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Ezequiel 31 e Mateus 13

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  1. Ezequiel 31:6 e Mateus 13:3219 votos
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Ezequiel 31

  1. 1

    E sucedeu, no décimo primeiro ano, no terceiro [mês] , ao primeiro [dia] do mês, que veio a mim a palavra do SENHOR, dizendo:

  2. 2

    Filho do homem, diz a Faraó, rei do Egito, e à sua multidão: A quem és semelhante na tua grandeza?

  3. 3

    Eis que a Assíria era um cedro do Líbano, de belos ramos, com grande sombra de sua folhagem, e de alta estatura; seu topo estava entre ramos espessos.

  4. 4

    As águas o nutriam, as profundezas o faziam crescer; correntes corriam ao redor de onde estava plantada, e enviava seus ribeiros a todas as árvores do campo.

  5. 5

    Por isso sua altura se elevou acima de todas as árvores do campo; seus galhos se multiplicaram, e seus ramos se alongavam, por causa das muitas águas enviadas.

  6. 6

    Todas as aves do céus faziam ninhos em seus galhos, e todos os animais do campo geravam debaixo de seus ramos; e todos os grandes povos habitavam à sua sombra.

  7. 7

    Assim era ele, belo em sua grandeza, na extensão de seus ramos; porque sua raiz estava junto a muitas águas.

  8. 8

    Os cedros não o encobriram no jardim de Deus; as faias não igualavam os seus galhos, nem os plátanos eram semelhantes a seus ramos; nenhuma árvore no jardim de Deus se assemelhava a ele em sua beleza.

  9. 9

    Eu o fiz belo com a multidão de seus ramos; e todas as árvores do Éden, que estavam no jardim de Deus, tiveram inveja dele.

  10. 10

    Portanto, assim diz o Senhor DEUS: Visto que te elevaste em estatura, e seu topo se elevou no meio de ramos espessos, e seu coração se exaltou na sua altura,

  11. 11

    Por isso eu o entreguei na mão do mais poderoso das nações, para que o tratasse como merece; pela sua perversidade eu o lancei fora.

  12. 12

    Estrangeiros da mais terrivel das nações o cortaram e o deixaram; seus ramos caíram sobre os montes e por todos os vales, e seus galhos foram quebrados por todas as correntes de águas da terra; e todos os povos da terra se retiraram de sua sombra, e o deixaram.

  13. 13

    Todas as aves do céu habitaram sobre sua ruína, e todos os animais do campo se ficaram sobre seus ramos;

  14. 14

    Para que todas as árvores próximas das águas não se elevem na sua estatura, nem levantem o seu topo no meio dos ramos espessos, e que todas as que bebem águas não confiem em si mesmas por sua altura; porque todas estão entregues à morte, até debaixo da terra, no meio dos filhos dos homens, com os que vão para a cova.

  15. 15

    Assim diz o Senhor DEUS: No dia em que ele desceu ao Xeol, eu fiz que houvesse luto, fiz cobrir as profundezas por sua causa; detive suas correntes, e as muitas águas foram retidas; cobri o Líbano de trevas por causa dele, e por sua causa todas as árvores do campo definharam.

  16. 16

    Do estrondo de sua queda eu fiz tremer as nações, quando o fiz descer ao Xeol com os que descem à cova; e todas as árvores de Éden, as preferidas e melhores do Líbano, todas as que bebem águas, consolaram-se debaixo da terra.

  17. 17

    Também desceram com ele ao Xeol, com os mortos à espada, e os que foram seus apoiadores, os que habitavam à sua sombra no meio das nações.

  18. 18

    Quem se assemelha a ti em glória e em grandeza entre as árvores do Éden? Porém serás derrubado com as árvores do Éden para debaixo da terra; jazerás entre os incircuncisos, com os mortos à espada. Este é Faraó e toda a sua multidão, diz o Senhor DEUS.

Mateus 13

  1. 1

    Naquele dia, Jesus saiu de casa e se sentou junto ao mar.

  2. 2

    E ajuntaram-se perto dele tantas multidões, de maneira que ele entrou num barco e se sentou; e toda a multidão ficou na praia,

  3. 3

    E ele lhes falou muitas coisas por parábolas. Ele disse: Eis que o semeador saiu a semear.

  4. 4

    E enquanto semeava, caiu parte [das sementes] junto ao caminho, e vieram as aves e a comeram.

  5. 5

    E outra [parte] caiu entre pedras, onde não havia muita terra, e logo nasceu, porque não tinha terra funda.

  6. 6

    Mas quando o sol surgiu, queimou-se; e por não ter raiz, secou-se.

  7. 7

    E outra [parte] caiu entre espinhos, e os espinhos cresceram e a sufocaram.

  8. 8

    E outra [parte] caiu em boa terra, e rendeu fruto: um a cem, outro a sessenta, e outro a trinta.

  9. 9

    Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.

  10. 10

    Então os discípulos se aproximaram, e lhe perguntaram: Por que falas a eles por parábolas?

  11. 11

    E ele lhes respondeu: Porque a vós é dado saber os mistérios do Reino dos céus, mas a eles não é dado.

  12. 12

    Pois a quem tem, lhe será dado, e terá em abundância; mas a quem não tem, até aquilo que tem lhe será tirado.

  13. 13

    Por isso falo a eles por parábolas; porque vendo, não veem; e ouvindo, não ouvem, nem entendem.

  14. 14

    Assim neles se cumpre a profecia de Isaías, que diz: De fato ouvireis, mas não entendereis; De fato vereis, mas não percebereis.

  15. 15

    Porque o coração deste povo está insensível; Com seus ouvidos dificilmente ouvem, e seus olhos fecharam; A fim de não haver que seus olhos vejam, seus ouvidos ouçam, Seus corações entendam, e se arrependam, E eu os cure.

  16. 16

    Mas benditos são os vossos olhos, porque veem; e os vossos ouvidos, porque ouvem.

  17. 17

    Pois em verdade vos digo que muitos profetas e justos desejaram ver o que vós vedes, mas não viram; e [desejaram] ouvir o que vós ouvis, mas não ouviram.

  18. 18

    Portanto, ouvi vós a parábola do semeador:

  19. 19

    Quando alguém ouve a palavra do Reino e não a entende, o maligno vem e arranca o que foi semeado em seu coração; este é o que foi semeado junto ao caminho.

  20. 20

    E o que foi semeado entre as pedras é o que ouve a palavra, e logo a recebe com alegria,

  21. 21

    mas não tem raiz em si mesmo. Em vez disso, dura um pouco, mas quando vem a aflição ou a perseguição pela palavra, logo tropeça na fé.

  22. 22

    E o que foi semeado entre os espinhos é o que ouve a palavra, mas a ansiedade com o tempo presente e a sedução das riquezas sufocam a palavra, e fica sem dar fruto.

  23. 23

    Mas o que foi semeado em boa terra, este é o que ouve e entende a palavra, e o que dá e produz fruto, um a cem, outro a sessenta, e outro a trinta.

  24. 24

    E ele lhes declarou outra parábola, dizendo: O Reino dos céus é semelhante a um homem que semeia boa semente em seu campo,

  25. 25

    Mas, enquanto as pessoas dormiam, o inimigo dele veio, semeou joio entre o trigo, e foi embora.

  26. 26

    E, quando a erva cresceu e produziu fruto, então apareceu também o joio.

  27. 27

    Então os servos do dono da propriedade chegaram, e lhe perguntaram: “Senhor, não semeaste boa semente no teu campo? De onde, pois, veio o joio?”

  28. 28

    E ele lhes respondeu: “Um inimigo fez isto”. Em seguida, os servos lhe perguntaram: “Queres, pois, que vamos e o tiremos?”

  29. 29

    Ele, porém, lhes respondeu: “Não, para não haver que, enquanto tirais o joio, arranqueis com ele também o trigo.

  30. 30

    Deixai-os crescer ambos juntos até a colheita; e no tempo da colheita direi aos que colhem: ‘Recolhei primeiro o joio, e amarrai-o em molhos, para o queimarem; mas ao trigo ajuntai no meu celeiro’.”

  31. 31

    Ele lhes propôs outra parábola: O Reino dos céus é semelhante a um grão de mostarda que alguém tomou e semeou no seu campo.

  32. 32

    De fato, dentre todas as sementes, esta é a menor. Mas quando cresce, é a maior das hortaliças; e se torna [tamanha] árvore, que as aves do céu vêm e se aninham em seus ramos.

  33. 33

    Ele lhes disse outra parábola: O Reino dos céus é semelhante ao fermento que uma mulher tomou e misturou em três medidas de farinha, até que tudo ficasse fermentado.

  34. 34

    Tudo isto Jesus falou por parábolas às multidões. Sem parábolas ele não lhes falava,

  35. 35

    para que se cumprisse o que foi falado pelo profeta, que disse: Abrirei a minha boca em parábolas; Pronunciarei coisas escondidas desde a fundação do mundo.

  36. 36

    Então Jesus despediu as multidões, e foi para casa. Seus discípulos se aproximaram dele, e disseram: Explica-nos a parábola do joio do campo.

  37. 37

    E ele lhes respondeu: O que semeia a boa semente é o Filho do homem.

  38. 38

    E o campo é o mundo; e a boa semente, estes são os filhos do Reino; e o joio são os filhos do maligno.

  39. 39

    E o inimigo, que o semeou, é o diabo; e a colheita é o fim da era; e os que colhem são os anjos.

  40. 40

    Portanto, como o joio é colhido e queimado no fogo, assim também será no fim desta era.

  41. 41

    O Filho do homem enviará seus anjos, e eles recolherão do seu Reino todas as causas do pecado, assim como os que praticam injustiça,

  42. 42

    e os lançarão na fornalha de fogo. Ali haverá choro e ranger de dentes.

  43. 43

    Então os justos brilharão como o sol, no Reino de seu Pai. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.

  44. 44

    O Reino dos céus também é semelhante a um tesouro escondido num campo, que um homem, depois de achá-lo, escondeu. Então, em sua alegria, vai, vende tudo quanto tem, e compra aquele campo.

  45. 45

    O Reino dos céus também é semelhante a um homem negociante, que buscava boas pérolas.

  46. 46

    Quando este achou uma pérola de grande valor, foi, vendeu tudo quanto tinha, e a comprou.

  47. 47

    O Reino dos céus também é semelhante a uma rede lançada ao mar, que colhe toda espécie [de peixes] .

  48. 48

    E quando está cheia, [os pescadores] puxam-na à praia, sentam-se, e recolhem os bons em cestos, mas os ruins lançam fora.

  49. 49

    Assim será ao fim da era; os anjos sairão, e separarão dentre os justos os maus,

  50. 50

    e os lançarão na fornalha de fogo. Ali haverá choro e ranger de dentes.

  51. 51

    E Jesus lhes perguntou: Entendestes todas estas coisas?Eles lhe responderam: Sim, Senhor.

  52. 52

    E ele lhes disse: Portanto todo escriba que se tornou discípulo no Reino dos céus é semelhante a um chefe de casa, que do seu tesouro tira coisas novas e velhas.

  53. 53

    E aconteceu que, quando Jesus acabou essas parábolas, retirou-se dali.

  54. 54

    E vindo à sua terra, ensinava-os na sinagoga deles, de tal maneira que ficavam admirados, e diziam: De onde [vêm] a este tal sabedoria, e os milagres?

  55. 55

    Não é este o filho do carpinteiro? E não se chama sua mãe Maria, e seus irmãos Tiago, José, Simão, e Judas?

  56. 56

    Não estão todas as suas irmãs conosco? Ora, de onde [vem] a este tudo isto?

  57. 57

    E ofenderam-se por causa dele. Mas Jesus lhes disse: Não há profeta sem honra, a não ser em sua terra, e em sua casa.

  58. 58

    E não fez ali muitos milagres por causa da incredulidade deles.

Ligações: OpenBible.info (votos somam as duas direções; um trecho conta pelo primeiro versículo). Texto: Bíblia Livre (BLIVRE).

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