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Ester 3 e Lucas 23

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  1. Ester 3:11 e Lucas 23:253 votos

Ester 3

  1. 1

    Depois destas coisas, o rei Assuero engrandeceu a Hamã filho de Hamedata agagita, e o exaltou, e pôs seu assento acima de todos os príncipes que estavam com ele.

  2. 2

    E todos os servos do rei que estavam à porta do rei se inclinavam e prostravam diante de Hamã, porque assim o rei tinha mandado acerca dele; porém Mardoqueu não se inclinava nem se prostrava.

  3. 3

    Então os servos do rei que estavam à porta do rei disseram a Mardoqueu: Por que transgrides o mandamento do rei?

  4. 4

    Sucedeu, pois, que, tendo eles dito [isto] dia após dia, e ele não tendo lhes dado ouvidos, avisaram dele a Hamã, para verem se as palavras de Mardoqueu continuariam; porque ele tinha lhes declarado que era judeu.

  5. 5

    Quando Hamã viu que Mardoqueu não se inclinava nem se prostrava diante dele, ele se encheu de furor.

  6. 6

    Porém, tendo já sido informado do povo de Mardoqueu, ele achou pouco matar apenas Mardoqueu; então Hamã procurou destruir a todos os judeus, o povo de Mardoqueu, que havia no reino de Assuero.

  7. 7

    No primeiro mês (que é o mês de Nisã), no décimo segundo ano do rei Assuero, foi lançada Pur, isto é, a sorte, diante de Hamã, para cada dia e para cada mês; e [a sorte indicou] o décimo segundo mês, o mês de Adar.

  8. 8

    Então Hamã disse ao rei Assuero: Há um povo disperso e dividido entre os povos em todas as províncias de teu reino, cujas leis são diferentes das de todo o povo, e não obedecem às leis do rei; por isso não convém ao rei tolerá-los.

  9. 9

    Se for do agrado do rei, escreva-se que sejam destruídos; e eu porei dez mil talentos de prata nas mãos dos executarem a ação, para que sejam postos na tesouraria do rei.

  10. 10

    Então o rei tirou seu anel de sua mão, e o deu a Hamã filho de Hamedata agageu, inimigo dos judeus,

  11. 11

    E o rei disse a Hamã: Essa prata te seja dada; e também esse povo, para fazeres dele o que quiseres.

  12. 12

    Então chamaram aos escrivães do rei no primeiro mês, no [dia] treze do mesmo, e foi escrito conforme a tudo o que Hamã mandou, aos príncipes do rei, e aos governadores que havia sobre cada província, e aos líderes de cada povo, a cada província conforme sua escrita, e a cada povo conforme sua língua; em nome do rei Assuero foi escrito, e com o anel do rei foi selado.

  13. 13

    E foram enviadas cartas por meio de mensageiros a todas as províncias do rei, para destruírem, matarem, e exterminarem a todos os judeus, desde o menino até o velho, crianças e mulheres em um dia, no [dia] treze do décimo segundo mês (que é o mês de Adar), e para saquearem suas posses.

  14. 14

    A cópia do texto foi entregue como decreto para que anunciasse em todas as províncias em público a todos os povos, para que estivessem preparados para aquele dia.

  15. 15

    Assim os mensageiros, obrigados pela palavra do rei, saíram, e o decreto foi anunciado na fortaleza de Susã. E o rei e Hamã se sentaram para beber; porém a cidade de Susã estava confusa.

Lucas 23

  1. 1

    E levantando-se toda a multidão deles, o levaram a Pilatos.

  2. 2

    E começaram a acusá-lo, dizendo: Encontramos este [homem] ,que perverte a nação, e proíbe dar tributo a César, dizendo que ele mesmo é Cristo, o Rei.

  3. 3

    E Pilatos lhe perguntou, dizendo: Tu és o Rei dos judeus?E respondendo, ele lhe disse: Tu o dizes.

  4. 4

    E Pilatos disse aos chefes dos sacerdotes, e às multidões: Não acho culpa nenhuma neste homem.

  5. 5

    Mas eles insistiam, dizendo: Ele incita ao povo, ensinando por toda a Judeia, começando desde a Galileia até aqui.

  6. 6

    Então Pilatos, ouvindo [falar] da Galileia, perguntou se aquele homem era galileu.

  7. 7

    E quando soube que era da jurisdição de Herodes, ele o entregou a Herodes, que naqueles dias também estava em Jerusalém.

  8. 8

    E Herodes, ao ver Jesus, alegrou-se muito, porque havia muito tempo que desejava o ver, pois ouvia muitas coisas sobre ele; e esperava ver algum sinal feito por ele.

  9. 9

    E perguntava-lhe com muitas palavras, mas ele nada lhe respondia;

  10. 10

    E estavam [lá] os chefes dos sacerdotes, e os escribas, acusando-o com veemência.

  11. 11

    E Herodes, com seus soldados, desprezando-o, e escarnecendo dele, o vestiu com uma roupa luxuosa, e o enviou de volta a Pilatos.

  12. 12

    E no mesmo dia Pilatos e Herodes se fizeram amigos; porque antes tinham inimizade um contra o outro.

  13. 13

    E Pilatos, convocando aos chefes dos sacerdotes, aos líderes, e ao povo, disse-lhes:

  14. 14

    Vós me trouxestes a este homem, como que perverte o povo; e eis que eu, examinando-o em vossa presença, nenhuma culpa eu acho neste homem, das de que o acusais.

  15. 15

    E nem também Herodes; porque a ele eu vos remeti; e eis que ele nada fez para que seja digno de morte.

  16. 16

    Então eu o castigarei, e [depois] o soltarei.

  17. 17

    E ele tinha de soltar-lhes alguém durante a festa.

  18. 18

    Porém todos clamavam juntos, dizendo: Tirai-o daqui! E soltai Barrabás para nós!

  19. 19

    (O qual por uma rebelião feita na cidade, e [por] uma morte, tinha sido lançado na prisão).

  20. 20

    Pilatos falou-lhes então outra vez, querendo soltar Jesus.

  21. 21

    Mas eles clamavam, dizendo: Crucifica [-o] ! crucifica-o!

  22. 22

    E ele lhes disse a terceira vez: Pois que mal este fez? Nenhuma culpa de morte nele eu achei. Então eu o castigarei, e [depois] o soltarei.

  23. 23

    Mas eles continuavam, com grandes gritos, pedindo que fosse crucificado. E seus gritos, e [os] dos chefes dos sacerdotes, prevaleceram.

  24. 24

    Então Pilatos julgou que se fizesse o que pediam.

  25. 25

    E soltou-lhes ao que fora lançado na prisão por uma rebelião e [uma] morte, que [era] o que pediam; porém a Jesus [lhes] entregou à sua vontade.

  26. 26

    E enquanto o levavam, tomaram a um Simão Cireneu, que vinha do campo, e puseram-lhe a cruz às costas, para que a levasse atrás de Jesus.

  27. 27

    E seguia-o uma grande multidão do povo, e de mulheres, as quais também ficavam desconsoladas, e lamentavam por ele.

  28. 28

    E Jesus, virando-se para elas, disse: Filhas de Jerusalém, não choreis por mim, mas chorai por vós mesmas, e por vossos filhos.

  29. 29

    Porque eis que vêm dias em que dirão: Bem-aventuradas as estéreis, e os ventres que não deram a luz, e os peitos que não amamentaram.

  30. 30

    Então começarão a dizer aos montes: Cai sobre nós; E aos morros: Cobri-nos!

  31. 31

    Porque, se fazem isto à árvore verde, o que se fará com a [árvore] seca?

  32. 32

    E também levaram outros dois, que eram malfeitores, para matar com ele.

  33. 33

    E quando chegaram ao lugar, chamado a Caveira, o crucificaram ali, e aos malfeitores, um à direita, e outro à esquerda.

  34. 34

    E Jesus dizia: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. E, repartindo suas roupas, lançaram sortes.

  35. 35

    E o povo estava olhando; e os líderes também zombavam com eles, dizendo: Salvou a outros, salve agora a si mesmo, se é o Cristo, o escolhido de Deus.

  36. 36

    E os soldados também escarneciam dele, aproximando-se dele, e mostrando-lhe vinagre;

  37. 37

    E dizendo: Se tu és o Rei dos judeus, salva a ti mesmo.

  38. 38

    E também estava acima dele um título escrito com letras gregas, romanas e hebraicas: ESTE É O REI DOS JUDEUS.

  39. 39

    E um dos malfeitores que estavam pendurados o insultava, dizendo: Se tu és o Cristo, salva a ti mesmo, e a nós.

  40. 40

    Porém o outro, respondendo, repreendia-o, dizendo: Tu ainda não temes a Deus, [mesmo] estando na mesma condenação?

  41. 41

    E nós realmente [estamos sendo punidos] justamente, porque estamos recebendo de volta merecidamente por aquilo que praticamos; mas este nada fez de errado.

  42. 42

    E disse a Jesus: Senhor, lembra-te de mim, quando chegares em teu Reino.

  43. 43

    E Jesus lhe disse: Em verdade te digo, hoje estarás comigo no paraíso.

  44. 44

    E era já quase a hora sexta, e houve trevas em toda a terra, até a hora nona.

  45. 45

    E o sol se escureceu, e o véu do templo se rasgou ao meio.

  46. 46

    E Jesus, clamando em alta voz, disse: Pai, em tuas mãos eu entrego meu espírito.E tendo dito isto, parou de respirar.

  47. 47

    E o centurião, vendo o o que tinha acontecido, deu glória a Deus, dizendo: Verdadeiramente este homem era justo.

  48. 48

    E todas as multidões que se juntavam para observar, vendo o que tinha acontecido, voltaram, batendo nos peitos.

  49. 49

    E todos os seus conhecidos, e as mulheres que acompanhando [-o] desde a Galileia, tinham o seguido, estavam longe, vendo estas coisas.

  50. 50

    E eis que um homem, de nome José, membro do conselho [de justiça] ,sendo homem bom e justo.

  51. 51

    (Que não tinha concordado, nem com o conselho, nem em atos que fizeram), da cidade de Arimateia, [da terra] dos judeus, e que também esperava pelo Reino de Deus.

  52. 52

    Este, chegando a Pilatos, pediu o corpo de Jesus.

  53. 53

    E tendo o tirado, o envolveu em um tecido de linho, e o pôs em um sepulcro, escavado em uma rocha, onde nunca ainda tinha sido posto.

  54. 54

    E era o dia da preparação, e o sábado estava começando.

  55. 55

    E as mulheres que vieram com ele da Galileia também [o] seguiram, e viram o sepulcro, e como seu corpo foi posto.

  56. 56

    E elas, ao voltarem, prepararam materiais aromáticos e óleos perfumados. E descansaram o sábado, conforme o mandamento.

Ligações: OpenBible.info (votos somam as duas direções; um trecho conta pelo primeiro versículo). Texto: Bíblia Livre (BLIVRE).

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