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Atos 27 e Apocalipse 11

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  1. Atos 27:24 e Apocalipse 11:54 votos

Atos 27

  1. 1

    E quando foi determinado que tínhamos que navegar para a Itália, entregaram a Paulo e alguns outros prisioneiros, a um centurião, por nome Júlio, do esquadrão imperial.

  2. 2

    E embarcando [-nos] em um navio adramitino, estando a navegar pelos lugares [costeiros] da Ásia, nós partimos, estando conosco Aristarco, o macedônio de Tessalônica.

  3. 3

    E no [dia] seguinte, chegamos a Sidom; e Júlio, tratando bem a Paulo, permitiu [-lhe] que fosse aos amigos, para [receber] cuidado [deles] .

  4. 4

    E tendo partido dali, nós fomos navegando abaixo do Chipre, porque os ventos estavam contrários.

  5. 5

    E tendo passado ao longo do mar da Cilícia e Panfília, viemos a Mira em Lícia.

  6. 6

    E o centurião, tendo achado ali um navio de Alexandria, que estava navegando para a Itália, nos fez embarcar nele.

  7. 7

    E indo navegando lentamente já por muitos dias, chegando com dificuldade em frente a Cnido, o vento, não nos permitindo [continuar por ali] ,navegamos abaixo de Creta, em frente a Salmone.

  8. 8

    E tendo com dificuldade percorrido sua costa, chegamos a um certo lugar, chamado Bons Portos, perto do qual estava a cidade de Laseia.

  9. 9

    E tendo passado muito tempo, e sendo a navegação já perigosa, porque também já tinha passado o jejum, Paulo [os] exortava,

  10. 10

    Dizendo-lhes: Homens, eu vejo que a navegação vai ser com violência e muito dano, não somente de carga e do navio, mas também de nossas vidas.

  11. 11

    Porém o centurião cria mais no capitão e no dono do navio do que no que Paulo dizia.

  12. 12

    E não sendo aquele porto adequado para passar o inverno, a maioria preferiu partir dali, para ver se podiam chegar a Fênix, que é um porto de Creta, voltada para o lado do vento sudoeste e noroeste, para ali passarem o inverno.

  13. 13

    E ao ventar brandamente ao sul, pareceu-lhes que eles já tinham o que queriam; e levantando a vela, foram por perto da costa de Creta.

  14. 14

    Mas não muito depois houve contra ela um vento violento, chamado Euroaquilão.

  15. 15

    E tendo o navio sido tomado por ele, e não podendo navegar contra o vento, nós deixamos sermos levados [por ele] .

  16. 16

    E correndo abaixo de uma pequena ilha, chamada Clauda, com dificuldade conseguimos manter o barquinho de reserva;

  17. 17

    O qual, tendo sido levado para cima, usaram de suportes [para] reforçarem o navio; e temendo irem de encontro aos bancos de areia, eles baixaram as velas e [deixaram] ir à deriva.

  18. 18

    E sendo muito afligidos pela tempestade, no [dia] seguinte jogaram a carga para fora [do navio] .

  19. 19

    E no terceiro [dia] , com as nossas próprias mãos jogamos fora os instrumentos do navio.

  20. 20

    E não aparecendo ainda o sol, nem estrelas havia muitos dias, e sendo afligidos por não pouca tempestade, desde então tínhamos perdido toda a esperança de sermos salvos.

  21. 21

    E havendo muito [tempo] que não havia o que comer, então Paulo, ficando de pé no meio deles, disse: Homens, vós devíeis ter dado atenção a mim, e não terdes partido de Creta, e [assim] evitar esta situação ruim e prejuízo.

  22. 22

    Mas agora eu vos exorto a terdes bom ânimo; porque haverá nenhuma perda de vida de vós, além [somente da perda] do navio.

  23. 23

    Porque esta mesma noite esteve comigo um anjo de Deus, a quem eu pertenço e a quem eu sirvo;

  24. 24

    Dizendo: Não temas, Paulo; é necessário que tu sejas apresentado a César; e eis que Deus tem te dado [a vida] a todos quantos navegam contigo.

  25. 25

    Portanto, homens, tende bom ânimo; porque eu creio em Deus que assim será, conforme o que me foi dito.

  26. 26

    Mas é necessário que sejamos lançados a uma ilha.

  27. 27

    E quando veio a décima quarta noite, sendo lançados de um lado para o outro no [mar] Adriático, por volta da meia noite os marinheiros suspeitaram de que estavam se aproximando de alguma terra [firme] .

  28. 28

    E tendo lançado o prumo, acharam vinte braças; e passando um pouco mais adiante, voltando a lançar o prumo, acharam quinze braças.

  29. 29

    E temendo de irem de encontro a lugares rochosos, lançaram da popa quatro âncoras, desejando que o dia viesse [logo] .

  30. 30

    E [quando] os marinheiros estavam procurando fugir do navio, e baixando o barquinho de reserva ao mar, como que queriam largar as âncoras da proa,

  31. 31

    Paulo disse ao centurião e aos soldados: Se estes não ficarem no navio, vós não podeis vos salvar.

  32. 32

    Então os soldados cortaram os cabos do barquinho de reserva, e o deixaram cair.

  33. 33

    E até enquanto o dia estava vindo, Paulo exortava a todos que comessem alguma coisa, dizendo: Hoje já é o décimo quarto dia, em que estais esperando, continuando sem comer, nada tendo experimentado.

  34. 34

    Portanto eu vos exorto para que comais alguma coisa, pois é bom para vossa saúde; porque nenhum cabelo cairá de vossa cabeça.

  35. 35

    E tendo dito isto, e tomando o pão, ele agradeceu a Deus na presença de todos; e partindo [-o] , começou a comer.

  36. 36

    E todos, tendo ficado mais encorajados, também pegaram [algo] para comer.

  37. 37

    E éramos todos no navio duzentas e setenta e seis almas.

  38. 38

    E estando saciados de comer, eles tiraram peso do navio, lançando o trigo ao mar.

  39. 39

    E tendo vindo o dia, não reconheciam a terra; mas enxergaram uma enseada que tinha praia, na qual planejaram, se pudessem, levar o navio.

  40. 40

    E tendo levantado as âncoras, deixaram [-no] ir ao mar, soltando também as amarras dos lemes, e levantando a vela maior ao vento, foram de levando [-o] à praia.

  41. 41

    Mas tendo caído em um lugar onde dois mares se encontram, encalharam ali o navio; e fixa a proa, ficou imóvel, mas a popa estava se destruindo com a força das ondas.

  42. 42

    Então o conselho dos soldados foi de que matassem aos presos, para que nenhum [deles] fugisse a nado.

  43. 43

    Mas o centurião, querendo salvar a Paulo, impediu a intenção deles; e mandou que aqueles que pudessem nadar fossem os primeiros a se lançassem [ao mar] e chegassem à terra [firme] .

  44. 44

    E [depois] os demais, uns em tábuas, e outros em pedaços do navio. E assim aconteceu, que todos se salvaram em terra.

Apocalipse 11

  1. 1

    E foi-me dada uma cana semelhante a uma vara [de medir] ; e o anjo ficou [de pé] , dizendo: “Levanta-te, e mede o templo de Deus, e o altar, e os que nele adoram.

  2. 2

    Mas deixa fora ao pátio, que [está] fora do templo, e não o meças; porque ele foi dado às nações; e pisarão a santa cidade por quarenta e dois meses.

  3. 3

    E eu darei [autoridade] às minhas duas testemunhas, e elas profetizarão por mil duzentos e sessenta dias, vestidas de sacos.”

  4. 4

    Estas são as duas oliveiras, e os dois castiçais, que estão diante do Deus da terra.

  5. 5

    E se alguém quiser lhes maltratar, fogo sai da sua boca, e devora aos inimigos delas; e se alguém quiser lhes maltratar, é necessário que assim seja morto.

  6. 6

    Estas têm autoridade para fechar o céu, para que não chova nos dias da sua profecia; e têm poder sobre as águas para as transformar em sangue, e para ferir a terra com toda praga, tantas vezes quantas quiserem.

  7. 7

    E quando elas terminarem seu testemunho, a besta, que sobe do abismo, fará guerra contra elas, e as vencerá, e as matará.

  8. 8

    E os cadáveres delas [jazerão] na praça da grande cidade, que espiritualmente se chama Sodoma e Egito, onde nosso Senhor também foi crucificado.

  9. 9

    E os dos povos, tribos, línguas e nações verão os cadáveres delas por três dias e meio, e não permitirão que os cadáveres delas sejam postos em sepulcros.

  10. 10

    E os que habitam sobre a terra se alegrarão sobre elas, e ficarão contentes, e enviarão presentes uns aos outros, porque estes dois profetas atormentarão aos que habitam sobre a terra.

  11. 11

    E depois [daqueles] três dias e meio, entrou nelas o espírito de vida de Deus, e se puseram sobre seus pés, e caiu grande temor sobre os que as viram.

  12. 12

    E elas ouviram uma grande voz do céu lhes dizendo: “Subi aqui!” E elas subiram ao céu em uma nuvem; e seus inimigos as viram.

  13. 13

    E naquela [mesma] hora houve um grande terremoto, e a décima [parte] da cidade caiu, e no terremoto foram mortos sete mil nomes humanos; e os restantes ficaram muito atemorizados, e deram glória ao Deus do céu.

  14. 14

    O segundo ai [já] passou; eis que o terceiro ai logo vem.

  15. 15

    E o sétimo anjo tocou a trombeta, e houve grandes vozes no céu, dizendo: “Os reinos do mundo se tornaram do nosso Senhor, e do seu Cristo, e ele reinará para todo o sempre.”

  16. 16

    E os vinte e quatro anciãos, que estão sentados diante de Deus em seus tronos, prostraram-se sobre seus rostos, e adoraram a Deus,

  17. 17

    dizendo: “Graças te damos, Senhor Deus, o Todo-Poderoso, o que é, e que era, e que virá; porque tomaste o teu grande poder, e tens reinado;

  18. 18

    E as nações se iraram, porém veio a tua ira, e o tempo dos mortos, para serem julgados, e para tu dares a recompensa aos teus servos, os profetas, e aos santos, e aos que temem o teu nome, a pequenos e a grandes; e para destruir os que destroem a terra.”

  19. 19

    E o templo de Deus se abriu no céu, e a arca de seu pacto foi vista no seu templo; e houve relâmpagos, vozes, trovões, terremotos, e grande queda de granizo.

Ligações: OpenBible.info (votos somam as duas direções; um trecho conta pelo primeiro versículo). Texto: Bíblia Livre (BLIVRE).

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