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2 Samuel 21 e Mateus 27

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  1. 2 Samuel 21:6 e Mateus 27:52 votos

2 Samuel 21

  1. 1

    E nos dias de Davi houve fome por três anos consecutivos. E Davi consultou ao SENHOR, e o SENHOR lhe disse: É por Saul, e por aquela casa de sangue; porque matou aos gibeonitas.

  2. 2

    Então o rei chamou aos gibeonitas, e falou-lhes. (Os gibeonitas não eram dos filhos de Israel, mas sim do resto dos amorreus, aos quais os filhos de Israel fizeram juramento; mas Saul havia procurado matá-los com motivo de zelo pelos filhos de Israel e de Judá).

  3. 3

    Disse, pois Davi aos gibeonitas: Que vos farei, e com que expiarei para que abençoeis à herança do SENHOR?

  4. 4

    E os gibeonitas lhe responderam: Não temos nós queixa sobre prata nem sobre ouro com Saul, e com sua casa: nem queremos que morra homem de Israel. E ele lhes disse: O que vós disserdes vos farei.

  5. 5

    E eles responderam ao rei: Daquele homem que nos destruiu, e que tramou contra nós, para nos exterminar sem deixar nada de nós em todo aquele termo de Israel;

  6. 6

    Deem-se a nós sete homens de seus filhos, para que os enforquemos ao SENHOR em Gibeá de Saul, o escolhido do SENHOR. E o rei disse: Eu os darei.

  7. 7

    E perdoou o rei a Mefibosete, filho de Jônatas, filho de Saul, pelo juramento do SENHOR que havia entre eles, entre Davi e Jônatas filho de Saul.

  8. 8

    Mas tomou o rei dois filhos de Rispa filha de Aiá, os quais ela havia dado à luz de Saul, a saber, a Armoni e a Mefibosete; e cinco filhos de Mical filha de Saul, os quais ela havia dado à luz de Adriel, filho de Barzilai meolatita;

  9. 9

    E entregou-os em mãos dos gibeonitas, e eles os enforcaram no monte diante do SENHOR: e morreram juntos aqueles sete, os quais foram mortos no tempo da colheita, nos primeiros dias, no princípio da colheita das cevadas.

  10. 10

    Tomando logo Rispa filha de Aiá um saco, estendeu-o sobre um penhasco, desde o princípio da colheita até que choveu sobre eles água do céu; e não deixou a nenhuma ave do céu assentar-se sobre eles de dia, nem animais do campo de noite.

  11. 11

    E foi dito a Davi o que fazia Rispa filha de Aiá, concubina de Saul.

  12. 12

    Então Davi foi, e tomou os ossos de Saul e os ossos de Jônatas seu filho, dos homens de Jabes de Gileade, que os haviam furtado da praça de Bete-Seã, de onde os haviam pendurado os filisteus, quando os filisteus mataram a Saul em Gilboa:

  13. 13

    E fez levar dali os ossos de Saul e os ossos de Jônatas seu filho; e juntaram também os ossos dos enforcados.

  14. 14

    E sepultaram os ossos de Saul e os de seu filho Jônatas em terra de Benjamim, em Selá, no sepulcro de Quis seu pai; e fizeram tudo o que o rei havia mandado. Depois se aplacou Deus com a terra.

  15. 15

    Quando os filisteus voltaram a fazer guerra a Israel, Davi desceu com os seus servos, e lutaram contra os filisteus; e Davi se cansou.

  16. 16

    Nisso, Isbi-Benobe, que era dos filhos do gigante, e que cuja lança pesava trezentos siclos de bronze, estando ele cingido com uma espada nova, pretendeu ferir Davi.

  17. 17

    Mas Abisai, filho de Zeruia, o socorreu, feriu o filisteu, e o matou. Então os homens de Davi lhe juraram, dizendo: “Nunca mais sairás conosco à batalha, para que não apagues a lâmpada de Israel.”

  18. 18

    Outra segunda guerra houve depois em Gobe contra os filisteus; então Sibecai, husatita, feriu a Safe, que era dos filhos do gigante.

  19. 19

    Outra guerra houve em Gobe contra os filisteus, na qual Elanã, filho de Jaaré-Oregim de Belém, feriu a Golias geteu, a haste de cuja lança era como um lançador de tear.

  20. 20

    Depois houve outra guerra em Gate, de onde houve um homem de grande altura, o qual tinha doze dedos nas mãos, e outros doze nos pés, vinte e quatro em todos: e também era dos filhos do gigante.

  21. 21

    Este desafiou a Israel, e foi morto por Jônatas, filho de Simeia irmão de Davi.

  22. 22

    Estes quatro lhe haviam nascido ao gigante em Gate, os quais caíram pela mão de Davi e pela mão de seus servos.

Mateus 27

  1. 1

    Vinda a manhã, todos os chefes dos sacerdotes e anciãos do povo juntamente se aconselharam contra Jesus, para o matarem.

  2. 2

    E o levaram amarrado, e o entregaram a Pôncio Pilatos, o governador.

  3. 3

    Então Judas, o que o havia traído, ao ver que [Jesus] já estava condenado, devolveu, sentindo remorso, as trinta [moedas] de prata aos chefes dos sacerdotes e aos anciãos;

  4. 4

    e disse: Pequei, traindo sangue inocente. Porém eles disseram: Que nos interessa? Isso é problema teu!

  5. 5

    Então ele lançou as [moedas] de prata no templo, saiu, e foi enforcar-se.

  6. 6

    Os chefes dos sacerdotes tomaram as [moedas] de prata, e disseram: Não é lícito pô-las no tesouro das ofertas, pois isto é preço de sangue.

  7. 7

    Então juntamente se aconselharam, e compraram com elas o campo do oleiro, para ser cemitério dos estrangeiros.

  8. 8

    Por isso aquele campo tem sido chamado campo de sangue até hoje.

  9. 9

    Assim se cumpriu o que foi dito pelo profeta Jeremias, que disse: Tomaram as trinta [moedas] de prata, preço avaliado pelos filhos de Israel, o qual eles avaliaram;

  10. 10

    e as deram pelo campo do oleiro, conforme o que o Senhor me mandou.

  11. 11

    Jesus esteve diante do governador, e o governador lhe perguntou: És tu o Rei dos Judeus? E Jesus lhe respondeu: Tu [o] dizes.

  12. 12

    E, sendo ele foi acusado pelos chefes dos sacerdotes e pelos anciãos, nada respondeu.

  13. 13

    Pilatos, então, lhe disse: Não ouves quantas coisas estão testemunhando contra ti?

  14. 14

    Mas [Jesus] não lhe respondeu uma só palavra, de maneira que o governador ficou muito maravilhado.

  15. 15

    Na festa o governador costuma soltar um preso ao povo, qualquer um que quisessem.

  16. 16

    E tinham então um preso bem conhecido, chamado Barrabás.

  17. 17

    Quando, pois, se ajuntaram, Pilatos lhes perguntou: Qual quereis que vos solte? Barrabás, ou Jesus, que é chamado Cristo?

  18. 18

    Pois ele sabia que foi por inveja que o entregaram.

  19. 19

    E, enquanto ele estava sentado no assento de juiz, sua mulher lhe enviou a seguinte mensagem: Nada [faças] com aquele justo, pois hoje sofri muito em sonhos por causa dele.

  20. 20

    Mas os chefes dos sacerdotes e os anciãos persuadiram as multidões a pedirem Barrabás, e a exigirem a morte de Jesus.

  21. 21

    O governador lhes perguntou: Qual destes dois quereis que vos solte? E responderam: Barrabás!

  22. 22

    Pilatos lhes disse: Que, pois, farei de Jesus, que é chamado Cristo? Todos lhe disseram: Seja crucificado!

  23. 23

    E o governador perguntou: Ora, que mal ele fez? Porém gritavam mais: Seja crucificado!

  24. 24

    Quando, pois, Pilatos viu que nada adiantava, em vez disso se fazia mais tumulto, ele pegou água, lavou as mãos diante da multidão, e disse: Estou inocente do sangue deste justo. A responsabilidade é vossa.

  25. 25

    E todo o povo respondeu: O sangue dele [venha] sobre nós, e sobre os nossos filhos.

  26. 26

    Então soltou-lhes Barrabás, enquanto que mandou açoitar Jesus, e o entregou para ser crucificado.

  27. 27

    Em seguida, os soldados do governador levaram Jesus consigo ao pretório, ajuntaram-se a ele toda a unidade miltar.

  28. 28

    Eles o despiram e o cobriram com um manto vermelho.

  29. 29

    E, depois de tecerem uma coroa de espinhos, puseram-na sobre a sua cabeça, e uma cana em sua mão direita. Em seguida, puseram-se de joelhos diante dele, zombando-o, e diziam: Felicitações, Rei dos Judeus!

  30. 30

    E cuspiram nele, tomaram a cana, e deram-lhe golpes na cabeça.

  31. 31

    Depois de terem o zombado, despiram-lhe a capa, vestiram-no com suas roupas, e o levaram para crucificar.

  32. 32

    Ao saírem, encontraram um homem de Cirene, por nome Simão; e obrigaram-no a levar sua cruz.

  33. 33

    E quando chegaram ao lugar chamado Gólgota, que significa “o lugar da caveira”,

  34. 34

    deram-lhe de beber vinagre misturado com fel. E, depois de provar, não quis beber.

  35. 35

    E havendo-o crucificado, repartiram suas roupas, lançando sortes; para que se cumprisse o que foi dito pelo profeta: Repartiram entre si minhas roupas, e sobre minha túnica lançaram sortes.

  36. 36

    Então se sentaram, e ali o vigiavam.

  37. 37

    E puseram, por cima de sua cabeça, sua acusação escrita: ESTE É JESUS, O REI DOS JUDEUS.

  38. 38

    Então foram crucificados com ele dois criminosos, um à direita, e outro à esquerda.

  39. 39

    Os que passavam blasfemavam dele, balançando suas cabeças,

  40. 40

    e dizendo: Tu, que derrubas o Templo, e em três dias o reconstróis, salva a ti mesmo! Se és Filho de Deus, desce da cruz.

  41. 41

    E da mesma maneira também os chefes dos sacerdotes, com os escribas e os anciãos, escarnecendo [dele] ,diziam:

  42. 42

    Salvou outros, a si mesmo não pode salvar. Se é Rei de Israel, desça agora da cruz, e creremos nele.

  43. 43

    Confiou em Deus, livre-o agora, se lhe quer bem; pois disse: “Sou Filho de Deus”.

  44. 44

    E os ladrões que estavam crucificados com ele também lhe insultavam.

  45. 45

    Desde a hora sexta houve trevas sobre toda a terra até a hora nona.

  46. 46

    E perto da hora nona, Jesus gritou em alta voz: Eli, Eli, lamá sabactâni?, Isto é: Deus meu, Deus meu, porque me desamparaste?

  47. 47

    E alguns dos que ali estavam, quando ouviram, disseram: Ele está chamando Elias.

  48. 48

    Logo um deles correu e tomou uma esponja. Então a encheu de vinagre, colocou-a em uma cana, e lhe dava de beber.

  49. 49

    Porém os outros disseram: Deixa, vejamos se Elias vem livrá-lo.

  50. 50

    Jesus gritou outra vez em alta voz, e entregou o espírito.

  51. 51

    E eis que o véu do Templo se rasgou em dois, de cima até embaixo, a terra tremeu, e as pedras se fenderam.

  52. 52

    Os sepulcros se abriram, e muitos corpos de santos que tinham morrido foram ressuscitados.

  53. 53

    E, depois de ressuscitarem, saíram dos sepulcros, vieram à santa cidade, e apareceram a muitos.

  54. 54

    E o centurião, e os que com ele vigiavam Jesus, ao verem o terremoto e as coisas que haviam sucedido, tiveram muito medo, e disseram: Verdadeiramente ele era Filho de Deus.

  55. 55

    Muitas mulheres, que desde a Galileia haviam seguido Jesus, e o serviam, estavam ali, olhando de longe.

  56. 56

    Entre elas estavam Maria Madalena, e Maria mãe de Tiago e de José, e a mãe dos filhos de Zebedeu.

  57. 57

    E chegado o entardecer, veio um homem rico de Arimateia, por nome José, que também era discípulo de Jesus.

  58. 58

    Ele chegou a Pilatos, e pediu o corpo de Jesus. Então Pilatos mandou que o corpo [lhe] fosse entregue.

  59. 59

    José tomou o corpo, e o envolveu em um lençol limpo, de linho fino,

  60. 60

    e o pôs em seu sepulcro novo, que tinha escavado numa rocha; em seguida rolou uma grande pedra à porta do sepulcro, e foi embora.

  61. 61

    E ali estavam Maria Madalena e a outra Maria, sentadas de frente ao sepulcro.

  62. 62

    No dia seguinte, que é o depois da preparação, os chefes dos sacerdotes, e os fariseus se reuniram com Pilatos,

  63. 63

    e disseram: Senhor, nos lembramos que aquele enganador, enquanto ainda vivia, disse: “Depois de três dias serei ressuscitado”.

  64. 64

    Portanto, manda que o sepulcro esteja em segurança até o terceiro dia, para que não aconteça dos seus discípulos virem de noite, e o furtem, e digam ao povo que ele ressuscitou dos mortos; e [assim] o último engano será pior que o primeiro.

  65. 65

    Pilatos lhes disse: Vós tendes uma guarda. Ide fazer segurança como o entendeis.

  66. 66

    E eles se foram, e fizeram segurança no sepulcro com a guarda, selando a pedra.

Ligações: OpenBible.info (votos somam as duas direções; um trecho conta pelo primeiro versículo). Texto: Bíblia Livre (BLIVRE).

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