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1 Reis 18 e Marcos 14

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1 Reis 18

  1. 1

    Passados muitos dias, veio a palavra do SENHOR a Elias no terceiro ano, dizendo: Vai, mostra-te a Acabe, e eu darei chuva sobre a face da terra.

  2. 2

    Foi, pois, Elias a mostrar-se a Acabe. Havia naquele tempo grande fome em Samaria.

  3. 3

    E Acabe chamou a Obadias seu mordomo, o qual Obadias era em grande maneira temeroso do SENHOR;

  4. 4

    Porque quando Jezabel destruía aos profetas do SENHOR, Obadias tomou cem profetas, os quais escondeu de cinquenta em cinquenta por covas, e sustentou-os a pão e água.

  5. 5

    E disse Acabe a Obadias: Vai pela terra a todas as fontes de águas, e a todos os ribeiros; que acaso acharemos grama com que conservemos a vida aos cavalos e às mulas, para que não nos fiquemos sem animais.

  6. 6

    E repartiram entre si a terra para percorrerem-na; Acabe foi por si só por um caminho, e Obadias foi separadamente por outro.

  7. 7

    E indo Obadias pelo caminho, encontrou-se com Elias; e como lhe conheceu, prostrou-se sobre seu rosto, e disse: Não és tu meu senhor Elias?

  8. 8

    E ele respondeu: Eu sou; vai, dize a teu amo: Eis que Elias.

  9. 9

    Porém ele disse: Em que ei pecado, para que tu entregues teu servo em mão de Acabe para que me mate?

  10. 10

    Vive o SENHOR teu Deus, que não houve nação nem reino de onde meu senhor não haja enviado a buscar-te; e respondendo eles: Não está aqui, ele conjurou a reinos e nações se não te acharam.

  11. 11

    E agora tu dizes: Vai, dize a teu amo: Aqui está Elias?

  12. 12

    E acontecerá que, logo que eu me haja partido de ti, o espírito do SENHOR te levará de onde eu não saiba; e vindo eu, e dando as novas a Acabe, e se ele não te achar, me matará; e teu servo teme ao SENHOR desde sua juventude.

  13. 13

    Não foi dito a meu senhor o que fiz, quando Jezabel matava aos profetas do SENHOR: que escondi cem homens dos profetas do SENHOR de cinquenta em cinquenta em covas, e os mantive a pão e água?

  14. 14

    E agora dizes tu: Vai, dize a teu amo: Aqui está Elias: para que ele me mate?

  15. 15

    E disse-lhe Elias: Vive o SENHOR dos exércitos, diante do qual estou, que hoje me mostrarei a ele.

  16. 16

    Então Obadias foi a encontrar-se com Acabe, e deu-lhe o aviso; e Acabe veio a encontrar-se com Elias.

  17. 17

    E quando Acabe viu a Elias, disse-lhe Acabe: És tu o que perturbas a Israel?

  18. 18

    E ele respondeu: Eu não perturbei a Israel, mas sim tu e a casa de teu pai, deixando os mandamentos do SENHOR, e seguindo aos baalins.

  19. 19

    Envia, pois, agora e juntai-me a todo Israel no monte de Carmelo, e os quatrocentos e cinquenta profetas de Baal, e os quatrocentos profetas dos bosques, que comem da mesa de Jezabel.

  20. 20

    Então Acabe enviou a todos os filhos de Israel, e juntou os profetas no monte de Carmelo.

  21. 21

    E aproximando-se Elias a todo o povo, disse: Até quando hesitareis vós entre dois pensamentos? Se o SENHOR é Deus, segui-lhe; e se Baal, ide depois dele. E o povo não respondeu palavra.

  22. 22

    E Elias converteu a dizer ao povo: Só eu restei profeta do SENHOR; mas dos profetas de Baal há quatrocentos e cinquenta homens.

  23. 23

    Deem-se a nós, pois, dois bois, e escolham-se eles o um, e cortem-no em pedaços, e ponham-no sobre lenha, mas não ponham fogo debaixo; e eu prepararei o outro boi, e o porei sobre lenha, e nenhum fogo porei debaixo.

  24. 24

    Invocai logo vós no nome de vossos deuses, e eu invocarei no nome do SENHOR: e o Deus que responder por fogo, esse seja Deus. E todo o povo respondeu, dizendo: Bem dito.

  25. 25

    Então Elias disse aos profetas de Baal: Escolhei-vos o um boi, e fazei primeiro, pois que vós sois os mais: e invocai no nome de vossos deuses, mas não ponhais fogo debaixo.

  26. 26

    E eles tomaram o boi que lhes foi dado, e prepararam-no, e invocaram no nome de Baal desde a manhã até o meio dia, dizendo: Baal, responde-nos! Mas não havia voz, nem quem respondesse; entretanto, eles andavam saltando próximo do altar que haviam feito.

  27. 27

    E aconteceu ao meio dia, que Elias se ridicularizava deles, dizendo: Gritai em alta voz, que deus é: talvez esteja conversando, ou tem alguma ocupação, ou está caminhando; acaso dorme, e despertará.

  28. 28

    E eles clamavam a grandes vozes, e cortavam-se com espadas e com lancetas conforme a seu costume, até jorrar o sangue sobre eles.

  29. 29

    E quando passou o meio dia, e eles profetizaram até o tempo do sacrifício da oferta, e não havia voz, nem quem respondesse nem escutasse;

  30. 30

    Elias disse então a todo o povo: Aproximai-vos a mim. E todo o povo se chegou a ele: e ele reparou o altar do SENHOR que estava arruinado.

  31. 31

    E tomando Elias doze pedras, conforme ao número das tribos dos filhos de Jacó, ao qual havia sido palavra do SENHOR, dizendo: Israel será teu nome;

  32. 32

    Edificou com as pedras um altar no nome do SENHOR: depois fez uma sulco ao redor do altar, quanto cabiam duas medidas de semente.

  33. 33

    Pôs logo a lenha, e cortou o boi em pedaços, e o pôs sobre a lenha.

  34. 34

    E disse: Enchei quatro cântaros de água, e derramai-a sobre o holocausto e sobre a lenha. E disse: Fazei-o outra vez; e outra vez o fizeram. Disse ainda: Fazei-o a terceira vez; e fizeram-no a terceira vez.

  35. 35

    De maneira que as águas corriam ao redor do altar; e havia também enchido de água o sulco.

  36. 36

    E quando chegou a hora de oferecer-se o holocausto, chegou-se o profeta Elias, e disse: SENHOR Deus de Abraão, de Isaque, e de Israel, seja hoje manifesto que tu és Deus em Israel, e que eu sou teu servo, e que por mandado teu fiz todas estas coisas.

  37. 37

    Responde-me, SENHOR, responde-me; para que conheça este povo que tu, ó SENHOR, és o Deus, e que tu voltaste atrás o coração deles.

  38. 38

    Então caiu fogo do SENHOR, o qual consumiu o holocausto, e a lenha, e as pedras, e o pó, e ainda sugou as águas que estavam no sulco.

  39. 39

    E vendo-o todo o povo, caíram sobre seus rostos, e disseram: o SENHOR é o Deus! o SENHOR é o Deus!

  40. 40

    E disse-lhes Elias: Prendei aos profetas de Baal, que não escape ninguém. E eles os prenderam; e levou-os Elias ao ribeiro de Quisom, e ali os degolou.

  41. 41

    E então Elias disse a Acabe: Sobe, come e bebe; porque uma grande chuva faz ruído.

  42. 42

    E Acabe subiu a comer e a beber. E Elias subiu ao cume do Carmelo; e prostrando-se em terra, pôs seu rosto entre os joelhos.

  43. 43

    E disse a seu criado: Sobe agora, e olha até o mar. E ele subiu, e olhou, e disse: Não há nada. E ele lhe voltou a dizer: Volta sete vezes.

  44. 44

    E à sétima vez disse: Eu vejo uma pequena nuvem como a palma da mão de um homem, que sobe do mar. E ele disse: Vai, e dize a Acabe: Unge e desce, porque a chuva não te interrompa.

  45. 45

    E aconteceu, estando em isto, que os céus se escureceram com nuvens e vento; e houve uma grande chuva. E subindo Acabe, veio a Jezreel.

  46. 46

    E a mão do SENHOR foi sobre Elias, o qual cingiu seus lombos, e veio correndo diante de Acabe até chegar a Jezreel.

Marcos 14

  1. 1

    E dali a dois dias era a Páscoa, e [a festa] dos pães sem fermento; e os chefes dos sacerdotes, e os escribas buscavam um meio de prendê-lo através de um engano, e o matarem.

  2. 2

    Diziam, porém: “Não na festa, para que não aconteça tumulto entre o povo.”

  3. 3

    E estando ele em Betânia, na casa de Simão o Leproso, sentado [à mesa] , veio uma mulher, que tinha um vaso de alabastro, de óleo perfumado de nardo puro, de muito preço, e quebrando o vaso de alabastro, derramou-o sobre a cabeça dele.

  4. 4

    E houve alguns que em si mesmos se indignaram, e disseram: “Para que foi feito este desperdício do óleo perfumado?

  5. 5

    Porque isto podia ter sido vendido por mais de trezentos denários, e seria dado aos pobres.” E reclamavam contra ela.

  6. 6

    Porém Jesus disse: “Deixai-a; por que a incomodais? Ela me fez boa obra.

  7. 7

    Porque pobres sempre tendes convosco; e quando quiserdes, podeis lhes fazer bem; porém a mim, nem sempre me tendes.

  8. 8

    Esta fez o que podia; adiantou-se para ungir o meu corpo, para a sepultura.

  9. 9

    Em verdade vos digo, que onde quer que em todo o mundo este Evangelho for pregado, também o que esta fez será dito em sua memória.”

  10. 10

    E Judas Iscariotes, um dos doze, foi aos chefes dos sacerdotes, para o entregar a eles.

  11. 11

    E eles ouvindo, alegraram-se; e prometeram lhe dar dinheiro; e buscava como o entregaria em tempo oportuno.

  12. 12

    E o primeiro dia dos pães sem fermento, quando sacrificavam [o cordeiro da] Páscoa, seus discípulos lhe disseram: “Onde queres que vamos preparar para comerdes a Páscoa?”

  13. 13

    E mandou dois de seus discípulos, e disse-lhes: “Ide à cidade, e um homem que leva um cântaro de água vos encontrará, a ele segui.

  14. 14

    E onde quer que ele entrar, dizei ao senhor da casa: O Mestre diz: Onde está o cômodo onde comerei Páscoa com meus discípulos?

  15. 15

    E ele vos mostrará um grande salão, ornado e preparado; ali fazei os preparativos para nós.”

  16. 16

    E seusdiscípulos saíram, e vieram à cidade, e acharam como havia lhes dito, e prepararam a Páscoa.

  17. 17

    E chegada a tarde, veio com os doze.

  18. 18

    E quando se sentaram [à mesa] , e comeram, Jesus disse: “Em verdade vos digo, que um de vós, que está comendo comigo, me trairá.”

  19. 19

    E eles começaram a se entristecer, e a lhe dizer um após outro: “Por acaso sou eu?” E outro: “Por acaso sou eu?”

  20. 20

    Porém ele lhes respondeu: “[É] um dos doze, o que está molhando [a mão] comigo no prato.

  21. 21

    Em verdade o Filho do homem vai, como está escrito sobre ele; mas ai daquele homem por quem o Filho do homem é traído; bom lhe fosse ao tal homem não haver nascido.”

  22. 22

    E enquanto eles comiam, Jesus tomou o pão; e bendizendo, partiu-o, deu-lhes, e disse: “Tomai, comei, isto é o meu corpo.”

  23. 23

    E tomando o copo, e dando graças, deu-lhes; e todos beberam dele.

  24. 24

    E disse-lhes: “Isto é o meu sangue, o do novo testamento, que é derramado por muitos.

  25. 25

    Em verdade vos digo, que não beberei mais do fruto da vide, até aquele dia, quando o beber novo no Reino de Deus.”

  26. 26

    E depois de cantarem um hino, saíram para o monte das Oliveiras.

  27. 27

    E Jesus lhes disse: “Todos vós falhareis comigo esta noite; porque está escrito: Ferirei ao pastor, e as ovelhas serão dispersas.

  28. 28

    Mas depois de eu haver ressuscitado, irei adiante de vós para a Galileia.”

  29. 29

    E Pedro lhe disse: “Ainda que todos falhem, eu não [falharei] .”

  30. 30

    Jesus lhe disse: “Em verdade te digo, que hoje, nesta noite, antes que o galo cante duas vezes, me negarás três vezes.”

  31. 31

    Mas [Pedro] , insistindo, dizia: “Ainda que me seja necessário morrer contigo, em maneira nenhuma te negarei.” E todos diziam também da mesma maneira.

  32. 32

    E vieram ao lugar, cujo nome era Getsêmani, e disse a seus discípulos: “Sentai-vos aqui, enquanto eu oro.”

  33. 33

    E tomou consigo Pedro, Tiago, e João, e começou a ficar muito apavorado e angustiado.

  34. 34

    E disse-lhes: “Minha alma totalmente está triste até a morte; ficai-vos aqui, e vigiai.”

  35. 35

    Então ele foi um pouco mais adiante, e prostrou-se em terra. E orou, que se fosse possível, afastasse dele aquela hora.

  36. 36

    E disse: “Aba, Pai, todas as coisas te são possíveis; passa de mim este copo; porém não [se faça] o que eu quero, mas sim o que tu [queres] .”

  37. 37

    Depois veio de volta, e os achou dormindo; e disse a Pedro: “Simão, estás dormindo? Não podes vigiar uma hora?

  38. 38

    Vigiai, e orai, para que não entreis em tentação; o espírito em verdade [está] pronto, mas a carne [é] fraca.”

  39. 39

    E depois que se foi novamente, orou, dizendo as mesmas palavras.

  40. 40

    Quando voltou, achou-os outra vez dormindo; porque os olhos deles estavam pesados, e não sabiam o que lhe responder.

  41. 41

    E veio a terceira vez, e disse-lhes: “Ainda estais dormindo e descansando? Basta, chegada é a hora. Eis que o Filho do homem é entregue em mãos dos pecadores.

  42. 42

    Levantai-vos, vamos; eis que o que me trai está perto.

  43. 43

    E logo, enquanto ele ainda estava falando, veio Judas, que era um dos doze, e com ele uma grande multidão, com espadas e bastões, da parte dos chefes dos sacerdotes, dos escribas, dos anciãos.

  44. 44

    E o que o traía lhes tinha dado um sinal comum, dizendo: “Ao que eu beijar, é esse; prendei-o, e levai-o em segurança.”

  45. 45

    E quando veio, logo foi-se a ele, e disse-lhe: “Rabi, Rabi”, e o beijou.

  46. 46

    Então o agarraram, e o prenderam.

  47. 47

    E um dos que estavam ali presentes puxou a espada, feriu o servo do sumo sacerdote, e cortou-lhe a orelha.

  48. 48

    Jesus começou a lhes dizer: “Viestes me prender com espadas e bastões, como [se eu fosse] um bandido?

  49. 49

    Todo dia eu estava convosco no templo, ensinando, e não me prendestes; mas [assim se faz] para que as Escrituras se cumpram.”

  50. 50

    Então todos o deixaram, e fugiram.

  51. 51

    E certo rapaz o seguia, envolto num lençol sobre o [corpo] nu. E os rapazes o agarraram.

  52. 52

    Mas ele largou o lençol, e fugiu deles nu.

  53. 53

    E levaram Jesus ao sumo sacerdote; e ajuntaram-se a ele todos os chefes dos sacerdotes, os anciãos, e os escribas.

  54. 54

    E Pedro o seguiu de longe até dentro do pátio do sumo sacerdote, e ficou sentado com os oficiais, esquentando-se ao fogo.

  55. 55

    E os chefes dos sacerdotes, e todo o supremo conselho buscavam [algum] testemunho contra Jesus, para o matarem, e não [o] achavam.

  56. 56

    Porque muitos davam falso testemunho contra ele, mas os testemunhos não concordavam entre si.

  57. 57

    E alguns se levantavam e davam falso testemunho contra ele, dizendo:

  58. 58

    “Nós o ouvimos dizer: Eu derrubarei este templo feito por mãos, e em três dias construirei outro feito não por mãos.

  59. 59

    E nem assim o testemunho deles era concordante.

  60. 60

    Então o sumo sacerdote levantou-se no meio, e perguntou a Jesus: “Não respondes nada? O que estes testemunham contra ti?”

  61. 61

    Mas ele ficou calado, e nada respondeu. O sumo sacerdote voltou a lhe perguntar: “És tu o Cristo, o Filho daquele que é Bendito?”

  62. 62

    Jesus respondeu: “Eu sou. E vereis o Filho do homem sentado à direita do Poderoso , e vindo com as nuvens do céu.”

  63. 63

    E o sumo sacerdote, rasgando suas roupas, disse: “Para que mais necessitamos de testemunhas?

  64. 64

    Vós ouvistes a blasfêmia. Que vos parece?” E todos o condenaram como culpado de morte.

  65. 65

    E alguns começaram a cuspir nele, e a cobrir o rosto dele; e a dar-lhe de socos, e dizer-lhe: “Profetiza”. E os oficiais lhe davam bofetadas.

  66. 66

    E, enquanto Pedro estava no pátio abaixo, veio uma das servas do sumo sacerdote.

  67. 67

    Quando ela viu Pedro, que estava sentado esquentando-se, olhou para ele, e disse: “Também tu estavas com Jesus, o Nazareno.”

  68. 68

    Mas ele negou, dizendo: “Não [o] conheço, nem sei o que dizes.”; e saiu para o alpendre. Então o galo cantou.

  69. 69

    A serva o viu outra vez, e começou a dizer aos que ali estavam: “Este é um deles”.

  70. 70

    Mas ele o negou de novo. E pouco depois, outra vez os que ali estavam disseram a Pedro: “Verdadeiramente tu és um deles; pois também és galileu”, e a tua fala é semelhante”.

  71. 71

    Então ele começou a amaldiçoar e a jurar, [dizendo] : “Não conheço esse homem de quem dizeis.”

  72. 72

    O galo cantou a segunda vez. E Pedro se lembrou da palavra que Jesus havia lhe dito: “Antes que o galo cante duas vezes, tu me negarás três vezes.” Então ele retirou-se dali e chorou.

Ligações: OpenBible.info (votos somam as duas direções; um trecho conta pelo primeiro versículo). Texto: Bíblia Livre (BLIVRE).

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