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2 Samuel 1 e Lucas 19

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  1. 2 Samuel 1:16 e Lucas 19:229 votos

2 Samuel 1

  1. 1

    E aconteceu depois da morte de Saul, que quando Davi voltou da derrota dos amalequitas, ficou dois dias em Ziclague;

  2. 2

    E ao terceiro dia aconteceu, que veio um do acampamento de Saul, rasgadas suas roupas, e terra sobre sua cabeça: e chegando a Davi, prostrou-se em terra, e fez reverência.

  3. 3

    E perguntou-lhe Davi: De onde vens? E ele respondeu: Eu me escapei do acampamento de Israel.

  4. 4

    E Davi lhe disse: Que aconteceu? Rogo-te que me digas. E ele respondeu: O povo fugiu da batalha, e também muitos do povo caíram e foram mortos: também Saul e Jônatas seu filho morreram.

  5. 5

    E disse Davi àquele rapaz que lhe dava as novas: Como sabes que Saul está morto, e Jônatas seu filho?

  6. 6

    E o rapaz que lhe dava as novas respondeu: Casualmente vim ao monte de Gilboa, e achei a Saul que estava recostado sobre sua lança, e vinham atrás dele carros e cavaleiros.

  7. 7

    E quando ele olhou atrás, viu-me e chamou-me; e eu disse: Eis-me aqui.

  8. 8

    E ele me disse: Quem és tu? E eu lhe respondi: Sou amalequita.

  9. 9

    E ele me voltou a dizer: Eu te rogo que te ponhas sobre mim, e me mates, porque me tomam angústias, e toda minha alma está ainda em mim.

  10. 10

    Eu então me pus sobre ele, e matei-o, porque sabia que não podia viver depois de sua queda: e tomei a coroa que tinha em sua cabeça, e o bracelete que trazia em seu braço, e trouxe-os aqui a meu senhor.

  11. 11

    Então Davi agarrando suas roupas, rompeu-os; e o mesmo fizeram os homens que estavam com ele.

  12. 12

    E choraram e lamentaram, e jejuaram até à tarde, por Saul e por Jônatas seu filho, e pelo povo do SENHOR, e pela casa de Israel: porque haviam caído à espada.

  13. 13

    E Davi disse a aquele rapaz que lhe havia trazido as novas: De onde és tu? E ele respondeu: Eu sou filho de um estrangeiro, amalequita.

  14. 14

    E disse-lhe Davi: Como não tiveste temor de estender tua mão para matar ao ungido do SENHOR?

  15. 15

    Então chamou Davi um dos rapazes, e disse-lhe: Chega, e mata-o. E ele o feriu, e morreu.

  16. 16

    E Davi lhe disse: Teu sangue seja sobre tua cabeça, pois que tua boca testemunhou contra ti, dizendo: Eu matei ao ungido do SENHOR.

  17. 17

    E lamentou Davi a Saul e a Jônatas seu filho com esta lamentação.

  18. 18

    (Disse também que ensinassem ao arco aos filhos de Judá. Eis que está escrito no livro do direito:)

  19. 19

    Pereceu a glória de Israel sobre tuas montanhas! Como caíram os valentes!

  20. 20

    Não o anuncieis em Gate, Não deis as novas nas praças de Asquelom; Para que não se alegrem as filhas dos filisteus, Para que não saltem de alegria as filhas dos incircuncisos.

  21. 21

    Montes de Gilboa, nem orvalho nem chuva caia sobre vós, nem sejais terras de ofertas; Porque ali foi rejeitado o escudo dos valentes, O escudo de Saul, como se não houvesse sido ungido com azeite.

  22. 22

    Do sangue de mortos, da gordura de valentes, o arco de Jônatas nunca retrocedeu, nem a espada de Saul voltou vazia.

  23. 23

    Saul e Jônatas, amados e queridos em sua vida, Em sua morte tampouco foram separados: Mais ligeiros que águas, Mais fortes que leões.

  24. 24

    Filhas de Israel, chorai sobre Saul, Que vos vestia de escarlata em regozijo, Que adornava vossas roupas com ornamentos de ouro.

  25. 25

    Como caíram os valentes em meio da batalha! Jônatas, morto em tuas alturas!

  26. 26

    Angústia tenho por ti, irmão meu Jônatas, Que me foste muito doce: Mais maravilhoso me foi o teu amor, Que o amor das mulheres.

  27. 27

    Como caíram os valentes, E pereceram as armas de guerra!

Lucas 19

  1. 1

    E [Jesus] entrou e foi passando por Jericó.

  2. 2

    E eis que havia ali um homem, chamado pelo nome de Zaqueu, e este era chefe dos publicanos, e era rico.

  3. 3

    E procurava ver quem era Jesus, e não podia, por causa da multidão, pois era pequeno de altura.

  4. 4

    E correndo com antecedência, subiu em uma árvore de frutos que parecem figos, para o ver; porque ele passaria por ali.

  5. 5

    E quando Jesus chegou a aquele lugar, olhando para cima, o viu, e disse-lhe: Zaqueu, apressa-te, e desce; porque hoje é necessário que eu fique em tua casa.

  6. 6

    E apressando-se, desceu, e o recebeu com alegria.

  7. 7

    E todos, vendo [isto] , murmuravam, dizendo: Ele entrou para se hospedar com um homem pecador.

  8. 8

    E Zaqueu, levantando-se, disse ao Senhor: Senhor, eis que dou a metade de meus bens aos pobres; e se eu consegui algo enganando a alguém, eu [o] devolvo quatro vezes mais.

  9. 9

    E Jesus lhe disse: Hoje houve salvação nesta casa, porque ele também é filho de Abraão.

  10. 10

    Porque o Filho do homem veio para buscar, e para salvar o que tinha se perdido.

  11. 11

    E ouvindo eles estas coisas, [Jesus] prosseguiu, e disse uma parábola, porque estava perto de Jerusalém, e pensavam que logo o Reino seria manifesto.

  12. 12

    Disse, pois: Um certo homem nobre partiu para uma terra distante.

  13. 13

    E chamando dez servos seus, deu-lhes dez minas, e disse-lhes: Investi até que eu venha;

  14. 14

    E seus cidadãos o odiavam; e mandaram representantes depois dele, dizendo: Não queremos que este reine sobre nós.

  15. 15

    E aconteceu que, quando ele voltou, tendo tomado o reino, disse que lhe chamassem a aqueles servos, a quem tinha dado o dinheiro, para saber o que cada um tinha ganho fazendo investimentos.

  16. 16

    E veio o primeiro, dizendo: Senhor, tua mina rendeu outras dez minas.

  17. 17

    E ele lhe disse: Ótimo, bom servo! Por teres sido fiel no pouco, terás autoridade sobre dez cidades.

  18. 18

    E veio o segundo, dizendo: Senhor, tua mina rendeu cinco minas.

  19. 19

    E disse também a este: E tu [governarás] cinco cidades.

  20. 20

    E veio outro, dizendo: Eis aqui tua mina, que guardei em um lenço.

  21. 21

    Porque tive medo de ti, que és um homem rigoroso, que tomas o que não puseste, e colhes o que não semeaste.

  22. 22

    Porém ele lhe disse: Servo mau, por tua boca eu te julgarei; tu sabias que eu era um homem rigoroso, que tomo o que não pus, e que colho o que não semeei;

  23. 23

    Por que, então, não puseste meu dinheiro no banco; e quando eu viesse, o receberia de volta com juros?

  24. 24

    E disse aos que estavam com ele: Tirai-lhe a mina, e dai-a ao que tem as dez minas.

  25. 25

    E eles lhe disseram: Senhor, ele [já] tem dez minas.

  26. 26

    [O senhor respondeu:] Porque eu vos digo, que todo aquele que tiver, lhe será dado; mas ao que não tiver, até o que tem, lhe será tirado.

  27. 27

    Porém a aqueles meus inimigos, que não quiseram que eu reinasse sobre eles, trazei [- os] aqui, e matai [-os] diante de mim.

  28. 28

    E dito isto, ele foi caminhando adiante, subindo para Jerusalém.

  29. 29

    E aconteceu que, chegando perto de Betfagé, e de Betânia, ao monte chamado das Oliveiras, mandou a dois de seus discípulos,

  30. 30

    Dizendo: Ide à aldeia que está em frente; onde, ao entrardes, achareis um potro atado, em que ninguém jamais se sentou; soltai-o, e trazei [-o] .

  31. 31

    E se alguém vos perguntar: Por que [o] soltais? Direis assim a ele: Porque o Senhor precisa dele.

  32. 32

    E indo os que tinham sido mandados, acharam como lhes disse:

  33. 33

    E soltando o potro, seus donos lhe disseram: Por que soltais o potro?

  34. 34

    E eles disseram: O Senhor precisa dele.

  35. 35

    E o trouxeram a Jesus; e lançando suas roupas sobre o potro, puseram Jesus montado nele.

  36. 36

    E indo ele andando, estendiam suas roupas pelo caminho.

  37. 37

    E quando já chegava perto da descida do monte das Oliveiras, toda a multidão de discípulos, com alegria começou a louvar a Deus em alta voz, por todas as maravilhas que tinham visto,

  38. 38

    Dizendo: Bendito o Rei que vem em nome do Senhor; paz no céu, e glória nas alturas.

  39. 39

    E alguns dos fariseus da multidão lhe disseram: Mestre, repreende a teus discípulos.

  40. 40

    E respondendo ele, disse-lhes: Digo-vos, que se estes se calarem, as pedras clamariam.

  41. 41

    E quando já estava chegando, viu a cidade, e chorou por causa dela,

  42. 42

    Dizendo: Ah, se tu também conhecesses, pelo menos neste teu dia, aquilo que lhe traria paz! Mas agora [isto] está escondido de teus olhos.

  43. 43

    Porque dias virão sobre ti, em que teus inimigos lhe cercarão com barricadas, e ao redor te sitiarão, e lhe pressionarão por todos os lados.

  44. 44

    E derrubarão a ti, e a teus filhos; e não deixarão em ti pedra sobre pedra, porque não conheceste o tempo em que foste visitada.

  45. 45

    E entrando no Templo, começou a expulsar a todos os que vendiam e compravam ali,

  46. 46

    Dizendo-lhes: Está escrito: Minha casa é casa de oração; Mas vós a tendes feito um esconderijo de ladrões.

  47. 47

    E ensinava diariamente no Templo; e os chefes dos sacerdotes, e os escribas, e os chefes do povo, procuravam matá-lo.

  48. 48

    E não achavam como fazer, porque todo o povo o ouvia com muita atenção.

Ligações: OpenBible.info (votos somam as duas direções; um trecho conta pelo primeiro versículo). Texto: Bíblia Livre (BLIVRE).

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