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Jó 34 e Apocalipse 6

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  1. Jó 34:19 e Apocalipse 6:153 votos
  2. Jó 34:22 e Apocalipse 6:152 votos

Jó 34

  1. 1

    Eliú respondeu mais, dizendo:

  2. 2

    Ouvi, vós sábios, minhas palavras; e vós, inteligentes, dai-me ouvidos.

  3. 3

    Porque o ouvido prova as palavras, assim como o paladar experimenta a comida.

  4. 4

    Escolhamos para nós o que é correto, [e] conheçamos entre nós o que é bom.

  5. 5

    Pois Jó disse: Eu sou justo, e Deus tem me tirado meu direito.

  6. 6

    Por acaso devo eu mentir quanto ao meu direito? Minha ferida é dolorosa mesmo que eu não tenha transgressão.

  7. 7

    Que homem há como Jó, que bebe o escárnio como água?

  8. 8

    E que caminha na companhia dos que praticam maldade, e anda com homens perversos?

  9. 9

    Porque disse: De nada aproveita ao homem agradar-se em Deus.

  10. 10

    Portanto vós, homens de bom-senso, escutai-me; longe de Deus esteja a maldade, e do Todo- Poderoso a perversidade!

  11. 11

    Porque ele paga ao ser humano [conforme] sua obra, e faz a cada um conforme o seu caminho.

  12. 12

    Certamente Deus não faz injustiça, e o Todo-Poderoso não perverte o direito.

  13. 13

    Quem o pôs para administrar a terra? E quem dispôs a todo o mundo?

  14. 14

    Se ele tomasse a decisão, e recolhesse para si seu espírito e seu fôlego,

  15. 15

    Toda carne juntamente expiraria, e o ser humano se tornaria em pó.

  16. 16

    Se pois há [em ti] entendimento, ouve isto: dá ouvidos ao som de minhas palavras.

  17. 17

    Por acaso quem odeia a justiça poderá governar? E condenarás tu ao Poderoso Justo?

  18. 18

    Pode, por acaso, o rei ser chamado de vil, [e] os príncipes de perversos?

  19. 19

    [Quanto menos] a aquele que não faz acepção de pessoas de príncipes, nem valoriza mais o rico que o pobre! Pois todos são obras de suas mãos.

  20. 20

    Em um momento morrem; e à meia noite os povos são sacudidos, e passam; e o poderoso será tomado sem ação humana.

  21. 21

    Porque seus olhos estão sobre os caminhos do homem, e ele vê todos os seus passos.

  22. 22

    Não há trevas nem sombra de morte em que os que praticam maldade possam se esconder.

  23. 23

    Pois ele não precisa observar tanto ao homem para que este possa entrar em juízo com Deus.

  24. 24

    Ele quebranta aos fortes sem [precisar de] investigação, e põe outros em seu lugar.

  25. 25

    Visto que ele conhece suas obras, de noite os trastorna, e ficam destroçados.

  26. 26

    Ele os espanca à vista pública por serem maus.

  27. 27

    Pois eles se desviaram de segui-lo, e não deram atenção a nenhum de seus caminhos.

  28. 28

    Assim fizeram com que viesse a ele o clamor do pobre, e ele ouvisse o clamor dos aflitos.

  29. 29

    E se ele ficar quieto, quem [o] condenará? Se ele esconder o rosto, quem o olhará? [Ele está] quer sobre um povo, quer sobre um único ser humano,

  30. 30

    Para que a pessoa hipócrita não reine, [e] não haja ciladas ao povo.

  31. 31

    Por que [não tão somente] se diz: Suportei [teu castigo] não farei mais o que é errado;

  32. 32

    Ensina-me o que não vejo; se fiz alguma maldade, nunca mais a farei?

  33. 33

    Será a recompensa da parte dele como tu queres, para que a recuses? És tu que escolhes, e não eu; o que tu sabes, fala.

  34. 34

    As pessoas de entendimento dirão comigo, e o homem sábio me ouvirá;

  35. 35

    Jó não fala com conhecimento, e a suas palavras falta prudência.

  36. 36

    Queria eu que Jó fosse provado até o fim, por causa de suas respostas comparáveis a de homens malignos.

  37. 37

    Pois ao seu pecado ele acrescentou rebeldia; ele bate as mãos [de forma desrespeitosa] entre nós, e multiplica suas palavras contra Deus.

Apocalipse 6

  1. 1

    E eu vi quando o Coreiro abriu um dos selos; e ouvi um dos quatro animais dizendo [com] voz como de trovão: “Vem, e vê.”

  2. 2

    E eu olhei, e eis um cavalo branco; e o que estava sentado sobre ele tinha um arco; e uma coroa lhe foi dada, e ele saiu [como] conquistador, e para que conquistasse.

  3. 3

    E quando ele abriu o segundo selo, eu ouvi o segundo animal dizendo: “Vem, e vê.”

  4. 4

    E saiu outro cavalo vermelho; e ao que estava sentado sobre ele foi concedido que tirasse a paz da terra, e que uns aos outros se matassem; e uma grande espada lhe foi dada.

  5. 5

    E quando ele abriu o terceiro celo, eu ouvi o terceiro animal dizer: “Vem, e vê.” E olhei, e eis um cavalo preto, e o que estava sentado sobre ele tinha uma balança na sua mão.

  6. 6

    E ouvi uma voz no meio dos quatro animais, dizendo: “Uma medida de trigo por um dinheiro, e três medidas de cevada por um dinheiro; e não danifiques o azeite e o vinho.”

  7. 7

    E quando ele abriu o quarto selo, eu ouvi a voz do quarto animal dizendo: “Vem, e vê.”

  8. 8

    E eu olhei, e eis um cavalo amarelo, e o que estava sentado sobre ele, seu nome [era] Morte; e o Xeol o seguia. E foi-lhes dada autoridade para matar a quarta [parte] da terra, com espada, com fome, com morte [por doença] , e com os animais ferozes da terra.

  9. 9

    E quando ele abriu o quinto selo, eu vi debaixo do altar as almas dos que foram mortos por causa da palavra de Deus, e por causa do testemunho que tinham.

  10. 10

    E clamavam com grande voz, dizendo: “Até quando, Santo e Verdadeiro Soberano, não julgas e vingas nosso sangue daqueles que habitam sobre a terra?”

  11. 11

    E foram dados a cada um [deles] compridas roupas brancas; e foi-lhes dito que repousassem ainda um pouco de tempo, até que se completassem os seus companheiros de serviço e seus irmãos, que [ainda] viriam a ser mortos.

  12. 12

    E eu vi quando ele abriu o sexto selo, e eis que houve um grande tremor de terra; e o sol se tornou preto como um saco feito de pelos de animais, e a lua se tornou como sangue.

  13. 13

    E as estrelas do céu caíram sobre a terra como a figueira lança de si seus figos verdes, abalada por um grande vento.

  14. 14

    E o céu se removeu como um rolo de livro que se enrola; e todos os montes e ilhas se moveram de seus lugares.

  15. 15

    E os reis da terra, e os grandes, e os rigos, e os comandantes, e os poderosos, e todo escravo, e todo livre se esconderam nas cavernas e nas rochas das montanhas.

  16. 16

    E diziam aos montes, e às rochas: “Caí sobre nós, e escondei-nos do rosto daquele que está sentado sobre o trono, e da ira do Cordeiro;

  17. 17

    Porque chegou o dia da sua grande ira; e quem poderá ficar de pé?”

Ligações: OpenBible.info (votos somam as duas direções; um trecho conta pelo primeiro versículo). Texto: Bíblia Livre (BLIVRE).

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