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Gênesis 37 e Marcos 3

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  1. Gênesis 37:4 e Marcos 3:257 votos

Gênesis 37

  1. 1

    E habitou Jacó na terra onde peregrinou seu pai, na terra de Canaã.

  2. 2

    Estas foram as gerações de Jacó. José, sendo de idade de dezessete anos apascentava as ovelhas com seus irmãos; e o jovem estava com os filhos de Bila, e com os filhos de Zilpa, mulheres de seu pai: e contava José a seu pai as más notícias acerca deles.

  3. 3

    E amava Israel a José mais que a todos os seus filhos, porque lhe havia tido em sua velhice: e lhe fez uma roupa de diversas cores.

  4. 4

    E vendo seus irmãos que seu pai o amava mais que a todos os seus irmãos, odiavam-lhe, e não lhe podiam falar pacificamente.

  5. 5

    E sonhou José um sonho e contou-o a seus irmãos; e eles vieram a odiar-lhe mais ainda.

  6. 6

    E ele lhes disse: Ouvi agora este sonho que sonhei:

  7. 7

    Eis que atávamos feixes no meio do campo, e eis que meu feixe se levantava, e estava em pé, e que vossos feixes estavam ao redor, e se inclinavam ao meu.

  8. 8

    E responderam-lhe seus irmãos: Reinarás tu sobre nós, ou serás tu senhor sobre nós? E o odiaram ainda mais por causa de seus sonhos e de suas palavras.

  9. 9

    E sonhou ainda outro sonho, e contou-o a seus irmãos, dizendo: Eis que sonhei outro sonho, e eis que o sol e a lua e onze estrelas se inclinavam a mim.

  10. 10

    E contou-o a seu pai e a seus irmãos: e seu pai lhe repreendeu, e disse-lhe: Que sonho é este que sonhaste? Viremos eu e tua mãe, e teus irmãos, a nos inclinarmos a ti em terra?

  11. 11

    E seus irmãos lhe tinham inveja, mas seu pai guardava isso em mente.

  12. 12

    E foram seus irmãos a apascentar as ovelhas de seu pai em Siquém.

  13. 13

    E disse Israel a José: Teus irmãos apascentam as ovelhas em Siquém: vem, e te enviarei a eles. E ele respondeu: Eis-me aqui.

  14. 14

    E ele lhe disse: Vai agora, olha como estão teus irmãos e como estão as ovelhas, e traze-me a resposta. E enviou-o do vale de Hebrom, e chegou a Siquém.

  15. 15

    E achou-o um homem, andando ele perdido pelo campo, e perguntou-lhe aquele homem, dizendo: Que buscas?

  16. 16

    E ele respondeu: Busco a meus irmãos: rogo-te que me mostres onde apascentam.

  17. 17

    E aquele homem respondeu: Já se foram daqui; eu lhes ouvi dizer: Vamos a Dotã. Então José foi atrás de seus irmãos, e achou-os em Dotã.

  18. 18

    E quando eles o viram de longe, antes que perto deles chegasse, tramaram contra ele para matar-lhe.

  19. 19

    E disseram um ao outro: Eis que vem o sonhador;

  20. 20

    Agora, pois, vinde, e o matemos e o lancemos em uma cisterna, e diremos: Alguma fera selvagem o devorou: e veremos que serão seus sonhos.

  21. 21

    E quando Rúben ouviu isto, livrou-o de suas mãos e disse: Não o matemos.

  22. 22

    E disse-lhes Rúben: Não derrameis sangue; lançai-o nesta cisterna que está no deserto, e não ponhais mão nele; para livrá-lo assim de suas mãos, para fazê-lo virar a seu pai.

  23. 23

    E sucedeu que, quando chegou José a seus irmãos, eles fizeram desnudar a José sua roupa, a roupa de cores que tinha sobre si;

  24. 24

    E tomaram-no, e lançaram-lhe na cisterna; mas a cisterna estava vazia, não havia nela água.

  25. 25

    E sentaram-se a comer pão: e levantando os olhos olharam, e eis uma companhia de ismaelitas que vinha de Gileade, e seus camelos traziam aromas e bálsamo e mirra, e iam a levá-lo ao Egito.

  26. 26

    Então Judá disse a seus irmãos: Que proveito há em que matemos a nosso irmão e encubramos sua morte?

  27. 27

    Vinde, e o vendamos aos ismaelitas, e não seja nossa mão sobre ele; que nosso irmão é nossa carne. E seus irmãos concordaram com ele.

  28. 28

    E quando passavam os midianitas mercadores, tiraram eles a José da cisterna, e trouxeram-lhe acima, e o venderam aos ismaelitas por vinte peças de prata. E levaram a José ao Egito.

  29. 29

    E Rúben voltou à cisterna, e não achou a José dentro, e rasgou suas roupas.

  30. 30

    E voltou a seus irmãos e disse: O jovem não aparece; e eu, aonde irei eu?

  31. 31

    Então eles tomaram a roupa de José, e degolaram um cabrito das cabras, e tingiram a roupa com o sangue;

  32. 32

    E enviaram a roupa de cores e trouxeram-na a seu pai, e disseram: Achamos isto, reconhece agora se é ou não a roupa de teu filho.

  33. 33

    E ele a reconheceu, e disse: A roupa de meu filho é; alguma fera selvagem o devorou; José foi despedaçado.

  34. 34

    Então Jacó rasgou suas roupas, e pôs saco sobre seus lombos, e fez luto por seu filho muitos dias.

  35. 35

    E levantaram-se todos os seus filhos e todas as suas filhas para consolá-lo; mas ele não quis receber consolação, e disse: Porque eu tenho de descer ao meu filho com luto ao Xeol. E seu pai chorou por ele.

  36. 36

    E os midianitas o venderam no Egito a Potifar, oficial de Faraó, capitão dos da guarda.

Marcos 3

  1. 1

    [Jesus] entrou outra vez na sinagoga; e estava ali um homem que tinha uma mão definhada.

  2. 2

    E prestavam atenção nele, se o curaria no sábado, para o acusarem.

  3. 3

    E [Jesus] disse ao homem que tinha a mão definhada: Levanta-te, e vem para o meio.

  4. 4

    E disse-lhes:É lícito no sábado fazer o bem, ou o mal? Salvar uma pessoa, ou matá-la? E mantiveram-se calados.

  5. 5

    E olhando ao redor para eles com indignação, sentindo pena da dureza dos seus corações, disse ao homem: Estende a tua mão. E ele estendeu; e sua mão foi restaurada , sã como a outra.

  6. 6

    Assim que os fariseus saíram, tiveram reunião com os herodianos contra ele, para combinarem sobre como o matariam.

  7. 7

    E Jesus retirou-se com os seus discípulos para o mar; e seguiu-o uma grande multidão da Galileia, da Judeia,

  8. 8

    de Jerusalém, da Idumeia, dalém do Jordão, e os das proximidades de Tiro e de Sidom; uma grande multidão, tendo ouvido quão grandes coisas fazia, vieram a ele.

  9. 9

    E disse aos seus discípulos que um barquinho ficasse continuamente perto dele, por causa das multidões; para que não o apertassem.

  10. 10

    Pois havia curado muitos, de maneira que todos quantos tinham algum mal lançavam-se sobre ele a fim de tocá-lo.

  11. 11

    E os espíritos imundos, quando o viam, prostravam-se diante dele, e exclamavam: Tu és o Filho de Deus.

  12. 12

    Mas [Jesus] os repreendia muito, para que não manifestassem quem ele era.

  13. 13

    Ele subiu ao monte, e chamou para si os que quis; então vieram a ele.

  14. 14

    E constituiu doze para que estivessem com ele, para enviá-los a pregar,

  15. 15

    para que tivessem poder de curar as enfermidades e expulsar os demônios.

  16. 16

    Eram eles: Simão, a quem pôs por nome Pedro;

  17. 17

    Tiago [filho] de Zebedeu, e João, irmão de Tiago; e pôs-lhes por nome Boanerges, que significa “filhos do trovão”;

  18. 18

    e André, Filipe, Bartolomeu, Mateus, Tomé; Tiago [filho] de Alfeu; Tadeu; Simão o zelote;

  19. 19

    e Judas Iscariotes, o que o traiu.

  20. 20

    Quando foram para uma casa, outra vez se ajuntou uma multidão, de maneira que nem sequer podiam comer pão.

  21. 21

    Os seus [familiares] , ao ouvirem isso, saíram para detê-lo, porque diziam: “Ele stá fora de si”.

  22. 22

    E os escribas que haviam descido de Jerusalém diziam: Ele tem Belzebu, e é pelo chefe dos demônios que expulsa demônios.

  23. 23

    Então [Jesus] os chamou, e lhes disse por parábolas: Como pode Satanás expulsar Satanás?

  24. 24

    Se algum reino estiver dividido contra si mesmo, tal reino não pode durar;

  25. 25

    e se alguma casa estiver dividida contra si mesma, tal casa não pode durar firme.

  26. 26

    E se Satanás se levantar contra si mesmo, e for dividido, não pode durar, mas tem fim.

  27. 27

    Ninguém pode roubar os bens do valente, quando se entra na casa dele, se antes não amarrar ao valente; depois disso roubará a sua casa.

  28. 28

    Em verdade vos digo que todos os pecados serão perdoados aos filhos dos homens, e todas as blasfêmias com que blasfemarem;

  29. 29

    mas quem blasfemar contra o Espírito Santo ficará sem perdão para sempre; em vez disso, é culpado do juízo eterno.

  30. 30

    Pois diziam: “Ele tem espírito imundo”.

  31. 31

    Então chegaram os seus irmãos e a sua mãe ; e estando de fora, mandaram chamá-lo.

  32. 32

    A multidão estava sentada ao redor dele. Então disseram-lhe: Eis que a tua mãe e os teus irmãos estão lá fora a te procurar.

  33. 33

    Ele lhes respondeu: Quem é a minha mãe ou os meus irmãos?

  34. 34

    E, olhando em redor aos que estavam sentados perto dele, disse: Eis aqui minha mãe e meus irmãos.

  35. 35

    Pois quem fizer a vontade de Deus, esse é meu irmão, minha irmã, e mãe.

Ligações: OpenBible.info (votos somam as duas direções; um trecho conta pelo primeiro versículo). Texto: Bíblia Livre (BLIVRE).

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