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Levítico 5 e Atos 23

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  1. Levítico 5:4 e Atos 23:124 votos

Levítico 5

  1. 1

    E quando alguma pessoa pecar, que houver ouvido a voz do que jurou, e ele for testemunha que viu, ou soube, se não o denunciar, ele levará seu pecado.

  2. 2

    Também a pessoa que houver tocado em qualquer coisa imunda, seja corpo morto de animal selvagem impuro, ou corpo morto de animal doméstico impuro, ou corpo morto de réptil impuro, ainda que não o soubesse, será impura e haverá transgredido:

  3. 3

    Ou se tocar a homem impuro em qualquer impureza sua de que é impuro, e não o deixar de ver; se depois chega a sabê-lo, será culpável.

  4. 4

    Também a pessoa que jurar precipitadamente com seus lábios fazer mal ou bem, em quaisquer coisas que o homem profere com juramento, e ele não o conhecer; se depois o entende, será culpado em uma destas coisas.

  5. 5

    E será que quando pecar em alguma destas coisas, confessará aquilo em que pecou:

  6. 6

    E para sua expiação trará ao SENHOR por seu pecado que cometeu, uma fêmea dos rebanhos, uma cordeira ou uma cabra como oferta de expiação; e o sacerdote fará expiação por ele de seu pecado.

  7. 7

    E se não lhe alcançar para um cordeiro, trará em expiação por seu pecado que cometeu, duas rolinhas ou dois pombinhos ao SENHOR; um para expiação, e o outro para holocausto.

  8. 8

    E há de trazê-los ao sacerdote, o qual oferecerá primeiro o que é para expiação, e desunirá sua cabeça de seu pescoço, mas não a separará por completo:

  9. 9

    E espargirá do sangue da expiação sobre a parede do altar; e o que sobrar do sangue o espremerá ao pé do altar; é expiação.

  10. 10

    E do outro fará holocausto conforme o rito; e fará por ele o sacerdote expiação de seu pecado que cometeu, e será perdoado.

  11. 11

    Mas se sua possibilidade não alcançar para duas rolinhas, ou dois pombinhos, o que pecou trará por sua oferta a décima parte de um efa de boa farinha por expiação. Não porá sobre ela azeite, nem sobre ela porá incenso, porque é expiação.

  12. 12

    Ele a trará, pois, ao sacerdote, e o sacerdote tomará dela seu punho cheio, em memória sua, e a fará arder no altar sobre as ofertas acendidas ao SENHOR: é expiação.

  13. 13

    E fará o sacerdote expiação por ele de seu pecado que cometeu em alguma destas coisas, e será perdoado; e o excedente será do sacerdote, como a oferta de alimentos.

  14. 14

    Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo:

  15. 15

    Quando alguma pessoa cometer falta, e pecar por acidente nas coisas santificadas ao SENHOR, trará sua expiação ao SENHOR, um carneiro sem mácula dos rebanhos, conforme tua avaliação, em siclos de prata do siclo do santuário, em oferta pelo pecado;

  16. 16

    E pagará aquilo das coisas santas em que houver pecado, e acrescentará a ele o quinto, e o dará ao sacerdote: e o sacerdote fará expiação por ele com o carneiro do sacrifício pelo pecado, e será perdoado.

  17. 17

    Finalmente, se uma pessoa pecar, ou fizer alguma de todas aquelas coisas que por mandamento do SENHOR não se devem fazer, ainda sem fazê-lo de propósito, é culpável, e levará seu pecado.

  18. 18

    Trará, pois, ao sacerdote por expiação, segundo tu o estimes, um carneiro sem mácula dos rebanhos: e o sacerdote fará expiação por ele de seu erro que cometeu por ignorância, e será perdoado.

  19. 19

    É infração, e certamente transgrediu contra o SENHOR.

Atos 23

  1. 1

    E Paulo, olhando fixamente para o supremo conselho, disse: Homens irmãos, com toda boa consciência eu tenho andado diante de Deus até o dia de hoje.

  2. 2

    Mas o sumo sacerdote Ananias mandou aos que estavam perto dele, que o espancassem na boca.

  3. 3

    Então Paulo lhe disse: Deus vai te espancar, parede caiada! Estás tu [aqui] sentado para me julgar conforme a Lei, e contra a Lei mandas me espancarem?

  4. 4

    E os que estavam ali disseram: Tu insultas ao sumo sacerdote de Deus?

  5. 5

    E Paulo disse: Eu não sabia, irmãos, que ele era o sumo sacerdote; porque está escrito: Não falarás mal do chefe do teu povo.

  6. 6

    E Paulo, sabendo que uma parte era de saduceus, e outra de fariseus, ele clamou no supremo conselho: Homens irmãos, eu sou fariseu, filho de fariseu; pela esperança e ressurreição dos mortos eu estou sendo julgado.

  7. 7

    E ele, tendo dito isto, houve uma confusão entre os fariseus e saduceus; e a multidão se dividiu;

  8. 8

    Porque os saduceus dizem que não há ressurreição, nem anjo ou espírito; mas os fariseus declaram ambas.

  9. 9

    E houve uma grande gritaria; e levantando-se os escribas da parte dos fariseus, disputavam, dizendo: Nenhum mal achamos neste homem; e se algum espírito ou anjo falou com ele, não briguemos contra Deus.

  10. 10

    E havendo grande confusão, o comandante, temendo que Paulo não fosse despedaçado por eles, mandou descer a tropa, e tirá-lo do meio deles, e levá-lo à área fortificada.

  11. 11

    E [n] a noite seguinte o Senhor, aparecendo-lhe, disse: Tem bom ânimo, Paulo! Porque assim como deste testemunho de mim em Jerusalém, assim é necessário que tu dês testemunho também em Roma.

  12. 12

    E tendo vindo o dia, alguns dos judeus fizeram uma conspiração, e prestaram juramento sob pena de maldição, dizendo que não comeriam nem beberiam enquanto não matassem a Paulo.

  13. 13

    E eram mais de quarenta os que fizeram este juramento.

  14. 14

    Os quais foram até os chefes dos sacerdotes e os anciãos, [e] disseram: Fizemos juramento sob pena de maldição, de que nada experimentaremos enquanto não matarmos a Paulo.

  15. 15

    Agora, pois, vós, com o supremo conselho, informai ao comandante que amanhã ele o traga perante vós, como se fosse para que investigueis mais detalhadamente; e antes que ele chegue, estaremos prontos para o matar.

  16. 16

    E o filho da irmã de Paulo, tendo ouvido esta cilada, veio e entrou na área fortificada, e avisou a Paulo.

  17. 17

    E Paulo, tendo chamado a si um dos centuriões, disse: Leva este rapaz ao comandante, porque ele tem algo para lhe avisar.

  18. 18

    Então ele o tomou, levou ao comandante, e disse: O prisioneiro Paulo, tendo me chamado, rogou [-me] que eu te trouxesse este rapaz, que tem algo a te dizer.

  19. 19

    E o comandante, tomando-o pela mão, e indo para um lugar reservado, perguntou [-lhe] : O que tens para me avisar?

  20. 20

    E ele disse: Os judeus combinaram de te pedirem que amanhã tu leves a Paulo ao supremo conselho, como se fosse para que lhe perguntem mais detalhadamente;

  21. 21

    Porém tu, não acredites neles; porque mais de quarenta homens deles estão lhe preparando cilada, os quais sob pena de maldição fizeram juramento para não comerem nem beberem enquanto não o tiverem matado; e eles já estão preparados, esperando de ti a promessa.

  22. 22

    Então o comandante despediu ao rapaz, mandando [-lhe] : A ninguém digas que tu me revelaste estas coisas.

  23. 23

    E ele, chamando a si certos dois dos centuriões, disse: Aprontai duzentos soldados para irem até Cesareia; e setenta cavaleiros, e duzentos arqueiros, a partir das terceira hora da noite.

  24. 24

    E preparem animais para cavalgarem, para que pondo neles a Paulo, levem [-no] a salvo ao governador Félix.

  25. 25

    E ele [lhe] escreveu uma carta, que continha este aspecto:

  26. 26

    Cláudio Lísias, a Félix, excelentíssimo governador, saudações.

  27. 27

    Este homem foi preso pelos judeus, e estando já a ponte de o matarem, eu vim com a tropa e [o] tomei, ao ser informado que ele era romano.

  28. 28

    E eu, querendo saber a causa por que o acusavam, levei-o ao supremo conselho deles.

  29. 29

    O qual eu achei que acusavam de algumas questões da Lei deles; mas que nenhum crime digno de morte ou de prisão havia contra ele.

  30. 30

    E tendo sido avisado de que os judeus estavam para pôr uma cilada contra este homem, logo eu [o] enviei a ti, mandando também aos acusadores que diante de ti digam o que [tiverem] contra ele. Que tu estejas bem.

  31. 31

    Tendo então os soldados tomado a Paulo, assim como lhes tinha sido ordenado, trouxeram-no durante a noite a Antipátride.

  32. 32

    E no [dia] seguinte, deixando irem com ele os cavaleiros, voltaram à área fortificada.

  33. 33

    Os quais, tendo chegado a Cesareia, e entregado a carta ao governador, apresentaram-lhe também a Paulo.

  34. 34

    E o governador, tendo lido [a carta] , perguntou de que província ele era; e ao entender que [era] da Cilícia,

  35. 35

    disse: “Eu te ouvirei quando também chegarem os teus acusadores”. E mandou que o guardassem no palácio de Herodes.

Ligações: OpenBible.info (votos somam as duas direções; um trecho conta pelo primeiro versículo). Texto: Bíblia Livre (BLIVRE).

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