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Josué 4 e Apocalipse 16

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  1. Josué 4:22 e Apocalipse 16:122 votos

Josué 4

  1. 1

    E quando toda a nação acabou de passar o Jordão, o SENHOR falou a Josué, dizendo:

  2. 2

    Tomai do povo doze homens, de cada tribo um,

  3. 3

    E mandai-lhes, dizendo: Tomai-vos daqui do meio do Jordão, do lugar de onde estão firmes os pés dos sacerdotes, doze pedras, as quais passareis convosco, e as assentareis no alojamento de onde haveis de passar a noite.

  4. 4

    Então Josué chamou aos doze homens, os quais ele havia ordenado dentre os filhos de Israel, de cada tribo um;

  5. 5

    E disse-lhes Josué: Passai diante da arca do SENHOR vosso Deus ao meio do Jordão; e cada um de vós tome uma pedra sobre seu ombro, conforme ao número das tribos dos filhos de Israel;

  6. 6

    Para que isto seja sinal entre vós; e quando vossos filhos perguntarem a seus pais amanhã, dizendo: “Que vos significam estas pedras?”

  7. 7

    Então vós lhes respondereis: “As águas do Jordão foram interrompidas diante da arca do pacto do SENHOR; quando ela passou pelo Jordão, as águas do Jordão se separaram; e estas pedras serão por memorial aos filhos de Israel para sempre.

  8. 8

    E os filhos de Israel o fizeram assim como Josué havia lhes mandado, e levantaram doze pedras do meio do Jordão, como o SENHOR havia dito a Josué, conforme o número das tribos dos filhos de Israel; e levaram-nas consigo ao alojamento, e ali as puseram.

  9. 9

    Josué também levantou doze pedras no meio do Jordão, no lugar onde estiveram os pés dos sacerdotes que levavam a arca do pacto; e ali estão até hoje.

  10. 10

    Pois os sacerdotes que levavam a arca ficaram parados no meio do Jordão, até que se cumpriu tudo o que o SENHOR havia mandado a Josué dizer ao povo, conforme tudo quanto Moisés havia ordenado a Josué; e o povo apressou-se e passou.

  11. 11

    E sucedeu quando todo o povo acabou de passar, então passaram a arca do SENHOR, e os sacerdotes, na presença do povo.

  12. 12

    Também os filhos de Rúben, os filhos de Gade, e a meia tribo de Manassés, passaram armados diante dos filhos de Israel, como Moisés havia lhes dito;

  13. 13

    cerca de quarenta mil homens prontamente armados passaram ó diante do SENHOR para a batalha, às campina de Jericó.

  14. 14

    Naquele dia o SENHOR engrandeceu Josué à vista de todo Israel; e temeram-no, como haviam temido a Moisés, todos os dias de sua vida.

  15. 15

    E o SENHOR falou a Josué, dizendo:

  16. 16

    “Manda os sacerdotes que levam a arca do testemunho, que subam do Jordão”.

  17. 17

    E Josué mandou os sacerdotes, dizendo: “Subi do Jordão”.

  18. 18

    E aconteceu que quando os sacerdotes que levavam a arca do pacto do SENHOR subiram do meio do Jordão, e as plantas dos pés dos sacerdotes estiveram em seco, as águas do Jordão voltaram ao seu lugar, correndo como antes sobre todas as suas margens.

  19. 19

    E o povo subiu do Jordão no dia dez do mês primeiro, e assentaram o acampamento em Gilgal, ao lado oriental de Jericó.

  20. 20

    E Josué erigiu em Gilgal as doze pedras que haviam trazido do Jordão.

  21. 21

    E falou aos filhos de Israel, dizendo: Quando amanhã perguntarem vossos filhos a seus pais, e disserem: Que vos significam estas pedras?

  22. 22

    Declarareis a vossos filhos, dizendo: Israel passou em seco por este Jordão.

  23. 23

    Porque o SENHOR vosso Deus secou as águas do Jordão diante de vós, até que havíeis passado, à maneira que o SENHOR vosso Deus o havia feito no mar Vermelho, ao qual secou diante de nós até que passamos:

  24. 24

    Para que todos os povos da terra conheçam a mão do SENHOR, que é forte; para que temais ao SENHOR vosso Deus todos os dias.

Apocalipse 16

  1. 1

    E eu ouvi uma grande voz do templo, dizendo aos sete anjos: “Ide, e derramai as taças da ira de Deus sobre a terra.”

  2. 2

    E foi o primeiro, e derramou sua taça sobre a terra; e se fez uma chaga ruim e maligna nos homens que tinham a marca da besta, e que adoravam a imagem dela.

  3. 3

    E o segundo anjo derramou sua taça sobre o mar, e [este] se tornou em sangue como de morto, e toda alma vivente no mar morreu.

  4. 4

    E o terceiro anjo derramou sua taça sobre os rios, e sobre as fontes de águas, e se tornaram em sangue.

  5. 5

    E eu ouvi ao anjo das águas, dizendo: “Justo és tu, Senhor, que és, e que eras, e que virás a ser, porque julgaste estas coisas;

  6. 6

    porque eles derramaram o sangue dos santos e dos profetas, também tu lhes deste sangue a beber; porque disto são merecedores.”

  7. 7

    E ouvi um outro do altar, dizendo: “Sim, Senhor Deus Todo-Poderoso, verdadeiros e justos são os teus juízos!”

  8. 8

    E o quarto anjo derramou sua taça sobre o sol; e foi-lhe concedido que queimasse os seres humanos com fogo.

  9. 9

    E os seres humanos foram queimados com grande calor, e blasfemaram do nome de Deus, que tem poder sobre estas pagas; e eles não se arrependeram, para lhe darem glória.

  10. 10

    E o quinto anjo derramou sua taça sobre o trono da besta, e seu reino se tornou em trevas, e mordiam de dor suas línguas.

  11. 11

    E eles blasfemaram a Deus do céu por causa de suas dores e por causa de suas chagas; e não se arrependeram de suas obras.

  12. 12

    E o sexto anjo derramou sua taça sobre o grande rio Eufrates; e sua água se secou, para que se preparasse o caminho dos reis do [oriente] , onde o sol nasce.

  13. 13

    E da boca do dragão, e da boca da besta, e da boca do falso profeta, eu vi [saírem] três espíritos imundos, semelhantes a rãs.

  14. 14

    Porque são espíritos de demônios, e fazem sinais sobrenaturais, os quais vão aos reis da terra, e de todo o mundo, para os ajuntarem à batalha daquele grande dia do Deus Todo-Poderoso.

  15. 15

    “(Eis que eu venho como ladrão. Bendito é aquele que vigia e guarda suas roupas, para que não ande nu, e vejam seu impudor).”

  16. 16

    E foram reunidos no lugar que em hebraico se chama Armagedom.

  17. 17

    E o sétimo anjo derramou sua taça sobre o ar; e saiu uma grande voz do templo do céu, do trono, dizendo: “Está feito.”

  18. 18

    E houve vozes, e trovões, e relâmpagos; e houve um grande terremoto, o qual nunca tinha acontecido desde que existia a humanidade sobre a terra, de tão forte e tão grande.

  19. 19

    E a grande cidade se fendeu em três partes, e as cidades das nações caíram; e a grande Babilônia veio em memória diante de Deus, para dar a ela o cálice do vinho da indignação da sua ira.

  20. 20

    E toda ilha fugiu, e os montes não foram achados.

  21. 21

    E uma grande granizo, como de peso de um talento, caiu do céu sobre os homens; e os seres humanos blasfemaram a Deus por causa da praga do granizo, porque a sua praga era muito grande.

Ligações: OpenBible.info (votos somam as duas direções; um trecho conta pelo primeiro versículo). Texto: Bíblia Livre (BLIVRE).

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