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Deuteronômio 21 e Atos 23

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  1. Deuteronômio 21:22 e Atos 23:294 votos

Deuteronômio 21

  1. 1

    Quando for achado na terra que o SENHOR teu Deus te dá para que a possuas, morto deitado no campo, e não se soubesse quem o feriu,

  2. 2

    Então teus anciãos e teus juízes sairão e medirão até as cidades que estão ao redor do morto:

  3. 3

    E será que os anciãos daquela cidade, da cidade mais próxima ao morto, tomarão das vacas uma bezerra que não tenha servido, que não tenha trazido jugo;

  4. 4

    E os anciãos daquela cidade trarão a bezerra a um vale por onde fluam águas, que nunca tenha sido arado nem semeado, e cortarão o pescoço à bezerra ali no vale.

  5. 5

    Então virão os sacerdotes filhos de Levi, porque a eles escolheu o SENHOR teu Deus para que o sirvam, e para abençoar em nome do SENHOR; e pelo dito deles se determinará todo pleito e toda ferida.

  6. 6

    E todos os anciãos daquela cidade mais próxima ao morto lavarão suas mãos sobre a bezerra degolada no vale.

  7. 7

    E protestarão, e dirão: Nossas mãos não derramaram este sangue, nem nossos olhos o viram.

  8. 8

    Expia a teu povo Israel, ao qual redimiste, ó SENHOR; e não imputes o sangue inocente derramado em meio de teu povo Israel. E o sangue lhes será perdoado.

  9. 9

    E tu tirarás a culpa de sangue inocente do meio de ti, quando fizeres o que é correto aos olhos do SENHOR.

  10. 10

    Quando saíres à guerra contra teus inimigos, e o SENHOR teu Deus os entregar em tua mão, e tomares deles cativos,

  11. 11

    E vires entre os cativos alguma mulher bela, e a cobiçares, e a tomares para ti por mulher,

  12. 12

    Tu a meterás em tua casa; e ela rapará sua cabeça, e cortará suas unhas,

  13. 13

    E se tirará a roupa de seu cativeiro, e ficará em tua casa: e chorará a seu pai e a sua mãe no tempo de um mês: e depois entrarás a ela, e tu serás seu marido, e ela tua mulher.

  14. 14

    E será, se não te agradar, que a deixarás em sua liberdade; e não a venderás por dinheiro, nem farás comércio dela, porquanto a afligiste.

  15. 15

    Quando um homem tiver duas mulheres, uma amada e a outra aborrecida, e a amada e a aborrecida lhe derem à luz filhos, e o filho primogênito for da aborrecida;

  16. 16

    Será que, no dia que fizer herdar a seus filhos o que tiver, não poderá dar o direito de primogenitura aos filhos da amada em preferência ao filho da aborrecida, que é o primogênito;

  17. 17

    Mas ao filho da aborrecida reconhecerá por primogênito, para dar-lhe dois tantos de tudo o que se achar que tem: porque aquele é o princípio de sua força, o direito da primogenitura é seu.

  18. 18

    Quando alguém tiver filho obstinado e rebelde, que não obedecer à voz de seu pai nem à voz de sua mãe, e havendo-o castigado, não lhes obedecer;

  19. 19

    Então o tomarão seu pai e sua mãe, e o tirarão aos anciãos de sua cidade, e à porta do lugar seu;

  20. 20

    E dirão aos anciãos da cidade: Este nosso filho é obstinado e rebelde, não obedece à nossa voz; é comilão e beberrão.

  21. 21

    Então todos os homens de sua cidade o apedrejarão com pedras, e morrerá: assim tirarás o mal do meio de ti; e todo Israel ouvirá, e temerá.

  22. 22

    Quando em alguém houver pecado de sentença de morte, pelo que haja de morrer, e lhe houverdes pendurado em um madeiro,

  23. 23

    Não estará seu corpo pela noite no madeiro, mas sem falta o enterrarás no mesmo dia, porque maldição de Deus é o pendurado: e não contaminarás tua terra, que o SENHOR teu Deus te dá por herança.

Atos 23

  1. 1

    E Paulo, olhando fixamente para o supremo conselho, disse: Homens irmãos, com toda boa consciência eu tenho andado diante de Deus até o dia de hoje.

  2. 2

    Mas o sumo sacerdote Ananias mandou aos que estavam perto dele, que o espancassem na boca.

  3. 3

    Então Paulo lhe disse: Deus vai te espancar, parede caiada! Estás tu [aqui] sentado para me julgar conforme a Lei, e contra a Lei mandas me espancarem?

  4. 4

    E os que estavam ali disseram: Tu insultas ao sumo sacerdote de Deus?

  5. 5

    E Paulo disse: Eu não sabia, irmãos, que ele era o sumo sacerdote; porque está escrito: Não falarás mal do chefe do teu povo.

  6. 6

    E Paulo, sabendo que uma parte era de saduceus, e outra de fariseus, ele clamou no supremo conselho: Homens irmãos, eu sou fariseu, filho de fariseu; pela esperança e ressurreição dos mortos eu estou sendo julgado.

  7. 7

    E ele, tendo dito isto, houve uma confusão entre os fariseus e saduceus; e a multidão se dividiu;

  8. 8

    Porque os saduceus dizem que não há ressurreição, nem anjo ou espírito; mas os fariseus declaram ambas.

  9. 9

    E houve uma grande gritaria; e levantando-se os escribas da parte dos fariseus, disputavam, dizendo: Nenhum mal achamos neste homem; e se algum espírito ou anjo falou com ele, não briguemos contra Deus.

  10. 10

    E havendo grande confusão, o comandante, temendo que Paulo não fosse despedaçado por eles, mandou descer a tropa, e tirá-lo do meio deles, e levá-lo à área fortificada.

  11. 11

    E [n] a noite seguinte o Senhor, aparecendo-lhe, disse: Tem bom ânimo, Paulo! Porque assim como deste testemunho de mim em Jerusalém, assim é necessário que tu dês testemunho também em Roma.

  12. 12

    E tendo vindo o dia, alguns dos judeus fizeram uma conspiração, e prestaram juramento sob pena de maldição, dizendo que não comeriam nem beberiam enquanto não matassem a Paulo.

  13. 13

    E eram mais de quarenta os que fizeram este juramento.

  14. 14

    Os quais foram até os chefes dos sacerdotes e os anciãos, [e] disseram: Fizemos juramento sob pena de maldição, de que nada experimentaremos enquanto não matarmos a Paulo.

  15. 15

    Agora, pois, vós, com o supremo conselho, informai ao comandante que amanhã ele o traga perante vós, como se fosse para que investigueis mais detalhadamente; e antes que ele chegue, estaremos prontos para o matar.

  16. 16

    E o filho da irmã de Paulo, tendo ouvido esta cilada, veio e entrou na área fortificada, e avisou a Paulo.

  17. 17

    E Paulo, tendo chamado a si um dos centuriões, disse: Leva este rapaz ao comandante, porque ele tem algo para lhe avisar.

  18. 18

    Então ele o tomou, levou ao comandante, e disse: O prisioneiro Paulo, tendo me chamado, rogou [-me] que eu te trouxesse este rapaz, que tem algo a te dizer.

  19. 19

    E o comandante, tomando-o pela mão, e indo para um lugar reservado, perguntou [-lhe] : O que tens para me avisar?

  20. 20

    E ele disse: Os judeus combinaram de te pedirem que amanhã tu leves a Paulo ao supremo conselho, como se fosse para que lhe perguntem mais detalhadamente;

  21. 21

    Porém tu, não acredites neles; porque mais de quarenta homens deles estão lhe preparando cilada, os quais sob pena de maldição fizeram juramento para não comerem nem beberem enquanto não o tiverem matado; e eles já estão preparados, esperando de ti a promessa.

  22. 22

    Então o comandante despediu ao rapaz, mandando [-lhe] : A ninguém digas que tu me revelaste estas coisas.

  23. 23

    E ele, chamando a si certos dois dos centuriões, disse: Aprontai duzentos soldados para irem até Cesareia; e setenta cavaleiros, e duzentos arqueiros, a partir das terceira hora da noite.

  24. 24

    E preparem animais para cavalgarem, para que pondo neles a Paulo, levem [-no] a salvo ao governador Félix.

  25. 25

    E ele [lhe] escreveu uma carta, que continha este aspecto:

  26. 26

    Cláudio Lísias, a Félix, excelentíssimo governador, saudações.

  27. 27

    Este homem foi preso pelos judeus, e estando já a ponte de o matarem, eu vim com a tropa e [o] tomei, ao ser informado que ele era romano.

  28. 28

    E eu, querendo saber a causa por que o acusavam, levei-o ao supremo conselho deles.

  29. 29

    O qual eu achei que acusavam de algumas questões da Lei deles; mas que nenhum crime digno de morte ou de prisão havia contra ele.

  30. 30

    E tendo sido avisado de que os judeus estavam para pôr uma cilada contra este homem, logo eu [o] enviei a ti, mandando também aos acusadores que diante de ti digam o que [tiverem] contra ele. Que tu estejas bem.

  31. 31

    Tendo então os soldados tomado a Paulo, assim como lhes tinha sido ordenado, trouxeram-no durante a noite a Antipátride.

  32. 32

    E no [dia] seguinte, deixando irem com ele os cavaleiros, voltaram à área fortificada.

  33. 33

    Os quais, tendo chegado a Cesareia, e entregado a carta ao governador, apresentaram-lhe também a Paulo.

  34. 34

    E o governador, tendo lido [a carta] , perguntou de que província ele era; e ao entender que [era] da Cilícia,

  35. 35

    disse: “Eu te ouvirei quando também chegarem os teus acusadores”. E mandou que o guardassem no palácio de Herodes.

Ligações: OpenBible.info (votos somam as duas direções; um trecho conta pelo primeiro versículo). Texto: Bíblia Livre (BLIVRE).

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