntarem as ervas dos montes,

  26. 26

    Os cordeiros serão para tuas roupas, e os bodes para o preço do campo;

  27. 27

    E o leite das cabras será o suficiente para tua alimentação, para a alimentação de tua casa, e para o sustento de tuas servas.

Ligações: OpenBible.info (votos somam as duas direções; um trecho conta pelo primeiro versículo). Texto: Bíblia Livre (BLIVRE).

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