Salmos 59 e Apocalipse 9
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Salmos 59
- 1
Salmo “Mictão” de Davi, para o regente, conforme “Altachete”, quando Saul enviou pessoas para vigiarem sua casa e o matarem: Livra-me de meus inimigos, ó Deus meu; protege-me dos que se levantam contra mim.
- 2
Livra-me dos que praticam perversidade, e salva-me dos homens sanguinários;
- 3
Porque eis que eles põem ciladas à minha alma; fortes se juntam contra mim; [ainda que] eu não tenha cometido transgressão nem pecado, ó SENHOR.
- 4
Eles correm sem [eu ter] culpa; desperta para me encontrar, e olha.
- 5
Tu, SENHOR, Deus dos exércitos, Deus de Israel, desperta para julgar a todas estas nações; não tenhas misericórdia de nenhum dos enganadores que praticam perversidade. (Selá)
- 6
Eles voltam ao anoitecer, latem como cães, e rodeiam a cidade.
- 7
Eis que vomitam com as bocas deles, seus lábios [são como] espadas; porque [dizem] : Quem ouve?
- 8
Porém tu, SENHOR, rirás deles; zombarás de todas as nações.
- 9
[Por causa] de sua força, eu te aguardarei; porque Deus é o meu refúgio.
- 10
O Deus que tem bondade para comigo me antecederá; Deus me fará ver [o fim] dos meus inimigos.
- 11
Não os mates, para que meu povo não se esqueça; faze-os fugir de um lado para o outro pelo teu poder, e abate-os; ó Senhor, escudo nosso;
- 12
[Por causa do] pecado da boca deles [e da] palavra de seus lábios; e sejam presos em sua arrogância pelas maldições e pelas mentiras que contam.
- 13
Destrói [-os] em [tua] ira; destrói [-os] para que nunca mais existam; para que saibam que Deus governa em Jacó até os limites da terra. (Selá)
- 14
Eles voltam ao anoitecer, latem como cães, e rodeiam a cidade.
- 15
Andam de um lado para o outro por comida, e rosnam se não estiverem saciados.
- 16
Mas eu cantarei [sobre] tua força; e pela manhã com alegria louvarei tua bondade; porque tu tens sido meu alto refúgio e abrigo no dia da minha angústia.
- 17
Cantarei louvores a ti, [que és] minha força; porque Deus é o meu refúgio, ó Deus de bondade para comigo.
Apocalipse 9
- 1
E o quinto anjo tocou sua trombeta; e eu vi uma estrela que caiu do céu sobre a terra; e foi-lhe dada a chave do poço do abismo.
- 2
E o poço do abismo foi aberto; e subiu fumaça do poço, como a fumaça de uma grande fornalha; e o sol e o ar se escureceram [por causa] da fumaça do poço.
- 3
E da fumaça saíram gafanhotos sobre a terra; e foi dado a eles poder como o poder que os escorpiões da terra têm.
- 4
E foi-lhes dito que não fizessem dano à erva da terra, nem a nenhuma [planta] verde, nem a nenhuma árvore; mas sim somente aos homens que não têm o sinal de Deus em suas testas.
- 5
E foi-lhes concedido que não os matassem, mas sim que os atormentassem por cinco meses; e o tormento deles era semelhante ao tormento do escorpião, quando fere ao homem.
- 6
E naqueles dias os homens buscarão a morte, e não a acharão; e desejarão morrer, e a morte fugirá deles.
- 7
E a aparência dos gafanhotos [era] semelhante à de cavalos preparados para a batalha; e sobre as cabeças deles havia como coroas, semelhantes ao ouro; e seus rostos eram como rostos de homens.
- 8
E tinham cabelos como cabelos de mulheres; e seus dentes eram como os de leões.
- 9
E tinham couraças como couraças de ferro; e o ruído de suas asas era como o ruído de carruagens de muitos cavalos correndo para a batalha.
- 10
E tinham caudas semelhantes às de escorpiões; e ferrões em suas caudas; e seu poder era de por cinco meses causarem dano aos homens.
- 11
E tinham como rei sobre eles ao anjo do abismo; o nome dele em hebraico [é] “Abadom”, e em grego tem por nome “Apoliom”.
- 12
Um ai [já] passou; eis que depois disto ainda vêm dois ais.
- 13
E o sexto anjo tocou sua trombeta; e eu ouvi uma voz dos quatro chifres do altar de ouro, que estava diante de Deus.
- 14
A qual dizia ao sexto anjo, que tinha a trombeta: “Solta os quatro anjos que estão presos junto ao grande rio Eufrates.”
- 15
E foram soltos os quatro anjos, que tinham sido preparados para a hora, dia, mês e ano, para matarem a terça [parte] da humanidade.
- 16
E o número dos exércitos de cavaleiros era duzentos milhões; e eu ouvi o número deles.
- 17
E assim eu vi os cavalos n [esta] visão; e os que cavalgavam sobre eles tinham couraças de fogo, de jacinto e de enxofre; e as cabeças dos cavalos [eram] como cabeças de leões; e de suas bocas saía fogo, fumaça e enxofre.
- 18
Por estes três a terça [parte] dos homens foi morta, pela fogo, pela fumaça e pelo enxofre que saía de suas bocas.
- 19
Porque o poder deles está em sua boca, e em suas caudas; porque suas caudas [são] semelhantes a serpentes tendo cabeças, e com elas causam dano.
- 20
E o resto da humanidade, que não foi morta por estas pragas, não se arrependeu das obras de suas mãos, para não adorar os demônios, e ídolos de ouro, de prata, de bronze, de pedra e de madeira, que não podem ver, nem ouvir, nem andar;
- 21
E não se arrependeu de seus homicídios, nem de suas feitiçarias, nem de seu pecado sexual, nem de seus roubos.
Ligações: OpenBible.info (votos somam as duas direções; um trecho conta pelo primeiro versículo). Texto: Bíblia Livre (BLIVRE).