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Ezequiel 27 e Lucas 16

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  1. Ezequiel 27:7 e Lucas 16:193 votos

Ezequiel 27

  1. 1

    E veio a mim a palavra do SENHOR, dizendo:

  2. 2

    Tu, pois, filho do homem, levanta uma lamentação sobre Tiro.

  3. 3

    E dize a Tiro, que habita nas entradas do mar, e faz comércio com dos povos em muitas terras costeiras: Assim diz o Senhor DEUS: Ó Tiro, tu dizes: Eu sou perfeita em beleza.

  4. 4

    Teus limites estão no coração dos mares; os que te edificaram aperfeiçoaram a tua beleza.

  5. 5

    Fabricaram todos os teus conveses com faias de Senir; trouxeram cedros do Líbano para fazerem mastros para ti.

  6. 6

    Fizeram teus remos [com] carvalhos de Basã; fizeram teus bancos com ciprestes das ilhas do Chipre, unidos com marfim.

  7. 7

    Linho bordado do Egito era tua cortina, para te servir de vela; de azul e púrpura das ilhas de Elisá era teu toldo.

  8. 8

    Os moradores de Sidom e de Arvade eram teus remadores; teus sábios, ó Tiro, [que] estavam em ti, eles foram teus pilotos.

  9. 9

    Os anciãos de Gebal e seus sábios eram em ti os que reparavam tuas fendas; todos os navios do mar e seus marinheiros delas foram em ti para negociar tuas mercadorias.

  10. 10

    Persas e lídios, e os de Pute, eram em teu exército teus soldados; escudos e capacetes penduraram em ti; eles te deram tua pompa.

  11. 11

    Os filhos de Arvade e teu exército estavam sobre teus muros ao redor, e os gamaditas em tuas torres; penduravam seus escudos sobre teus muros ao redor; eles aperfeiçoavam tua beleza.

  12. 12

    Társis negociava contigo, por causa da abundância de todas as variedades de riquezas; com prata, ferro, estanho, e chumbo, negociavam [em] tuas feiras.

  13. 13

    Javã, Tubal, e Meseque eram teus mercadores; com almas humanas e com vasos de metal, fizeram negócios contigo.

  14. 14

    Da casa de Togarma traziam cavalos, cavaleiros e mulos, para tuas feiras.

  15. 15

    Os filhos de Dedã eram teus mercadores; muitas ilhas eram o comércio sob teu controle; chifres de marfim e madeira de ébano te deram como presente.

  16. 16

    A Síria negociava contigo por causa da abundância de tuas obras; turquesas, púrpura, materiais bordados, linhos finos, corais, e rubis, traziam em tuas feiras.

  17. 17

    Eles, Judá e a terra de Israel, eram teus mercadores; com trigo de Minite, e panague, mel, e azeite, e resina, fizeram negócios contigo.

  18. 18

    Damasco negociava contigo, por causa da abundância de tuas obras, pela abundância de todas as variedades de bens; com vinho de Helbom, e lã branca.

  19. 19

    Também Dã e Javã de Uzal comercializavam em tuas feiras; ferro lavrado, cássia, e cana aromática havia em teu comércio.

  20. 20

    Dedã negociava contigo, com panos preciosos para carros.

  21. 21

    A Arábia, e todos os príncipes de Quedar, eles eram mercadores sob teu controle; com cordeiros, carneiros, e bodes; nestas coisas negociavam contigo.

  22. 22

    Os mercadores de Sabá e de Raamá eram teus mercadores; com toda especiaria importante, toda pedra preciosa, e ouro, comercializavam em tuas feiras.

  23. 23

    Harã, Cané, e Éden, os mercadores de Sabá, da Assíria, e Quilmade negociavam contigo.

  24. 24

    Estes negociavam contigo em toda variedade de mercadorias: com tecidos azuis, com bordados, e com caixas de roupas preciosas, amarradas com cordões, e [postos] em cedro, em teu comércio.

  25. 25

    Os navios de Társis transportavam os artigos do teu negócio; e te encheste, e te tornaste muito pesada no meio dos mares.

  26. 26

    Teus remadores te trouxeram a muitas águas; o vento oriental te quebrou no meio dos mares.

  27. 27

    Tuas riquezas, tuas feiras, teu negócio, teus marinheiros, teus pilotos; os que reparavam tuas fendas, teus comerciantes, e todos teus soldados que há em ti, com toda a tua companhia que está no meio de ti, cairão no meio dos mares, no dia de tua queda.

  28. 28

    Ao estrondo das vozes de teus marinheiros tremerão os arredores.

  29. 29

    E todos os que usam remo; marinheiros, e todos os pilotos do mar descerão de seus navios, e pararão na terra:

  30. 30

    E farão ouvir sua voz sobre ti; gritarão amargamente, lançarão pó sobre suas cabeças, e se revolverão na cinza.

  31. 31

    E se farão calvos por causa de ti, se vestirão de sacos, e chorarão por ti com amargura da alma, com amarga lamentação.

  32. 32

    E levantarão lamentação sobre em seu pranto, e lamentarão sobre ti dizendo: Quem foi como Tiro, como a [que agora está] silenciada no meio do mar?

  33. 33

    Quando tuas mercadorias vinham dos mares, fartaste muitos povos; enriqueceste os reis da terra com a abundância de tuas riquezas e de teus negócios.

  34. 34

    Agora foste quebrada dos mares, nas profundezas das águas; caíram teu negócio e toda a tua companhia no meio de ti.

  35. 35

    Todos os moradores dos litorais foram espantados por causa de ti, e seus reis ficaram horrorizados; seus rostos se conturbaram.

  36. 36

    Os mercadores nos povos assoviam por causa de ti; tu te tornaste em motivo de espanto, e nunca mais voltarás a existir.

Lucas 16

  1. 1

    E dizia também a seus discípulos: Havia um certo homem rico, o qual tinha um mordomo; e este lhe foi acusado de fazer perder seus bens.

  2. 2

    E ele, chamando-o, disse-lhe: Como ouço isto sobre ti? Presta contas de teu trabalho, porque não poderás mais ser [meu] mordomo.

  3. 3

    E disse o mordomo para si mesmo: O que farei, agora que meu senhor está me tirando o trabalho de mordomo? Cavar eu não posso; mendigar eu tenho vergonha.

  4. 4

    Eu sei o que farei, para que, quando eu for expulso do meu trabalho de mordomo, me recebam em suas casas.

  5. 5

    E chamando a si a cada um dos devedores de seu senhor, disse ao primeiro: Quanto deves a meu senhor?

  6. 6

    E ele disse: Cem medidas de azeite. E disse-lhe: Pega a tua conta, senta, e escreve logo cinquenta.

  7. 7

    Depois disse a outro: E tu, quanto deves? E ele disse: Cem volumes de trigo. E disse-lhe: Toma tua conta, e escreve oitenta.

  8. 8

    E aquele senhor elogiou o injusto mordomo, por ter feito prudentemente; porque os filhos deste mundo são mais prudentes do que os filhos da luz com esta geração.

  9. 9

    E eu vos digo: fazei amigos para vós com as riquezas da injustiça, para que quando vos faltar, vos recebam nos tabernáculos eternos.

  10. 10

    Quem é fiel no mínimo, também é fiel no muito; e quem é injusto no mínimo, também é injusto no muito.

  11. 11

    Pois se nas riquezas da injustiça não fostes fiéis, quem vos confiará as verdadeiras [riquezas] ?

  12. 12

    E se nas [coisas] dos outros não fostes fiéis, quem vos dará o que é vosso?

  13. 13

    Nenhum servo pode servir a dois senhores; porque ou irá odiar a um, e a amar ao outro; ou irá se achegar a um, e desprezar ao outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas.

  14. 14

    E os fariseus também ouviram todas estas coisas, eles que eram avarentos. E zombaram dele.

  15. 15

    E disse-lhes: Vós sois os que justificais a vós mesmos diante dos seres humanos; mas Deus conhece vossos corações. Porque o que é excelente para os seres humanos é odiável diante de Deus.

  16. 16

    A Lei e os profetas [foram] até João; desde então, o Reino de Deus é anunciado, todo homem [tenta entrar] nele pela força.

  17. 17

    E é mais fácil passar o céu e a terra do que cair um traço de alguma letra da Lei.

  18. 18

    Qualquer que deixa sua mulher, e casa com outra, adultera; e qualquer que se casa com a deixada pelo marido, [também] adultera.

  19. 19

    Havia porém um certo homem rico, e vestia-se de púrpura, e de linho finíssimo, e festejava todo dia com luxo.

  20. 20

    Havia também um certo mendigo, de nome Lázaro, o qual ficava deitado à sua porta cheio de feridas.

  21. 21

    E desejava se satisfazer com as migalhas que caíam da mesa do rico; porém vinham também os cães, e lambiam suas feridas.

  22. 22

    E aconteceu que o mendigo morreu, e foi levado pelos anjos para o colo de Abraão. E o rico também morreu, e foi sepultado.

  23. 23

    E estando no Xeol em tormentos, ele levantou seus olhos, e viu a Abraão de longe, e a Lázaro junto dele.

  24. 24

    E ele, chamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim, e manda a Lázaro que molhe a ponta de seu dedo na água, e refresque a minha língua; porque estou sofrendo neste fogo.

  25. 25

    Porém Abraão disse: Filho, lembra-te que em tua vida recebeste teus bens, e Lázaro do mesmo jeito [recebeu] males. E agora este é consolado, e tu [és] atormentado.

  26. 26

    E, além de tudo isto, um grande abismo está posto entre nós e vós, para os que quisessem passar daqui para vós não possam; nem também os daí passarem para cá.

  27. 27

    E disse ele: Rogo-te, pois, ó pai, que o mandes à casa de meu pai.

  28. 28

    Porque tenho cinco irmãos, para que lhes dê testemunho; para que também não venham para este lugar de tormento.

  29. 29

    Disse-lhe Abraão: Eles têm a Moisés e aos profetas, ouçam-lhes.

  30. 30

    E ele disse: Não, pai Abraão; mas se alguém dos mortos fosse até eles, eles se arrependeriam.

  31. 31

    Porém [Abraão] lhe disse: Se não ouvem a Moisés e aos profetas, também não se deixariam convencer, ainda que alguém ressuscite dos mortos.

Ligações: OpenBible.info (votos somam as duas direções; um trecho conta pelo primeiro versículo). Texto: Bíblia Livre (BLIVRE).

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