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1 Samuel 25 e Marcos 15

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  1. 1 Samuel 25:14 e Marcos 15:292 votos

1 Samuel 25

  1. 1

    E morreu Samuel, e juntou-se todo Israel, e o choraram, e o sepultaram em sua casa em Ramá. E levantou-se Davi, e se foi ao deserto de Parã.

  2. 2

    E em Maom havia um homem que tinha sua riqueza no Carmelo, o qual era muito rico, que tinha três mil ovelhas e mil cabras. E aconteceu achar-se tosquiando suas ovelhas no Carmelo.

  3. 3

    O nome daquele homem era Nabal, e o nome de sua mulher, Abigail. E era aquela mulher de bom entendimento e de boa aparência; mas o homem era duro e de maus feitos; e era da linhagem de Calebe.

  4. 4

    E ouviu Davi no deserto que Nabal tosquiava suas ovelhas.

  5. 5

    Então enviou Davi dez criados, e disse-lhes: Subi ao Carmelo, e ide a Nabal, e saudai-lhe em meu nome.

  6. 6

    E dizei-lhe assim: Que vivas e seja paz a ti, e paz à tua família, e paz a tudo quanto tens.

  7. 7

    Há pouco soube que tens tosquiadores. Agora, aos pastores teus que estiveram conosco, nunca lhes maltratamos, nem lhes faltou algo em todo aquele tempo que estiveram no Carmelo.

  8. 8

    Pergunta a teus criados, que eles te dirão. Portanto que estes criados achem favor em teus olhos, pois viemos em um bom dia; rogo-te que dês o que tiveres à mão a teus servos, e a teu filho Davi.

  9. 9

    E quando chegaram os criados de Davi, disseram a Nabal todas estas palavras em nome de Davi, e se calaram.

  10. 10

    E Nabal respondeu aos criados de Davi, e disse: Quem é Davi? e quem é o filho de Jessé? Muitos servos há hoje que fogem de seus senhores.

  11. 11

    Tomarei eu agora meu pão, minha água, e minha carne que matei para meus tosquiadores, e a darei a homens que não sei de onde são?

  12. 12

    E virando-se os criados de Davi, voltaram por seu caminho, e vieram e disseram a Davi todas estas palavras.

  13. 13

    Então Davi disse a seus homens: Cinja-se cada um sua espada. E cingiu-se cada um sua espada: também Davi cingiu sua espada; e subiram atrás Davi como quatrocentos homens, e deixaram duzentos com a bagagem.

  14. 14

    E um dos criados deu aviso a Abigail mulher de Nabal, dizendo: Eis que Davi enviou mensageiros do deserto que saudassem a nosso amo, e ele os insultou.

  15. 15

    Mas aqueles homens nos foram muito bons, e nunca nos maltrataram, nem nenhuma coisa nos faltou em todo aquele tempo que convivido com eles, enquanto estivemos no campo.

  16. 16

    Eles nos foram por muro de dia e de noite, todos os dias que estivemos com eles apascentando as ovelhas.

  17. 17

    Agora, pois, entende e olha o que farás, porque o mal está de todo decidido contra nosso amo e contra toda sua casa: pois ele é um homem tão mau, que não há quem podia falar-lhe.

  18. 18

    Então Abigail tomou logo duzentos pães, e dois odres de vinho, e cinco ovelhas guisadas, e cinco medidas de grão tostado, e cem cachos de uvas passas, e duzentos pães de figos secos, e carregou-o em asnos;

  19. 19

    E disse a seus criados: Ide diante de mim, que eu vos seguirei logo. E nada declarou a seu marido Nabal.

  20. 20

    E sentando-se sobre um asno desceu por uma parte secreta do monte, e eis que Davi e os seus que vinham de frente a ela, e ela lhes foi ao encontro.

  21. 21

    E Davi havia dito: Certamente em vão guardei tudo o que este tem no deserto, sem que nada lhe tenha faltado de tudo quanto é seu; e ele me devolveu mal por bem.

  22. 22

    Assim faça Deus, e assim acrescente aos inimigos de Davi, que daqui à amanhã não tenho de deixar de tudo o que for seu nem ainda macho.

  23. 23

    E quando Abigail viu a Davi, desceu prontamente do asno, e prostrando-se diante de Davi sobre seu rosto, inclinou-se à terra;

  24. 24

    E lançou-se a seus pés, e disse: Senhor meu, sobre mim seja o pecado; mas rogo-te fale tua serva em teus ouvidos, e ouve as palavras de tua serva.

  25. 25

    Não ponha agora meu senhor seu coração a aquele homem grosseiro, a Nabal; porque conforme seu nome, assim é. O se chama Nabal, e a loucura está com ele: mas eu tua serva não vi os criados de meu senhor, os quais tu enviaste.

  26. 26

    Agora, pois, senhor meu, vive o SENHOR e vive tua alma, que o SENHOR te impediu que viesses a derramar sangue, e vingar-te por tua própria mão. Sejam, pois, como Nabal teus inimigos, e todos os que procuram mal contra meu senhor.

  27. 27

    E agora esta bênção que tua serva trouxe a meu senhor, seja dada aos criados que seguem a meu senhor.

  28. 28

    E eu te rogo que perdoes a tua serva esta ofensa; pois o SENHOR de certo fará casa firme a meu senhor, porquanto meu senhor faz as guerras do SENHOR, e mal não se achou em ti em teus dias.

  29. 29

    Bem que alguém se tenha levantado a perseguir-te e atentar à tua vida, contudo, a alma de meu senhor será ligada no feixe dos que vivem com o SENHOR Deus teu, e ele atirará a alma de teus inimigos como de uma funda.

  30. 30

    E acontecerá que quando o SENHOR fizer com meu senhor conforme todo aquele bem que falou de ti, e te mandar que sejas chefe sobre Israel,

  31. 31

    Então, senhor meu, não te será isto em tropeço e turbação de coração, o que tenhas derramado sangue sem causa, ou que meu senhor se tenha vingado por si mesmo. Guarde-se, pois, meu senhor, e quando o SENHOR fizer bem a meu senhor, lembra-te de tua serva.

  32. 32

    E disse Davi a Abigail: Bendito seja o SENHOR Deus de Israel, que te enviou para que hoje me encontrasses;

  33. 33

    E bendito seja teu bom-senso, e bendita tu, que me impediste hoje de ir derramar sangue, e de vingar-me por minha própria mão:

  34. 34

    Porque, vive o SENHOR Deus de Israel que me defendeu de fazer-te mal, que se não te houvesses apressado em vir ao meu encontro, daqui a amanhã não lhe restaria a Nabal macho.

  35. 35

    E recebeu Davi de sua mão o que lhe havia trazido, e disse-lhe: Sobe em paz à tua casa, e olha que ouvi tua voz, e te atendi.

  36. 36

    E Abigail se veio a Nabal, e eis que ele tinha banquete em sua casa como banquete de rei: e o coração de Nabal estava alegre nele, e estava muito embriagado; pelo que ela não lhe declarou pouco nem muito, até que veio o dia seguinte.

  37. 37

    Porém à manhã, quando o vinho havia saído de Nabal, referiu-lhe sua mulher aquelas coisas; e se lhe amorteceu o coração, e ficou como pedra.

  38. 38

    E passados dez dias o SENHOR feriu a Nabal, e morreu.

  39. 39

    E logo que Davi ouviu que Nabal era morto, disse: Bendito seja o SENHOR que julgou a causa de minha afronta recebida da mão de Nabal, e preservou do mal a seu servo; e o SENHOR devolveu a malícia de Nabal sobre sua própria cabeça. Depois enviou Davi a falar a Abigail, para tomá-la por sua mulher.

  40. 40

    E os criados de Davi vieram a Abigail no Carmelo, e falaram com ela, dizendo: Davi nos enviou a ti, para tomar-te por sua mulher.

  41. 41

    E ela se levantou, e inclinou seu rosto à terra, dizendo: Eis que tua serva, para que seja serva que lave os pés dos servos de meu senhor.

  42. 42

    E levantando-se logo Abigail com cinco moças que a seguiam, montou-se em um asno, e seguiu os mensageiros de Davi, e foi sua mulher.

  43. 43

    Também tomou Davi a Ainoã de Jezreel, e ambas foram suas mulheres.

  44. 44

    Porque Saul havia dado sua filha Mical mulher de Davi, a Palti filho de Laís, que era de Galim.

Marcos 15

  1. 1

    E logo ao amanhecer, os chefes dos sacerdotes tiveram uma reunião com os anciãos, com os escribas, e com todo o supremo conselho; e, amarrando Jesus, levaram [-no] e [o] entregaram a Pilatos.

  2. 2

    E Pilatos lhe perguntou: És tu o Rei dos Judeus? E ele lhe respondeu: Tu o dizes.

  3. 3

    E os chefes dos sacerdotes o acusavam de muitas coisas, porém ele nada respondia.

  4. 4

    E outra vez Pilatos lhe perguntou: Não respondes nada? Olha quantas [coisas] testemunham contra ti!

  5. 5

    Mas Jesus nada mais respondeu, de maneira que Pilatos ficou surpreso.

  6. 6

    Na festa, [Pilatos] lhes soltava um preso, qualquer um que pedissem.

  7. 7

    E havia um chamado Barrabás, preso com [outros] revoltosos, que numa rebelião havia cometido uma morte.

  8. 8

    E a multidão, gritando, começou a pedir, como sempre lhes havia feito.

  9. 9

    E Pilatos lhes respondeu: Quereis que eu vos solte o Rei dos Judeus?

  10. 10

    (Porque ele sabia que os chefes dos sacerdotes haviam o entregue por inveja).

  11. 11

    Mas os chefes dos sacerdotes incitaram a multidão, para que, em vez disso, lhes soltasse Barrabás.

  12. 12

    E Pilatos, respondendo, disse-lhes outra vez: Que, pois, quereis que eu faça com aquele a quem chamais Rei dos Judeus?

  13. 13

    E eles voltaram a clamar: Crucifica-o!

  14. 14

    Mas Pilatos lhes disse: Por quê? Que mal ele fez? E eles gritavam ainda mais: Crucifica-o!

  15. 15

    Então Pilatos, querendo satisfazer à multidão, soltou-lhes Barrabás; e entregou Jesus açoitado, para que fosse crucificado.

  16. 16

    E os soldados o levaram para o pátio, que é o pretório; e convocaram toda a tropa.

  17. 17

    E o vestiram de púrpura; teceram uma coroa de espinhos, e puseram nele.

  18. 18

    E começaram a saudá-lo: Viva! Ó Rei dos Judeus!

  19. 19

    E feriram a sua cabeça com uma cana, cuspiram nele, e, ajoelhados, o adoraram.

  20. 20

    Quando o escarneceram, despiram-lhe a púrpura, vestiram-no com as suas próprias roupas, e o levaram afora, para o crucificarem.

  21. 21

    E forçaram um Simão cireneu, que estava passando, vindo do campo, o pai de Alexandre e de Rufo, para que levasse sua cruz.

  22. 22

    E o levaram ao lugar de Gólgota, que traduzido é: o lugar da caveira.

  23. 23

    E ofereceram-lhe a beber vinho misturado com mirra; mas ele não o tomou.

  24. 24

    E havendo o crucificado, repartiram a roupas dele, lançando-lhes sortes, para o que cada um levaria.

  25. 25

    Era a hora terceira, e o crucificaram.

  26. 26

    E a descrição de sua acusação estava acima escrita: O REI DOS JUDEUS.

  27. 27

    E crucificaram com ele dois ladrões, um à sua direita, e outro à esquerda.

  28. 28

    E cumpriu-se a Escritura que diz: E foi contado com os malfeitores.

  29. 29

    E os que passavam blasfemavam dele, balançando suas cabeças, e dizendo: Ah! tu que derrubas o templo, e em três dias o edificas,

  30. 30

    salva a ti mesmo, e desce da cruz!

  31. 31

    E da mesma maneira também os chefes dos sacerdotes, com os escribas, diziam aos outros, escarnecendo: Ele salvou a outros, a si mesmo não pode salvar!

  32. 32

    Que o Cristo, o Rei de Israel, desça agora da cruz, para que o vejamos, e creiamos! Os que estavam crucificados com ele também o insultavam.

  33. 33

    E vinda a hora sexta, vieram trevas sobre toda a terra, até a hora nona.

  34. 34

    E na hora nona, Jesus exclamou em alta voz: ELOÍ, ELOÍ, LAMÁ SABACTÂNI, que traduzido é: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?

  35. 35

    E alguns dos que ali estavam, quando ouviram, disseram: Eis que ele está chamando Elias.

  36. 36

    E um correu, encheu de vinagre uma esponja; e pondo-a em uma cana, dava-lhe de beber, dizendo: Deixai, vejamos se Elias virá tirá-lo.

  37. 37

    E Jesus bradou em grande voz, então expirou.

  38. 38

    E o véu do Templo se rasgou em dois do alto abaixo.

  39. 39

    E o centurião que estava ali diante dele, vendo que havia expirado bradando assim, disse: Verdadeiramente este homem era Filho de Deus.

  40. 40

    E também estavam ali [algumas] mulheres olhando de longe, entre as quais estava também Maria Madalena, e Maria (mãe de Tiago o menor e de José), e Salomé;

  41. 41

    as quais também, quando ele estava na Galileia, o seguiam, e o serviam; e outras muitas, que haviam subido com ele a Jerusalém.

  42. 42

    E quando já vinha o final da tarde, porque era a preparação, que é o dia antes de sábado,

  43. 43

    Veio José de Arimateia, honrado membro do conselho, que também esperava o Reino de Deus, e com ousadia foi a Pilatos, e pediu o corpo de Jesus.

  44. 44

    Pilatos se surpreendeu de que já fosse morto. E chamou a si o centurião, e perguntou-lhe se já era morto já havia muito tempo.

  45. 45

    Quando ele recebeu a explicação do centurião, deu o corpo a José,

  46. 46

    o qual comprou um lençol fino, e tirando-o [da cruz] , envolveu-o no lençol fino. Em seguida, ele o pôs num sepulcro escavado em uma rocha, e rolouuma pedra à porta do sepulcro.

  47. 47

    Maria Madalena e Maria [mãe] de José olharam onde o puseram.

Ligações: OpenBible.info (votos somam as duas direções; um trecho conta pelo primeiro versículo). Texto: Bíblia Livre (BLIVRE).

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