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Êxodo 9 e Jó 38

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Êxodo 9

  1. 1

    Então o SENHOR disse a Moisés: Entra a Faraó, e dize-lhe: o SENHOR, o Deus dos hebreus, diz assim: Deixa ir a meu povo, para que me sirvam;

  2. 2

    Porque se não o queres deixar ir, e os detiverdes ainda,

  3. 3

    Eis que a mão do SENHOR será sobre teus gados que estão no campo, cavalos, asnos, camelos, vacas e ovelhas, com pestilência gravíssima:

  4. 4

    E o SENHOR fará separação entre os gados de Israel e os do Egito, de modo que nada morra de todo o dos filhos de Israel.

  5. 5

    E o SENHOR assinalou tempo, dizendo: Amanhã fará o SENHOR esta coisa na terra.

  6. 6

    E o dia seguinte o SENHOR fez aquilo, e morreu todo o gado do Egito; mas do gado dos filhos de Israel não morreu um.

  7. 7

    Então Faraó enviou, e eis que do gado dos filhos de Israel não havia um morto sequer. Mas o coração de Faraó se agravou, e não deixou ir ao povo.

  8. 8

    E o SENHOR disse a Moisés e a Arão: Tomai punhados de cinza de um forno, e espalha-a Moisés até o céu diante de Faraó:

  9. 9

    E virá a ser pó sobre toda a terra do Egito, o qual originará sarna que cause feridas com ulcerações nos homens e nos animais, por toda a terra do Egito.

  10. 10

    E tomaram a cinza do forno, e puseram-se diante de Faraó, e espalhou-a Moisés até o céu; e veio uma sarna que causava feridas com ulcerações tanto nos homens como nos animais.

  11. 11

    E os magos não podiam estar diante de Moisés por causa das feridas, porque houve sarna nos magos e em todos os egípcios.

  12. 12

    E o SENHOR endureceu o coração de Faraó, e não os ouviu; como o SENHOR o disse a Moisés.

  13. 13

    Então o SENHOR disse a Moisés: Levanta-te de manhã, e põe-te diante de Faraó, e dize-lhe: o SENHOR, o Deus dos hebreus, disse assim: Deixa ir a meu povo, para que me sirva.

  14. 14

    Porque eu enviarei esta vez todas minhas pragas a teu coração, sobre teus servos, e sobre teu povo, para que entendas que não há outro como eu em toda a terra.

  15. 15

    Porque agora eu estenderei minha mão para ferir a ti e a teu povo de pestilência, e serás tirado da terra.

  16. 16

    E à verdade eu te pus para declarar em ti meu poder, e que meu Nome seja contado em toda a terra.

  17. 17

    Todavia te exaltas tu contra meu povo, para não deixá-los ir?

  18. 18

    Eis que amanhã a estas horas eu farei chover granizo muito grave, qual nunca foi em Egito, desde o dia que se fundou até agora.

  19. 19

    Envia, pois, a recolher teu gado, e tudo o que tens no campo; porque todo homem ou animal que se achar no campo, e não for recolhido a casa, o granizo descerá sobre ele, e morrerá.

  20. 20

    Dos servos de Faraó o que temeu a palavra do SENHOR, fez fugir seus criados e seu gado a casa:

  21. 21

    Mas o que não pôs em seu coração a palavra do SENHOR, deixou seus criados e seus gados no campo.

  22. 22

    E o SENHOR disse a Moisés: Estende a tua mão até o céu, para que venha granizo em toda a terra do Egito sobre os homens, e sobre os animais, e sobre toda a erva do campo na terra do Egito.

  23. 23

    E Moisés estendeu sua vara até o céu, e o SENHOR fez trovejar e cair granizo, e o fogo corria pela terra; e choveu o SENHOR granizo sobre a terra do Egito.

  24. 24

    Houve, pois, granizo, e fogo misturado com o granizo, tão grande, qual nunca houve em toda a terra do Egito desde que foi habitada.

  25. 25

    E aquele granizo feriu em toda a terra do Egito todo o que estava no campo, tanto homens como animais; o granizo também feriu toda erva do campo, e quebrou os galhos de todas as árvores daquela terra.

  26. 26

    Somente na terra de Gósen, onde os filhos de Israel estavam, não houve granizo.

  27. 27

    Então Faraó mandou chamar a Moisés e a Arão, e lhes disse: Pequei esta vez: o SENHOR é justo, e eu e meu povo ímpios.

  28. 28

    Orai ao SENHOR: e cessem os trovões de Deus e o granizo; e eu vos deixarei ir, e não vos detereis mais.

  29. 29

    E respondeu-lhe Moisés: Em saindo eu da cidade estenderei minhas mãos ao SENHOR, e os trovões cessarão, e não haverá mais granizo; para que saibas que do SENHOR é a terra.

  30. 30

    Mas eu sei que nem tu nem teus servos temereis todavia a presença do Deus o SENHOR.

  31. 31

    O linho, pois, e a cevada foram feridos; porque a cevada estava já espigada, e o linho em flor.

  32. 32

    Mas o trigo e o centeio não foram feridos; porque eram tardios.

  33. 33

    E saído Moisés da presença de Faraó da cidade, estendeu suas mãos ao SENHOR, e cessaram os trovões e o granizo; e a chuva não caiu mais sobre a terra.

  34. 34

    E vendo Faraó que a chuva havia cessado e o granizo e os trovões, perseverou em pecar, e agravou seu coração, ele e seus servos.

  35. 35

    E o coração de Faraó se endureceu, e não deixou ir aos filhos de Israel; como o SENHOR o havia dito por meio de Moisés.

Jó 38

  1. 1

    Então o SENHOR respondeu a Jó desde um redemoinho, e disse:

  2. 2

    Quem é esse que obscurece o conselho com palavras sem conhecimento?

  3. 3

    Agora cinge teus lombos como homem; e eu te perguntarei, e tu me explicarás.

  4. 4

    Onde estavas tu quando eu fundava a terra? Declara- [me] ,se tens inteligência.

  5. 5

    Quem determinou suas medidas, se tu o sabes? Ou quem estendeu cordel sobre ela?

  6. 6

    Sobre o que estão fundadas suas bases? Ou quem pôs sua pedra angular,

  7. 7

    Quando as estrelas do amanhecer cantavam alegremente juntas, e todos os filhos de Deus jubilavam?

  8. 8

    Ou [quem] encerrou o mar com portas, quando transbordou, saindo da madre,

  9. 9

    Quando eu pus nuvens por sua vestidura, e a escuridão por sua faixa;

  10. 10

    Quando eu passei sobre ele meu decreto, e [lhe] pus portas e ferrolhos,

  11. 11

    E disse: Até aqui virás, e não passarás adiante, e aqui será o limite para a soberba de tuas ondas?

  12. 12

    Desde os teus dias tens dado ordem à madrugada? [Ou] mostraste tu ao amanhecer o seu lugar,

  13. 13

    Para que tomasse os confins da terra, e os perversos fossem sacudidos dela?

  14. 14

    E [a terra] se transforma como barro [sob] o selo; [todas as coisas sobre ela] se apresentam como vestidos?

  15. 15

    E dos perversos é desviada sua luz, e o braço erguido é quebrado.

  16. 16

    Por acaso chegaste tu às fontes do mar, ou passeaste no mais profundo abismo?

  17. 17

    Foram reveladas a ti as portas da morte, ou viste as portas da sombra de morte?

  18. 18

    Entendeste tu as larguras da terra? Declara, se sabes tudo isto.

  19. 19

    Onde está o caminho [por onde] mora a luz? E quanto às trevas, onde fica o seu lugar?

  20. 20

    Para que as tragas a seus limites, e conheças os caminhos de sua casa.

  21. 21

    Certamente tu o sabes, pois já eras nascido, e teus dias são inúmeros!

  22. 22

    Por acaso entraste tu aos depósitos da neve, e viste os depósitos do granizo,

  23. 23

    Que eu retenho até o tempo da angústia, até o dia da batalha e da guerra?

  24. 24

    Onde está o caminho em que a luz se reparte, e o vento oriental se dispersa sobre a terra?

  25. 25

    Quem repartiu um canal às correntezas de águas, e caminho aos relâmpagos dos trovões,

  26. 26

    Para chover sobre a terra [onde] havia ninguém, [sobre] o deserto, onde não há gente,

  27. 27

    Para fartar [a terra] deserta e desolada, e para fazer crescer aos renovos da erva.

  28. 28

    Por acaso a chuva tem pai? Ou quem gera as gotas do orvalho?

  29. 29

    De qual ventre procede o gelo? E quem gera a geada do céu?

  30. 30

    As águas se tornam duras como pedra, e a superfície do abismo se congela.

  31. 31

    Podes tu atar as cadeias das Plêiades, ou desatar as cordas do Órion?

  32. 32

    Podes tu trazer as constelações a seu tempo, e guiar a Ursa com seus filhos?

  33. 33

    Sabes tu as ordenanças dos céus? Ou podes tu dispor do domínio deles sobre a terra?

  34. 34

    Ou podes levantar tua voz até às nuvens, para que a abundância das águas te cubra?

  35. 35

    Podes tu mandar relâmpagos, para que saiam, e te digam: Eis-nos aqui?

  36. 36

    Quem pôs a sabedoria no íntimo? Ou quem deu entendimento à mente?

  37. 37

    Quem pode enumerar as nuvens com sabedoria? E os odres dos céus, quem pode os despejar?

  38. 38

    Quando o pó se endurece, e os torrões se apegam uns aos outros?

  39. 39

    Caçarás tu a presa para o leão? Ou saciarás a fome dos leões jovens,

  40. 40

    Quando estão agachados nas covas, [ou] estão à espreita no matagal?

  41. 41

    Quem prepara aos corvos seu alimento, quando seus filhotes clamam a Deus, andando de um lado para o outro por não terem o que comer?

Ligações: OpenBible.info (votos somam as duas direções; um trecho conta pelo primeiro versículo). Texto: Bíblia Livre (BLIVRE).

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