Bíblia ConectadaBuscar versículo, palavra ou livroCtrl K

Números 23 e Provérbios 26

3 pares de versículos · 38 votos somados · Bíblia Livre (BLIVRE)

3 pares ligadosdo mais votado ao menos votado

  1. Números 23:8 e Provérbios 26:232 votos
  2. Números 23:7 e Provérbios 26:23 votos
  3. Números 23:12 e Provérbios 26:253 votos

Números 23

  1. 1

    E Balaão disse a Balaque: Edifica para mim aqui sete altares, e prepara-me aqui sete bezerros e sete carneiros.

  2. 2

    E Balaque fez como lhe disse Balaão: e ofereceram Balaque e Balaão um bezerro e um carneiro em cada altar.

  3. 3

    E Balaão disse a Balaque: Põe-te junto a teu holocausto, e eu irei: talvez o SENHOR me virá ao encontro, e qualquer um coisa que me mostrar, eu a contarei a ti. E assim se foi só.

  4. 4

    E veio Deus ao encontro de Balaão, e este lhe disse: Sete altares ordenei, e em cada altar ofereci um bezerro e um carneiro.

  5. 5

    E o SENHOR pôs palavra na boca de Balaão, e disse-lhe: Volta a Balaque, e hás de falar assim.

  6. 6

    E voltou a ele, e eis que estava ele junto a seu holocausto, ele e todos os príncipes de Moabe.

  7. 7

    E ele tomou sua parábola, e disse: De Arã me trouxe Balaque, rei de Moabe, dos montes do oriente: Vem, amaldiçoa para mim a Jacó; E vem, condena a Israel.

  8. 8

    Por que amaldiçoarei eu ao que Deus não amaldiçoou? E por que condenarei ao que o SENHOR não condenou?

  9. 9

    Porque do cume das penhas o verei, E desde as colinas o olharei: Eis aqui um povo que habitará confiante, e não será contado entre as nações.

  10. 10

    Quem contará o pó de Jacó, Ou o número da quarta parte de Israel? Morra minha pessoa da morte dos corretos, E meu fim seja como o seu.

  11. 11

    Então Balaque disse a Balaão: Que me fizeste? Tomei-te para que amaldiçoes a meus inimigos, e eis que proferiste bênçãos.

  12. 12

    E ele respondeu, e disse: Não observarei eu o que o SENHOR puser em minha boca para dizê-lo?

  13. 13

    E disse Balaque: Rogo-te que venhas comigo a outro lugar desde o qual o vejas; sua extremidade somente verás, que não o verás todo; e desde ali me o amaldiçoarás.

  14. 14

    E levou-o ao campo de Zofim, ao cume de Pisga, e edificou sete altares, e ofereceu um bezerro e um carneiro em cada altar.

  15. 15

    Então ele disse a Balaque: Põe-te aqui junto a teu holocausto, e eu irei a encontrar a Deus ali.

  16. 16

    E o SENHOR saiu ao encontro de Balaão, e pôs palavra em sua boca, e disse-lhe: Volta a Balaque, e assim dirás.

  17. 17

    E veio a ele, e eis que ele estava junto a seu holocausto, e com ele os príncipes de Moabe: e disse-lhe Balaque: Que disse o SENHOR?

  18. 18

    Então ele tomou sua parábola, e disse: Balaque, levanta-te e ouve; Escuta minhas palavras, filho de Zipor:

  19. 19

    Deus não é homem, para que minta; nem filho de homem para que se arrependa: ele disse, e não fará?; Falou, e não o executará?

  20. 20

    Eis que, eu tomei bênção: E ele abençoou, e não poderei revogá-la.

  21. 21

    Não notou iniquidade em Jacó, nem viu perversidade em Israel: o SENHOR seu Deus é com ele, E júbilo de rei nele.

  22. 22

    Deus os tirou do Egito; Tem forças como de boi selvagem.

  23. 23

    Porque em Jacó não há agouro, nem adivinhação em Israel: Como agora, será dito de Jacó e de Israel: O que fez Deus!

  24. 24

    Eis que o povo, que como leão se levantará, E como leão se erguerá: Não se deitará até que coma a presa, E beba o sangue dos mortos.

  25. 25

    Então Balaque disse a Balaão: Já que não o amaldiçoas, nem tampouco o abençoes.

  26. 26

    E Balaão respondeu, e disse a Balaque: Não te disse que tudo o que o SENHOR me disser, aquilo tenho de fazer?

  27. 27

    E disse Balaque a Balaão: Rogo-te que venhas, te levarei a outro lugar; porventura comparecerá bem a Deus que desde ali me o amaldiçoes.

  28. 28

    E Balaque levou a Balaão ao cume de Peor, que está voltado até Jesimom.

  29. 29

    Então Balaão disse a Balaque: Edifica para mim aqui sete altares, e prepara-me aqui sete bezerros e sete carneiros.

  30. 30

    E Balaque fez como Balaão lhe disse; e ofereceu um bezerro e um carneiro em cada altar.

Provérbios 26

  1. 1

    Assim como a neve no verão, como a chuva na colheita, assim também não convém a honra para o tolo.

  2. 2

    Como um pássaro a vaguear, como a andorinha a voar, assim também a maldição não virá sem causa.

  3. 3

    Açoite para o cavalo, cabresto para o asno; e vara para as costas dos tolos.

  4. 4

    Não respondas ao tolo conforme sua loucura; para que não te faças semelhante a ele.

  5. 5

    Responde ao tolo conforme sua loucura, para que ele não seja sábio aos seus próprios olhos.

  6. 6

    Quem manda mensagens pelas mãos do tolo é como quem corta os pés e bebe violência.

  7. 7

    [Assim] como não funcionam as pernas do aleijado, assim também é o provérbio na boca dos tolos.

  8. 8

    Dar honra ao tolo é como amarrar uma pedra numa funda.

  9. 9

    Como espinho na mão do bêbado, assim é o provérbio na boca dos tolos.

  10. 10

    [Como] um flecheiro que atira para todo lado, [assim] é aquele que contrata um tolo [ou] que contrata alguém que vai passando.

  11. 11

    Como um cão que volta a seu vômito, [assim] é o tolo que repete sua loucura.

  12. 12

    Viste algum homem sábio aos seus próprios olhos? Mais esperança há para o tolo do que para ele.

  13. 13

    O preguiçoso diz: Há uma fera no caminho; há um leão nas ruas.

  14. 14

    [Como] a porta se vira em torno de suas dobradiças, [assim] o preguiçoso [se vira] em sua cama.

  15. 15

    O preguiçoso põe sua mão no prato, e acha cansativo demais trazê-la de volta a sua boca.

  16. 16

    O preguiçoso se acha mais sábio aos próprios olhos do que sete que respondem com prudência.

  17. 17

    Aquele que, enquanto está passando, [se envolve] em briga que não é sua, é [como] o que pega um cão pelas orelhas.

  18. 18

    Como o louco que lança faíscas, flechas e coisas mortíferas,

  19. 19

    Assim é o homem que engana a seu próximo, e diz: Não estava eu [só] brincando?

  20. 20

    Sem lenha, o fogo se apaga; e sem fofoqueiro, a briga termina.

  21. 21

    O carvão é para as brasas, e a lenha para o fogo; e o homem difamador para acender brigas.

  22. 22

    As palavras do fofoqueiro são como alimentos deliciosos, que descem ao interior do ventre.

  23. 23

    Como um vaso de fundição coberto de restos de prata, [assim] são os lábios inflamados e o coração maligno.

  24. 24

    Aquele que odeia dissimula em seus lábios, mas seu interior abriga o engano;

  25. 25

    Quando ele [te] falar agradavelmente com sua voz, não acredites nele; porque há sete abominações em seu coração;

  26. 26

    Cujo ódio está encoberto pelo engano; sua maldade será descoberta na congregação.

  27. 27

    Quem cava uma cova, nela cairá; e quem rola uma pedra, esta voltará sobre ele.

  28. 28

    A língua falsa odeia aos que ela atormenta; e a boca lisonjeira opera ruína.

Ligações: OpenBible.info (votos somam as duas direções; um trecho conta pelo primeiro versículo). Texto: Bíblia Livre (BLIVRE).

O nome da edição acompanha a leitura. Ler Open Nova Bíblia Viva · Ler Bíblia Livre.

Nas páginas da Bíblia Livre: Todas as Escrituras em português citadas são da Bíblia Livre (BLIVRE), Copyright © Diego Santos, Mario Sérgio, e Marco Teles, http://sites.google.com/site/biblialivre/ - fevereiro de 2018. Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil (http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/br/). Reprodução permitida desde que devidamente mencionados fonte e autores.

Nas páginas Open Nova Bíblia Viva: Biblica® Open Nova Bíblia Viva™ Copyright © 2007, 2010 by Biblica, Inc. CC BY-SA 4.0. Texto sem alterações.

Referências cruzadas: OpenBible.info (CC BY) · Sobre e créditos completos · Dados abertos · Instalar no iPhone · Código-fonte