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Levítico 13 e Atos 19

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  1. Levítico 13:52 e Atos 19:192 votos

Levítico 13

  1. 1

    E falou o SENHOR a Moisés e a Arão, dizendo:

  2. 2

    Quando o homem tiver na pele de sua carne inchaço, ou pústula, ou mancha branca, e houver na pele de sua carne como chaga de lepra, será trazido a Arão o sacerdote, ou a um dos sacerdotes seus filhos:

  3. 3

    E o sacerdote olhará a chaga na pele da carne: se o pelo na chaga se tornou branco, e parecer a chaga mais profunda que a pele da carne, chaga de lepra é; e o sacerdote lhe reconhecerá, e lhe dará por impuro.

  4. 4

    E se na pele de sua carne houver mancha branca, mas não parecer mais profunda que a pele, nem seu pelo se houver tornado branco, então o sacerdote encerrará ao que tem chagas por sete dias;

  5. 5

    E ao sétimo dia o sacerdote o olhará; e se a chaga a seu parecer se houver parado, não havendo-se estendido na pele, então o sacerdote lhe voltará a encerrar por outros sete dias.

  6. 6

    E ao sétimo dia o sacerdote lhe reconhecerá de novo; e se parece haver-se escurecido a chaga, e que não estendeu na pele, então o sacerdote o dará por limpo: era pústula; e lavará suas roupas, e será limpo.

  7. 7

    Mas se houver ido crescendo a pústula na pele, depois que foi mostrado ao sacerdote para ser limpo, será visto outra vez pelo sacerdote:

  8. 8

    E se reconhecendo-o o sacerdote, vê que a pústula cresceu na pele, o sacerdote o dará por impuro: é lepra.

  9. 9

    Quando houver chaga de lepra no homem, será trazido ao sacerdote;

  10. 10

    E o sacerdote olhará, e se parecer inchaço branco na pele, o qual tenha mudado a cor do pelo, e se descobre também a carne viva,

  11. 11

    Lepra é envelhecida na pele de sua carne; e lhe dará por impuro o sacerdote, e não lhe encerrará, porque é impuro.

  12. 12

    Mas se brotar a lepra estendendo pela pele, e ela cobrir toda a pele do que tem chagas desde sua cabeça até seus pés, a toda vista de olhos do sacerdote;

  13. 13

    Então o sacerdote lhe reconhecerá; e se a lepra houver coberto toda sua carne, dará por limpo ao que tem chagas: tornou-se toda ela branca; e ele é limpo.

  14. 14

    Mas o dia que parecer nele a carne viva, será impuro.

  15. 15

    E o sacerdote olhará a carne viva, e o dará por impuro. É impura a carne viva: é lepra.

  16. 16

    Mas quando a carne viva se mudar e tornar branca, então virá ao sacerdote;

  17. 17

    E o sacerdote olhará, e se a chaga se houver tornado branca, o sacerdote dará por limpo ao que tinha a chaga, e será limpo.

  18. 18

    E quando na carne, em sua pele, houver úlcera, e se sarar,

  19. 19

    E suceder no lugar da úlcera inchaço branco, ou mancha branca avermelhada, será mostrado ao sacerdote:

  20. 20

    E o sacerdote olhará; e se parecer estar mais baixa que sua pele, e seu pelo se houver tornado branco, o dará o sacerdote por impuro: é chaga de lepra que se originou na úlcera.

  21. 21

    E se o sacerdote a considerar, e não parecer nela pelo branco, nem estiver mais baixa que a pele, mas sim escura, então o sacerdote o encerrará por sete dias:

  22. 22

    E se se for estendendo pela pele, então o sacerdote o dará por impuro: é chaga.

  23. 23

    Porém se a mancha branca estiver em seu lugar, que não tenha estendido, é a cicatriz da úlcera; e o sacerdote o dará por limpo.

  24. 24

    Assim quando a carne tiver em sua pele queimadura de fogo, e houver no sarado do fogo mancha esbranquiçada, avermelhada ou branca,

  25. 25

    O sacerdote a olhará; e se o pelo se houver tornado branco na mancha, e parecer estar mais profunda que a pele, é lepra que saiu na queimadura; e o sacerdote declarará ao sujeito impuro, por ser chaga de lepra.

  26. 26

    Mas se o sacerdote a olhar, e não parecer na mancha pelo branco, nem estiver mais baixa que a pele, mas sim que está escura, lhe encerrará o sacerdote por sete dias;

  27. 27

    E ao sétimo dia o sacerdote a reconhecerá: se se houver ido estendendo pela pele, o sacerdote o dará por impuro: é chaga de lepra.

  28. 28

    Porém se a mancha estiver em seu lugar, e não se houver estendido na pele, a não ser que está escura, inchaço é da queimadura: o dará o sacerdote por limpo; que sinal da queimadura é.

  29. 29

    E ao homem ou mulher que lhe sair chaga na cabeça, ou no queixo,

  30. 30

    O sacerdote olhará a chaga; e se parecer estar mais profunda que a pele, e o pelo nela fora ruivo e fino, então o sacerdote o dará por impuro: é tinha, é lepra da cabeça ou do queixo.

  31. 31

    Mas quando o sacerdote houver olhado a chaga da tinha, e não parecer estar mais profunda que a pele, nem for nela pelo negro, o sacerdote encerrará ao que tem chagas da tinha por sete dias:

  32. 32

    E ao sétimo dia o sacerdote olhará a chaga: e se a tinha não parecer haver-se estendido, nem houver nela pelo ruivo, nem parecer a tinha mais profunda que a pele,

  33. 33

    Então o raparão, mas não raparão o lugar da tinha: e encerrará o sacerdote ao que tem a tinha por outros sete dias.

  34. 34

    E ao sétimo dia olhará o sacerdote a tinha; e se a tinha não houver estendido na pele, nem parecer estar mais profunda que a pele, o sacerdote o dará por limpo; e lavará suas roupas, e será limpo.

  35. 35

    Porém se a tinha se houver ido estendendo na pele depois de sua purificação,

  36. 36

    Então o sacerdote a olhará; e se a tinha houver estendido na pele, não busque o sacerdote o pelo ruivo, é impuro.

  37. 37

    Mas se lhe parecer que a tinha está detida, e que saiu nela o pelo negro, a tinha está sarada; ele está limpo, e por limpo o dará o sacerdote.

  38. 38

    Também o homem ou mulher, quando na pele de sua carne tiver machas, machas brancas,

  39. 39

    O sacerdote olhará: e se na pele de sua carne parecerem machas brancas algo escurecidas, é impigem que brotou na pele, está limpa a pessoa.

  40. 40

    E o homem, quando se lhe cair os cabelos da cabeça, é calvo, mas limpo.

  41. 41

    E se à parte de seu rosto se lhe cair os cabelos da cabeça, é calvo pela frente, mas limpo.

  42. 42

    Mas quando na calva ou na calva da frente houver chaga branca avermelhada, lepra é que brota em sua calva ou em sua calva da frente.

  43. 43

    Então o sacerdote o olhará, e se parecer a inchaço da chaga branca avermelhada em sua calva ou em sua calva da frente, como o parecer da lepra da pele da carne,

  44. 44

    Leproso é, é impuro; o sacerdote o dará logo por impuro; em sua cabeça tem sua chaga.

  45. 45

    E o leproso em quem houver chaga, suas roupas serão derrotados e sua cabeça descoberta, e com o lábio superior coberto proclamará: -Imundo! -Imundo!

  46. 46

    Durante todo o tempo que a chaga estiver nele será imundo; estará impuro: habitará sozinho; fora do acampamento será sua morada.

  47. 47

    E quando na roupa houver praga de lepra, em vestido de lã, ou em vestido de linho;

  48. 48

    Ou na urdidura ou em trama, de linho ou de lã, ou em pele, ou em qualquer obra de pele;

  49. 49

    E que a praga seja verde, ou vermelha, em roupa ou em pele, ou na urdidura, ou em trama, ou em qualquer obra de pele; praga é de lepra, e se há de mostrar ao sacerdote.

  50. 50

    E o sacerdote olhará a praga, e encerrará a coisa que tem praga por sete dias.

  51. 51

    E ao sétimo dia olhará a praga: e se houver estendido a praga na roupa, ou urdidura, ou na trama, ou em pele, ou em qualquer obra que se faz de peles, lepra roedora é a praga; impura será.

  52. 52

    Será queimada a roupa, ou urdidura ou trama, de lã ou de linho, ou qualquer obra de peles em que houver tal praga; porque lepra roedora é; ao fogo será queimada.

  53. 53

    E se o sacerdote olhar, e não parecer que a praga se tenha estendido na roupa, ou urdidura, ou na trama, ou em qualquer obra de peles;

  54. 54

    Então o sacerdote mandará que lavem onde está a praga, e o encerrará outra vez por sete dias.

  55. 55

    E o sacerdote olhará depois que a praga for lavada; e se parecer que a praga não mudou seu aspecto, ainda que não tenha estendido a praga, impura é; a queimarás ao fogo; corrosão é penetrante, esteja o estragado na face ou no verso daquela coisa.

  56. 56

    Mas se o sacerdote a vir, e parecer que a praga se escureceu depois que foi lavada, a cortará da roupa, ou da pele, ou da urdidura, ou da trama.

  57. 57

    E se parecer mais no vestido, ou urdidura, ou trama, ou em qualquer coisa de peles, esverdeando nela, queimarás ao fogo aquilo onde estiver a praga.

  58. 58

    Porém a roupa, ou urdidura, ou trama, ou qualquer coisa de pele que lavares, e que se lhe tirar a praga, se lavará segunda vez, e então será limpa.

  59. 59

    Esta é a lei da praga da lepra da roupa de lã ou de linho, ou da urdidura, ou da trama, ou de qualquer coisa de pele, para que seja dada por limpa ou por impura.

Atos 19

  1. 1

    E enquanto Apolo estava em Corinto, aconteceu que, tendo Paulo passado por todas as regiões altas, ele veio a Éfeso; e achando [ali] alguns discípulos,

  2. 2

    Disse-lhes: Vós [já] recebestes o Espírito Santo [desde que] crestes? E eles lhe disseram: Nós nem tínhamos ouvido falar que havia Espírito Santo.

  3. 3

    E ele lhes disse: Em que vós fostes batizados? E eles disseram: No batismo de João.

  4. 4

    Então Paulo disse: João verdadeiramente batizou [com] o batismo do arrependimento, dizendo ao povo que cressem naquele que viria após ele, isto é, em Jesus Cristo.

  5. 5

    Ao ouvirem [isto] , eles foram batizados no nome do Senhor Jesus.

  6. 6

    E Paulo, impondo-lhes as mãos, veio sobre eles o Espírito Santo; e falavam em línguas, e profetizavam.

  7. 7

    E todos os homens eram cerca de doze.

  8. 8

    E ele, entrando na sinagoga, falava ousadamente durante três meses, disputando e persuadindo as coisas do Reino de Deus.

  9. 9

    Mas quando alguns se endureceram, e não creram, e falando mal do Caminho diante da multidão, ele se desviou deles; e separou aos discípulos, disputando a cada dia na escola de um certo Tirano.

  10. 10

    E isto aconteceu durante dois anos; de tal maneira que todos os que habitavam na Ásia tinham ouvido a palavra do Senhor Jesus, tanto judeus como gregos.

  11. 11

    E Deus fazia milagres extraordinários pelas mãos de Paulo,

  12. 12

    De tal maneira que até os lenços e aventais de seu corpo eram levados aos enfermos, e as doenças os deixavam, e os espíritos malignos saíam deles.

  13. 13

    E alguns exorcistas dos judeus, itinerantes, tentaram invocar o nome do Senhor Jesus sobre os que tinham espíritos malignos, dizendo: Nós vos repreendemos por Jesus, a quem Paulo prega.

  14. 14

    E eram sete filhos de Ceva, judeu, chefe dos sacerdotes, os que faziam isto.

  15. 15

    Mas o espírito maligno respondeu: Eu conheço Jesus, e sei quem é Paulo; mas vós, quem sois?

  16. 16

    E o homem em quem estava o espírito maligno saltou sobre eles, e dominando-os, foi mais forte do que eles; de tal maneira que eles fugiram nus e feridos daquela casa.

  17. 17

    E isto se fez conhecido a todos que habitavam em Éfeso, tanto a judeus como a gregos; e caiu temor sobre todos eles; e [assim] foi engrandecido o nome do Senhor Jesus.

  18. 18

    E muitos dos que criam vinham, confessando e declararando as suas atitudes.

  19. 19

    Também muitos dos que praticavam ocultismo trouxeram seus livros, e [os] queimaram na presença de todos; e calcularam o preço deles, e acharam que [custavam] cinquenta mil [moedas] de prata.

  20. 20

    Assim a palavra do Senhor crescia e prevalecia poderosamente.

  21. 21

    E quando se cumpriram estas coisas, Paulo propôs em espírito que, passando pela Macedônia e Acaia, ir até Jerusalém, dizendo: Depois de eu estar lá, também tenho que ver Roma.

  22. 22

    E ele, tendo enviado à Macedônia dois daqueles que o serviam, Timóteo e Erasto, ele ficou por [algum] tempo na Ásia.

  23. 23

    Mas naquele tempo aconteceu um não pequeno alvoroço quanto ao Caminho .

  24. 24

    Porque um certo artífice de prata, de nome Demétrio, que fazia objetos de prata para o templo de Diana , e dava não pouco lucro aos artesãos.

  25. 25

    Aos quais, tendo os reunido com os trabalhadores de semelhantes coisas, disse: Homens, vós sabeis que deste ofício temos nossa prosperidade.

  26. 26

    E vós estais vendo e ouvindo que este Paulo, não somente em Éfeso, mas até quase em toda a Ásia, tem persuadido e apartado uma grande multidão, dizendo que não são deuses os que são feitos com as mãos.

  27. 27

    E não somente há perigo de que isto torne [nosso] ofício em desprezo, mas também que [até] o tempo da grande deusa Diana seja considerado inútil, e que a grandiosidade dela, a quem toda a Ásia e o mundo venera, venha a ser destruída.

  28. 28

    E eles, ao ouvirem [estas coisas] ,encheram-se de ira, e clamaram, dizendo: Grande é a Diana dos efésios!

  29. 29

    E toda a cidade se encheu de tumulto, e em concordância eles invadiram ao teatro, tomando consigo Gaio e Aristarco, macedônios, companheiros de Paulo na viagem.

  30. 30

    E Paulo, querendo comparecer diante do povo, os discípulos não o permitiram.

  31. 31

    E também alguns dos líderes da Ásia, que eram amigos dele, enviaram-lhe [aviso] , rogando[-lhe] para que não se apresentasse no teatro.

  32. 32

    Então gritavam, [alguns de uma maneira] , outros de outra; porque a aglomeração estava confusa; e a maioria não sabia por que causa estavam aglomerados.

  33. 33

    E tiraram da multidão a Alexandre, os judeus o pondo para a frente. E Alexandre, acenando com a mão, queria [se] defender ao povo.

  34. 34

    Mas ao saberem que ele era judeu, levantou-se uma voz de todos, clamando por cerca de duas horas: Grande é a Diana dos efésios!

  35. 35

    E o escrivão, tendo apaziguado a multidão, disse: Homens efésios, quem não sabe que a cidade dos efésios é a guardadora do templo da grande deusa Diana, e da [imagem] que desceu do céu?

  36. 36

    Portanto, sendo que estas coisas não podem ser contraditas, vós deveis vos acalmar, e nada façais precipitadamente;

  37. 37

    Porque vós trouxestes [aqui] estes homens, que nem são sacrílegos, nem blasfemam de vossa deusa.

  38. 38

    Então se Demétrio e os artesãos que estão com ele tem algum assunto contra ele, os tribunais estão abertos, e há procônsules; que se acusem uns aos outros.

  39. 39

    E se procurais alguma outra coisa, será decidido em uma reunião legalizada.

  40. 40

    Porque corremos perigo de que hoje sejamos acusados de rebelião, tendo causa nenhuma para dar como explicação para este tumulto.

  41. 41

    E tendo dito isto, despediu o ajuntamento.

Ligações: OpenBible.info (votos somam as duas direções; um trecho conta pelo primeiro versículo). Texto: Bíblia Livre (BLIVRE).

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