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Números 31 e João 18

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  1. Números 31:49 e João 18:916 votos

Números 31

  1. 1

    E o SENHOR falou a Moisés, dizendo:

  2. 2

    Faze a vingança dos filhos de Israel sobre os midianitas; depois serás recolhido a teus povos.

  3. 3

    Então Moisés falou ao povo, dizendo: Armai-vos alguns de vós para a guerra, e irão contra Midiã, e farão a vingança do SENHOR em Midiã.

  4. 4

    Mil de cada tribo de todas as tribos dos filhos de Israel, enviareis à guerra.

  5. 5

    Assim foram dados dos milhares de Israel, mil cada tribo, doze mil a ponto de guerra.

  6. 6

    E Moisés os enviou à guerra: mil cada tribo enviou: e Fineias, filho de Eleazar sacerdote, foi à guerra com os santos instrumentos, com as trombetas em sua mão para tocar.

  7. 7

    E lutaram contra Midiã, como o SENHOR o mandou a Moisés, e mataram a todo homem.

  8. 8

    Mataram também, entre os mortos deles, aos reis de Midiã: Evi, e Requém, e Zur, e Hur, e Reba, cinco reis de Midiã; a Balaão também, filho de Beor, mataram à espada.

  9. 9

    E levaram cativas os filhos de Israel as mulheres dos midianitas, e suas crianças e todos suas animais, e todos os seus gados; e arrebataram todos os seus pertences.

  10. 10

    E abrasaram com fogo todas suas cidades, aldeias e castelos.

  11. 11

    E tomaram todo o despojo, e toda a presa, tanto de homens como de animais.

  12. 12

    E trouxeram a Moisés, e a Eleazar o sacerdote, e à congregação dos filhos de Israel, os cativos e a presa e os despojos, ao acampamento nas planícies de Moabe, que estão junto ao Jordão de Jericó.

  13. 13

    E saíram Moisés e Eleazar o sacerdote, e todos os príncipes da congregação, a recebê-los fora do acampamento.

  14. 14

    E irou-se Moisés contra os capitães do exército, contra os comandantes de mil e comandantes de cem que voltavam da guerra;

  15. 15

    E disse-lhes Moisés: Todas as mulheres preservastes?

  16. 16

    Eis que elas foram aos filhos de Israel, por conselho de Balaão, para causar transgressão contra o SENHOR no negócio de Peor; pelo que houve mortandade na congregação do SENHOR.

  17. 17

    Matai, pois, agora todos os machos entre as crianças: matai também toda mulher que tenha conhecido homem carnalmente.

  18. 18

    E todas as meninas entre as mulheres, que não tenham conhecido ajuntamento de homem, vos preservareis vivas.

  19. 19

    E vós ficai fora do acampamento sete dias: e todos os que houverem matado pessoa, e qualquer um que houver tocado morto, vos purificareis ao terceiro e ao sétimo dia, vós e vossos cativos.

  20. 20

    Também purificareis toda roupa, e todo artigo de peles, e toda obra de pelos de cabra, e todo vaso de madeira.

  21. 21

    E Eleazar o sacerdote disse aos homens de guerra que vinham da guerra: Esta é a ordenança da lei que o SENHOR mandou a Moisés:

  22. 22

    Certamente o ouro, e a prata, bronze, ferro, estanho, e chumbo,

  23. 23

    Tudo o que resiste ao fogo, por fogo o fareis passar, e será limpo, ainda que nas águas de purificação haverá de purificar-se: mas fareis passar por água tudo o que não aguenta o fogo.

  24. 24

    Além disso lavareis vossas roupas no sétimo dia, e assim sereis limpos; e depois entrareis no acampamento.

  25. 25

    E o SENHOR falou a Moisés, dizendo:

  26. 26

    Toma a contagem da presa que se fez, tanto das pessoas como dos animais, tu e o sacerdote Eleazar, e os chefes dos pais da congregação:

  27. 27

    E partirás pela metade a presa entre os que lutaram, os que saíram à guerra, e toda a congregação.

  28. 28

    E separarás para o SENHOR o tributo dos homens de guerra, que saíram à guerra: de quinhentos um, tanto das pessoas como dos bois, dos asnos, e das ovelhas:

  29. 29

    Da metade deles o tomarás; e darás a Eleazar o sacerdote a oferta do SENHOR.

  30. 30

    E da metade pertencente aos filhos de Israel tomarás um de cinquenta, das pessoas, dos bois, dos asnos, e das ovelhas, de todo animal; e os darás aos levitas, que têm a guarda do tabernáculo do SENHOR.

  31. 31

    E fizeram Moisés e Eleazar o sacerdote como o SENHOR mandou a Moisés.

  32. 32

    E foi a presa, o resto da presa que tomaram os homens de guerra, seiscentas e setenta e cinco mil ovelhas,

  33. 33

    E setenta e dois mil bois,

  34. 34

    E setenta e um mil asnos;

  35. 35

    E quanto às pessoas, de mulheres que não conheciam ajuntamento de homem, ao todo trinta e duas mil.

  36. 36

    E a metade, a parte dos que haviam saído à guerra, foi o número de trezentas trinta e sete mil e quinhentas ovelhas.

  37. 37

    E o tributo para o SENHOR das ovelhas foi seiscentas e setenta e cinco.

  38. 38

    E dos bois, trinta e seis mil: e deles o tributo para o SENHOR, setenta e dois.

  39. 39

    E dos asnos, trinta mil e quinhentos: e deles o tributo para o SENHOR, setenta e um.

  40. 40

    E das pessoas, dezesseis mil: e delas o tributo para o SENHOR, trinta e duas pessoas.

  41. 41

    E deu Moisés o tributo, por elevada oferta ao SENHOR, a Eleazar o sacerdote, como o SENHOR o mandou a Moisés.

  42. 42

    E da metade para os filhos de Israel, que separou Moisés dos homens que haviam ido à guerra;

  43. 43

    (A metade para a congregação foi: das ovelhas, trezentas e trinta e sete mil e quinhentas;

  44. 44

    E dos bois, trinta e seis mil;

  45. 45

    E dos asnos, trinta mil e quinhentos;

  46. 46

    E das pessoas, dezesseis mil:)

  47. 47

    Da metade, pois, para os filhos de Israel tomou Moisés um de cada cinquenta, tanto das pessoas como dos animais, e deu-os aos levitas, que tinham a guarda do tabernáculo do SENHOR; como o SENHOR o havia mandado a Moisés.

  48. 48

    E chegaram a Moisés os chefes dos milhares daquele exército, os comandantes de mil e comandantes de cem;

  49. 49

    E disseram a Moisés: Teus servos tomaram a soma dos homens de guerra que estão em nosso poder, e nenhum faltou de nós.

  50. 50

    Pelo qual temos oferecido ao SENHOR oferta, cada um do que achou, objetos de ouro, braceletes, pulseiras, anéis, pendentes, e correntes, para fazer expiação por nossas almas diante do SENHOR.

  51. 51

    E Moisés e o sacerdote Eleazar receberam o ouro deles, joias, todas elaboradas.

  52. 52

    E todo o ouro da oferta que ofereceram ao SENHOR dos comandantes de mil e comandantes de cem, foi dezesseis mil setecentos e cinquenta siclos.

  53. 53

    Os homens do exército haviam despojado cada um para si.

  54. 54

    Receberam, pois, Moisés e o sacerdote Eleazar, o ouro dos comandantes de mil e comandantes de cem, e trouxeram-no ao tabernáculo do testemunho, por memória dos filhos de Israel diante do SENHOR.

João 18

  1. 1

    Havendo Jesus dito estas coisas, saiu com seus discípulos para além do ribeiro de Cedrom, onde havia um jardim, em que ele entrou ele, e seus discípulos.

  2. 2

    E também Judas, o que o traía, conhecia aquele lugar; porque muitas vezes se juntara ali Jesus com seus discípulos.

  3. 3

    Tendo Judas, pois, tomado a tropa e [alguns dos] oficiais dos sacerdotes e dos fariseus, veio ali com lanternas, tochas, e armas.

  4. 4

    Sabendo pois Jesus todas as coisas que viriam sobre ele, adiantou-se, e disse-lhes: A quem buscais?

  5. 5

    Responderam-lhe: A Jesus Nazareno. Disse-lhes Jesus: Eu sou. E Judas, o que o traía, também estava com eles.

  6. 6

    Quando pois lhes disse: Eu sou, voltaram para trás, e caíram em terra.

  7. 7

    Voltou pois a lhes perguntar: A quem buscais? E eles disseram: A Jesus Nazareno.

  8. 8

    Respondeu Jesus: Já vos disse que eu sou. Portanto se buscais a mim, deixai a estes irem.

  9. 9

    Para que se cumprisse a palavra, que tinha dito: Dos que me deste, a nenhum deles perdi.

  10. 10

    Simão Pedro, pois, que tinha espada, puxou dela, e feriu ao servo do sacerdote, e cortou a sua orelha direita. E era o nome do servo Malco.

  11. 11

    Disse pois Jesus a Pedro: Põe tua espada na bainha; não beberei eu o copo que o Pai tem me dado?

  12. 12

    O grupo de soldados pois, e o comandante, e os oficiais dos judeus juntamente tomaram a Jesus, e o amarraram.

  13. 13

    E o levaram primeiramente a Anás, porque era sogro de Caifás, o qual era o sumo sacerdote daquele ano.

  14. 14

    E era Caifás o que havia aconselhado aos judeus de que convinha que um homem morresse pelo povo.

  15. 15

    E Simão Pedro seguia a Jesus com outro discípulo. E este discípulo era conhecido do sacerdote, e entrou com Jesus no pátio do sumo sacerdote.

  16. 16

    E Pedro estava fora à porta. Saiu pois o outro discípulo, que era conhecido do sacerdote, e falou à porteira, e pôs dentro a Pedro.

  17. 17

    Disse pois a serva porteira a Pedro: Não és tu também dos discípulos deste homem? Disse ele: Não sou.

  18. 18

    E estavam [ali] os servos, e os oficiais, que haviam feito [uma fogueira de] brasas, porque fazia frio, e se esquentavam. Estava Pedro com eles, e se esquentava.

  19. 19

    Perguntou pois o sacerdote a Jesus sobre seus discípulos, e sobre sua doutrina.

  20. 20

    Jesus lhe respondeu: Eu abertamente falei ao mundo; eu sempre ensinei na sinagoga e no Templo, onde os Judeus de todos os lugares se juntam, e nada falei em oculto.

  21. 21

    Por que perguntas a mim? Pergunta aos que o ouviram, que é o que lhes falei. Eis que estes sabem que é o que tenho dito.

  22. 22

    E dizendo ele isto, um dos oficiais, que ali estava, deu a Jesus uma bofetada, dizendo: Assim respondes ao sumo sacerdote?

  23. 23

    Respondeu-lhe Jesus: Se falei mal, dá testemunho do mal; e se bem, por que me feres?

  24. 24

    (Pois Anás o mandara amarrado ao sumo sacerdote Caifás.)

  25. 25

    E Simão Pedro estava ali, e se esquentava; disseram-lhe pois: Não és tu também de seus discípulos? Ele negou, e disse: Não sou.

  26. 26

    Disse um dos servos do sacerdote, parente daquele a quem Pedro cortara a orelha: Eu não te vi no jardim com ele?

  27. 27

    Pedro negou pois outra vez, e logo cantou o galo.

  28. 28

    Levaram pois a Jesus de Caifás para o tribunal. E era pela manhã; e não entraram no tribunal, para que não se contaminassem, mas que pudessem comer a Páscoa.

  29. 29

    Saiu pois Pilatos até eles fora, e disse: Que acusação trazeis contra este homem?

  30. 30

    Responderam, e disseram-lhe: Se este não fosse malfeitor, não o entregaríamos a ti.

  31. 31

    Disse-lhes pois Pilatos: Tomai-o vós, e julgai-o segundo vossa lei. Disseram-lhe pois os Judeus: Não nos é lícito matar a alguém.

  32. 32

    Para que se cumprisse a palavra de Jesus, que tinha dito, dando a entender de que morte havia de morrer.

  33. 33

    Então Pilatos voltou a entrar no tribunal, e chamou a Jesus, e disse-lhe: És tu o Rei dos Judeus?

  34. 34

    Respondeu-lhe Jesus: Tu dizes isso de ti mesmo, ou outros te disseram de mim?

  35. 35

    Pilatos respondeu: Por acaso eu sou Judeu? Tua gente e os chefes dos sacerdotes te entregaram a mim; que fizeste?

  36. 36

    Respondeu Jesus: Meu Reino não é deste mundo; se meu Reino fosse deste mundo, meus trabalhadores lutariam, para que eu não fosse entregue aos Judeus; mas agora meu Reino não é daqui.

  37. 37

    Disse-lhe pois Pilatos: Logo tu és Rei? Respondeu Jesus: Tu dizes que eu sou Rei. Para isto eu nasci, e para isto vim ao mundo: para dar testemunho à verdade. Todo aquele que é da verdade ouve minha voz.

  38. 38

    Disse-lhe Pilatos: O que é a verdade? E havendo dito isto, voltou a sair aos Judeus, e disse-lhes: Nenhum crime acho nele.

  39. 39

    Mas vós tendes por costume que eu vos solte um pela páscoa. Quereis pois que vos solte ao Rei dos Judeus?

  40. 40

    Voltaram pois todos a clamar, dizendo: Não a este, mas a Barrabás!E Barrabás era um ladrão.

Ligações: OpenBible.info (votos somam as duas direções; um trecho conta pelo primeiro versículo). Texto: Bíblia Livre (BLIVRE).

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