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Ester 9 e Lucas 11

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Ester 9

  1. 1

    E no décimo segundo mês (que é o mês de Adar), no [dia] treze do mesmo, em que chegou o prazo para a palavra do rei se seu decreto serem executados, no mesmo dia em que os inimigos dos judeus esperavam vencê-los, sucedeu o contrário, porque foram os judeus que venceram aqueles que os odiavam.

  2. 2

    Os judeus se ajuntaram em suas cidades em todas as províncias do rei Assuero, para atacarem os que procuravam lhes fazer mal; e ninguém pôde subsistir diante deles, porque o temor a eles tinha caído sobre todos os povos.

  3. 3

    E todos os governadores das províncias, e os sátrapas, e os líderes, e os oficiais do rei, auxiliavam os judeus; porque o temor a Mardoqueu tinha caído sobre eles,

  4. 4

    Porque Mardoqueu era grande na casa do rei, e sua fama ia por todas as províncias; pois o homem Mardoqueu havia se engrandecido.

  5. 5

    Assim os judeus feriram a todos os seus inimigos com golpes de espada, matança, e destruição; e fizeram o que quiseram daqueles que os odiavam.

  6. 6

    E na fortaleza de Susã os judeus mataram e destruíram quinhentos homens,

  7. 7

    Inclusive a Parsandata, Dalfom, Aspata,

  8. 8

    Porata, Adalia, Aridata,

  9. 9

    Farmasta, Arisai, Aridai, e a Vaisata,

  10. 10

    Os dez filhos de Hamã filho de Hamedata, inimigo dos judeus; porém não puseram suas mãos no despojo.

  11. 11

    No mesmo dia veio diante do rei a contagem dos mortos na fortaleza de Susã.

  12. 12

    E o rei disse à rainha Ester: Na fortaleza de Susã, os judeus mataram e destruíram a quinhentos homens, e aos dez filhos de Hamã; nas demais províncias do rei, o que teriam feito? Qual pois é tua petição, para que te seja concedida? Ou qual mais é teu pedido, para que te seja feito?

  13. 13

    Então Ester disse: Se for do agrado do rei, conceda-se também amanhã aos judeus em Susã, que façam conforme a lei de hoje; e que enforquem na forca os dez filhos de Hamã.

  14. 14

    Então o rei disse que assim se fizesse; e deu-se a ordem em Susã, e enforcaram aos dez filhos de Hamã.

  15. 15

    E os judeus que estavam em Susã se ajuntaram também no [dia] catorze do mês de Adar, e mataram trezentos homens em Susã; porém não puseram suas mãos no despojo.

  16. 16

    Também os demais judeus que estavam nas províncias do rei se ajuntaram e para se porem em defesa de sua vida, e terem repouso de seus inimigos; e mataram a setenta e cinco mil daqueles que os odiavam; porém não puseram suas mãos no despojo.

  17. 17

    [Sucedeu isto] no [dia] treze do mês de Adar; e repousaram no [dia] catorze do mesmo, e fizeram dele um dia de banquetes e de alegria.

  18. 18

    Também os judeus que estavam em Susã se ajuntaram nos [dias] treze e catorze do mesmo mês; e no [dia] quinze do mesmo repousaram, e fizeram daquele dia um dia de banquetes e de alegria.

  19. 19

    Por isso os judeus das aldeias, que habitavam nas cidades se muros, fizeram o [dia] catorze do mês de Adar um dia de alegria, de banquetes, e dia de festejo; e de mandarem presentes uns aos outros.

  20. 20

    E Mardoqueu escreveu estas coisas, e enviou cartas a todos os judeus que havia em todas as províncias do rei Assuero, próximos e distantes,

  21. 21

    Ordenando-lhes que comemorassem o décimo quarto [dia] do mês de Adar, e o décimo quinto do mesmo, todos os anos.

  22. 22

    Como os dias em que os judeus tiveram repouso de seus inimigos; e o mês que tornou para eles de tristeza em alegria, e de luto em dia de festejo; para que os fizessem dias de banquetes e de alegria, e de mandarem presentes uns aos outros, e de doações aos pobres.

  23. 23

    E os judeus aceitaram fazer o que já tinham começado assim como o que Mardoqueu havia lhes escrito.

  24. 24

    Porque Hamã filho de Hamedata, o agagita, inimigo de todos os judeus, tinha planejado destruir todos os judeus, e lançou Pur, isto é, sorte, para os oprimir e os destruir.

  25. 25

    Mas quando isto veio diante do rei, ele deu ordem por cartas, que seu plano maligno, que tramara contra os judeus, tornasse sobre sua cabeça; assim enforcaram a ele e a seus filhos na forca.

  26. 26

    Por isso aqueles dias foram chamados Purim, por causa do nome Pur. Portanto, por causa de todas as palavras daquela carta; e do que testemunharam quanto a isso, e do que veio sobre eles,

  27. 27

    Os judeus confirmaram e comprometeram a si mesmos e a seus descendentes, e a todos os que se fossem próximos deles, que não deixariam de comemorar estes dois dias conforme o que foi escrito deles, e conforme seu tempo determinado, todos os anos;

  28. 28

    E que estes dias seriam lembrados e comemorados em todas as gerações, famílias, províncias, e cidades; e que estes dias de Purim não seriam ignorados pelos judeus, e que sua lembrança nunca teria fim entre seus descendentes.

  29. 29

    Depois disto a rainha Ester, filha de Abiail, e o judeu Mardoqueu, escreveram com todo poder, para confirmarem pela segunda vez esta carta de Purim.

  30. 30

    E foram enviadas cartas a todos os judeus, às cento e vinte e sete províncias do rei Assuero, com palavras de paz e de verdade,

  31. 31

    Para confirmarem estes dias de Purim em seus tempos determinados, conforme o judeu Mardoqueu e a rainha Ester tinham lhes confirmado, e como eles mesmos já o confirmaram para si e para seus descendentes; acerca do jejum e de seu clamor.

  32. 32

    E o mandamento de Ester confirmou estas palavras dadas acerca de Purim, e escreveu-se em um livro.

Lucas 11

  1. 1

    E aconteceu que ele estava orando em um certo lugar. Quando terminou, lhe disse um de seus discípulos: Senhor, ensina-nos a orar, como João também ensinou a seus discípulos.

  2. 2

    E ele lhes disse: Quando orardes, dizei: Pai nosso, que [estás] nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu Reino; seja feita a tua vontade, [assim] na terra como no céu.

  3. 3

    Dá-nos cada dia nosso pão diário.

  4. 4

    E perdoa-nos nossos pecados, pois também perdoamos a todo aquele que nos deve. E não nos ponhas em tentação, mas livra-nos do mal.

  5. 5

    Disse-lhes também: Qual de vós que, tendo um amigo, se for a ele à meia-noite, e lhe disser: Amigo, empresta-me três pães.

  6. 6

    Porque um amigo meu veio de viagem até mim, e nada tenho para lhe apresentar.

  7. 7

    E ele de dentro, respondendo, disser: Não me perturbe! A porta já está fechada, e meus filhos estão comigo na cama; não posso me levantar para te dar.

  8. 8

    Digo-vos, que ainda que ele não se levante para lhe dar por seu seu amigo, contudo, por sua teimosia ele se levantará, e lhe dará tudo quanto ele precisar.

  9. 9

    E eu vos digo: pedi, e será vos dado; buscai, e achareis; batei, e vos será aberto.

  10. 10

    Porque todo o que pede, recebe; e quem busca, acha; e quem bate, lhe será aberto.

  11. 11

    E que pai, dentre vós, a quem o filho pedir pão, lhe dará uma pedra? Ou, se também [lhe pedir] peixe, no lugar do peixe lhe dará uma serpente?

  12. 12

    Ou se também pedir um ovo, lhe dará um escorpião?

  13. 13

    Pois se vós, sendo maus, sabeis dar bons presentes para vossos filhos, quanto mais dará [vosso] Pai celestial, o Espírito Santo, a aqueles que lhe pedirem?

  14. 14

    E [Jesus] estava expulsando um demônio, e [este] era mudo. E aconteceu que, saindo o demônio, o mudo falou, e as multidões se maravilharam.

  15. 15

    Porém alguns deles diziam: Ele expulsa aos demônios por Belzebu, príncipe dos demônios!

  16. 16

    E outros, tentando [-o] ,pediam-lhe um sinal do céu.

  17. 17

    Mas ele, conhecendo seus pensamentos, disse-lhes: Todo reino dividido contra si mesmo é transformado num vazio, e a casa contra casa cai.

  18. 18

    E se também Satanás está dividido contra si mesmo, como durará o seu reino? Porque dizeis: Por Belzebu ele expulsa aos demônios.

  19. 19

    E se eu expulso aos demônios por Belzebu, por quem os seus filhos expulsam? Portanto eles serão vossos juízes.

  20. 20

    Mas se eu expulso aos demônios pelo dedo de Deus, portanto o Reino de Deus chegou a vós.

  21. 21

    Quando o valente, armado, guarda seu palácio, seus bens estão em paz.

  22. 22

    Mas vindo outro mais valente que ele, e vencendo-o, toma [-lhe] toda sua armadura, em que confiava, e reparte seus despojos.

  23. 23

    Quem não é comigo, é contra mim; e quem comigo não ajunta, espalha.

  24. 24

    Quando o espírito imundo tem saído da pessoa, ele anda por lugares secos, buscando repouso; e não [o] achando, diz: Voltarei para minha casa, de onde saí.

  25. 25

    E vindo, acha-a varrida e adornada.

  26. 26

    Então vai, e toma consigo outros sete espíritos piores que ele, e entrando, habitam ali; e as últimas coisas de tal pessoa são piores que as primeiras.

  27. 27

    E aconteceu que, dizendo ele estas coisas, uma mulher da multidão, levantando a voz, lhe disse: Bem-aventurado o ventre que te trouxe, e os peitos que mamaste!

  28. 28

    Mas ele disse: Antes bem-aventurados os que ouvem a palavra de Deus, e a guardam.

  29. 29

    E ajuntando as multidões, começou a dizer: Maligna é esta geração; busca sinal, mas sinal não lhe será dado, a não ser o sinal de Jonas o profeta.

  30. 30

    Porque como Jonas foi sinal para os ninivitas, assim também será o Filho do homem para esta geração.

  31. 31

    A rainha do Sul se levantará em juízo com as pessoas desta geração, e as condenará; pois até dos fins da terra veio para ouvir a sabedoria de Salomão; e eis que mais que Salomão está aqui.

  32. 32

    Os homens de Nínive se levantarão em juízo com esta geração, e a condenarão; pois com a pregação de Jonas se converteram; e eis que mais que Jonas está aqui.

  33. 33

    E ninguém, acendendo a lâmpada, [a] põe em [lugar] oculto, nem debaixo da caixa, mas na luminária, para que os que entrarem vejam a luz.

  34. 34

    A lâmpada do corpo é o olho. Sendo pois teu olho bom, também todo teu corpo será luminoso; porém se for mau, também [todo] teu corpo será tenebroso.

  35. 35

    Olha pois que a luz que em ti há não sejam trevas.

  36. 36

    Então se sendo teu corpo todo luminoso, não tendo parte alguma escura, ele todo será iluminado, como quando a lâmpada com [seu] brilho te ilumina.

  37. 37

    E estando ele [ainda] falando, um fariseu lhe rogou que viesse para jantar com ele; e entrando, sentou-se [à mesa] ;

  38. 38

    E vendo [-o] o fariseu, maravilhou-se de que não tinha se lavado antes de jantar.

  39. 39

    E o Senhor lhe disse: Agora vós, os fariseus, limpais o exterior do copo e do prato; porém vosso interior está cheio de roubo e maldade.

  40. 40

    Loucos, o que fez o exterior não fez também o interior?

  41. 41

    Porém daí de esmola o que tendes; e eis que tudo vos será limpo.

  42. 42

    Mais ai de vós, fariseus, que dizimais a hortelã, e a arruda, e toda hortaliça; e pelo juízo e amor de Deus passais longe. Estas coisas era necessário fazer, e não deixar as outras.

  43. 43

    Ai de vós, fariseus, que amais os primeiros assentos nas sinagogas, e as saudações nas praças.

  44. 44

    Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, que sois como as sepulturas disfarçadas, e as pessoas que andam sobre elas não sabem.

  45. 45

    E respondendo um dos estudiosos da Lei, disse-lhe: Mestre, quando dizes isto também afrontas a nós.

  46. 46

    Porém ele disse: Ai de vós também, estudiosos da Lei, que carregais as pessoas com cargas pesadas para levar, e vós mesmos nem ainda com um de vossos dedos tais cargas tocais.

  47. 47

    Ai de vós, que construís os sepulcros dos profetas, e vossos pais os mataram.

  48. 48

    Bem testemunhais pois, que também consentis nas obras de vossos pais; porque eles os mataram, e vós edificais seus sepulcros.

  49. 49

    Portanto também diz a sabedoria de Deus: Profetas e apóstolos lhes mandarei; e deles a [uns] matarão, e a [outros] lançarão fora;

  50. 50

    Para que desta geração seja requerido o sangue de todos os profetas, que foi derramado desde a fundação do mundo;

  51. 51

    Desde o sangue de Abel, até o sangue de Zacarias, que foi morto entre o altar e a casa [de Deus] ; assim vos digo, será requerido desta geração.

  52. 52

    Ai de vós, estudiosos da Lei, que tomastes a chave do conhecimento; vós mesmos não entrastes, e impedistes aos que estavam entrando.

  53. 53

    E dizendo-lhes estas coisas, os escribas e os fariseus começaram a apertá-lo fortemente, e tentar lhe fazer falar de muitas coisas,

  54. 54

    armando-lhe ciladas, e procurando caçar alguma coisa de sua boca, para o poderem acusar.

Ligações: OpenBible.info (votos somam as duas direções; um trecho conta pelo primeiro versículo). Texto: Bíblia Livre (BLIVRE).

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