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Mateus 13 e Marcos 4

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  1. Mateus 13:14 e Marcos 4:1242 votos
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  8. Mateus 13:12 e Marcos 4:2514 votos
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  12. Mateus 13:10 e Marcos 4:1011 votos
  13. Mateus 13:7 e Marcos 4:1810 votos
  14. Mateus 13:9 e Marcos 4:910 votos
  15. Mateus 13:11 e Marcos 4:1110 votos
  16. Mateus 13:19 e Marcos 4:410 votos
  17. Mateus 13:20 e Marcos 4:1610 votos
  18. Mateus 13:1 e Marcos 4:17 votos
  19. Mateus 13:10 e Marcos 4:337 votos
  20. Mateus 13:18 e Marcos 4:137 votos
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  32. Mateus 13:16 e Marcos 4:114 votos
  33. Mateus 13:30 e Marcos 4:294 votos
  34. Mateus 13:36 e Marcos 4:344 votos
  35. Mateus 13:40 e Marcos 4:294 votos
  36. Mateus 13:51 e Marcos 4:134 votos
  37. Mateus 13:51 e Marcos 4:344 votos
  38. Mateus 13:5 e Marcos 4:53 votos
  39. Mateus 13:7 e Marcos 4:73 votos
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  41. Mateus 13:10 e Marcos 4:23 votos
  42. Mateus 13:22 e Marcos 4:73 votos
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  45. Mateus 13:3 e Marcos 4:32 votos
  46. Mateus 13:3 e Marcos 4:262 votos
  47. Mateus 13:11 e Marcos 4:262 votos
  48. Mateus 13:20 e Marcos 4:52 votos
  49. Mateus 13:23 e Marcos 4:82 votos
  50. Mateus 13:24 e Marcos 4:32 votos
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  52. Mateus 13:31 e Marcos 4:262 votos
  53. Mateus 13:31 e Marcos 4:312 votos
  54. Mateus 13:33 e Marcos 4:262 votos
  55. Mateus 13:53 e Marcos 4:332 votos

Mateus 13

  1. 1

    Naquele dia, Jesus saiu de casa e se sentou junto ao mar.

  2. 2

    E ajuntaram-se perto dele tantas multidões, de maneira que ele entrou num barco e se sentou; e toda a multidão ficou na praia,

  3. 3

    E ele lhes falou muitas coisas por parábolas. Ele disse: Eis que o semeador saiu a semear.

  4. 4

    E enquanto semeava, caiu parte [das sementes] junto ao caminho, e vieram as aves e a comeram.

  5. 5

    E outra [parte] caiu entre pedras, onde não havia muita terra, e logo nasceu, porque não tinha terra funda.

  6. 6

    Mas quando o sol surgiu, queimou-se; e por não ter raiz, secou-se.

  7. 7

    E outra [parte] caiu entre espinhos, e os espinhos cresceram e a sufocaram.

  8. 8

    E outra [parte] caiu em boa terra, e rendeu fruto: um a cem, outro a sessenta, e outro a trinta.

  9. 9

    Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.

  10. 10

    Então os discípulos se aproximaram, e lhe perguntaram: Por que falas a eles por parábolas?

  11. 11

    E ele lhes respondeu: Porque a vós é dado saber os mistérios do Reino dos céus, mas a eles não é dado.

  12. 12

    Pois a quem tem, lhe será dado, e terá em abundância; mas a quem não tem, até aquilo que tem lhe será tirado.

  13. 13

    Por isso falo a eles por parábolas; porque vendo, não veem; e ouvindo, não ouvem, nem entendem.

  14. 14

    Assim neles se cumpre a profecia de Isaías, que diz: De fato ouvireis, mas não entendereis; De fato vereis, mas não percebereis.

  15. 15

    Porque o coração deste povo está insensível; Com seus ouvidos dificilmente ouvem, e seus olhos fecharam; A fim de não haver que seus olhos vejam, seus ouvidos ouçam, Seus corações entendam, e se arrependam, E eu os cure.

  16. 16

    Mas benditos são os vossos olhos, porque veem; e os vossos ouvidos, porque ouvem.

  17. 17

    Pois em verdade vos digo que muitos profetas e justos desejaram ver o que vós vedes, mas não viram; e [desejaram] ouvir o que vós ouvis, mas não ouviram.

  18. 18

    Portanto, ouvi vós a parábola do semeador:

  19. 19

    Quando alguém ouve a palavra do Reino e não a entende, o maligno vem e arranca o que foi semeado em seu coração; este é o que foi semeado junto ao caminho.

  20. 20

    E o que foi semeado entre as pedras é o que ouve a palavra, e logo a recebe com alegria,

  21. 21

    mas não tem raiz em si mesmo. Em vez disso, dura um pouco, mas quando vem a aflição ou a perseguição pela palavra, logo tropeça na fé.

  22. 22

    E o que foi semeado entre os espinhos é o que ouve a palavra, mas a ansiedade com o tempo presente e a sedução das riquezas sufocam a palavra, e fica sem dar fruto.

  23. 23

    Mas o que foi semeado em boa terra, este é o que ouve e entende a palavra, e o que dá e produz fruto, um a cem, outro a sessenta, e outro a trinta.

  24. 24

    E ele lhes declarou outra parábola, dizendo: O Reino dos céus é semelhante a um homem que semeia boa semente em seu campo,

  25. 25

    Mas, enquanto as pessoas dormiam, o inimigo dele veio, semeou joio entre o trigo, e foi embora.

  26. 26

    E, quando a erva cresceu e produziu fruto, então apareceu também o joio.

  27. 27

    Então os servos do dono da propriedade chegaram, e lhe perguntaram: “Senhor, não semeaste boa semente no teu campo? De onde, pois, veio o joio?”

  28. 28

    E ele lhes respondeu: “Um inimigo fez isto”. Em seguida, os servos lhe perguntaram: “Queres, pois, que vamos e o tiremos?”

  29. 29

    Ele, porém, lhes respondeu: “Não, para não haver que, enquanto tirais o joio, arranqueis com ele também o trigo.

  30. 30

    Deixai-os crescer ambos juntos até a colheita; e no tempo da colheita direi aos que colhem: ‘Recolhei primeiro o joio, e amarrai-o em molhos, para o queimarem; mas ao trigo ajuntai no meu celeiro’.”

  31. 31

    Ele lhes propôs outra parábola: O Reino dos céus é semelhante a um grão de mostarda que alguém tomou e semeou no seu campo.

  32. 32

    De fato, dentre todas as sementes, esta é a menor. Mas quando cresce, é a maior das hortaliças; e se torna [tamanha] árvore, que as aves do céu vêm e se aninham em seus ramos.

  33. 33

    Ele lhes disse outra parábola: O Reino dos céus é semelhante ao fermento que uma mulher tomou e misturou em três medidas de farinha, até que tudo ficasse fermentado.

  34. 34

    Tudo isto Jesus falou por parábolas às multidões. Sem parábolas ele não lhes falava,

  35. 35

    para que se cumprisse o que foi falado pelo profeta, que disse: Abrirei a minha boca em parábolas; Pronunciarei coisas escondidas desde a fundação do mundo.

  36. 36

    Então Jesus despediu as multidões, e foi para casa. Seus discípulos se aproximaram dele, e disseram: Explica-nos a parábola do joio do campo.

  37. 37

    E ele lhes respondeu: O que semeia a boa semente é o Filho do homem.

  38. 38

    E o campo é o mundo; e a boa semente, estes são os filhos do Reino; e o joio são os filhos do maligno.

  39. 39

    E o inimigo, que o semeou, é o diabo; e a colheita é o fim da era; e os que colhem são os anjos.

  40. 40

    Portanto, como o joio é colhido e queimado no fogo, assim também será no fim desta era.

  41. 41

    O Filho do homem enviará seus anjos, e eles recolherão do seu Reino todas as causas do pecado, assim como os que praticam injustiça,

  42. 42

    e os lançarão na fornalha de fogo. Ali haverá choro e ranger de dentes.

  43. 43

    Então os justos brilharão como o sol, no Reino de seu Pai. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.

  44. 44

    O Reino dos céus também é semelhante a um tesouro escondido num campo, que um homem, depois de achá-lo, escondeu. Então, em sua alegria, vai, vende tudo quanto tem, e compra aquele campo.

  45. 45

    O Reino dos céus também é semelhante a um homem negociante, que buscava boas pérolas.

  46. 46

    Quando este achou uma pérola de grande valor, foi, vendeu tudo quanto tinha, e a comprou.

  47. 47

    O Reino dos céus também é semelhante a uma rede lançada ao mar, que colhe toda espécie [de peixes] .

  48. 48

    E quando está cheia, [os pescadores] puxam-na à praia, sentam-se, e recolhem os bons em cestos, mas os ruins lançam fora.

  49. 49

    Assim será ao fim da era; os anjos sairão, e separarão dentre os justos os maus,

  50. 50

    e os lançarão na fornalha de fogo. Ali haverá choro e ranger de dentes.

  51. 51

    E Jesus lhes perguntou: Entendestes todas estas coisas?Eles lhe responderam: Sim, Senhor.

  52. 52

    E ele lhes disse: Portanto todo escriba que se tornou discípulo no Reino dos céus é semelhante a um chefe de casa, que do seu tesouro tira coisas novas e velhas.

  53. 53

    E aconteceu que, quando Jesus acabou essas parábolas, retirou-se dali.

  54. 54

    E vindo à sua terra, ensinava-os na sinagoga deles, de tal maneira que ficavam admirados, e diziam: De onde [vêm] a este tal sabedoria, e os milagres?

  55. 55

    Não é este o filho do carpinteiro? E não se chama sua mãe Maria, e seus irmãos Tiago, José, Simão, e Judas?

  56. 56

    Não estão todas as suas irmãs conosco? Ora, de onde [vem] a este tudo isto?

  57. 57

    E ofenderam-se por causa dele. Mas Jesus lhes disse: Não há profeta sem honra, a não ser em sua terra, e em sua casa.

  58. 58

    E não fez ali muitos milagres por causa da incredulidade deles.

Marcos 4

  1. 1

    [Jesus] começou outra vez a ensinar junto ao mar, e uma grande multidão se ajuntou a ele, de maneira que ele entrou num barco e ficou sentado no mar; e toda a multidão estava em terra junto ao mar.

  2. 2

    E ensinava-lhes muitas coisas por parábolas; e dizia-lhes em seu ensinamento:

  3. 3

    Ouvi: eis que o semeador saiu a semear;

  4. 4

    E aconteceu que, enquanto semeava, uma [parte das sementes] caiu junto ao caminho, e os pássaros do céu vieram, e a comeram.

  5. 5

    E outra caiu em pedregulhos, onde não havia muita terra; e logo nasceu, porque não tinha terra profunda.

  6. 6

    Mas, quando saiu o sol, queimou-se; e porque não tinha raiz, secou-se.

  7. 7

    E outra caiu entre espinhos; e os espinhos cresceram e a sufocaram, e não deu fruto.

  8. 8

    Mas outra caiu em boa terra, e deu fruto, que subiu, e cresceu; e um deu trinta, outro sessenta, e outro cem.

  9. 9

    E disse-lhes : Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.

  10. 10

    E quando [Jesus] esteve só, os que estavam junto dele, com os doze, perguntaram-lhe acerca da parábola .

  11. 11

    E respondeu-lhes: A vós é concedido saber o mistério do Reino de Deus; mas aos que são de fora, todas estas coisas se fazem por meio de parábolas;

  12. 12

    para que vendo, vejam, e não percebam; e ouvindo, ouçam, e não entendam; para não haver de se converterem, e lhes sejam perdoados os pecados .

  13. 13

    E disse-lhes: Não sabeis o significado desta parábola? Como, pois, entendereis todas as parábolas?

  14. 14

    O semeador semeia a palavra.

  15. 15

    E estes são os de junto ao caminho: nos quais a palavra é semeada; mas depois de a ouvirem, Satanás logo vem, e tira a palavra que foi semeada nos seus corações .

  16. 16

    E, semelhantemente, estes são os que se semeiam em pedregulhos: os que havendo ouvido a palavra, logo a recebem com alegria.

  17. 17

    Mas não têm raiz em si mesmos; em vez disso, são temporários. Depois, quando se levanta a tribulação ou a perseguição por causa da palavra, logo tropeçam na fé.

  18. 18

    E estes são os que se semeiam entre espinhos: os que ouvem a palavra;

  19. 19

    mas as preocupações deste mundo, a sedução das riquezas, e as cobiças por outras coisas, entram, sufocam a palavra, e ela fica sem gerar fruto.

  20. 20

    E estes são os que foram semeados em boa terra: os que ouvem a palavra, recebem-na, e dão fruto, um trinta, e outro sessenta, e outro cem.

  21. 21

    E ele lhes disse: Por acaso a lâmpada vem a ser posta debaixo de uma caixa ou sob da cama? Não deve ela ser posta na luminária?

  22. 22

    Pois não há nada encoberto que não haja de ser revelado; e nada se faz [para ficar] encoberto, mas sim, para ser vir à luz.

  23. 23

    Se alguém tem ouvidos para ouvir, ouça.

  24. 24

    E disse-lhes: Prestai atenção ao que ouvis: com a medida que medirdes a vós mesmos se medirá, e será acrescentado a vós que ouvis .

  25. 25

    Pois ao que tem, lhe será dado; e ao que não tem, até o que tem lhe será tirado.

  26. 26

    E dizia: Assim é o Reino de Deus, como se um homem lançasse semente na terra;

  27. 27

    e dormisse, e se levantasse, de noite e de dia, e a semente brotasse, e crescesse, sem que ele saiba como.

  28. 28

    Pois a terra de si mesma frutifica, primeiro a erva, depois a espiga, depois o grão cheio na espiga.

  29. 29

    E quando o fruto se mostra pronto, logo mete a foice, pois a colheita chegou.

  30. 30

    E dizia: A que assemelharemos o Reino de Deus? Ou com que parábola o compararemos?

  31. 31

    Com um grão da mostarda que, quando semeado na terra, é a menor de todas as sementes na terra.

  32. 32

    Mas, depois de semeado, cresce, e se torna a maior de todas as hortaliças, e cria grandes ramos, de maneira que os pássaros do céu podem fazer ninhos sob a sua sombra.

  33. 33

    E com muitas parábolas como essas [Jesus ] lhes falava a palavra, conforme o que podiam ouvir.

  34. 34

    E não lhes falava sem parábola; mas aos seus discípulos explicava tudo em particular.

  35. 35

    Naquele dia, chegando o entardecer, disse-lhes: Passemos para o outro lado.

  36. 36

    Então despediram a multidão, e o levaram consigo assim como estava no barco; mas havia também outros barquinhos com ele.

  37. 37

    E levantou-se uma grande tempestade de vento; as ondas atingiam por cima do barco, de maneira que já se enchia.

  38. 38

    [Jesus] estava na popa dormindo sobre uma almofada. Então despertaram-no, e disseram-lhe: Mestre, não te importas que pereçamos?

  39. 39

    Então ele se levantou, repreendeu o vento, e disse ao mar: Cala-te, aquieta-te! E o vento se aquietou, e fez-se grande bonança.

  40. 40

    E perguntou-lhes: Por que sois tão covardes? Como não tendes fé?

  41. 41

    E ficaram muito atemorizados, e diziam uns aos outros: Quem é este, que até o vento e o mar lhe obedecem?

Ligações: OpenBible.info (votos somam as duas direções; um trecho conta pelo primeiro versículo). Texto: Bíblia Livre (BLIVRE).

O nome da edição acompanha a leitura. Ler Open Nova Bíblia Viva · Ler Bíblia Livre.

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