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Salmos 35 e Atos 23

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Salmos 35

  1. 1

    Salmo de Davi: Disputa, SENHOR contra os meus adversários; luta contra os que lutam contra mim.

  2. 2

    Pega os [teus] pequeno e grande escudos, e levanta-te em meu socorro.

  3. 3

    E tira a lança, e fecha [o caminho] ao encontro de meus perseguidores; dize à minha alma: Eu sou tua salvação.

  4. 4

    Envergonhem-se, e sejam humilhados os que buscam [matar] a minha alma; tornem-se para trás, e sejam envergonhados os que planejam o mal contra mim.

  5. 5

    Sejam como a palha perante o vento; e que o anjo do SENHOR os remova.

  6. 6

    Que o caminho deles seja escuro e escorregadio; e o anjo do SENHOR os persiga.

  7. 7

    Porque sem motivo eles esconderam de mim a cova de sua rede; sem motivo eles cavaram para minha alma.

  8. 8

    Venha sobre ele a destruição sem que ele saiba [de antemão] ; e sua rede, que ele escondeu, que o prenda; que ele, assolado, caia nela.

  9. 9

    E minha alma se alegrará no SENHOR; ela se encherá de alegria por sua salvação.

  10. 10

    Todos os meus ossos dirão: SENHOR, quem [é] como tu, que livras ao miserável daquele que é mais forte do que ele, e ao miserável e necessitado, daquele que o rouba?

  11. 11

    Levantam-se más testemunhas; exigem de mim [coisas] que não sei.

  12. 12

    Ele retribuem o bem com o mal, desolando a minha alma.

  13. 13

    Mas eu, quando ficavam doentes, minha roupa [era] de saco; eu afligia a minha alma com jejuns, e minha oração voltava ao meu seio.

  14. 14

    Eu agia [para com eles] como [para] um amigo [ou] irmão meu; eu andava encurvado, como que de luto pela mãe.

  15. 15

    Mas quando eu vacilava, eles se alegravam e se reuniam; inimigos se reuniam sem que eu soubesse; eles me despedaçavam [em palavras] ,e não se calavam.

  16. 16

    Entre os fingidos zombadores [em] festas, eles rangiam seus dentes por causa de mim.

  17. 17

    Senhor, até quando tu [somente] observarás? Resgata minha alma das assolações deles; minha única [vida] dos filhos dos leões.

  18. 18

    Assim eu te louvarei na grande congregação; numa grande multidão eu celebrarei a ti.

  19. 19

    Não se alegrem meus inimigos por causa de mim por um mau motivo, [nem] acenem com os olhos aquele que me odeiam sem motivo.

  20. 20

    Porque eles não falam de paz; mas sim, planejam falsidades contra os pacíficos da terra.

  21. 21

    E abrem suas bocas contra mim, dizendo: Ha-ha, nós vimos com nossos [próprios] olhos!

  22. 22

    Tu, SENHOR, tens visto [isso] ; não fiques calado; SENHOR, não fiques longe de mim.

  23. 23

    Levanta-te e acorda para meu direito, Deus meu, e Senhor meu, para minha causa.

  24. 24

    Julga-me conforme a tua justiça, SENHOR meu Deus; e não deixes eles se alegrarem de mim.

  25. 25

    Não digam eles em seus corações: Ahá, [vencemos] , alma nossa!nem digam: Nós já o devoramos!

  26. 26

    Que eles se envergonhem, e sejam juntamente humilhados os que se alegram pelo meu mal; vistam-se de vergonha e confusão os que se engrandecem contra mim.

  27. 27

    Cantem de alegria e sejam muito contentes os que amam a minha justiça; e continuamente digam: Seja engrandecido o SENHOR, que ama o bem-estar de seu servo.

  28. 28

    E minha língua falará de tua justiça, louvando a ti o dia todo.

Atos 23

  1. 1

    E Paulo, olhando fixamente para o supremo conselho, disse: Homens irmãos, com toda boa consciência eu tenho andado diante de Deus até o dia de hoje.

  2. 2

    Mas o sumo sacerdote Ananias mandou aos que estavam perto dele, que o espancassem na boca.

  3. 3

    Então Paulo lhe disse: Deus vai te espancar, parede caiada! Estás tu [aqui] sentado para me julgar conforme a Lei, e contra a Lei mandas me espancarem?

  4. 4

    E os que estavam ali disseram: Tu insultas ao sumo sacerdote de Deus?

  5. 5

    E Paulo disse: Eu não sabia, irmãos, que ele era o sumo sacerdote; porque está escrito: Não falarás mal do chefe do teu povo.

  6. 6

    E Paulo, sabendo que uma parte era de saduceus, e outra de fariseus, ele clamou no supremo conselho: Homens irmãos, eu sou fariseu, filho de fariseu; pela esperança e ressurreição dos mortos eu estou sendo julgado.

  7. 7

    E ele, tendo dito isto, houve uma confusão entre os fariseus e saduceus; e a multidão se dividiu;

  8. 8

    Porque os saduceus dizem que não há ressurreição, nem anjo ou espírito; mas os fariseus declaram ambas.

  9. 9

    E houve uma grande gritaria; e levantando-se os escribas da parte dos fariseus, disputavam, dizendo: Nenhum mal achamos neste homem; e se algum espírito ou anjo falou com ele, não briguemos contra Deus.

  10. 10

    E havendo grande confusão, o comandante, temendo que Paulo não fosse despedaçado por eles, mandou descer a tropa, e tirá-lo do meio deles, e levá-lo à área fortificada.

  11. 11

    E [n] a noite seguinte o Senhor, aparecendo-lhe, disse: Tem bom ânimo, Paulo! Porque assim como deste testemunho de mim em Jerusalém, assim é necessário que tu dês testemunho também em Roma.

  12. 12

    E tendo vindo o dia, alguns dos judeus fizeram uma conspiração, e prestaram juramento sob pena de maldição, dizendo que não comeriam nem beberiam enquanto não matassem a Paulo.

  13. 13

    E eram mais de quarenta os que fizeram este juramento.

  14. 14

    Os quais foram até os chefes dos sacerdotes e os anciãos, [e] disseram: Fizemos juramento sob pena de maldição, de que nada experimentaremos enquanto não matarmos a Paulo.

  15. 15

    Agora, pois, vós, com o supremo conselho, informai ao comandante que amanhã ele o traga perante vós, como se fosse para que investigueis mais detalhadamente; e antes que ele chegue, estaremos prontos para o matar.

  16. 16

    E o filho da irmã de Paulo, tendo ouvido esta cilada, veio e entrou na área fortificada, e avisou a Paulo.

  17. 17

    E Paulo, tendo chamado a si um dos centuriões, disse: Leva este rapaz ao comandante, porque ele tem algo para lhe avisar.

  18. 18

    Então ele o tomou, levou ao comandante, e disse: O prisioneiro Paulo, tendo me chamado, rogou [-me] que eu te trouxesse este rapaz, que tem algo a te dizer.

  19. 19

    E o comandante, tomando-o pela mão, e indo para um lugar reservado, perguntou [-lhe] : O que tens para me avisar?

  20. 20

    E ele disse: Os judeus combinaram de te pedirem que amanhã tu leves a Paulo ao supremo conselho, como se fosse para que lhe perguntem mais detalhadamente;

  21. 21

    Porém tu, não acredites neles; porque mais de quarenta homens deles estão lhe preparando cilada, os quais sob pena de maldição fizeram juramento para não comerem nem beberem enquanto não o tiverem matado; e eles já estão preparados, esperando de ti a promessa.

  22. 22

    Então o comandante despediu ao rapaz, mandando [-lhe] : A ninguém digas que tu me revelaste estas coisas.

  23. 23

    E ele, chamando a si certos dois dos centuriões, disse: Aprontai duzentos soldados para irem até Cesareia; e setenta cavaleiros, e duzentos arqueiros, a partir das terceira hora da noite.

  24. 24

    E preparem animais para cavalgarem, para que pondo neles a Paulo, levem [-no] a salvo ao governador Félix.

  25. 25

    E ele [lhe] escreveu uma carta, que continha este aspecto:

  26. 26

    Cláudio Lísias, a Félix, excelentíssimo governador, saudações.

  27. 27

    Este homem foi preso pelos judeus, e estando já a ponte de o matarem, eu vim com a tropa e [o] tomei, ao ser informado que ele era romano.

  28. 28

    E eu, querendo saber a causa por que o acusavam, levei-o ao supremo conselho deles.

  29. 29

    O qual eu achei que acusavam de algumas questões da Lei deles; mas que nenhum crime digno de morte ou de prisão havia contra ele.

  30. 30

    E tendo sido avisado de que os judeus estavam para pôr uma cilada contra este homem, logo eu [o] enviei a ti, mandando também aos acusadores que diante de ti digam o que [tiverem] contra ele. Que tu estejas bem.

  31. 31

    Tendo então os soldados tomado a Paulo, assim como lhes tinha sido ordenado, trouxeram-no durante a noite a Antipátride.

  32. 32

    E no [dia] seguinte, deixando irem com ele os cavaleiros, voltaram à área fortificada.

  33. 33

    Os quais, tendo chegado a Cesareia, e entregado a carta ao governador, apresentaram-lhe também a Paulo.

  34. 34

    E o governador, tendo lido [a carta] , perguntou de que província ele era; e ao entender que [era] da Cilícia,

  35. 35

    disse: “Eu te ouvirei quando também chegarem os teus acusadores”. E mandou que o guardassem no palácio de Herodes.

Ligações: OpenBible.info (votos somam as duas direções; um trecho conta pelo primeiro versículo). Texto: Bíblia Livre (BLIVRE).

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