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Deuteronômio 3 e Atos 27

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  1. Deuteronômio 3:2 e Atos 27:242 votos

Deuteronômio 3

  1. 1

    E voltamos, e subimos caminho de Basã, e saiu-nos ao encontro Ogue rei de Basã para lutar, ele e todo seu povo, em Edrei.

  2. 2

    E disse-me o SENHOR: Não tenhas medo dele, porque em tua mão entreguei a ele e a todo seu povo, e sua terra: e farás com ele como fizeste com Seom rei amorreu, que habitava em Hesbom.

  3. 3

    E o SENHOR nosso Deus entregou também em nossa mão a Ogue rei de Basã, e a todo seu povo, ao qual ferimos até não restar dele ninguém.

  4. 4

    E tomamos então todas suas cidades; não restou cidade que não lhes tomássemos: sessenta cidades, toda a terra de Argobe, do reino de Ogue em Basã.

  5. 5

    Todas estas eram cidades fortificadas com alto muro, com portas e barras; sem outras muito muitas cidades sem muro.

  6. 6

    E as destruímos, como fizemos a Seom rei de Hesbom, destruindo em toda cidade homens, mulheres, e crianças.

  7. 7

    E tomamos para nós todos os animais, e os despojos das cidades.

  8. 8

    Também tomamos naquele tempo da mão de dois reis amorreus que estavam desta parte do Jordão, a terra desde o ribeiro de Arnom até o monte de Hermom:

  9. 9

    (Os sidônios chamam a Hermom Siriom; e os amorreus, Senir:)

  10. 10

    Todas as cidades da planície, e todo Gileade, e todo Basã até Salcá e Edrei, cidades do reino de Ogue em Basã.

  11. 11

    Porque somente Ogue rei de Basã havia restado dos gigantes que restaram. Eis que sua cama, uma cama de ferro, não está em Rabá dos filhos de Amom?; o comprimento dela de nove côvados, e sua largura de quatro côvados, ao côvado de um homem.

  12. 12

    E esta terra que herdamos então desde Aroer, que está ao ribeiro de Arnom, e a metade do monte de Gileade com suas cidades, dei aos rubenitas e aos gaditas:

  13. 13

    E o resto de Gileade, e todo Basã, do reino de Ogue, dei o à meia tribo de Manassés; toda a terra de Argobe, todo Basã, que se chamava a terra dos gigantes.

  14. 14

    Jair filho de Manassés tomou toda a terra de Argobe até o termo dos gessuritas e dos maacatitas; e chamou-a de seu nome Basã-Havote-Jair, até hoje.

  15. 15

    E a Maquir dei a Gileade.

  16. 16

    E aos rubenitas e gaditas dei de Gileade até o ribeiro de Arnom, o meio do ribeiro por termo; até o ribeiro de Jaboque, termo dos filhos de Amom:

  17. 17

    Assim como a campina, e o Jordão, e o termo, desde Quinerete até o mar da planície, o mar Salgado, as encostas abaixo do Pisga ao oriente.

  18. 18

    E vos mandei então, dizendo: O SENHOR vosso Deus vos deu esta terra para que a possuais: passareis armados diante de vossos irmãos os filhos de Israel todos os valentes.

  19. 19

    Somente vossas mulheres, vossas crianças, e vossos gados, (eu sei que tendes muito gado,) ficarão em vossas cidades que vos dei,

  20. 20

    Até que o SENHOR dê repouso a vossos irmãos, assim como a vós, e herdem também eles a terra que o SENHOR vosso Deus lhes dá à outra parte do Jordão: então vos voltareis cada um a sua herança que eu vos dei.

  21. 21

    Mandei também a Josué então, dizendo: Teus olhos viram tudo o que o SENHOR vosso Deus fez àqueles dois reis: assim fará o SENHOR a todos os reinos aos quais passarás tu.

  22. 22

    Não os temais; que o SENHOR vosso Deus, ele é o que luta por vós.

  23. 23

    E orei ao SENHOR naquele tempo, dizendo:

  24. 24

    Senhor DEUS, tu começaste a mostrar a teu servo tua grandeza, e tua mão forte: porque que deus há no céu nem na terra que faça segundo tuas obras, e segundo tuas valentias?

  25. 25

    Passe eu, rogo-te, e veja aquela terra boa, que está à parte ali do Jordão, aquele bom monte, e o Líbano.

  26. 26

    Mas o SENHOR se havia irado contra mim por causa de vós, pelo qual não me ouviu: e disse-me o SENHOR: Basta-te, não me fales mais deste negócio.

  27. 27

    Sobe ao cume do Pisga, e ergue teus olhos ao ocidente, e ao norte, e ao sul, e ao oriente, e vê por teus olhos: porque não passarás este Jordão.

  28. 28

    E manda a Josué, e anima-o, e conforta-o; porque ele há de passar diante deste povo, e ele lhes fará herdar a terra que verás.

  29. 29

    E paramos no vale diante de Bete-Peor.

Atos 27

  1. 1

    E quando foi determinado que tínhamos que navegar para a Itália, entregaram a Paulo e alguns outros prisioneiros, a um centurião, por nome Júlio, do esquadrão imperial.

  2. 2

    E embarcando [-nos] em um navio adramitino, estando a navegar pelos lugares [costeiros] da Ásia, nós partimos, estando conosco Aristarco, o macedônio de Tessalônica.

  3. 3

    E no [dia] seguinte, chegamos a Sidom; e Júlio, tratando bem a Paulo, permitiu [-lhe] que fosse aos amigos, para [receber] cuidado [deles] .

  4. 4

    E tendo partido dali, nós fomos navegando abaixo do Chipre, porque os ventos estavam contrários.

  5. 5

    E tendo passado ao longo do mar da Cilícia e Panfília, viemos a Mira em Lícia.

  6. 6

    E o centurião, tendo achado ali um navio de Alexandria, que estava navegando para a Itália, nos fez embarcar nele.

  7. 7

    E indo navegando lentamente já por muitos dias, chegando com dificuldade em frente a Cnido, o vento, não nos permitindo [continuar por ali] ,navegamos abaixo de Creta, em frente a Salmone.

  8. 8

    E tendo com dificuldade percorrido sua costa, chegamos a um certo lugar, chamado Bons Portos, perto do qual estava a cidade de Laseia.

  9. 9

    E tendo passado muito tempo, e sendo a navegação já perigosa, porque também já tinha passado o jejum, Paulo [os] exortava,

  10. 10

    Dizendo-lhes: Homens, eu vejo que a navegação vai ser com violência e muito dano, não somente de carga e do navio, mas também de nossas vidas.

  11. 11

    Porém o centurião cria mais no capitão e no dono do navio do que no que Paulo dizia.

  12. 12

    E não sendo aquele porto adequado para passar o inverno, a maioria preferiu partir dali, para ver se podiam chegar a Fênix, que é um porto de Creta, voltada para o lado do vento sudoeste e noroeste, para ali passarem o inverno.

  13. 13

    E ao ventar brandamente ao sul, pareceu-lhes que eles já tinham o que queriam; e levantando a vela, foram por perto da costa de Creta.

  14. 14

    Mas não muito depois houve contra ela um vento violento, chamado Euroaquilão.

  15. 15

    E tendo o navio sido tomado por ele, e não podendo navegar contra o vento, nós deixamos sermos levados [por ele] .

  16. 16

    E correndo abaixo de uma pequena ilha, chamada Clauda, com dificuldade conseguimos manter o barquinho de reserva;

  17. 17

    O qual, tendo sido levado para cima, usaram de suportes [para] reforçarem o navio; e temendo irem de encontro aos bancos de areia, eles baixaram as velas e [deixaram] ir à deriva.

  18. 18

    E sendo muito afligidos pela tempestade, no [dia] seguinte jogaram a carga para fora [do navio] .

  19. 19

    E no terceiro [dia] , com as nossas próprias mãos jogamos fora os instrumentos do navio.

  20. 20

    E não aparecendo ainda o sol, nem estrelas havia muitos dias, e sendo afligidos por não pouca tempestade, desde então tínhamos perdido toda a esperança de sermos salvos.

  21. 21

    E havendo muito [tempo] que não havia o que comer, então Paulo, ficando de pé no meio deles, disse: Homens, vós devíeis ter dado atenção a mim, e não terdes partido de Creta, e [assim] evitar esta situação ruim e prejuízo.

  22. 22

    Mas agora eu vos exorto a terdes bom ânimo; porque haverá nenhuma perda de vida de vós, além [somente da perda] do navio.

  23. 23

    Porque esta mesma noite esteve comigo um anjo de Deus, a quem eu pertenço e a quem eu sirvo;

  24. 24

    Dizendo: Não temas, Paulo; é necessário que tu sejas apresentado a César; e eis que Deus tem te dado [a vida] a todos quantos navegam contigo.

  25. 25

    Portanto, homens, tende bom ânimo; porque eu creio em Deus que assim será, conforme o que me foi dito.

  26. 26

    Mas é necessário que sejamos lançados a uma ilha.

  27. 27

    E quando veio a décima quarta noite, sendo lançados de um lado para o outro no [mar] Adriático, por volta da meia noite os marinheiros suspeitaram de que estavam se aproximando de alguma terra [firme] .

  28. 28

    E tendo lançado o prumo, acharam vinte braças; e passando um pouco mais adiante, voltando a lançar o prumo, acharam quinze braças.

  29. 29

    E temendo de irem de encontro a lugares rochosos, lançaram da popa quatro âncoras, desejando que o dia viesse [logo] .

  30. 30

    E [quando] os marinheiros estavam procurando fugir do navio, e baixando o barquinho de reserva ao mar, como que queriam largar as âncoras da proa,

  31. 31

    Paulo disse ao centurião e aos soldados: Se estes não ficarem no navio, vós não podeis vos salvar.

  32. 32

    Então os soldados cortaram os cabos do barquinho de reserva, e o deixaram cair.

  33. 33

    E até enquanto o dia estava vindo, Paulo exortava a todos que comessem alguma coisa, dizendo: Hoje já é o décimo quarto dia, em que estais esperando, continuando sem comer, nada tendo experimentado.

  34. 34

    Portanto eu vos exorto para que comais alguma coisa, pois é bom para vossa saúde; porque nenhum cabelo cairá de vossa cabeça.

  35. 35

    E tendo dito isto, e tomando o pão, ele agradeceu a Deus na presença de todos; e partindo [-o] , começou a comer.

  36. 36

    E todos, tendo ficado mais encorajados, também pegaram [algo] para comer.

  37. 37

    E éramos todos no navio duzentas e setenta e seis almas.

  38. 38

    E estando saciados de comer, eles tiraram peso do navio, lançando o trigo ao mar.

  39. 39

    E tendo vindo o dia, não reconheciam a terra; mas enxergaram uma enseada que tinha praia, na qual planejaram, se pudessem, levar o navio.

  40. 40

    E tendo levantado as âncoras, deixaram [-no] ir ao mar, soltando também as amarras dos lemes, e levantando a vela maior ao vento, foram de levando [-o] à praia.

  41. 41

    Mas tendo caído em um lugar onde dois mares se encontram, encalharam ali o navio; e fixa a proa, ficou imóvel, mas a popa estava se destruindo com a força das ondas.

  42. 42

    Então o conselho dos soldados foi de que matassem aos presos, para que nenhum [deles] fugisse a nado.

  43. 43

    Mas o centurião, querendo salvar a Paulo, impediu a intenção deles; e mandou que aqueles que pudessem nadar fossem os primeiros a se lançassem [ao mar] e chegassem à terra [firme] .

  44. 44

    E [depois] os demais, uns em tábuas, e outros em pedaços do navio. E assim aconteceu, que todos se salvaram em terra.

Ligações: OpenBible.info (votos somam as duas direções; um trecho conta pelo primeiro versículo). Texto: Bíblia Livre (BLIVRE).

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