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Isaías 8 e Atos 23

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  1. Isaías 8:9 e Atos 23:1215 votos

Isaías 8

  1. 1

    Disse-me também o SENHOR: Toma para ti um grande letreiro, e escreve nele com pena [para uso] humano: Maer-Salal- Has-Baz.

  2. 2

    Então tomei comigo testemunhas fiéis: o sacerdote Urias, e Zacarias filho de Jeberequias.

  3. 3

    E vim até a profetisa, que concebeu e teve um filho; e o SENHOR me disse: Chama o nome dele de Maer-Salal-Has-Baz,

  4. 4

    porque antes que o menino saiba falar “papai” ou “mamãe”, as riquezas de Damasco e os despojos de Samaria serão tomados pelo rei da Assíria.

  5. 5

    E o SENHOR continuou a a falar comigo, dizendo:

  6. 6

    Dado que este povo rejeitou as águas de Siloé, que correm calmamente, e se alegrou com Resim e com o filho de Remalias,

  7. 7

    Por isso eis que o Senhor fará subir sobre eles as águas do rio fortes e impetuosas: [que é] o rei da Assíria com todo o sua glória; e subirá sobre todas as suas correntes de águas, e transbordará por todas as suas margens;

  8. 8

    E passará por Judá, e o inundará, chegando até o pescoço; e ao estender suas asas, encherá a largura de tua terra, ó Emanuel.

  9. 9

    Ajuntai-vos, povos, e sereis quebrados; e ouvi, todos vós que sois de terras distantes; vesti vossos cintos, e sereis quebrados; preparai vossos cintos [para a batalha] ,mas sereis quebrados.

  10. 10

    Reuni-vos para tomar conselho, mas ele será desfeito; falai [alguma] palavra, porém ela não se confirmará, porque Deus é conosco.

  11. 11

    Porque assim o SENHOR me disse com mão forte; e ele me ensinou a não andar pelo caminho deste povo, dizendo:

  12. 12

    Não chameis de conspiração a tudo quanto este povo chama de conspiração; e não temais o que eles temem, nem vos assombreis.

  13. 13

    [Mas] ao SENHOR dos exércitos, a ele santificai; e ele seja ele vosso temor, e ele seja vosso assombro.

  14. 14

    Então ele será como santuário [para vós] ; porém como pedra de ofensa, e por pedra de tropeço para as duas casas de Israel; como laço e como rede para os moradores de Jerusalém.

  15. 15

    E muitos dentre eles tropeçarão e cairão; e serão quebrados, enlaçados, e presos.

  16. 16

    Liga o testemunho; sela a Lei entre meus discípulos.

  17. 17

    Esperarei ao SENHOR, que esconde seus rosto da casa de Jacó; e a ele aguardarei.

  18. 18

    Eis aqui, eu e os filhos que o SENHOR me deu, [somos] como sinais e como maravilhas em Israel, pelo SENHOR dos exércitos, que habita no monte de Sião.

  19. 19

    E quando vos disserem: Consultai aos que se comunicam com os mortos e aos encantadores que murmuram, sussurrando entre os dentes.Por acaso não deveria o povo consultar ao seu Deus? [Perguntarão] aos mortos por causa dos vivos?

  20. 20

    [Respondei] : À Lei e ao testemunho!Se não falarem segundo esta palavra, não haverá amanhecer para eles.

  21. 21

    E passarão pela [terra] ,duramente oprimidos e famintos; e será que, quando tiverem fome e ficarem enfurecidos, então amaldiçoarão ao seu rei e ao seu Deus, olhando para cima.

  22. 22

    E olhando para a terra, eis aflição e trevas; [haverá] angustiante escuridão, e para as trevas serão empurrados.

Atos 23

  1. 1

    E Paulo, olhando fixamente para o supremo conselho, disse: Homens irmãos, com toda boa consciência eu tenho andado diante de Deus até o dia de hoje.

  2. 2

    Mas o sumo sacerdote Ananias mandou aos que estavam perto dele, que o espancassem na boca.

  3. 3

    Então Paulo lhe disse: Deus vai te espancar, parede caiada! Estás tu [aqui] sentado para me julgar conforme a Lei, e contra a Lei mandas me espancarem?

  4. 4

    E os que estavam ali disseram: Tu insultas ao sumo sacerdote de Deus?

  5. 5

    E Paulo disse: Eu não sabia, irmãos, que ele era o sumo sacerdote; porque está escrito: Não falarás mal do chefe do teu povo.

  6. 6

    E Paulo, sabendo que uma parte era de saduceus, e outra de fariseus, ele clamou no supremo conselho: Homens irmãos, eu sou fariseu, filho de fariseu; pela esperança e ressurreição dos mortos eu estou sendo julgado.

  7. 7

    E ele, tendo dito isto, houve uma confusão entre os fariseus e saduceus; e a multidão se dividiu;

  8. 8

    Porque os saduceus dizem que não há ressurreição, nem anjo ou espírito; mas os fariseus declaram ambas.

  9. 9

    E houve uma grande gritaria; e levantando-se os escribas da parte dos fariseus, disputavam, dizendo: Nenhum mal achamos neste homem; e se algum espírito ou anjo falou com ele, não briguemos contra Deus.

  10. 10

    E havendo grande confusão, o comandante, temendo que Paulo não fosse despedaçado por eles, mandou descer a tropa, e tirá-lo do meio deles, e levá-lo à área fortificada.

  11. 11

    E [n] a noite seguinte o Senhor, aparecendo-lhe, disse: Tem bom ânimo, Paulo! Porque assim como deste testemunho de mim em Jerusalém, assim é necessário que tu dês testemunho também em Roma.

  12. 12

    E tendo vindo o dia, alguns dos judeus fizeram uma conspiração, e prestaram juramento sob pena de maldição, dizendo que não comeriam nem beberiam enquanto não matassem a Paulo.

  13. 13

    E eram mais de quarenta os que fizeram este juramento.

  14. 14

    Os quais foram até os chefes dos sacerdotes e os anciãos, [e] disseram: Fizemos juramento sob pena de maldição, de que nada experimentaremos enquanto não matarmos a Paulo.

  15. 15

    Agora, pois, vós, com o supremo conselho, informai ao comandante que amanhã ele o traga perante vós, como se fosse para que investigueis mais detalhadamente; e antes que ele chegue, estaremos prontos para o matar.

  16. 16

    E o filho da irmã de Paulo, tendo ouvido esta cilada, veio e entrou na área fortificada, e avisou a Paulo.

  17. 17

    E Paulo, tendo chamado a si um dos centuriões, disse: Leva este rapaz ao comandante, porque ele tem algo para lhe avisar.

  18. 18

    Então ele o tomou, levou ao comandante, e disse: O prisioneiro Paulo, tendo me chamado, rogou [-me] que eu te trouxesse este rapaz, que tem algo a te dizer.

  19. 19

    E o comandante, tomando-o pela mão, e indo para um lugar reservado, perguntou [-lhe] : O que tens para me avisar?

  20. 20

    E ele disse: Os judeus combinaram de te pedirem que amanhã tu leves a Paulo ao supremo conselho, como se fosse para que lhe perguntem mais detalhadamente;

  21. 21

    Porém tu, não acredites neles; porque mais de quarenta homens deles estão lhe preparando cilada, os quais sob pena de maldição fizeram juramento para não comerem nem beberem enquanto não o tiverem matado; e eles já estão preparados, esperando de ti a promessa.

  22. 22

    Então o comandante despediu ao rapaz, mandando [-lhe] : A ninguém digas que tu me revelaste estas coisas.

  23. 23

    E ele, chamando a si certos dois dos centuriões, disse: Aprontai duzentos soldados para irem até Cesareia; e setenta cavaleiros, e duzentos arqueiros, a partir das terceira hora da noite.

  24. 24

    E preparem animais para cavalgarem, para que pondo neles a Paulo, levem [-no] a salvo ao governador Félix.

  25. 25

    E ele [lhe] escreveu uma carta, que continha este aspecto:

  26. 26

    Cláudio Lísias, a Félix, excelentíssimo governador, saudações.

  27. 27

    Este homem foi preso pelos judeus, e estando já a ponte de o matarem, eu vim com a tropa e [o] tomei, ao ser informado que ele era romano.

  28. 28

    E eu, querendo saber a causa por que o acusavam, levei-o ao supremo conselho deles.

  29. 29

    O qual eu achei que acusavam de algumas questões da Lei deles; mas que nenhum crime digno de morte ou de prisão havia contra ele.

  30. 30

    E tendo sido avisado de que os judeus estavam para pôr uma cilada contra este homem, logo eu [o] enviei a ti, mandando também aos acusadores que diante de ti digam o que [tiverem] contra ele. Que tu estejas bem.

  31. 31

    Tendo então os soldados tomado a Paulo, assim como lhes tinha sido ordenado, trouxeram-no durante a noite a Antipátride.

  32. 32

    E no [dia] seguinte, deixando irem com ele os cavaleiros, voltaram à área fortificada.

  33. 33

    Os quais, tendo chegado a Cesareia, e entregado a carta ao governador, apresentaram-lhe também a Paulo.

  34. 34

    E o governador, tendo lido [a carta] , perguntou de que província ele era; e ao entender que [era] da Cilícia,

  35. 35

    disse: “Eu te ouvirei quando também chegarem os teus acusadores”. E mandou que o guardassem no palácio de Herodes.

Ligações: OpenBible.info (votos somam as duas direções; um trecho conta pelo primeiro versículo). Texto: Bíblia Livre (BLIVRE).

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