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Êxodo 21 e Mateus 15

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Êxodo 21

  1. 1

    E estas são as ordenanças que lhes proporás.

  2. 2

    Se comprares servo hebreu, seis anos servirá; mas ao sétimo sairá livre de graça.

  3. 3

    Se entrou sozinho, sozinho sairá: se tinha mulher, sairá ele e sua mulher com ele.

  4. 4

    Se seu amo lhe houver dado mulher, e ela lhe houver dado à luz filhos ou filhas, a mulher e seus filhos serão de seu amo, e ele sairá sozinho.

  5. 5

    E se o servo disser: Eu amo a meu senhor, a minha mulher e a meus filhos, não sairei livre:

  6. 6

    Então seu amo o fará chegar aos juízes, e o fará chegar à porta ou ao umbral; e seu amo lhe furará a orelha com ferramenta pontiaguda, e será seu servo para sempre.

  7. 7

    E quando alguém vender sua filha por serva, não sairá como costumam sair os servos.

  8. 8

    Se ela não agradar ao seu senhor, o qual não a tomou por esposa, permitirá a ela que se resgate, e ela não a poderá vender a povo estrangeiro, visto que não cumpriu seu compromisso com ela.

  9. 9

    Mas se a houver desposado com seu filho, fará com ela segundo o costume das filhas.

  10. 10

    Se tomar para si outra, não diminuirá seu alimento, nem sua porção de roupa, nem o direito conjugal.

  11. 11

    E se nenhuma destas três coisas fizer, ela sairá de graça, e não terá que lhe pagar dinheiro.

  12. 12

    O que ferir á alguém, fazendo-lhe assim morrer, ele morrerá.

  13. 13

    Mas o que não armou ciladas, mas sim que Deus o pôs em suas mãos, então eu te assinalarei lugar ao qual há de fugir.

  14. 14

    Além disso, se alguém se ensoberbecer contra seu próximo, e o matar traiçoeiramente, de meu altar o tirarás para que morra.

  15. 15

    E o que ferir a seu pai ou a sua mãe, morrerá.

  16. 16

    Também o que roubar uma pessoa, e a vender, ou se achar em suas mãos, morrerá.

  17. 17

    Igualmente o que amaldiçoar a seu pai ou a sua mãe, morrerá.

  18. 18

    Ademais, se alguns brigarem, e algum ferir a seu próximo com pedra ou com o punho, e não morrer, mas cair em cama;

  19. 19

    Se se levantar e andar fora sobre seu cajado, então será o que lhe feriu absolvido: somente lhe pagará o tempo que esteve parado, e fará que lhe curem.

  20. 20

    E se alguém ferir a seu servo ou a sua serva com pau, e morrer sob sua mão, será castigado:

  21. 21

    Mas se durar por um dia ou dois, não será castigado, porque seu dinheiro é.

  22. 22

    Se alguns brigarem, e ferissem a mulher grávida, e esta abortar, mas sem haver morte, será multado conforme o que lhe impuser o marido da mulher e julgarem os juízes.

  23. 23

    Mas se houver morte, então pagarás vida por vida,

  24. 24

    Olho por olho, dente por dente, mão por meio, pé por pé,

  25. 25

    Queimadura por queimadura, ferida por ferida, golpe por golpe.

  26. 26

    E quando alguém ferir o olho de seu servo, ou o olho de sua serva, e o destruir, lhe dará liberdade por razão de seu olho.

  27. 27

    E se tirar o dente de seu servo, ou o dente de sua serva, por seu dente lhe deixará ir livre.

  28. 28

    Se um boi chifrar homem ou mulher, e de resultado morrer, o boi será apedrejado, e não se comerá sua carne; mas o dono do boi será absolvido.

  29. 29

    Porém se o boi era chifrador desde o passado, e a seu dono lhe foi feito advertência, e não o houver guardado, e matar homem ou mulher, o boi será apedrejado, e também morrerá seu dono.

  30. 30

    Se lhe for imposto resgate, então dará pelo resgate de sua pessoa quanto lhe for imposto.

  31. 31

    Quer tenha chifrado filho, ou tenha chifrado filha, conforme este juízo se fará com ele.

  32. 32

    Se o boi chifrar servo ou serva, pagará trinta siclos de prata seu senhor, e o boi será apedrejado.

  33. 33

    E se alguém abrir fosso, ou cavar cisterna, e não a cobrir, e cair ali boi ou asno,

  34. 34

    O dono da cisterna pagará o dinheiro, ressarcindo a seu dono, e o que foi morto será seu.

  35. 35

    E se o boi de alguém ferir ao boi de seu próximo, e este morrer, então venderão o boi vivo, e partirão o dinheiro dele, e também partirão o morto.

  36. 36

    Mas se era notório que o boi era chifrador desde o passado, e seu dono não o houver guardado, pagará boi por boi, e o morto será seu.

Mateus 15

  1. 1

    Então [alguns] escribas e fariseus de Jerusalém se aproximaram de Jesus, e perguntaram:

  2. 2

    Por que os teus discípulos transgridem a tradição dos anciãos? Pois não lavam suas mãos quando comem pão.

  3. 3

    Porém ele lhes respondeu: E vós, por que transgredis o mandamento de Deus por vossa tradição?

  4. 4

    Pois Deus mandou, dizendo: Honra ao teu pai e à [tua] mãe; e quem maldisser ao pai ou à mãe seja sentenciado à morte.

  5. 5

    Mas vós dizeis: “Qualquer um que disser ao pai ou à mãe: ‘Todo o proveito que terias de mim é oferta exclusiva [para Deus] ’, não [precisa] honrar seu pai ou à sua mãe”.

  6. 6

    E [assim] invalidastes o mandamento de Deus por vossa tradição.

  7. 7

    Hipócritas! Isaías bem profetizou sobre vós, dizendo:

  8. 8

    Este povo com sua boca se aproxima de mim, e com os lábios me honra; mas o seu coração está longe de mim.

  9. 9

    Em vão, porém, me veneram, ensinando doutrinas que são regras humanas.

  10. 10

    Assim chamou a multidão para si, e disse-lhes: Ouvi e entendei.

  11. 11

    Não é o que entra na boca que contamina o ser humano; mas sim o que sai da boca, isso contamina o ser humano.

  12. 12

    Então os seus discípulos aproximaram-se dele, e lhe perguntaram: Tu sabes que os fariseus se ofenderam quando ouviram essa palavra?

  13. 13

    Mas ele respondeu: Toda planta que meu Pai celestial não plantou será arrancada pela raiz.

  14. 14

    Deixai-os, são guias cegos de cegos. E se o cego guiar [outro] cego, ambos cairão na cova.

  15. 15

    E Pedro lhe disse: Explica-nos esta parábola.

  16. 16

    Porém Jesus disse: Até vós ainda estais sem entender?

  17. 17

    Não percebeis ainda que tudo o que entra na boca vai ao ventre, mas [depois] é lançado na privada?

  18. 18

    Porém as coisas que saem da boca procedem do coração; e elas contaminam o ser humano.

  19. 19

    Pois do coração procedem maus pensamentos, mortes, adultérios, pecados sexuais, furtos, falsos testemunhos, blasfêmias.

  20. 20

    Estas coisas são as que contaminam o ser humano; mas comer sem lavar as mãos não contamina o ser humano.

  21. 21

    E, tendo Jesus partido dali, foi para as partes de Tiro e de Sidom.

  22. 22

    E eis que uma mulher Cananeia, que tinha saído daquela região, clamou-lhe: Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de mim! Minha filha está miseravelmente endemoninhada.

  23. 23

    Mas ele não lhe respondeu palavra. Então seus discípulos se aproximaram dele, e rogaram-lhe, dizendo: Manda-a embora, porque ela está gritando atrás de nós.

  24. 24

    E ele respondeu: Não fui enviado para ninguém além das ovelhas perdidas da casa de Israel.

  25. 25

    Então ela veio e se prostrou diante dele, dizendo: Senhor, socorre-me.

  26. 26

    Mas ele respondeu: Não é bom tomar o pão dos filhos e lançá-lo aos cachorrinhos.

  27. 27

    Ela, porém, disse: Sim, Senhor. Porém os cachorrinhos também comem, das migalhas que caem da mesa dos seus senhores.

  28. 28

    Então Jesus lhe respondeu: Ó mulher, grande [é] a tua fé. A ti seja feito como tu queres. E desde aquela hora sua filha ficou curada.

  29. 29

    E tendo Jesus partido dali, veio ao mar da Galileia. Ele subiu a um monte, e ali se sentou.

  30. 30

    E vieram a ele muitas multidões, que tinham consigo mancos, cegos, mudos, aleijados, e muitos outros; e os lançaram aos pés de Jesus, e ele os curou.

  31. 31

    Desta maneira, as multidões se maravilhavam quando viam os mudos falarem, os aleijados ficarem sãos, os mancos andarem, e os cegos verem; então glorificaram ao Deus de Israel.

  32. 32

    Jesus chamou a si os seus discípulos, e disse: Estou compadecido com a multidão, porque já há três dias que estão comigo, e não têm o que comer. E não quero os deixar ir em jejum, para que não desmaiem no caminho.

  33. 33

    E os seus discípulos lhe responderam: De onde conseguiremos tantos pães no deserto, para saciar tão grande multidão?

  34. 34

    Jesus lhes perguntou: Quantos pães tendes? E eles disseram: Sete; e uns poucos peixinhos.

  35. 35

    Então mandou as multidões que se sentassem pelo chão.

  36. 36

    Tomou os sete pães e os peixes, deu graças e os partiu. Em seguida, ele os deu aos seus discípulos, e os discípulos à multidão.

  37. 37

    E todos comeram e se saciaram; e levantaram dos pedaços que sobraram sete cestos cheios.

  38. 38

    E foram os que comeram quatro mil homens, sem contar as mulheres e as crianças.

  39. 39

    Depois de despedir as multidões, [Jesus] entrou em um barco, e veio à região de Magdala.

Ligações: OpenBible.info (votos somam as duas direções; um trecho conta pelo primeiro versículo). Texto: Bíblia Livre (BLIVRE).

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