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2 Samuel 16 e Provérbios 26

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2 Samuel 16

  1. 1

    E quando Davi passou um pouco do cume do monte, eis que Ziba, o criado de Mefibosete, que o saía a receber com um par de asnos aprontados, e sobre eles duzentos pães, e cem cachos de passas, e cem pães de figos secos, e um odre de vinho.

  2. 2

    E disse o rei a Ziba: Que é isto? E Ziba respondeu: Os asnos são para a família do rei, em que s; os pães e a passa para os criados, que comam; e o vinho, para que bebam os que se cansarem no deserto.

  3. 3

    E disse o rei: Onde está o filho de teu senhor? E Ziba respondeu ao rei: Eis que ele ficou em Jerusalém, porque disse: Hoje me devolverá a casa de Israel o reino de meu pai.

  4. 4

    Então o rei disse a Ziba: Eis que, seja teu tudo o que tem Mefibosete. E respondeu Ziba inclinando-se: Rei senhor meu, ache eu favor diante de ti.

  5. 5

    E veio o rei Davi até Baurim: e eis que, saía um da família da casa de Saul, o qual se chamava Simei, filho de Gera; e saía amaldiçoando,

  6. 6

    E lançando pedras contra Davi, e contra todos os servos do rei Davi: e todo aquele povo, e todos os homens valentes estavam à sua direita e à sua esquerda.

  7. 7

    E dizia Simei, amaldiçoando-lhe: Sai, sai, homem sanguinário, e homem maligno!

  8. 8

    O SENHOR te retribuiu por todo o sangue da casa de Saul, em lugar do qual tu reinaste: mas o SENHOR entregou o reino em mãos de teu filho Absalão; e eis que estás em tua desgraça, porque és homem sanguinário.

  9. 9

    Então Abisai filho de Zeruia, disse ao rei: Por que almadiçoa este cão morto a meu senhor o rei? Eu te rogo que me deixes passar, e tirarei dele a cabeça.

  10. 10

    E o rei respondeu: Que tenho eu convosco, filhos de Zeruia? Ele almadiçoa assim, porque o SENHOR lhe disse que almadiçoasse a Davi; quem pois lhe dirá: Por que o fazes assim?

  11. 11

    E disse Davi a Abisai e a todos os seus servos: Eis que, meu filho que saiu de minhas entranhas, busca à minha vida: quanto mais agora um filho de Benjamim? Deixai-lhe que amaldiçoe, que o SENHOR se o disse.

  12. 12

    Talvez o SENHOR olhe a minha aflição, e o SENHOR me conceda o bem por suas maldições de hoje.

  13. 13

    E quando Davi e os seus iam pelo caminho, Simei ia pelo lado do monte diante dele, andando e amaldiçoando, e lançando pedras diante dele, e espalhando pó.

  14. 14

    E o rei e todo aquele povo que com ele estava, chegaram exaustos, e descansaram ali.

  15. 15

    E Absalão e todo aquele povo, os homens de Israel, entraram em Jerusalém, e com ele Aitofel.

  16. 16

    E aconteceu logo, que quando Husai arquita amigo de Davi chegou a Absalão, disse-lhe Husai: Viva o rei, viva o rei.

  17. 17

    E Absalão disse a Husai: Este é teu agradecimento para com teu amigo? Por que não foste com teu amigo?

  18. 18

    E Husai respondeu a Absalão: Não; mas sim a quem o SENHOR escolher, assim como este povo e todos os homens de Israel, dele serei eu, e com ele permanecerei.

  19. 19

    E a quem havia eu de servir? Não seria a seu filho? Como servi diante de teu pai, assim serei diante de ti.

  20. 20

    Então disse Absalão a Aitofel: Consultai que faremos.

  21. 21

    E Aitofel disse a Absalão: Entra às concubinas de teu pai, que ele deixou para guardar a casa; e todo aquele povo de Israel ouvirá que te fizeste aborrecível a teu pai, e assim se esforçarão as mãos de todos os que estão contigo.

  22. 22

    Então puseram uma tenda a Absalão sobre o terraço, e entrou Absalão às concubinas de seu pai, em olhos de todo Israel.

  23. 23

    E o conselho que dava Aitofel em aqueles dias, era como se consultassem a palavra de Deus. Tal era o conselho de Aitofel, assim com Davi como com Absalão.

Provérbios 26

  1. 1

    Assim como a neve no verão, como a chuva na colheita, assim também não convém a honra para o tolo.

  2. 2

    Como um pássaro a vaguear, como a andorinha a voar, assim também a maldição não virá sem causa.

  3. 3

    Açoite para o cavalo, cabresto para o asno; e vara para as costas dos tolos.

  4. 4

    Não respondas ao tolo conforme sua loucura; para que não te faças semelhante a ele.

  5. 5

    Responde ao tolo conforme sua loucura, para que ele não seja sábio aos seus próprios olhos.

  6. 6

    Quem manda mensagens pelas mãos do tolo é como quem corta os pés e bebe violência.

  7. 7

    [Assim] como não funcionam as pernas do aleijado, assim também é o provérbio na boca dos tolos.

  8. 8

    Dar honra ao tolo é como amarrar uma pedra numa funda.

  9. 9

    Como espinho na mão do bêbado, assim é o provérbio na boca dos tolos.

  10. 10

    [Como] um flecheiro que atira para todo lado, [assim] é aquele que contrata um tolo [ou] que contrata alguém que vai passando.

  11. 11

    Como um cão que volta a seu vômito, [assim] é o tolo que repete sua loucura.

  12. 12

    Viste algum homem sábio aos seus próprios olhos? Mais esperança há para o tolo do que para ele.

  13. 13

    O preguiçoso diz: Há uma fera no caminho; há um leão nas ruas.

  14. 14

    [Como] a porta se vira em torno de suas dobradiças, [assim] o preguiçoso [se vira] em sua cama.

  15. 15

    O preguiçoso põe sua mão no prato, e acha cansativo demais trazê-la de volta a sua boca.

  16. 16

    O preguiçoso se acha mais sábio aos próprios olhos do que sete que respondem com prudência.

  17. 17

    Aquele que, enquanto está passando, [se envolve] em briga que não é sua, é [como] o que pega um cão pelas orelhas.

  18. 18

    Como o louco que lança faíscas, flechas e coisas mortíferas,

  19. 19

    Assim é o homem que engana a seu próximo, e diz: Não estava eu [só] brincando?

  20. 20

    Sem lenha, o fogo se apaga; e sem fofoqueiro, a briga termina.

  21. 21

    O carvão é para as brasas, e a lenha para o fogo; e o homem difamador para acender brigas.

  22. 22

    As palavras do fofoqueiro são como alimentos deliciosos, que descem ao interior do ventre.

  23. 23

    Como um vaso de fundição coberto de restos de prata, [assim] são os lábios inflamados e o coração maligno.

  24. 24

    Aquele que odeia dissimula em seus lábios, mas seu interior abriga o engano;

  25. 25

    Quando ele [te] falar agradavelmente com sua voz, não acredites nele; porque há sete abominações em seu coração;

  26. 26

    Cujo ódio está encoberto pelo engano; sua maldade será descoberta na congregação.

  27. 27

    Quem cava uma cova, nela cairá; e quem rola uma pedra, esta voltará sobre ele.

  28. 28

    A língua falsa odeia aos que ela atormenta; e a boca lisonjeira opera ruína.

Ligações: OpenBible.info (votos somam as duas direções; um trecho conta pelo primeiro versículo). Texto: Bíblia Livre (BLIVRE).

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