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Gênesis 42 e Apocalipse 16

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  1. Gênesis 42:22 e Apocalipse 16:92 votos

Gênesis 42

  1. 1

    E vendo Jacó que no Egito havia alimentos, disse a seus filhos: Por que estais olhando uns para os outros?

  2. 2

    E disse: Eis que, eu ouvi que há alimentos no Egito; descei ali, e comprai dali para nós, para que possamos viver, e não nos morramos.

  3. 3

    E desceram os dez irmãos de José a comprar trigo ao Egito.

  4. 4

    Mas Jacó não enviou a Benjamim irmão de José com seus irmãos; porque disse: Não seja acaso que lhe aconteça algum desastre.

  5. 5

    E vieram os filhos de Israel a comprar entre os que vinham: porque havia fome na terra de Canaã.

  6. 6

    E José era o senhor da terra, que vendia a todo o povo da terra: e chegaram os irmãos de José, e inclinaram-se a ele rosto por terra.

  7. 7

    E José quando viu seus irmãos, reconheceu-os; mas fez que não os conhecesse, e falou-lhes asperamente, e lhes disse: De onde viestes? Eles responderam: Da terra de Canaã, para comprar alimentos.

  8. 8

    José, pois, reconheceu a seus irmãos; mas eles não o reconheceram.

  9. 9

    Então se lembrou José dos sonhos que havia tido deles, e disse-lhes: Sois espias; viestes ver a fraqueza desta terra.

  10. 10

    E eles lhe responderam: Não, meu senhor; teus servos vieram comprar alimentos.

  11. 11

    Todos nós somos filhos de um homem; somos homens honestos; teus servos nunca foram espias.

  12. 12

    E ele lhes disse: Não; viestes ver a fraqueza desta terra.

  13. 13

    E eles responderam: Teus servos somos doze irmãos, filhos de um homem na terra de Canaã; e eis que o menor está hoje com nosso pai, e outro desapareceu.

  14. 14

    E José lhes disse: Isso é o que vos disse, afirmando que sois espias;

  15. 15

    Nisto sereis provados: Vive Faraó que não saireis daqui, a não ser quando vosso irmão menor vier aqui.

  16. 16

    Enviai um de vós, e traga a vosso irmão; e vós ficai presos, e vossas palavras serão provadas, se há verdade convosco: e se não, vive Faraó, que sois espias.

  17. 17

    E juntou-os no cárcere por três dias.

  18. 18

    E ao terceiro dia disse-lhes José: Fazei isto, e vivei; eu temo a Deus;

  19. 19

    Se sois homens honestos, fique preso na casa de vosso cárcere um de vossos irmãos; e vós ide, levai o alimento para a fome de vossa casa;

  20. 20

    Porém haveis de trazer-me a vosso irmão mais novo, e serão comprovadas vossas palavras, e não morrereis. E eles o fizeram assim.

  21. 21

    E diziam um ao outro: Verdadeiramente pecamos contra nosso irmão, que vimos a angústia de sua alma quando nos rogava, e não o ouvimos; por isso veio sobre nós esta angústia.

  22. 22

    Então Rúben lhes respondeu, dizendo: Não vos falei eu e disse: Não pequeis contra o jovem; e não escutastes? Eis que também o sangue dele é requerido.

  23. 23

    E eles não sabiam que os entendia José, porque havia intérprete entre eles.

  24. 24

    E apartou-se ele deles, e chorou: depois voltou a eles, e lhes falou, e tomou dentre eles a Simeão, e aprisionou-lhe à vista deles.

  25. 25

    E mandou José que enchessem seus sacos de trigo, e devolvessem o dinheiro de cada um deles, pondo-o em seu saco, e lhes dessem comida para o caminho; e fez-se assim com eles.

  26. 26

    E eles puseram seu trigo sobre seus asnos, e foram-se dali.

  27. 27

    E abrindo um deles seu saco para dar de comer a seu asno no lugar de parada, viu seu dinheiro que estava na boca de seu saco.

  28. 28

    E disse a seus irmãos: Meu dinheiro se me foi devolvido, e ainda ei-lo aqui em meu saco. Alarmou-se, então, o coração deles e, espantados, disseram um ao outro: Que é isto que Deus nos fez?

  29. 29

    E vindos a Jacó seu pai em terra de Canaã, contaram-lhe tudo o que lhes havia acontecido, dizendo:

  30. 30

    Aquele homem, senhor da terra, nos falou asperamente, e nos tratou como espias da terra:

  31. 31

    E nós lhe dissemos: Somos homens honestos, nunca fomos espias:

  32. 32

    Somos doze irmãos, filhos de nosso pai; um desapareceu, e o menor está hoje com nosso pai na terra de Canaã.

  33. 33

    E aquele homem, senhor da terra, nos disse: Nisto conhecerei que sois homens honestos; deixai comigo um de vossos irmãos, e tomai para a fome de vossas casas, e ide,

  34. 34

    E trazei-me a vosso irmão o mais novo, para que eu saiba que não sois espias, mas sim homens honestos: assim vos darei a vosso irmão, e negociareis na terra.

  35. 35

    E aconteceu que esvaziando eles seus sacos, eis que no saco de cada um estava o pacote de seu dinheiro: e vendo eles e seu pai os pacotes de seu dinheiro, tiveram temor.

  36. 36

    Então seu pai Jacó lhes disse: Vós me privastes de meus filhos; José desapareceu, nem Simeão tampouco, e a Benjamim o levareis; contra mim são todas estas coisas.

  37. 37

    E Rúben falou a seu pai, dizendo: Podes matar meus dois filhos, se eu não o devolver a ti; entrega-o em minha mão, que eu o devolverei a ti.

  38. 38

    E ele disse: Não descerá meu filho convosco; que seu irmão é morto, e ele somente restou; e se lhe acontecer algum desastre no caminho por onde vades, fareis descer meus cabelos brancos com tristeza ao Xeol.

Apocalipse 16

  1. 1

    E eu ouvi uma grande voz do templo, dizendo aos sete anjos: “Ide, e derramai as taças da ira de Deus sobre a terra.”

  2. 2

    E foi o primeiro, e derramou sua taça sobre a terra; e se fez uma chaga ruim e maligna nos homens que tinham a marca da besta, e que adoravam a imagem dela.

  3. 3

    E o segundo anjo derramou sua taça sobre o mar, e [este] se tornou em sangue como de morto, e toda alma vivente no mar morreu.

  4. 4

    E o terceiro anjo derramou sua taça sobre os rios, e sobre as fontes de águas, e se tornaram em sangue.

  5. 5

    E eu ouvi ao anjo das águas, dizendo: “Justo és tu, Senhor, que és, e que eras, e que virás a ser, porque julgaste estas coisas;

  6. 6

    porque eles derramaram o sangue dos santos e dos profetas, também tu lhes deste sangue a beber; porque disto são merecedores.”

  7. 7

    E ouvi um outro do altar, dizendo: “Sim, Senhor Deus Todo-Poderoso, verdadeiros e justos são os teus juízos!”

  8. 8

    E o quarto anjo derramou sua taça sobre o sol; e foi-lhe concedido que queimasse os seres humanos com fogo.

  9. 9

    E os seres humanos foram queimados com grande calor, e blasfemaram do nome de Deus, que tem poder sobre estas pagas; e eles não se arrependeram, para lhe darem glória.

  10. 10

    E o quinto anjo derramou sua taça sobre o trono da besta, e seu reino se tornou em trevas, e mordiam de dor suas línguas.

  11. 11

    E eles blasfemaram a Deus do céu por causa de suas dores e por causa de suas chagas; e não se arrependeram de suas obras.

  12. 12

    E o sexto anjo derramou sua taça sobre o grande rio Eufrates; e sua água se secou, para que se preparasse o caminho dos reis do [oriente] , onde o sol nasce.

  13. 13

    E da boca do dragão, e da boca da besta, e da boca do falso profeta, eu vi [saírem] três espíritos imundos, semelhantes a rãs.

  14. 14

    Porque são espíritos de demônios, e fazem sinais sobrenaturais, os quais vão aos reis da terra, e de todo o mundo, para os ajuntarem à batalha daquele grande dia do Deus Todo-Poderoso.

  15. 15

    “(Eis que eu venho como ladrão. Bendito é aquele que vigia e guarda suas roupas, para que não ande nu, e vejam seu impudor).”

  16. 16

    E foram reunidos no lugar que em hebraico se chama Armagedom.

  17. 17

    E o sétimo anjo derramou sua taça sobre o ar; e saiu uma grande voz do templo do céu, do trono, dizendo: “Está feito.”

  18. 18

    E houve vozes, e trovões, e relâmpagos; e houve um grande terremoto, o qual nunca tinha acontecido desde que existia a humanidade sobre a terra, de tão forte e tão grande.

  19. 19

    E a grande cidade se fendeu em três partes, e as cidades das nações caíram; e a grande Babilônia veio em memória diante de Deus, para dar a ela o cálice do vinho da indignação da sua ira.

  20. 20

    E toda ilha fugiu, e os montes não foram achados.

  21. 21

    E uma grande granizo, como de peso de um talento, caiu do céu sobre os homens; e os seres humanos blasfemaram a Deus por causa da praga do granizo, porque a sua praga era muito grande.

Ligações: OpenBible.info (votos somam as duas direções; um trecho conta pelo primeiro versículo). Texto: Bíblia Livre (BLIVRE).

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