Levítico 13 e Lucas 5
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Levítico 13
- 1
E falou o SENHOR a Moisés e a Arão, dizendo:
- 2
Quando o homem tiver na pele de sua carne inchaço, ou pústula, ou mancha branca, e houver na pele de sua carne como chaga de lepra, será trazido a Arão o sacerdote, ou a um dos sacerdotes seus filhos:
- 3
E o sacerdote olhará a chaga na pele da carne: se o pelo na chaga se tornou branco, e parecer a chaga mais profunda que a pele da carne, chaga de lepra é; e o sacerdote lhe reconhecerá, e lhe dará por impuro.
- 4
E se na pele de sua carne houver mancha branca, mas não parecer mais profunda que a pele, nem seu pelo se houver tornado branco, então o sacerdote encerrará ao que tem chagas por sete dias;
- 5
E ao sétimo dia o sacerdote o olhará; e se a chaga a seu parecer se houver parado, não havendo-se estendido na pele, então o sacerdote lhe voltará a encerrar por outros sete dias.
- 6
E ao sétimo dia o sacerdote lhe reconhecerá de novo; e se parece haver-se escurecido a chaga, e que não estendeu na pele, então o sacerdote o dará por limpo: era pústula; e lavará suas roupas, e será limpo.
- 7
Mas se houver ido crescendo a pústula na pele, depois que foi mostrado ao sacerdote para ser limpo, será visto outra vez pelo sacerdote:
- 8
E se reconhecendo-o o sacerdote, vê que a pústula cresceu na pele, o sacerdote o dará por impuro: é lepra.
- 9
Quando houver chaga de lepra no homem, será trazido ao sacerdote;
- 10
E o sacerdote olhará, e se parecer inchaço branco na pele, o qual tenha mudado a cor do pelo, e se descobre também a carne viva,
- 11
Lepra é envelhecida na pele de sua carne; e lhe dará por impuro o sacerdote, e não lhe encerrará, porque é impuro.
- 12
Mas se brotar a lepra estendendo pela pele, e ela cobrir toda a pele do que tem chagas desde sua cabeça até seus pés, a toda vista de olhos do sacerdote;
- 13
Então o sacerdote lhe reconhecerá; e se a lepra houver coberto toda sua carne, dará por limpo ao que tem chagas: tornou-se toda ela branca; e ele é limpo.
- 14
Mas o dia que parecer nele a carne viva, será impuro.
- 15
E o sacerdote olhará a carne viva, e o dará por impuro. É impura a carne viva: é lepra.
- 16
Mas quando a carne viva se mudar e tornar branca, então virá ao sacerdote;
- 17
E o sacerdote olhará, e se a chaga se houver tornado branca, o sacerdote dará por limpo ao que tinha a chaga, e será limpo.
- 18
E quando na carne, em sua pele, houver úlcera, e se sarar,
- 19
E suceder no lugar da úlcera inchaço branco, ou mancha branca avermelhada, será mostrado ao sacerdote:
- 20
E o sacerdote olhará; e se parecer estar mais baixa que sua pele, e seu pelo se houver tornado branco, o dará o sacerdote por impuro: é chaga de lepra que se originou na úlcera.
- 21
E se o sacerdote a considerar, e não parecer nela pelo branco, nem estiver mais baixa que a pele, mas sim escura, então o sacerdote o encerrará por sete dias:
- 22
E se se for estendendo pela pele, então o sacerdote o dará por impuro: é chaga.
- 23
Porém se a mancha branca estiver em seu lugar, que não tenha estendido, é a cicatriz da úlcera; e o sacerdote o dará por limpo.
- 24
Assim quando a carne tiver em sua pele queimadura de fogo, e houver no sarado do fogo mancha esbranquiçada, avermelhada ou branca,
- 25
O sacerdote a olhará; e se o pelo se houver tornado branco na mancha, e parecer estar mais profunda que a pele, é lepra que saiu na queimadura; e o sacerdote declarará ao sujeito impuro, por ser chaga de lepra.
- 26
Mas se o sacerdote a olhar, e não parecer na mancha pelo branco, nem estiver mais baixa que a pele, mas sim que está escura, lhe encerrará o sacerdote por sete dias;
- 27
E ao sétimo dia o sacerdote a reconhecerá: se se houver ido estendendo pela pele, o sacerdote o dará por impuro: é chaga de lepra.
- 28
Porém se a mancha estiver em seu lugar, e não se houver estendido na pele, a não ser que está escura, inchaço é da queimadura: o dará o sacerdote por limpo; que sinal da queimadura é.
- 29
E ao homem ou mulher que lhe sair chaga na cabeça, ou no queixo,
- 30
O sacerdote olhará a chaga; e se parecer estar mais profunda que a pele, e o pelo nela fora ruivo e fino, então o sacerdote o dará por impuro: é tinha, é lepra da cabeça ou do queixo.
- 31
Mas quando o sacerdote houver olhado a chaga da tinha, e não parecer estar mais profunda que a pele, nem for nela pelo negro, o sacerdote encerrará ao que tem chagas da tinha por sete dias:
- 32
E ao sétimo dia o sacerdote olhará a chaga: e se a tinha não parecer haver-se estendido, nem houver nela pelo ruivo, nem parecer a tinha mais profunda que a pele,
- 33
Então o raparão, mas não raparão o lugar da tinha: e encerrará o sacerdote ao que tem a tinha por outros sete dias.
- 34
E ao sétimo dia olhará o sacerdote a tinha; e se a tinha não houver estendido na pele, nem parecer estar mais profunda que a pele, o sacerdote o dará por limpo; e lavará suas roupas, e será limpo.
- 35
Porém se a tinha se houver ido estendendo na pele depois de sua purificação,
- 36
Então o sacerdote a olhará; e se a tinha houver estendido na pele, não busque o sacerdote o pelo ruivo, é impuro.
- 37
Mas se lhe parecer que a tinha está detida, e que saiu nela o pelo negro, a tinha está sarada; ele está limpo, e por limpo o dará o sacerdote.
- 38
Também o homem ou mulher, quando na pele de sua carne tiver machas, machas brancas,
- 39
O sacerdote olhará: e se na pele de sua carne parecerem machas brancas algo escurecidas, é impigem que brotou na pele, está limpa a pessoa.
- 40
E o homem, quando se lhe cair os cabelos da cabeça, é calvo, mas limpo.
- 41
E se à parte de seu rosto se lhe cair os cabelos da cabeça, é calvo pela frente, mas limpo.
- 42
Mas quando na calva ou na calva da frente houver chaga branca avermelhada, lepra é que brota em sua calva ou em sua calva da frente.
- 43
Então o sacerdote o olhará, e se parecer a inchaço da chaga branca avermelhada em sua calva ou em sua calva da frente, como o parecer da lepra da pele da carne,
- 44
Leproso é, é impuro; o sacerdote o dará logo por impuro; em sua cabeça tem sua chaga.
- 45
E o leproso em quem houver chaga, suas roupas serão derrotados e sua cabeça descoberta, e com o lábio superior coberto proclamará: -Imundo! -Imundo!
- 46
Durante todo o tempo que a chaga estiver nele será imundo; estará impuro: habitará sozinho; fora do acampamento será sua morada.
- 47
E quando na roupa houver praga de lepra, em vestido de lã, ou em vestido de linho;
- 48
Ou na urdidura ou em trama, de linho ou de lã, ou em pele, ou em qualquer obra de pele;
- 49
E que a praga seja verde, ou vermelha, em roupa ou em pele, ou na urdidura, ou em trama, ou em qualquer obra de pele; praga é de lepra, e se há de mostrar ao sacerdote.
- 50
E o sacerdote olhará a praga, e encerrará a coisa que tem praga por sete dias.
- 51
E ao sétimo dia olhará a praga: e se houver estendido a praga na roupa, ou urdidura, ou na trama, ou em pele, ou em qualquer obra que se faz de peles, lepra roedora é a praga; impura será.
- 52
Será queimada a roupa, ou urdidura ou trama, de lã ou de linho, ou qualquer obra de peles em que houver tal praga; porque lepra roedora é; ao fogo será queimada.
- 53
E se o sacerdote olhar, e não parecer que a praga se tenha estendido na roupa, ou urdidura, ou na trama, ou em qualquer obra de peles;
- 54
Então o sacerdote mandará que lavem onde está a praga, e o encerrará outra vez por sete dias.
- 55
E o sacerdote olhará depois que a praga for lavada; e se parecer que a praga não mudou seu aspecto, ainda que não tenha estendido a praga, impura é; a queimarás ao fogo; corrosão é penetrante, esteja o estragado na face ou no verso daquela coisa.
- 56
Mas se o sacerdote a vir, e parecer que a praga se escureceu depois que foi lavada, a cortará da roupa, ou da pele, ou da urdidura, ou da trama.
- 57
E se parecer mais no vestido, ou urdidura, ou trama, ou em qualquer coisa de peles, esverdeando nela, queimarás ao fogo aquilo onde estiver a praga.
- 58
Porém a roupa, ou urdidura, ou trama, ou qualquer coisa de pele que lavares, e que se lhe tirar a praga, se lavará segunda vez, e então será limpa.
- 59
Esta é a lei da praga da lepra da roupa de lã ou de linho, ou da urdidura, ou da trama, ou de qualquer coisa de pele, para que seja dada por limpa ou por impura.
Lucas 5
- 1
E aconteceu que as multidões o comprimiam para ouvir a palavra de Deus, quando ele estava junto ao lago de Genesaré.
- 2
Então ele viu dois barcos que estavam próximos [da margem] do lago, e os pescadores haviam descido deles, e estavam lavando as redes.
- 3
Ele entrou num daqueles barcos, que era o de Simão, e lhe pediu que o afastasse um pouco da terra. Depois se sentou, e do barco ensinou às multidões.
- 4
Quando acabou de falar, disse a Simão: Vai à água profunda, e lançai as vossas redes para pescar.
- 5
Simão lhe respondeu: Mestre, trabalhamos toda a noite, mas nada pegamos; mas pela tua palavra lançarei a rede.
- 6
Eles fizeram assim, e recolheram grande quantidade de peixes, e sua rede estava se rompendo.
- 7
Então acenaram aos companheiros que estavam no outro barco, para que viessem os ajudar. Vieram, e encheram ambos os barcos, de tal maneira que quase afundavam.
- 8
Quando Simão Pedro viu[isso] , prostrou-se aos pés de Jesus, dizendo: Afasta-te de mim, Senhor, porque sou um homem pecador.
- 9
Pois ele estava cheio de espanto, como todos os que estavam com ele, por causa da coleta de peixes que haviam feito.
- 10
E semelhantemente, também, Tiago e João, filhos de Zebedeu, que eram colegas de Simão. E Jesus disse a Simão: Não temas, de agora em diante pescarás gente.
- 11
Eles levaram os barcos para a terra, deixaram tudo, e o seguiram.
- 12
E aconteceu que, quando ele estava numa daquelas cidades, eis que um homem cheio de lepra viu Jesus; então prostrou-se sobre o rosto, e lhe rogou, dizendo: Senhor, se quiseres, podes me tornar limpo.
- 13
Ele estendeu a mão, e o tocou, dizendo: Quero; sê limpo. E logo a lepra desapareceu dele.
- 14
E mandou-lhe que não o dissesse a ninguém: Mas vai, mostra-te ao sacerdote, e oferece por tua purificação, como Moisés mandou, para lhes dar testemunho.
- 15
Porém a sua fama se espalhava ainda mais; e ajuntavam-se muitas multidões para o ouvir, e para serem por ele curadas de suas enfermidades.
- 16
Porém ele se retirava para os desertos, e [ali] orava.
- 17
E aconteceu num daqueles dias que estava ensinando, e estavam [ali] sentados fariseus e instrutores da lei, que tinham vindo de todas as aldeias da Galileia, da Judeia, e de Jerusalém; e o poder do Senhor estava [ali] para os curar.
- 18
E eis que uns homens traziam numa cama um homem que estava paralítico; e procuravam levá-lo para dentro, a fim de o porem diante dele.
- 19
Como não acharam por onde pudessem levá-lo para dentro, por causa da multidão, subiram ao telhado, e pelas telhas o baixaram com o leito para o meio [do povo] , diante de Jesus.
- 20
Ele viu a fé deles, e disse-lhe: Homem, teus pecados são perdoados.
- 21
E os escribas e os fariseus começaram a questionar, dizendo: Quem é este que fala blasfêmias? Quem pode perdoar pecados, senão só Deus?
- 22
Porém Jesus, conhecendo os seus pensamentos, respondeu-lhes: O que pensais em vossos corações?
- 23
O que é mais fácil? Dizer: Teus pecados são perdoados? Ou dizer: Levanta-te, e anda?
- 24
Para que saibais que o Filho do homem tem poder sobre a terra para perdoar pecados, (disse ao paralítico:) Eu te digo, levanta-te, toma o teu leito, e vai para a tua casa.
- 25
E ele levantou-se imediatamente diante deles, tomou o [leito] em que estava deitado, e foi para a sua casa, glorificando a Deus.
- 26
E todos ficaram admirados, e glorificaram a Deus; e ficaram cheios de temor, dizendo: Hoje vimos maravilhas!
- 27
Depois destas coisas, ele saiu; e viu um publicano, chamado Levi, sentado na coletoria de tributos, e disse-lhe: Segue-me.
- 28
Ele deixou tudo, levantou-se, e o seguiu.
- 29
E Levi lhe fez um grande banquete em sua casa; e havia [ali] uma grande multidão de publicanos e de outros que estavam sentados com eles [à mesa] .
- 30
E seus escribas e fariseus murmuravam contra os seus discípulos, dizendo: Por que comeis e bebeis com publicanos e pecadores?
- 31
Jesus lhes respondeu: Os que estão sãos não precisam de médico, mas sim os que estão doentes.
- 32
Eu não vim para chamar os justos, mas sim, os pecadores, ao arrependimento.
- 33
Então eles lhe disseram: Por que os discípulos de João jejuam muitas vezes, e fazem orações, como também os dos fariseus, mas os teus comem e bebem?
- 34
Mas ele lhes disse: Podeis vós fazer jejuar os convidados do casamento, enquanto o noivo está com eles?
- 35
Porém virão dias em que o esposo lhes será tirado; então naqueles dias jejuarão.
- 36
E dizia-lhes também uma parábola: Ninguém põe remendo de pano novo em roupa velha; de outra maneira, o novo rompe, e o remendo do novo não será adequado ao velho.
- 37
E ninguém põe vinho novo em odres velhos; de outra maneira, o vinho novo romperá os odres, e se derramará, e os odres são destruídos.
- 38
Mas o vinho novo deve ser posto em odres novos, e ambos se conservam.
- 39
E ninguém que beber do velho quer logo o novo; porque diz: O velho é melhor.
Ligações: OpenBible.info (votos somam as duas direções; um trecho conta pelo primeiro versículo). Texto: Bíblia Livre (BLIVRE).