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Jó 6 e Jó 34

6 pares de versículos · 23 votos somados · Bíblia Livre (BLIVRE)

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  1. Jó 6:30 e Jó 34:36 votos
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  3. Jó 6:6 e Jó 34:34 votos
  4. Jó 6:24 e Jó 34:324 votos
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  6. Jó 6:29 e Jó 34:52 votos

Jó 6

  1. 1

    Mas Jó respondeu, dizendo:

  2. 2

    Oh se pesassem justamente minha aflição, e meu tormento juntamente fosse posto em uma balança!

  3. 3

    Pois na verdade seria mais pesada que a areia dos mares; por isso minhas palavras têm sido impulsivas.

  4. 4

    Porque as flechas do Todo-Poderoso estão em mim, cujo veneno meu espírito bebe; e temores de Deus me atacam.

  5. 5

    Por acaso o asno selvagem zurra junto à erva, ou o boi berra junto a seu pasto?

  6. 6

    Por acaso se come o insípido sem sal? Ou há gosto na clara do ovo?

  7. 7

    Minha alma se recusa tocar [essas coisas] ,que são para mim como comida detestável.

  8. 8

    Ah se meu pedido fosse realizado, e se Deus [me] desse o que espero!

  9. 9

    Que Deus me destruísse; ele soltasse sua mão, e acabasse comigo!

  10. 10

    Isto ainda seria meu consolo, um alívio em meio ao tormento que não [me] poupa; pois eu não tenho escondido as palavras do Santo.

  11. 11

    Qual é minha força para que eu espere? E qual meu fim, para que eu prolongue minha vida?

  12. 12

    É, por acaso, a minha força a força de pedras? Minha carne é de bronze?

  13. 13

    Tenho eu como ajudar a mim mesmo, se todo auxílio me foi tirado?

  14. 14

    Ao aflito, seus amigos deviam ser misericordiosos, mesmo se ele tivesse abandonado o temor ao Todo-Poderoso.

  15. 15

    Meus irmãos foram traiçoeiros comigo, como ribeiro, como correntes de águas que transbordam,

  16. 16

    Que estão escurecidas pelo gelo, e nelas se esconde a neve;

  17. 17

    Que no tempo do calor se secam e, ao se aquecerem, desaparecem de seu lugar;

  18. 18

    Os cursos de seus caminhos se desviam; vão se minguando, e perecem.

  19. 19

    As caravanas de Temã as veem; os viajantes de Sabá esperam por elas.

  20. 20

    Foram envergonhados por aquilo em que confiavam; e ao chegarem ali, ficaram desapontados.

  21. 21

    Agora, vós vos tornastes semelhantes a elas; pois vistes o terror, e temestes.

  22. 22

    Por acaso eu disse: Trazei-me [algo] ? Ou: Dai presente a mim de vossa riqueza?

  23. 23

    Ou: Livrai-me da mão do opressor? Ou: Resgatai-me das mãos dos violentos?

  24. 24

    Ensinai-me, e eu [me] calarei; e fazei-me entender em que errei.

  25. 25

    Como são fortes as palavras de boa razão! Mas o que vossa repreensão reprova?

  26. 26

    Pretendeis repreender palavras, sendo que os argumentos do desesperado são como o vento?

  27. 27

    De fato vós lançaríeis [sortes] sobre o órfão, e venderíeis vosso amigo.

  28. 28

    Agora, pois, disponde-vos a olhar para mim; e [vede] se eu minto diante de vós.

  29. 29

    Mudai de opinião, pois, e não haja perversidade; mudai de opinião, pois minha justiça continua.

  30. 30

    Há perversidade em minha língua? Não poderia meu paladar discernir as coisas más?

Jó 34

  1. 1

    Eliú respondeu mais, dizendo:

  2. 2

    Ouvi, vós sábios, minhas palavras; e vós, inteligentes, dai-me ouvidos.

  3. 3

    Porque o ouvido prova as palavras, assim como o paladar experimenta a comida.

  4. 4

    Escolhamos para nós o que é correto, [e] conheçamos entre nós o que é bom.

  5. 5

    Pois Jó disse: Eu sou justo, e Deus tem me tirado meu direito.

  6. 6

    Por acaso devo eu mentir quanto ao meu direito? Minha ferida é dolorosa mesmo que eu não tenha transgressão.

  7. 7

    Que homem há como Jó, que bebe o escárnio como água?

  8. 8

    E que caminha na companhia dos que praticam maldade, e anda com homens perversos?

  9. 9

    Porque disse: De nada aproveita ao homem agradar-se em Deus.

  10. 10

    Portanto vós, homens de bom-senso, escutai-me; longe de Deus esteja a maldade, e do Todo- Poderoso a perversidade!

  11. 11

    Porque ele paga ao ser humano [conforme] sua obra, e faz a cada um conforme o seu caminho.

  12. 12

    Certamente Deus não faz injustiça, e o Todo-Poderoso não perverte o direito.

  13. 13

    Quem o pôs para administrar a terra? E quem dispôs a todo o mundo?

  14. 14

    Se ele tomasse a decisão, e recolhesse para si seu espírito e seu fôlego,

  15. 15

    Toda carne juntamente expiraria, e o ser humano se tornaria em pó.

  16. 16

    Se pois há [em ti] entendimento, ouve isto: dá ouvidos ao som de minhas palavras.

  17. 17

    Por acaso quem odeia a justiça poderá governar? E condenarás tu ao Poderoso Justo?

  18. 18

    Pode, por acaso, o rei ser chamado de vil, [e] os príncipes de perversos?

  19. 19

    [Quanto menos] a aquele que não faz acepção de pessoas de príncipes, nem valoriza mais o rico que o pobre! Pois todos são obras de suas mãos.

  20. 20

    Em um momento morrem; e à meia noite os povos são sacudidos, e passam; e o poderoso será tomado sem ação humana.

  21. 21

    Porque seus olhos estão sobre os caminhos do homem, e ele vê todos os seus passos.

  22. 22

    Não há trevas nem sombra de morte em que os que praticam maldade possam se esconder.

  23. 23

    Pois ele não precisa observar tanto ao homem para que este possa entrar em juízo com Deus.

  24. 24

    Ele quebranta aos fortes sem [precisar de] investigação, e põe outros em seu lugar.

  25. 25

    Visto que ele conhece suas obras, de noite os trastorna, e ficam destroçados.

  26. 26

    Ele os espanca à vista pública por serem maus.

  27. 27

    Pois eles se desviaram de segui-lo, e não deram atenção a nenhum de seus caminhos.

  28. 28

    Assim fizeram com que viesse a ele o clamor do pobre, e ele ouvisse o clamor dos aflitos.

  29. 29

    E se ele ficar quieto, quem [o] condenará? Se ele esconder o rosto, quem o olhará? [Ele está] quer sobre um povo, quer sobre um único ser humano,

  30. 30

    Para que a pessoa hipócrita não reine, [e] não haja ciladas ao povo.

  31. 31

    Por que [não tão somente] se diz: Suportei [teu castigo] não farei mais o que é errado;

  32. 32

    Ensina-me o que não vejo; se fiz alguma maldade, nunca mais a farei?

  33. 33

    Será a recompensa da parte dele como tu queres, para que a recuses? És tu que escolhes, e não eu; o que tu sabes, fala.

  34. 34

    As pessoas de entendimento dirão comigo, e o homem sábio me ouvirá;

  35. 35

    Jó não fala com conhecimento, e a suas palavras falta prudência.

  36. 36

    Queria eu que Jó fosse provado até o fim, por causa de suas respostas comparáveis a de homens malignos.

  37. 37

    Pois ao seu pecado ele acrescentou rebeldia; ele bate as mãos [de forma desrespeitosa] entre nós, e multiplica suas palavras contra Deus.

Ligações: OpenBible.info (votos somam as duas direções; um trecho conta pelo primeiro versículo). Texto: Bíblia Livre (BLIVRE).

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