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Números 23 e Jó 39

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  1. Números 23:22 e Jó 39:910 votos

Números 23

  1. 1

    E Balaão disse a Balaque: Edifica para mim aqui sete altares, e prepara-me aqui sete bezerros e sete carneiros.

  2. 2

    E Balaque fez como lhe disse Balaão: e ofereceram Balaque e Balaão um bezerro e um carneiro em cada altar.

  3. 3

    E Balaão disse a Balaque: Põe-te junto a teu holocausto, e eu irei: talvez o SENHOR me virá ao encontro, e qualquer um coisa que me mostrar, eu a contarei a ti. E assim se foi só.

  4. 4

    E veio Deus ao encontro de Balaão, e este lhe disse: Sete altares ordenei, e em cada altar ofereci um bezerro e um carneiro.

  5. 5

    E o SENHOR pôs palavra na boca de Balaão, e disse-lhe: Volta a Balaque, e hás de falar assim.

  6. 6

    E voltou a ele, e eis que estava ele junto a seu holocausto, ele e todos os príncipes de Moabe.

  7. 7

    E ele tomou sua parábola, e disse: De Arã me trouxe Balaque, rei de Moabe, dos montes do oriente: Vem, amaldiçoa para mim a Jacó; E vem, condena a Israel.

  8. 8

    Por que amaldiçoarei eu ao que Deus não amaldiçoou? E por que condenarei ao que o SENHOR não condenou?

  9. 9

    Porque do cume das penhas o verei, E desde as colinas o olharei: Eis aqui um povo que habitará confiante, e não será contado entre as nações.

  10. 10

    Quem contará o pó de Jacó, Ou o número da quarta parte de Israel? Morra minha pessoa da morte dos corretos, E meu fim seja como o seu.

  11. 11

    Então Balaque disse a Balaão: Que me fizeste? Tomei-te para que amaldiçoes a meus inimigos, e eis que proferiste bênçãos.

  12. 12

    E ele respondeu, e disse: Não observarei eu o que o SENHOR puser em minha boca para dizê-lo?

  13. 13

    E disse Balaque: Rogo-te que venhas comigo a outro lugar desde o qual o vejas; sua extremidade somente verás, que não o verás todo; e desde ali me o amaldiçoarás.

  14. 14

    E levou-o ao campo de Zofim, ao cume de Pisga, e edificou sete altares, e ofereceu um bezerro e um carneiro em cada altar.

  15. 15

    Então ele disse a Balaque: Põe-te aqui junto a teu holocausto, e eu irei a encontrar a Deus ali.

  16. 16

    E o SENHOR saiu ao encontro de Balaão, e pôs palavra em sua boca, e disse-lhe: Volta a Balaque, e assim dirás.

  17. 17

    E veio a ele, e eis que ele estava junto a seu holocausto, e com ele os príncipes de Moabe: e disse-lhe Balaque: Que disse o SENHOR?

  18. 18

    Então ele tomou sua parábola, e disse: Balaque, levanta-te e ouve; Escuta minhas palavras, filho de Zipor:

  19. 19

    Deus não é homem, para que minta; nem filho de homem para que se arrependa: ele disse, e não fará?; Falou, e não o executará?

  20. 20

    Eis que, eu tomei bênção: E ele abençoou, e não poderei revogá-la.

  21. 21

    Não notou iniquidade em Jacó, nem viu perversidade em Israel: o SENHOR seu Deus é com ele, E júbilo de rei nele.

  22. 22

    Deus os tirou do Egito; Tem forças como de boi selvagem.

  23. 23

    Porque em Jacó não há agouro, nem adivinhação em Israel: Como agora, será dito de Jacó e de Israel: O que fez Deus!

  24. 24

    Eis que o povo, que como leão se levantará, E como leão se erguerá: Não se deitará até que coma a presa, E beba o sangue dos mortos.

  25. 25

    Então Balaque disse a Balaão: Já que não o amaldiçoas, nem tampouco o abençoes.

  26. 26

    E Balaão respondeu, e disse a Balaque: Não te disse que tudo o que o SENHOR me disser, aquilo tenho de fazer?

  27. 27

    E disse Balaque a Balaão: Rogo-te que venhas, te levarei a outro lugar; porventura comparecerá bem a Deus que desde ali me o amaldiçoes.

  28. 28

    E Balaque levou a Balaão ao cume de Peor, que está voltado até Jesimom.

  29. 29

    Então Balaão disse a Balaque: Edifica para mim aqui sete altares, e prepara-me aqui sete bezerros e sete carneiros.

  30. 30

    E Balaque fez como Balaão lhe disse; e ofereceu um bezerro e um carneiro em cada altar.

Jó 39

  1. 1

    Sabes tu o tempo em que as cabras montesas dão filhotes? Ou observaste tu as cervas quando em trabalho de parto?

  2. 2

    Contaste os meses que elas cumprem, e sabes o tempo de seu parto?

  3. 3

    Quando se encurvam, produzem seus filhos, [e] lançam de si suas dores.

  4. 4

    Seus filhos se fortalecem, crescem como o trigo; saem, e nunca mais voltam a elas.

  5. 5

    Quem despediu livre ao asno montês? E quem ao asno selvagem soltou das ataduras?

  6. 6

    Ao qual eu dei a terra desabitada por casa, e a terra salgada por suas moradas.

  7. 7

    Ele zomba do tumulto da cidade; não ouve os gritos do condutor.

  8. 8

    A extensão dos montes é seu pasto; e busca tudo o que é verde.

  9. 9

    Por acaso o boi selvagem quererá te servir, ou ficará junto de tua manjedoura?

  10. 10

    Ou amarrarás ao boi selvagem com sua corda para o arado? Ou lavrará ele aos campos atrás de ti?

  11. 11

    Confiarás nele, por ser grande sua força, e deixarás que ele faça teu trabalho?

  12. 12

    Porás tua confiança nele, para que ele colha tua semente, e a junte em tua eira?

  13. 13

    As asas da avestruz batem alegremente, mas são suas asas e penas como as da cegonha?

  14. 14

    Ela deixa seus ovos na terra, e os esquenta no chão,

  15. 15

    E se esquece de que pés podem os pisar, e os animais do campo [podem] os esmagar.

  16. 16

    Age duramente para com seus filhos, como se não fossem seus, sem temer que seu trabalho tenha sido em vão.

  17. 17

    Porque Deus a privou de sabedoria, e não lhe repartiu entendimento.

  18. 18

    Porém quando se levanta para correr, zomba do cavalo e do seu cavaleiro.

  19. 19

    És tu que dás força ao cavalo, ou que vestes seu pescoço com crina?

  20. 20

    Podes tu o espantar como a um gafanhoto? O sopro de suas narinas é terrível.

  21. 21

    Ele escarva a terra, alegra-se de sua força, [e] sai ao encontro das armas;

  22. 22

    Ele zomba do medo, e não se espanta; nem volta para trás por causa da espada.

  23. 23

    Contra ele rangem a aljava, o ferro brilhante da lança e do dardo;

  24. 24

    Sacudido-se com furor, ele escarva a terra; ele não fica parado ao som da trombeta.

  25. 25

    Ao som das trombetas diz: Eia! E desde longe cheira a batalha, o grito dos capitães, e o barulho.

  26. 26

    Por acaso é por tua inteligência que o gavião voa, [e] estende suas asas para o sul?

  27. 27

    Ou é por tua ordem que a água voa alto e põe seu ninho na altura?

  28. 28

    Nas penhas ela mora e habita; no cume das penhas, e em lugares seguros.

  29. 29

    Desde ali espia a comida; seus olhos avistam de longe.

  30. 30

    Seus filhotes sugam sangue; e onde houver cadáveres, ali ela está.

Ligações: OpenBible.info (votos somam as duas direções; um trecho conta pelo primeiro versículo). Texto: Bíblia Livre (BLIVRE).

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