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Números 28 e Marcos 14

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Números 28

  1. 1

    E falou o SENHOR a Moisés, dizendo:

  2. 2

    Manda aos filhos de Israel, e dize-lhes: Da minha oferta, do meu pão com os meus holocaustos em aroma agradável para mim, tereis cuidado de as oferecer a mim no tempo devido.

  3. 3

    E lhes dirás: Esta é a oferta queimada que apresentareis ao SENHOR: dois cordeiros sem mácula de ano, cada dia, será o holocausto contínuo.

  4. 4

    Um cordeiro oferecerás pela manhã, e o outro cordeiro oferecerás entre as duas tardes:

  5. 5

    E a décima de um efa de boa farinha, amassada com uma quarta parte de um him de azeite prensado, em oferta de cereais.

  6. 6

    É holocausto contínuo, que foi feito no monte Sinai em cheiro suave, oferta queimada ao SENHOR.

  7. 7

    E sua libação, a quarta parte de um him com cada cordeiro: derramarás libação de superior vinho ao SENHOR no santuário.

  8. 8

    E oferecerás o segundo cordeiro entre as duas tardes: conforme a oferta da manhã, e conforme sua libação oferecerás, oferta queimada em cheiro suave ao SENHOR.

  9. 9

    Mas no dia do sábado dois cordeiros de ano sem defeito, e dois décimos [de efa] de flor de farinha amassada com azeite, por oferta de cereais, com sua libação:

  10. 10

    É o holocausto do sábado em cada sábado, além do holocausto contínuo e sua libação.

  11. 11

    E nos princípios de vossos meses oferecereis em holocausto ao SENHOR dois bezerros das vacas, e um carneiro, e sete cordeiros de ano sem defeito;

  12. 12

    E três décimos [de efa] de boa farinha amassada com azeite, por oferta de cereais com cada bezerro; e dois décimos [de efa] de boa farinha amassada com azeite, por oferta de cereais com cada carneiro;

  13. 13

    E um décimo [de efa] de boa farinha amassada com azeite, em oferta de cereais com cada cordeiro; holocausto de aroma suave, oferta queimada ao SENHOR.

  14. 14

    E suas libações de vinho, meio him com cada bezerro, e o terço de um him com cada carneiro, e a quarta parte de um him com cada cordeiro. Este é o holocausto de cada mês por todos os meses do ano.

  15. 15

    E um bode macho em expiação se oferecerá ao SENHOR, além do holocausto contínuo com sua libação.

  16. 16

    Mas no mês primeiro, aos catorze do mês será a páscoa do SENHOR.

  17. 17

    E aos quinze dias deste mês, a solenidade: por sete dias se comerão pães ázimos.

  18. 18

    No primeiro dia, santa convocação; nenhuma obra servil fareis:

  19. 19

    E oferecereis por oferta queimada em holocausto ao SENHOR dois bezerros das vacas, e um carneiro, e sete cordeiros de um ano; sem defeito os tomareis;

  20. 20

    E sua oferta de cereais de farinha amassada com azeite: três décimos [de efa] com cada bezerro, e dois décimos com cada carneiro oferecereis;

  21. 21

    Com cada um dos sete cordeiros oferecereis um décimo;

  22. 22

    e um bode macho por expiação, para vos reconciliar.

  23. 23

    Isto oferecereis além do holocausto da manhã, que é o holocausto contínuo.

  24. 24

    Conforme isto oferecereis cada um dos sete dias, alimento e oferta queimada em cheiro suave ao SENHOR; será oferecido além do holocausto contínuo, com sua libação.

  25. 25

    E no sétimo dia tereis santa convocação; nenhuma obra servil fareis.

  26. 26

    Também no dia das primícias, quando oferecerdes oferta de cereais novos ao SENHOR em vossas semanas, tereis santa convocação; nenhuma obra servil fareis;

  27. 27

    E oferecereis em holocausto, em cheiro suave ao SENHOR, dois bezerros das vacas, um carneiro, sete cordeiros de um ano;

  28. 28

    E a oferta de cereais deles, boa farinha amassada com azeite, três décimos [de efa] com cada bezerro, dois décimos com cada carneiro,

  29. 29

    com cada um dos sete cordeiros uma décimo;

  30. 30

    um bode macho, para fazer expiação por vós.

  31. 31

    Vós os oferecereis, além do holocausto contínuo com suas ofertas de cereais, e suas libações; vós os [apresentareis] sem defeito.

Marcos 14

  1. 1

    E dali a dois dias era a Páscoa, e [a festa] dos pães sem fermento; e os chefes dos sacerdotes, e os escribas buscavam um meio de prendê-lo através de um engano, e o matarem.

  2. 2

    Diziam, porém: “Não na festa, para que não aconteça tumulto entre o povo.”

  3. 3

    E estando ele em Betânia, na casa de Simão o Leproso, sentado [à mesa] , veio uma mulher, que tinha um vaso de alabastro, de óleo perfumado de nardo puro, de muito preço, e quebrando o vaso de alabastro, derramou-o sobre a cabeça dele.

  4. 4

    E houve alguns que em si mesmos se indignaram, e disseram: “Para que foi feito este desperdício do óleo perfumado?

  5. 5

    Porque isto podia ter sido vendido por mais de trezentos denários, e seria dado aos pobres.” E reclamavam contra ela.

  6. 6

    Porém Jesus disse: “Deixai-a; por que a incomodais? Ela me fez boa obra.

  7. 7

    Porque pobres sempre tendes convosco; e quando quiserdes, podeis lhes fazer bem; porém a mim, nem sempre me tendes.

  8. 8

    Esta fez o que podia; adiantou-se para ungir o meu corpo, para a sepultura.

  9. 9

    Em verdade vos digo, que onde quer que em todo o mundo este Evangelho for pregado, também o que esta fez será dito em sua memória.”

  10. 10

    E Judas Iscariotes, um dos doze, foi aos chefes dos sacerdotes, para o entregar a eles.

  11. 11

    E eles ouvindo, alegraram-se; e prometeram lhe dar dinheiro; e buscava como o entregaria em tempo oportuno.

  12. 12

    E o primeiro dia dos pães sem fermento, quando sacrificavam [o cordeiro da] Páscoa, seus discípulos lhe disseram: “Onde queres que vamos preparar para comerdes a Páscoa?”

  13. 13

    E mandou dois de seus discípulos, e disse-lhes: “Ide à cidade, e um homem que leva um cântaro de água vos encontrará, a ele segui.

  14. 14

    E onde quer que ele entrar, dizei ao senhor da casa: O Mestre diz: Onde está o cômodo onde comerei Páscoa com meus discípulos?

  15. 15

    E ele vos mostrará um grande salão, ornado e preparado; ali fazei os preparativos para nós.”

  16. 16

    E seusdiscípulos saíram, e vieram à cidade, e acharam como havia lhes dito, e prepararam a Páscoa.

  17. 17

    E chegada a tarde, veio com os doze.

  18. 18

    E quando se sentaram [à mesa] , e comeram, Jesus disse: “Em verdade vos digo, que um de vós, que está comendo comigo, me trairá.”

  19. 19

    E eles começaram a se entristecer, e a lhe dizer um após outro: “Por acaso sou eu?” E outro: “Por acaso sou eu?”

  20. 20

    Porém ele lhes respondeu: “[É] um dos doze, o que está molhando [a mão] comigo no prato.

  21. 21

    Em verdade o Filho do homem vai, como está escrito sobre ele; mas ai daquele homem por quem o Filho do homem é traído; bom lhe fosse ao tal homem não haver nascido.”

  22. 22

    E enquanto eles comiam, Jesus tomou o pão; e bendizendo, partiu-o, deu-lhes, e disse: “Tomai, comei, isto é o meu corpo.”

  23. 23

    E tomando o copo, e dando graças, deu-lhes; e todos beberam dele.

  24. 24

    E disse-lhes: “Isto é o meu sangue, o do novo testamento, que é derramado por muitos.

  25. 25

    Em verdade vos digo, que não beberei mais do fruto da vide, até aquele dia, quando o beber novo no Reino de Deus.”

  26. 26

    E depois de cantarem um hino, saíram para o monte das Oliveiras.

  27. 27

    E Jesus lhes disse: “Todos vós falhareis comigo esta noite; porque está escrito: Ferirei ao pastor, e as ovelhas serão dispersas.

  28. 28

    Mas depois de eu haver ressuscitado, irei adiante de vós para a Galileia.”

  29. 29

    E Pedro lhe disse: “Ainda que todos falhem, eu não [falharei] .”

  30. 30

    Jesus lhe disse: “Em verdade te digo, que hoje, nesta noite, antes que o galo cante duas vezes, me negarás três vezes.”

  31. 31

    Mas [Pedro] , insistindo, dizia: “Ainda que me seja necessário morrer contigo, em maneira nenhuma te negarei.” E todos diziam também da mesma maneira.

  32. 32

    E vieram ao lugar, cujo nome era Getsêmani, e disse a seus discípulos: “Sentai-vos aqui, enquanto eu oro.”

  33. 33

    E tomou consigo Pedro, Tiago, e João, e começou a ficar muito apavorado e angustiado.

  34. 34

    E disse-lhes: “Minha alma totalmente está triste até a morte; ficai-vos aqui, e vigiai.”

  35. 35

    Então ele foi um pouco mais adiante, e prostrou-se em terra. E orou, que se fosse possível, afastasse dele aquela hora.

  36. 36

    E disse: “Aba, Pai, todas as coisas te são possíveis; passa de mim este copo; porém não [se faça] o que eu quero, mas sim o que tu [queres] .”

  37. 37

    Depois veio de volta, e os achou dormindo; e disse a Pedro: “Simão, estás dormindo? Não podes vigiar uma hora?

  38. 38

    Vigiai, e orai, para que não entreis em tentação; o espírito em verdade [está] pronto, mas a carne [é] fraca.”

  39. 39

    E depois que se foi novamente, orou, dizendo as mesmas palavras.

  40. 40

    Quando voltou, achou-os outra vez dormindo; porque os olhos deles estavam pesados, e não sabiam o que lhe responder.

  41. 41

    E veio a terceira vez, e disse-lhes: “Ainda estais dormindo e descansando? Basta, chegada é a hora. Eis que o Filho do homem é entregue em mãos dos pecadores.

  42. 42

    Levantai-vos, vamos; eis que o que me trai está perto.

  43. 43

    E logo, enquanto ele ainda estava falando, veio Judas, que era um dos doze, e com ele uma grande multidão, com espadas e bastões, da parte dos chefes dos sacerdotes, dos escribas, dos anciãos.

  44. 44

    E o que o traía lhes tinha dado um sinal comum, dizendo: “Ao que eu beijar, é esse; prendei-o, e levai-o em segurança.”

  45. 45

    E quando veio, logo foi-se a ele, e disse-lhe: “Rabi, Rabi”, e o beijou.

  46. 46

    Então o agarraram, e o prenderam.

  47. 47

    E um dos que estavam ali presentes puxou a espada, feriu o servo do sumo sacerdote, e cortou-lhe a orelha.

  48. 48

    Jesus começou a lhes dizer: “Viestes me prender com espadas e bastões, como [se eu fosse] um bandido?

  49. 49

    Todo dia eu estava convosco no templo, ensinando, e não me prendestes; mas [assim se faz] para que as Escrituras se cumpram.”

  50. 50

    Então todos o deixaram, e fugiram.

  51. 51

    E certo rapaz o seguia, envolto num lençol sobre o [corpo] nu. E os rapazes o agarraram.

  52. 52

    Mas ele largou o lençol, e fugiu deles nu.

  53. 53

    E levaram Jesus ao sumo sacerdote; e ajuntaram-se a ele todos os chefes dos sacerdotes, os anciãos, e os escribas.

  54. 54

    E Pedro o seguiu de longe até dentro do pátio do sumo sacerdote, e ficou sentado com os oficiais, esquentando-se ao fogo.

  55. 55

    E os chefes dos sacerdotes, e todo o supremo conselho buscavam [algum] testemunho contra Jesus, para o matarem, e não [o] achavam.

  56. 56

    Porque muitos davam falso testemunho contra ele, mas os testemunhos não concordavam entre si.

  57. 57

    E alguns se levantavam e davam falso testemunho contra ele, dizendo:

  58. 58

    “Nós o ouvimos dizer: Eu derrubarei este templo feito por mãos, e em três dias construirei outro feito não por mãos.

  59. 59

    E nem assim o testemunho deles era concordante.

  60. 60

    Então o sumo sacerdote levantou-se no meio, e perguntou a Jesus: “Não respondes nada? O que estes testemunham contra ti?”

  61. 61

    Mas ele ficou calado, e nada respondeu. O sumo sacerdote voltou a lhe perguntar: “És tu o Cristo, o Filho daquele que é Bendito?”

  62. 62

    Jesus respondeu: “Eu sou. E vereis o Filho do homem sentado à direita do Poderoso , e vindo com as nuvens do céu.”

  63. 63

    E o sumo sacerdote, rasgando suas roupas, disse: “Para que mais necessitamos de testemunhas?

  64. 64

    Vós ouvistes a blasfêmia. Que vos parece?” E todos o condenaram como culpado de morte.

  65. 65

    E alguns começaram a cuspir nele, e a cobrir o rosto dele; e a dar-lhe de socos, e dizer-lhe: “Profetiza”. E os oficiais lhe davam bofetadas.

  66. 66

    E, enquanto Pedro estava no pátio abaixo, veio uma das servas do sumo sacerdote.

  67. 67

    Quando ela viu Pedro, que estava sentado esquentando-se, olhou para ele, e disse: “Também tu estavas com Jesus, o Nazareno.”

  68. 68

    Mas ele negou, dizendo: “Não [o] conheço, nem sei o que dizes.”; e saiu para o alpendre. Então o galo cantou.

  69. 69

    A serva o viu outra vez, e começou a dizer aos que ali estavam: “Este é um deles”.

  70. 70

    Mas ele o negou de novo. E pouco depois, outra vez os que ali estavam disseram a Pedro: “Verdadeiramente tu és um deles; pois também és galileu”, e a tua fala é semelhante”.

  71. 71

    Então ele começou a amaldiçoar e a jurar, [dizendo] : “Não conheço esse homem de quem dizeis.”

  72. 72

    O galo cantou a segunda vez. E Pedro se lembrou da palavra que Jesus havia lhe dito: “Antes que o galo cante duas vezes, tu me negarás três vezes.” Então ele retirou-se dali e chorou.

Ligações: OpenBible.info (votos somam as duas direções; um trecho conta pelo primeiro versículo). Texto: Bíblia Livre (BLIVRE).

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