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1 Samuel 14 e Romanos 8

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1 Samuel 14

  1. 1

    E um dia aconteceu, que Jônatas filho de Saul disse a seu criado que lhe trazia as armas: Vem, e passemos à guarnição dos filisteus, que está a aquele lado. E não o fez saber a seu pai.

  2. 2

    E Saul estava no termo de Gibeá, debaixo de uma romãzeira que há em Migrom, e o povo que estava com ele era como seiscentos homens.

  3. 3

    E Aías filho de Aitube, irmão de Icabode, filho de Fineias, filho de Eli, sacerdote do SENHOR em Siló, levava o éfode; e não sabia o povo que Jônatas se houvesse ido.

  4. 4

    E entre os desfiladeiros por de onde Jônatas procurava passar à guarnição dos filisteus, havia um penhasco agudo da uma parte, e outro da outra parte; o um se chamava Bozez e o outro Sené:

  5. 5

    O um penhasco situado ao norte até Micmás, e o outro ao sul até Gibeá.

  6. 6

    Disse, pois, Jônatas a seu criado que lhe trazia as armas: Vem, passemos à guarnição destes incircuncisos: talvez fará o SENHOR por nós; que não é difícil ao SENHOR salvar com multidão ou com pouco número.

  7. 7

    E seu pajem de armas lhe respondeu: Faze tudo o que tens em teu coração: vai, que aqui estou contigo à tua vontade.

  8. 8

    E Jônatas disse: Eis que, nós passaremos aos homens, e nos mostraremos a eles.

  9. 9

    Se nos disserem assim: Esperai até que cheguemos a vós; então nos estaremos em nosso lugar, e não subiremos a eles.

  10. 10

    Mas se nos disserem assim: Subi a nós: então subiremos, porque o SENHOR os entregou em nossas mãos: e isto nos será por sinal.

  11. 11

    Mostraram-se, pois, ambos à guarnição dos filisteus, e os filisteus disseram: Eis que os hebreus, que saem das cavernas em que se haviam escondido.

  12. 12

    E os homens da guarnição responderam a Jônatas e a seu pajem de armas, e disseram: Subi a nós, e vos faremos saber uma coisa. Então Jônatas disse a seu pajem de armas: Sobe atrás mim, que o SENHOR os entregou na mão de Israel.

  13. 13

    E subiu Jônatas escalando com suas mãos e seus pés, e atrás dele seu pajem de armas; e os que caíam diante de Jônatas, seu pajem de armas que ia atrás dele os matava.

  14. 14

    Esta foi a primeira derrota, na qual Jônatas com seu pajem de armas, mataram como uns vinte homens no espaço de uma meia jeira.

  15. 15

    E houve tremor no acampamento e pelo campo, e entre toda a gente da guarnição; e os que haviam ido a fazer saques, também eles tremeram, e alvoroçou-se a terra: houve, pois, grande pânico.

  16. 16

    E as sentinelas de Saul viram desde Gibeá de Benjamim como a multidão estava perturbada, e ia de uma parte à outra, e era desfeita.

  17. 17

    Então Saul disse ao povo que tinha consigo: Reconhecei logo, e olhai quem tenha ido dos nossos. E depois de terem reconhecido, acharam que faltavam Jônatas e seu pajem de armas.

  18. 18

    E Saul disse a Aías: Traze a arca de Deus. Porque a arca de Deus estava então com os filhos de Israel.

  19. 19

    E aconteceu que estando ainda falando Saul com o sacerdote, o alvoroço que havia no campo dos filisteus se aumentava, e ia crescendo em grande maneira. Então disse Saul ao sacerdote: Detém tua mão.

  20. 20

    E juntando Saul todo o povo que com ele estava, vieram até o lugar da batalha: e eis que a espada de cada um era volta contra seu companheiro, e a mortandade era grande.

  21. 21

    E os hebreus que haviam estado com os filisteus de tempo antes, e haviam vindo com eles dos arredores ao acampamento, também estes se voltaram a ser com os israelitas que estavam com Saul e com Jônatas.

  22. 22

    Também todos os israelitas que se haviam escondido no monte de Efraim, ouvindo que os filisteus fugiam, eles também os perseguiram naquela batalha.

  23. 23

    Assim salvou o SENHOR a Israel aquele dia. E chegou o alcance até Bete-Áven.

  24. 24

    Porém os homens de Israel foram postos em apuros aquele dia; porque Saul havia conjurado ao povo, dizendo: Qualquer um que comer pão até a tarde, até que tenha tomado vingança de meus inimigos, seja maldito. E todo o povo não havia provado pão.

  25. 25

    E todo o povo daquela terra chegou a um bosque de onde havia mel na superfície do campo.

  26. 26

    Entrou, pois, o povo no bosque, e eis que o mel corria; mas ninguém havia que chegasse a mão à sua boca: porque o povo temia o juramento.

  27. 27

    Porém Jônatas não havia ouvido quando seu pai conjurou ao povo, e estendeu a ponta de uma vara que trazia em sua mão, e molhou-a em um favo de mel, e chegou sua mão a sua boca; e seus olhos se iluminaram.

  28. 28

    Então falou um do povo, dizendo: Teu pai conjurou expressamente ao povo, dizendo: Maldito seja o homem que comer hoje alimento. E o povo desfalecia.

  29. 29

    E Jônatas respondeu: Meu pai perturbou esta terra. Vede agora como foram aclarados meus olhos, por haver provado um pouco deste mel;

  30. 30

    Quanto mais se o povo houvesse hoje comido do despojo de seus inimigos que achou? não se haveria feito agora maior estrago nos filisteus?

  31. 31

    E feriram aquele dia aos filisteus desde Micmás até Aijalom: mas o povo se cansou muito.

  32. 32

    Tornou-se, portanto, o povo ao despojo, e tomaram ovelhas e vacas e bezerros, e mataram-nos em terra, e o povo comeu com sangue.

  33. 33

    E dando-lhe disso aviso a Saul, disseram-lhe: O povo peca contra o SENHOR comendo com sangue. E ele disse: Vós cometestes transgressão; rolai-me agora aqui uma grande pedra.

  34. 34

    E Saul voltou a dizer: Espalhai-vos pelo povo, e dizei-lhes que me tragam cada um sua vaca, e cada qual sua ovelha, e degolai-os aqui, e comei; e não pecareis contra o SENHOR comendo com sangue. E trouxe todo o povo cada qual por sua mão sua vaca aquela noite, e ali degolaram.

  35. 35

    E edificou Saul altar ao SENHOR, o qual altar foi o primeiro que edificou ao SENHOR.

  36. 36

    E disse Saul: Desçamos de noite contra os filisteus, e os saquearemos até a manhã, e não deixaremos deles ninguém. E eles disseram: Faze o que bem te parecer. Disse logo o sacerdote: Acheguemo-nos aqui a Deus.

  37. 37

    E Saul consultou a Deus: Descerei atrás dos filisteus? os entregarás em mão de Israel? Mas o SENHOR não lhe deu resposta aquele dia.

  38. 38

    Então disse Saul: Achegai-vos aqui todos os principais do povo; e sabei e olhai por quem foi hoje este pecado;

  39. 39

    Porque vive o SENHOR, que salva a Israel, que se for em meu filho Jônatas, ele morrerá de certo. E não houve em todo o povo quem lhe respondesse.

  40. 40

    Disse logo a todo Israel: Vós estareis a um lado, e eu e Jônatas meu filho estaremos a outro lado. E o povo respondeu a Saul: Faze o que bem te parecer.

  41. 41

    Então disse Saul ao SENHOR Deus de Israel: Dá perfeição. E foram tomados Jônatas e Saul, e o povo saiu livre.

  42. 42

    E Saul disse: Lançai sorte entre mim e Jônatas meu filho. E foi tomado Jônatas.

  43. 43

    Então Saul disse a Jônatas: Declara-me que fizeste. E Jônatas se o declarou, e disse: Certo que provei com a ponta da vara que trazia em minha mão, um pouco de mel: e eis que ei de morrer?

  44. 44

    E Saul respondeu: Assim me faça Deus e assim me acrescente, que sem dúvida morrerás, Jônatas.

  45. 45

    Mas o povo disse a Saul: Há, pois, de morrer Jônatas, o que fez esta salvação grande em Israel? Não será assim. Vive o SENHOR, que não há de cair um cabelo de sua cabeça em terra, pois que operou hoje com Deus. Assim livrou o povo a Jônatas, para que não morresse.

  46. 46

    E Saul deixou de perseguir aos filisteus; e os filisteus se foram a seu lugar.

  47. 47

    E ocupando Saul o reino sobre Israel, fez guerra a todos seus inimigos ao redor: contra Moabe, contra os filhos de Amom, contra Edom, contra os reis de Zobá, e contra os filisteus: e a de onde quer que se voltava era vencedor.

  48. 48

    E reuniu um exército, e feriu a Amaleque, e livrou a Israel da mão dos que lhe roubavam.

  49. 49

    E os filhos de Saul foram Jônatas, Isvi, e Malquisua. E os nomes de suas duas filhas eram, o nome da mais velha, Merabe, e o da mais nova, Mical.

  50. 50

    E o nome da mulher de Saul era Ainoã, filha de Aimaás. E o nome do general de seu exército era Abner, filho de Ner tio de Saul.

  51. 51

    Porque Quis pai de Saul, e Ner pai de Abner, foram filhos de Abiel.

  52. 52

    E a guerra foi forte contra os filisteus todo o tempo de Saul; e a qualquer um que Saul via homem valente e homem de esforço, juntava-lhe consigo.

Romanos 8

  1. 1

    Portanto, agora, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas sim segundo o Espírito.

  2. 2

    Porque a Lei do Espírito de vida, em Cristo Jesus, me livrou da lei do pecado e da morte.

  3. 3

    Pois o que era impossível para a lei, porque estava enferma pela carne, Deus, ao enviar o seu próprio Filho em semelhança da carne pecadora, e por causa do pecado, condenou o pecado na carne,

  4. 4

    para que a exigência da lei se cumprisse em nós, que andamos, não segundo a carne, mas sim, segundo o Espírito.

  5. 5

    Pois os que são segundo a carne voltam sua mentalidade para as coisas da carne, mas os que são segundo o Espírito, para as coisas do Espírito.

  6. 6

    Pois a mentalidade da carne é morte, mas a mentalidade do Espírito é vida e paz.

  7. 7

    Pois a mentalidade da carne é inimizade contra Deus, pois não se sujeita à Lei de Deus, porque nem sequer pode.

  8. 8

    Portanto, os que permanecem na carne não podem agradar a Deus.

  9. 9

    Porém vós não permaneceis na carne, mas sim, no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós. Porém, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse não lhe pertence.

  10. 10

    E se Cristo está em vós, apesar do corpo estar morto por causa do pecado, o Espírito é vida por causa da justiça.

  11. 11

    E se o Espírito daquele que dos mortos ressuscitou a Jesus habita em vós, aquele que dos mortos ressuscitou a Cristo também dará vida aos vossos corpos mortais por meio do seu Espírito, que habita em vós.

  12. 12

    Por isso, irmãos, somos devedores, não à carne, para vivermos segundo a carne;

  13. 13

    porque, se viverdes segundo a carne, morrereis; mas se, pelo Espírito, fizerdes morrer as ações do corpo, vivereis.

  14. 14

    Pois todos quantos são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus.

  15. 15

    Pois não recebestes o espírito de escravidão, para voltardes ao medo; mas recebestes o Espírito de adoção como filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai!

  16. 16

    O próprio Espírito dá testemunho com o nosso espírito de que somos filhos de Deus.

  17. 17

    E, se somos filhos, logo somos também herdeiros; herdeiros de Deus, e coerdeiros de Cristo; se sofremos com ele, é para que também com ele sejamos glorificados.

  18. 18

    Pois considero que as aflições deste tempo presente nem se comparam com a glória que nos será revelada.

  19. 19

    Pois a criação espera ansiosamente a revelação dos filhos de Deus;

  20. 20

    porque a criação ficou sujeita à futilidade (não por vontade própria, mas sim por causa daquele que a sujeitou),

  21. 21

    na esperança de que também a mesma criação seja liberta da escravidão da degradação para a liberdade da glória dos filhos de Deus.

  22. 22

    Pois sabemos que toda a criação geme e sofre dores como as de parto até agora.

  23. 23

    E não somente [isso] , mas também nós, que temos os primeiros frutos do Espírito, gememos em nós mesmos, esperando a [adoção] , [isto é] , a redenção do nosso corpo.

  24. 24

    Pois fomos salvos na esperança. Ora, a esperança que se vê não é esperança; afinal, por que alguém ainda espera o que já vê?

  25. 25

    Mas, se esperamos o que não vemos, com paciência esperamos.

  26. 26

    E da mesma maneira também o Espírito ajuda em nossas fraquezas. Pois não sabemos orar como se deve, mas o próprio Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis.

  27. 27

    E aquele que examina os corações sabe qual é a intenção do Espírito, pois ele intercede pelos santos, segundo [a vontade] de Deus.

  28. 28

    E sabemos que todas as coisas juntamente contribuem para o bem daqueles que amam a Deus, dos que são chamados segundo o seu propósito.

  29. 29

    Pois aos que desde antes conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem do seu Filho, para que ele seja o primogênito entre muitos irmãos.

  30. 30

    E aos que predestinou, a esses também chamou; e aos que chamou, a esses também justificou; e aos que justificou, a esses também glorificou.

  31. 31

    Então, que diremos acerca dessas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?

  32. 32

    Aquele que nem mesmo ao seu próprio Filho poupou, como não nos dará também com ele todas as coisas?

  33. 33

    Quem fará acusação contra os escolhidos de Deus? Deus é quem justifica.

  34. 34

    Quem [os] condenará? Cristo é o que morreu; além disto é o que também ressuscitou; o que também está à direita de Deus, e que intercede por nós.

  35. 35

    Quem nos separará do amor de Cristo? A aflição, a angústia, a perseguição, a fome, a nudez, o perigo, ou a espada?

  36. 36

    Como está escrito: “Pois por causa de ti somos entreges à morte o dia todo; somos contados como ovelhas para o matadouro”.

  37. 37

    Mas em todas estas coisas somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou.

  38. 38

    Pois tenho certeza que nem a morte, nem a vida, nem anjos, nem principados, nem poderes, nem o presente, nem o futuro,

  39. 39

    nem altura, nem profundeza, nem qualquer outra criatura poderá nos separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor.

Ligações: OpenBible.info (votos somam as duas direções; um trecho conta pelo primeiro versículo). Texto: Bíblia Livre (BLIVRE).

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