Bíblia ConectadaBuscar versículo, palavra ou livroCtrl K

João 18 e Atos 23

8 pares de versículos · 24 votos somados · Bíblia Livre (BLIVRE)

8 pares ligadosdo mais votado ao menos votado

  1. João 18:22 e Atos 23:210 votos
  2. João 18:28 e Atos 23:353 votos
  3. João 18:29 e Atos 23:283 votos
  4. João 18:12 e Atos 23:102 votos
  5. João 18:12 e Atos 23:172 votos
  6. João 18:35 e Atos 23:292 votos
  7. João 18:23 e Atos 23:21 voto
  8. João 18:24 e Atos 23:31 voto

João 18

  1. 1

    Havendo Jesus dito estas coisas, saiu com seus discípulos para além do ribeiro de Cedrom, onde havia um jardim, em que ele entrou ele, e seus discípulos.

  2. 2

    E também Judas, o que o traía, conhecia aquele lugar; porque muitas vezes se juntara ali Jesus com seus discípulos.

  3. 3

    Tendo Judas, pois, tomado a tropa e [alguns dos] oficiais dos sacerdotes e dos fariseus, veio ali com lanternas, tochas, e armas.

  4. 4

    Sabendo pois Jesus todas as coisas que viriam sobre ele, adiantou-se, e disse-lhes: A quem buscais?

  5. 5

    Responderam-lhe: A Jesus Nazareno. Disse-lhes Jesus: Eu sou. E Judas, o que o traía, também estava com eles.

  6. 6

    Quando pois lhes disse: Eu sou, voltaram para trás, e caíram em terra.

  7. 7

    Voltou pois a lhes perguntar: A quem buscais? E eles disseram: A Jesus Nazareno.

  8. 8

    Respondeu Jesus: Já vos disse que eu sou. Portanto se buscais a mim, deixai a estes irem.

  9. 9

    Para que se cumprisse a palavra, que tinha dito: Dos que me deste, a nenhum deles perdi.

  10. 10

    Simão Pedro, pois, que tinha espada, puxou dela, e feriu ao servo do sacerdote, e cortou a sua orelha direita. E era o nome do servo Malco.

  11. 11

    Disse pois Jesus a Pedro: Põe tua espada na bainha; não beberei eu o copo que o Pai tem me dado?

  12. 12

    O grupo de soldados pois, e o comandante, e os oficiais dos judeus juntamente tomaram a Jesus, e o amarraram.

  13. 13

    E o levaram primeiramente a Anás, porque era sogro de Caifás, o qual era o sumo sacerdote daquele ano.

  14. 14

    E era Caifás o que havia aconselhado aos judeus de que convinha que um homem morresse pelo povo.

  15. 15

    E Simão Pedro seguia a Jesus com outro discípulo. E este discípulo era conhecido do sacerdote, e entrou com Jesus no pátio do sumo sacerdote.

  16. 16

    E Pedro estava fora à porta. Saiu pois o outro discípulo, que era conhecido do sacerdote, e falou à porteira, e pôs dentro a Pedro.

  17. 17

    Disse pois a serva porteira a Pedro: Não és tu também dos discípulos deste homem? Disse ele: Não sou.

  18. 18

    E estavam [ali] os servos, e os oficiais, que haviam feito [uma fogueira de] brasas, porque fazia frio, e se esquentavam. Estava Pedro com eles, e se esquentava.

  19. 19

    Perguntou pois o sacerdote a Jesus sobre seus discípulos, e sobre sua doutrina.

  20. 20

    Jesus lhe respondeu: Eu abertamente falei ao mundo; eu sempre ensinei na sinagoga e no Templo, onde os Judeus de todos os lugares se juntam, e nada falei em oculto.

  21. 21

    Por que perguntas a mim? Pergunta aos que o ouviram, que é o que lhes falei. Eis que estes sabem que é o que tenho dito.

  22. 22

    E dizendo ele isto, um dos oficiais, que ali estava, deu a Jesus uma bofetada, dizendo: Assim respondes ao sumo sacerdote?

  23. 23

    Respondeu-lhe Jesus: Se falei mal, dá testemunho do mal; e se bem, por que me feres?

  24. 24

    (Pois Anás o mandara amarrado ao sumo sacerdote Caifás.)

  25. 25

    E Simão Pedro estava ali, e se esquentava; disseram-lhe pois: Não és tu também de seus discípulos? Ele negou, e disse: Não sou.

  26. 26

    Disse um dos servos do sacerdote, parente daquele a quem Pedro cortara a orelha: Eu não te vi no jardim com ele?

  27. 27

    Pedro negou pois outra vez, e logo cantou o galo.

  28. 28

    Levaram pois a Jesus de Caifás para o tribunal. E era pela manhã; e não entraram no tribunal, para que não se contaminassem, mas que pudessem comer a Páscoa.

  29. 29

    Saiu pois Pilatos até eles fora, e disse: Que acusação trazeis contra este homem?

  30. 30

    Responderam, e disseram-lhe: Se este não fosse malfeitor, não o entregaríamos a ti.

  31. 31

    Disse-lhes pois Pilatos: Tomai-o vós, e julgai-o segundo vossa lei. Disseram-lhe pois os Judeus: Não nos é lícito matar a alguém.

  32. 32

    Para que se cumprisse a palavra de Jesus, que tinha dito, dando a entender de que morte havia de morrer.

  33. 33

    Então Pilatos voltou a entrar no tribunal, e chamou a Jesus, e disse-lhe: És tu o Rei dos Judeus?

  34. 34

    Respondeu-lhe Jesus: Tu dizes isso de ti mesmo, ou outros te disseram de mim?

  35. 35

    Pilatos respondeu: Por acaso eu sou Judeu? Tua gente e os chefes dos sacerdotes te entregaram a mim; que fizeste?

  36. 36

    Respondeu Jesus: Meu Reino não é deste mundo; se meu Reino fosse deste mundo, meus trabalhadores lutariam, para que eu não fosse entregue aos Judeus; mas agora meu Reino não é daqui.

  37. 37

    Disse-lhe pois Pilatos: Logo tu és Rei? Respondeu Jesus: Tu dizes que eu sou Rei. Para isto eu nasci, e para isto vim ao mundo: para dar testemunho à verdade. Todo aquele que é da verdade ouve minha voz.

  38. 38

    Disse-lhe Pilatos: O que é a verdade? E havendo dito isto, voltou a sair aos Judeus, e disse-lhes: Nenhum crime acho nele.

  39. 39

    Mas vós tendes por costume que eu vos solte um pela páscoa. Quereis pois que vos solte ao Rei dos Judeus?

  40. 40

    Voltaram pois todos a clamar, dizendo: Não a este, mas a Barrabás!E Barrabás era um ladrão.

Atos 23

  1. 1

    E Paulo, olhando fixamente para o supremo conselho, disse: Homens irmãos, com toda boa consciência eu tenho andado diante de Deus até o dia de hoje.

  2. 2

    Mas o sumo sacerdote Ananias mandou aos que estavam perto dele, que o espancassem na boca.

  3. 3

    Então Paulo lhe disse: Deus vai te espancar, parede caiada! Estás tu [aqui] sentado para me julgar conforme a Lei, e contra a Lei mandas me espancarem?

  4. 4

    E os que estavam ali disseram: Tu insultas ao sumo sacerdote de Deus?

  5. 5

    E Paulo disse: Eu não sabia, irmãos, que ele era o sumo sacerdote; porque está escrito: Não falarás mal do chefe do teu povo.

  6. 6

    E Paulo, sabendo que uma parte era de saduceus, e outra de fariseus, ele clamou no supremo conselho: Homens irmãos, eu sou fariseu, filho de fariseu; pela esperança e ressurreição dos mortos eu estou sendo julgado.

  7. 7

    E ele, tendo dito isto, houve uma confusão entre os fariseus e saduceus; e a multidão se dividiu;

  8. 8

    Porque os saduceus dizem que não há ressurreição, nem anjo ou espírito; mas os fariseus declaram ambas.

  9. 9

    E houve uma grande gritaria; e levantando-se os escribas da parte dos fariseus, disputavam, dizendo: Nenhum mal achamos neste homem; e se algum espírito ou anjo falou com ele, não briguemos contra Deus.

  10. 10

    E havendo grande confusão, o comandante, temendo que Paulo não fosse despedaçado por eles, mandou descer a tropa, e tirá-lo do meio deles, e levá-lo à área fortificada.

  11. 11

    E [n] a noite seguinte o Senhor, aparecendo-lhe, disse: Tem bom ânimo, Paulo! Porque assim como deste testemunho de mim em Jerusalém, assim é necessário que tu dês testemunho também em Roma.

  12. 12

    E tendo vindo o dia, alguns dos judeus fizeram uma conspiração, e prestaram juramento sob pena de maldição, dizendo que não comeriam nem beberiam enquanto não matassem a Paulo.

  13. 13

    E eram mais de quarenta os que fizeram este juramento.

  14. 14

    Os quais foram até os chefes dos sacerdotes e os anciãos, [e] disseram: Fizemos juramento sob pena de maldição, de que nada experimentaremos enquanto não matarmos a Paulo.

  15. 15

    Agora, pois, vós, com o supremo conselho, informai ao comandante que amanhã ele o traga perante vós, como se fosse para que investigueis mais detalhadamente; e antes que ele chegue, estaremos prontos para o matar.

  16. 16

    E o filho da irmã de Paulo, tendo ouvido esta cilada, veio e entrou na área fortificada, e avisou a Paulo.

  17. 17

    E Paulo, tendo chamado a si um dos centuriões, disse: Leva este rapaz ao comandante, porque ele tem algo para lhe avisar.

  18. 18

    Então ele o tomou, levou ao comandante, e disse: O prisioneiro Paulo, tendo me chamado, rogou [-me] que eu te trouxesse este rapaz, que tem algo a te dizer.

  19. 19

    E o comandante, tomando-o pela mão, e indo para um lugar reservado, perguntou [-lhe] : O que tens para me avisar?

  20. 20

    E ele disse: Os judeus combinaram de te pedirem que amanhã tu leves a Paulo ao supremo conselho, como se fosse para que lhe perguntem mais detalhadamente;

  21. 21

    Porém tu, não acredites neles; porque mais de quarenta homens deles estão lhe preparando cilada, os quais sob pena de maldição fizeram juramento para não comerem nem beberem enquanto não o tiverem matado; e eles já estão preparados, esperando de ti a promessa.

  22. 22

    Então o comandante despediu ao rapaz, mandando [-lhe] : A ninguém digas que tu me revelaste estas coisas.

  23. 23

    E ele, chamando a si certos dois dos centuriões, disse: Aprontai duzentos soldados para irem até Cesareia; e setenta cavaleiros, e duzentos arqueiros, a partir das terceira hora da noite.

  24. 24

    E preparem animais para cavalgarem, para que pondo neles a Paulo, levem [-no] a salvo ao governador Félix.

  25. 25

    E ele [lhe] escreveu uma carta, que continha este aspecto:

  26. 26

    Cláudio Lísias, a Félix, excelentíssimo governador, saudações.

  27. 27

    Este homem foi preso pelos judeus, e estando já a ponte de o matarem, eu vim com a tropa e [o] tomei, ao ser informado que ele era romano.

  28. 28

    E eu, querendo saber a causa por que o acusavam, levei-o ao supremo conselho deles.

  29. 29

    O qual eu achei que acusavam de algumas questões da Lei deles; mas que nenhum crime digno de morte ou de prisão havia contra ele.

  30. 30

    E tendo sido avisado de que os judeus estavam para pôr uma cilada contra este homem, logo eu [o] enviei a ti, mandando também aos acusadores que diante de ti digam o que [tiverem] contra ele. Que tu estejas bem.

  31. 31

    Tendo então os soldados tomado a Paulo, assim como lhes tinha sido ordenado, trouxeram-no durante a noite a Antipátride.

  32. 32

    E no [dia] seguinte, deixando irem com ele os cavaleiros, voltaram à área fortificada.

  33. 33

    Os quais, tendo chegado a Cesareia, e entregado a carta ao governador, apresentaram-lhe também a Paulo.

  34. 34

    E o governador, tendo lido [a carta] , perguntou de que província ele era; e ao entender que [era] da Cilícia,

  35. 35

    disse: “Eu te ouvirei quando também chegarem os teus acusadores”. E mandou que o guardassem no palácio de Herodes.

Ligações: OpenBible.info (votos somam as duas direções; um trecho conta pelo primeiro versículo). Texto: Bíblia Livre (BLIVRE).

O nome da edição acompanha a leitura. Ler Open Nova Bíblia Viva · Ler Bíblia Livre.

Nas páginas da Bíblia Livre: Todas as Escrituras em português citadas são da Bíblia Livre (BLIVRE), Copyright © Diego Santos, Mario Sérgio, e Marco Teles, http://sites.google.com/site/biblialivre/ - fevereiro de 2018. Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil (http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/br/). Reprodução permitida desde que devidamente mencionados fonte e autores.

Nas páginas Open Nova Bíblia Viva: Biblica® Open Nova Bíblia Viva™ Copyright © 2007, 2010 by Biblica, Inc. CC BY-SA 4.0. Texto sem alterações.

Referências cruzadas: OpenBible.info (CC BY) · Sobre e créditos completos · Dados abertos · Instalar no iPhone · Código-fonte