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Gênesis 11 e Naum 3

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  1. Gênesis 11:3 e Naum 3:143 votos

Gênesis 11

  1. 1

    Era, então, toda a terra de uma língua e umas mesmas palavras.

  2. 2

    E aconteceu que, quando se partiram do oriente, acharam um vale na terra de Sinear; e ali passaram a habitar.

  3. 3

    E disseram uns aos outros: Vinde, façamos tijolos e o cozamos com fogo. E foi-lhes os tijolos em lugar de pedra, e o betume em lugar de argamassa.

  4. 4

    E disseram: Vamos, edifiquemo-nos uma cidade e uma torre, cuja ponta chegue ao céu; e façamo-nos um nome, para que não sejamos espalhados sobre a face de toda a terra.

  5. 5

    E desceu o SENHOR para ver a cidade e a torre que edificavam os filhos dos homens.

  6. 6

    E disse o SENHOR: Eis que o povo é um, e todos estes têm uma língua; e começaram a agir, e nada lhes restringirá agora do que pensaram fazer.

  7. 7

    Agora, pois, desçamos, e confundamos ali suas línguas, para que ninguém entenda a fala de seu companheiro.

  8. 8

    Assim os espalhou o SENHOR desde ali sobre a face de toda a terra, e deixaram de edificar a cidade.

  9. 9

    Por isto foi chamado o nome dela Babel, porque ali confundiu o SENHOR a língua de toda a terra, e desde ali os espalhou sobre a face de toda a terra.

  10. 10

    Estas são as gerações de Sem: Sem, de idade de cem anos, gerou a Arfaxade, dois anos depois do dilúvio.

  11. 11

    E viveu Sem, depois que gerou a Arfaxade quinhentos anos, e gerou filhos e filhas.

  12. 12

    E Arfaxade viveu trinta e cinco anos, e gerou a Salá.

  13. 13

    E viveu Arfaxade, depois que gerou a Salá, quatrocentos e três anos, e gerou filhos e filhas.

  14. 14

    E viveu Salá trinta anos, e gerou a Héber.

  15. 15

    E viveu Salá, depois que gerou a Héber, quatrocentos e três anos, e gerou filhos e filhas.

  16. 16

    E viveu Héber trinta e quatro anos, e gerou a Pelegue.

  17. 17

    E viveu Héber, depois que gerou a Pelegue, quatrocentos e trinta anos, e gerou filhos e filhas.

  18. 18

    E viveu Pelegue, trinta anos, e gerou a Reú.

  19. 19

    E viveu Pelegue, depois que gerou a Reú, duzentos e nove anos, e gerou filhos e filhas.

  20. 20

    E Reú viveu trinta e dois anos, e gerou a Serugue.

  21. 21

    E viveu Reú, depois que gerou a Serugue, duzentos e sete anos, e gerou filhos e filhas.

  22. 22

    E viveu Serugue trinta anos, e gerou a Naor.

  23. 23

    E viveu Serugue, depois que gerou a Naor, duzentos anos, e gerou filhos e filhas.

  24. 24

    E viveu Naor vinte e nove anos, e gerou a Terá.

  25. 25

    E viveu Naor, depois que gerou a Terá, cento e dezenove anos, e gerou filhos e filhas.

  26. 26

    E viveu Terá setenta anos, e gerou a Abrão, e a Naor, e a Harã.

  27. 27

    Estas são as gerações de Terá: Terá gerou a Abrão, e a Naor, e a Harã; e Harã gerou a Ló.

  28. 28

    E morreu Harã antes que seu pai Terá na terra de seu nascimento, em Ur dos caldeus.

  29. 29

    E tomaram Abrão e Naor para si mulheres: o nome da mulher de Abrão foi Sarai, e o nome da mulher de Naor, Milca, filha de Harã, pai de Milca e de Iscá.

  30. 30

    Mas Sarai era estéril, e não tinha filho.

  31. 31

    E tomou Terá a Abrão seu filho, e a Ló filho de Harã, filho de seu filho, e a Sarai sua nora, mulher de Abrão seu filho: e saiu com eles de Ur dos caldeus, para ir à terra de Canaã: e vieram até Harã, e assentaram ali.

  32. 32

    E foram os dias de Terá duzentos e cinco anos; e morreu Terá em Harã.

Naum 3

  1. 1

    Ai da cidade sanguinária, toda cheia de mentiras e de saques; o roubo não cessa.

  2. 2

    [Ali há] o som de açoite, e o estrondo do mover de rodas; os cavalos atropelam, e as carruagens vão se sacudindo.

  3. 3

    O cavaleiro ataca, a espada brilha, e a lança resplandece; e [ali haverá] muitos mortos, e multidão de cadáveres; haverá corpos sem fim, e tropeçarão nos corpos mortos.

  4. 4

    Por causa da multidão das prostituições da prostituta muito charmosa, mestra de feitiçarias, que vende os povos com suas prostituições, e as famílias com suas feitiçarias.

  5. 5

    Eis que estou contra ti,diz o SENHOR dos exércitos, e descobrirei tuas saias sobre tua face, e mostrarei tua nudez às nações, tua vergonha aos reinos.

  6. 6

    E lançarei sobre ti coisas abomináveis, e te envergonharei, e te tornarei em ridículo público.

  7. 7

    E será que todos os que te virem fugirão de ti, e dirão: Nínive está destruída; quem terá compaixão dela? Onde buscarei para ti consoladores?

  8. 8

    És tu melhor que Nô-Amom, que estava situada entre os rios, cercada de águas, cuja fortificação era o mar, e o rio como muralha?

  9. 9

    Cuxe e Egito era sua fortaleza sem limites; Pute e Líbia estavam para tua ajuda.

  10. 10

    Porém ela foi levada em cativeiro; também suas crianças foram despedaçadas nas esquinas de todas as ruas; e sobre seus nobres lançaram sortes, e todos seus maiorais foram aprisionados com grilhões.

  11. 11

    Tu também estarás bêbada, [e] te esconderás; tu também buscarás fortaleza por causa do inimigo.

  12. 12

    Todas as tuas fortalezas são [como] figueiras com os primeiros figos, que ao serem sacudidas, caem na boca de quem quer comer.

  13. 13

    Eis que teu exército será como mulheres no meio de ti; as portas de tua terra se abrirão a teus inimigos; fogo consumirá teus ferrolhos.

  14. 14

    Reserva para ti água para o cerco, fortifica as tuas fortalezas; entra na lama, pisa o barro, conserta o forno.

  15. 15

    Ali o fogo te consumirá, a espada te cortará, te consumirá como o inseto devorador. Multiplica-te como o inseto devorador; multiplica-te como o gafanhoto.

  16. 16

    Multiplicaste teus mercadores mais que as estrelas do céu; o inseto devorador estende as asas, e sai voando.

  17. 17

    Teus oficiais são como gafanhotos, e teus capitães como enxames de gafanhotos que pousam em nas paredes nos dias de frio; quando o sol se levanta eles voam, de modo que não se pode saber seu lugar onde estiveram.

  18. 18

    Teus pastores cochilam, ó rei da Assíria, teus nobres descansam; teu povo se espalhou pelos montes, e ninguém o ajuntará.

  19. 19

    Não há cura para tua ferida; tua chaga é fatal; todos os que ouviram tua fama baterão palmas por causa de ti, pois sobre quem tua maldade não passou continuamente?

Ligações: OpenBible.info (votos somam as duas direções; um trecho conta pelo primeiro versículo). Texto: Bíblia Livre (BLIVRE).

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