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2 Reis 4 e Atos 22

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  1. 2 Reis 4:38 e Atos 22:38 votos

2 Reis 4

  1. 1

    Uma mulher, das mulheres dos filhos dos profetas, clamou a Eliseu, dizendo: Teu servo, meu marido, é morto; e tu sabes que teu servo era temeroso ao SENHOR; e veio o credor para tomar-se dois filhos meus por servos.

  2. 2

    E Eliseu lhe disse: que te farei eu? Declara-me o que tens em casa. E ela disse: Tua serva nenhuma coisa tem em casa, a não ser uma botija de azeite.

  3. 3

    E ele lhe disse: Vai, e pede para ti vasos emprestados de todos teus vizinhos, vasos vazios, não poucos.

  4. 4

    Entra logo, e fecha a porta atrás de ti e atrás teus filhos; e deita em todos os vasos, e em estando um cheio, põe-o à parte.

  5. 5

    E partiu-se a mulher dele, e fechou a porta atrás si e atrás seus filhos; e eles lhe traziam os vasos, e ela deitava do azeite.

  6. 6

    E quando os vasos foram cheios, disse a um filho seu: Traze-me ainda outro vaso. E ele disse: Não há mais vasos. Então cessou o azeite.

  7. 7

    Veio ela logo, e contou-o ao homem de Deus, o qual disse: Vai, e vende o azeite, e paga a teus credores; e tu e teus filhos vivei do que restar.

  8. 8

    E aconteceu também que um dia passava Eliseu por Suném; e havia ali uma mulher rica, a qual lhe constrangeu a que comesse do pão; e quando por ali passava, vinha-se à sua casa a comer do pão.

  9. 9

    E ela disse a seu marido: Eis que agora, eu entendo que este que sempre passa por nossa casa, é homem de Deus santo.

  10. 10

    Eu te rogo que faças uma pequena câmara de paredes, e ponhamos nela cama, e mesa, e cadeira, e candelabro, para que quando vier a nós, se recolha nela.

  11. 11

    E aconteceu que um dia veio ele por ali, e recolheu-se naquela câmara, e dormiu nela.

  12. 12

    Então disse a Geazi seu criado: Chama a esta sunamita. E quando ele a chamou, ela se apresentou diante dele.

  13. 13

    E disse ele a Geazi: Dize-lhe: Eis que tu tens sido prestativa por nós com todo este esmero: que queres que eu faça por ti? Tens necessidade que fale por ti ao rei, ou ao general do exército? E ela respondeu: Eu habito em meio de meu povo.

  14. 14

    E ele disse: Que, pois, faremos por ela? E Geazi respondeu: Eis que ela não tem filho, e seu marido é velho.

  15. 15

    Disse então: Chama-a. E ele a chamou, e ela se parou à porta.

  16. 16

    E ele lhe disse: A este tempo segundo o tempo da vida, abraçarás um filho. E ela disse: Não, senhor meu, homem de Deus, não mintas para tua serva.

  17. 17

    Mas a mulher concebeu, e pariu um filho a aquele tempo que Eliseu lhe havia dito, segundo o tempo da vida.

  18. 18

    E quando o menino foi grande, aconteceu que um dia saiu a seu pai, aos ceifeiros.

  19. 19

    E disse a seu pai: Minha cabeça, minha cabeça! E ele disse a um criado: Leva-o a sua mãe.

  20. 20

    E havendo-lhe ele tomado, e trazido-o a sua mãe, esteve sentado sobre seus joelhos até meio dia, e morreu-se.

  21. 21

    Ela então subiu, e o pôs sobre a cama do homem de Deus, e fechando-lhe a porta, saiu-se.

  22. 22

    Chamando logo a seu marido, disse-lhe: Rogo-te que envies comigo a algum dos criados e uma das asnas, para que eu vá correndo ao homem de Deus, e volte.

  23. 23

    E ele disse: Para que hás de ir a ele hoje? Não é nova lua, nem sábado. E ela respondeu: Paz.

  24. 24

    Depois fez preparar uma jumenta, e disse ao jovem: Guia e anda; e não me faças deter para que suba, a não ser quando eu te disser.

  25. 25

    Partiu-se, pois, e veio ao homem de Deus ao monte do Carmelo. E quando o homem de Deus a viu de longe, disse a seu criado Geazi: Eis que a sunamita:

  26. 26

    Rogo-te que vás agora correndo a recebê-la, e dize-lhe: Há paz contigo, com teu marido, e com teu filho? E ela disse: Paz.

  27. 27

    E logo que chegou ao homem de Deus no monte, pegou seus pés. E chegou-se Geazi para tirá-la; mas o homem de Deus lhe disse: Deixa-a, porque sua alma está em amargura, e o SENHOR me encobriu o motivo, e não me revelou.

  28. 28

    E ela disse: Pedi eu filho a meu senhor? Não disse eu, que não me enganasses?

  29. 29

    Então disse ele a Geazi: Cinge teus lombos, e toma meu bordão em tua mão, e vai; e se alguém te encontrar, não o saúdes; e se alguém te saudar, não lhe respondas: e porás meu bordão sobre o rosto do menino.

  30. 30

    E disse a mãe do menino: Vive o SENHOR, e vive tua alma, que não te deixarei.

  31. 31

    Ele então se levantou, e seguiu-a. E Geazi havia ido diante deles, e havia posto o bordão sobre o rosto do menino, mas nem tinha voz nem sentido; e assim se havia voltado para encontrar a Eliseu; e declarou-o a ele, dizendo: O jovem não desperta.

  32. 32

    E vindo Eliseu à casa, eis que o menino que estava estendido morto sobre sua cama.

  33. 33

    Entrando ele então, fechou a porta sobre ambos, e orou ao SENHOR.

  34. 34

    Depois subiu, e lançou-se sobre o menino, pondo sua boca sobre a boca dele, e seus olhos sobre seus olhos, e suas mãos sobre as mãos suas; assim se estendeu sobre ele, e aqueceu a carne do jovem.

  35. 35

    Voltando-se logo, andou pela casa a uma parte e a outra, e depois subiu, e estendeu-se sobre ele; e o jovem espirrou sete vezes, e abriu seus olhos.

  36. 36

    Então ele chamou a Geazi, e disse-lhe: Chama a esta sunamita. E ele a chamou. E entrando ela, ele lhe disse: Toma teu filho.

  37. 37

    E assim que ela entrou, lançou-se a seus pés, e inclinou-se a terra: depois tomou seu filho, e saiu-se.

  38. 38

    E Eliseu se voltou a Gilgal. Havia então grande fome na terra. E os filhos dos profetas estavam com ele, pelo que disse a seu criado: Põe uma grande caçarola, e faze sopa para os filhos dos profetas.

  39. 39

    E saiu um ao campo a colher ervas, e achou uma como parreira selvagem, e agarrou dela uma capa de frutos silvestres; e voltou, e cortou-as na caçarola da sopa: porque não sabia o que era.

  40. 40

    Serviu depois para que comessem os homens; mas sucedeu que comendo eles daquele guisado, deram vozes, dizendo: Homem de Deus, há morte na caçarola! E não o puderam comer.

  41. 41

    Ele então disse: Trazei farinha. E espalhou-a na caçarola, e disse: Dá de comer à gente. E não houve mais mal na caçarola.

  42. 42

    Veio então um homem de Baal-Salisa, o qual trouxe ao homem de Deus pães de primícias, vinte pães de cevada, e trigo novo em sua espiga. E ele disse: Da ao povo, para que comam.

  43. 43

    E respondeu seu servente: Como porei isto diante de cem homens? Mas ele voltou a dizer: Da ao povo para que comam, porque assim disse o SENHOR: Comerão, e sobrará.

  44. 44

    Então ele o pôs diante deles, e comeram, e sobrou-lhes, conforme a palavra do SENHOR.

Atos 22

  1. 1

    Homens irmãos, e pais, ouvi agora minha defesa para convosco.

  2. 2

    E tendo ouvido que ele lhes falava em língua hebraica, fizeram ainda mais silêncio. E ele disse:

  3. 3

    Eu verdadeiramente sou um homem judeu, nascido em Tarso da Cilícia, e criado nesta cidade aos pés de Gamaliel, ensinado ao mais correto modo da Lei paterna [e] zeloso de Deus, assim como todos vós sois hoje.

  4. 4

    [Eu] ,que persegui este caminho até a morte, atando tanto a homens como a mulheres, e [os] entregando a prisões.

  5. 5

    Assim como também o sumo sacerdote me é testemunha, e todo o conselho dos anciãos; dos quais eu, tendo tomado cartas para os irmãos, fui a Damasco para que os que estivessem ali, eu também os trouxesse amarrados a Jerusalém, para que fossem castigados.

  6. 6

    Mas aconteceu que, estando eu no caminho, e chegando perto de Damasco, quase ao meio dia, de repente uma grande luz do céu brilhou ao redor de mim.

  7. 7

    Eu cai ao chão, e ouvi uma voz, que me dizia: Saulo, Saulo, por que me persegues?

  8. 8

    E eu respondi: Quem és, Senhor? E ele me disse: Eu sou Jesus, o nazareno, a quem tu persegues.

  9. 9

    E os que estavam comigo verdadeiramente viram a luz, e ficaram muito atemorizados; mas eles não ouviram a voz daquele que falava comigo.

  10. 10

    E eu disse: Que farei, Senhor? E o Senhor me disse: Levanta-te, e vai a Damasco, e ali te será dito tudo o que te é ordenado fazer.

  11. 11

    E quando eu não [conseguia] ver, por causa da glória daquela luz, eu fui levado pela mão dos que estavam comigo, e [assim] cheguei a Damasco.

  12. 12

    E um certo Ananias, homem devoto conforme a Lei, que tinha [bom] testemunho de todos os judeus que moravam [ali] ;

  13. 13

    Tendo vindo até mim, e ficando [diante de mim] ,ele me disse: Irmão Saulo, recupere a vista; E naquela mesma hora eu [pude] vê-lo.

  14. 14

    E ele disse: O Deus de nossos pais te predeterminou para que tu conheças a vontade dele, e vejas aquele justo, e tu ouças a voz de sua boca.

  15. 15

    Porque tu serás testemunha dele para com todos as pessoas, daquilo que tens visto e ouvido.

  16. 16

    E agora, por que estás parado? Levanta-te, e sê batizado, e lava teus pecados, invocando o nome do Senhor.

  17. 17

    E aconteceu a mim, tendo eu voltado a Jerusalém, e estando orando no Templo, veio-me um êxtase;

  18. 18

    E eu vi aquele que me dizia: Apressa-te, e sai logo de Jerusalém, porque não aceitarão teu testemunho sobre mim.

  19. 19

    E eu disse: Senhor, eles sabem que eu prendia e açoitava nas sinagogas aqueles que criam em ti.

  20. 20

    E quando o sangue de Estêvão, tua testemunha, se derramava, eu também estava presente, e consentia em sua morte, e guardava as roupas daqueles que o matavam.

  21. 21

    E ele me disse: Vai, porque eu te enviarei para longe, aos gentios.

  22. 22

    E eles o ouviram até esta palavra, e [em seguida] levantaram suas vozes, dizendo: Extermina-o da terra! Porque não é bom que ele viva.

  23. 23

    E enquanto eles gritavam, tiravam [suas] capas, e lançavm pó ao ar,

  24. 24

    O comandante mandou que o levassem à área fortificada, dizendo que o interrogassem com açoites, para saber por que causa clamavam assim contra ele.

  25. 25

    E quando estavam o atando com correias, Paulo disse ao centurião que estava ali: É lícito para vós açoitar a um homem romano, sem [ter sido] condenado?

  26. 26

    E o centurião, tendo ouvido [isto] ,foi e avisou ao comandante, dizendo: Olha o que estás a ponto de fazer, porque este homem é romano.

  27. 27

    E o comandante, tendo se aproximado, disse-lhe: Dize-me, tu és romano?E ele disse: Sim.

  28. 28

    E o comandante respondeu: Eu com muita soma [de dinheiro] obtive esta cidadania [romana] .E Paulo disse: E eu [a tenho] desde que nasci.

  29. 29

    Então logo se afastaram dele aqueles que estavam para interrogá-lo; e até o comandante teve temor, ao entender que [Paulo] era romano, e que tinha o atado.

  30. 30

    E no[dia] seguinte, querendo saber corretamente a causa de por que ele era acusado pelos judeus, ele o soltou das correntes, e mandou vir aos chefes dos sacerdotes e todo o supremo conselho deles; e tendo trazido a Paulo, apresentou [-o] diante deles.

Ligações: OpenBible.info (votos somam as duas direções; um trecho conta pelo primeiro versículo). Texto: Bíblia Livre (BLIVRE).

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