Bíblia ConectadaBuscar versículo, palavra ou livroCtrl K

Jó 33 e Daniel 4

5 pares de versículos · 26 votos somados · Bíblia Livre (BLIVRE)

5 pares ligadosdo mais votado ao menos votado

  1. Jó 33:15 e Daniel 4:513 votos
  2. Jó 33:12 e Daniel 4:356 votos
  3. Jó 33:13 e Daniel 4:353 votos
  4. Jó 33:11 e Daniel 4:352 votos
  5. Jó 33:17 e Daniel 4:302 votos

Jó 33

  1. 1

    Portanto, Jó, ouve, por favor, meus dizeres, e dá ouvidos a todas as minhas palavras.

  2. 2

    Eis que já abri minha boca; minha língua já fala debaixo do meu céu da boca.

  3. 3

    Meus dizeres pronunciarão a integridade do meu coração, e o puro conhecimento dos meus lábios.

  4. 4

    O Espírito de Deus me fez, e o sopro do Todo-Poderoso me deu vida.

  5. 5

    Se puderes, responde-me; dispõe-te perante mim, e persiste.

  6. 6

    Eis que para Deus eu sou como tu; do barro também eu fui formado.

  7. 7

    Eis que meu terror não te espantará, nem minha mão será pesada sobre ti.

  8. 8

    Certamente tu disseste a meus ouvidos, e eu ouvi a voz de tuas palavras,

  9. 9

    [Que diziam] : Eu sou limpo e sem transgressão; sou inocente, e não tenho culpa.

  10. 10

    Eis que [Deus] buscou pretextos contra mim, [e] me tem por seu inimigo.

  11. 11

    Ele pôs meus pés no tronco, e observa todas as minhas veredas.

  12. 12

    Eis que nisto não foste justo, eu te respondo; pois Deus é maior que o ser humano.

  13. 13

    Por que razão brigas contra ele por não dar resposta às palavras do ser humano?

  14. 14

    Contudo Deus fala uma ou duas vezes, ainda que [o ser humano] não entenda.

  15. 15

    Em sonho [ou em] visão noturna, quando o sono profundo cai sobre as pessoas, [e] adormecem na cama.

  16. 16

    Então o revela ao ouvido das pessoas, e os sela com advertências;

  17. 17

    Para desviar ao ser humano de sua obra, e do homem a soberba.

  18. 18

    Para desviar a sua alma da perdição, e sua vida de passar pela espada.

  19. 19

    Também em sua cama é castigado com dores, com luta constante em seus ossos,

  20. 20

    De modo que sua vida detesta [até] o pão, e sua alma a comida deliciosa.

  21. 21

    Sua carne desaparece da vista, e seus ossos, que antes não se viam, aparecem.

  22. 22

    Sua alma se aproxima da cova, e sua vida dos que causam a morte.

  23. 23

    Se com ele, pois, houver algum anjo, algum intérprete; um dentre mil, para anunciar ao ser humano o que lhe é correto,

  24. 24

    Então [Deus] terá misericórdia dele, e [lhe] dirá: Livra-o, para que não desça à perdição; [já] achei o resgate.

  25. 25

    Sua carne se rejuvenescerá mais do que era na infância, [e] voltará aos dias de sua juventude.

  26. 26

    Ele orará a Deus, que se agradará dele; e verá sua face com júbilo, porque ele restituirá ao ser humano sua justiça.

  27. 27

    Ele olhará para as pessoas, e dirá: Pequei, e perverti o [que era] correto, o que de nada me aproveitou.

  28. 28

    [Porém] Deus livrou minha alma para que eu não passasse à cova, e [agora] minha vida vê a luz!

  29. 29

    Eis que Deus faz tudo isto duas [ou] três vezes com o ser humano,

  30. 30

    Para desviar sua alma da perdição, e o iluminar com a luz dos viventes.

  31. 31

    Presta atenção, Jó, e ouve-me; cala-te, e eu falarei.

  32. 32

    Se tiveres o que dizer, responde-me; fala, porque eu quero te justificar.

  33. 33

    E se não, escuta-me; cala-te, e eu ensinarei sabedoria.

Daniel 4

  1. 1

    O rei Nabucodonosor, a todos os povos, nações, e línguas, que moram em toda a terra: paz vos seja multiplicada;

  2. 2

    Pareceu-me bem fazer conhecidos os sinais e maravilhas que o Deus altíssimo fez comigo.

  3. 3

    Como são grandes os seus sinais, e como são poderosas as suas maravilhas! O reino dele é um reino eterno, e seu domínio de geração em geração.

  4. 4

    Eu, Nabucodonosor, estava tranquilo em minha casa, e próspero em meu palácio.

  5. 5

    Eu vi um sonho que me espantou; e as imaginações em minha cama e as visões da minha cabeça me perturbaram.

  6. 6

    Por isso eu fiz um decreto para que trouxessem diante de mim todos os sábios da Babilônia, para que me fizessem saber a interpretação do sonho.

  7. 7

    Então vieram magos, astrólogos, caldeus, e adivinhos; e eu disse o sonho diante deles, mas não conseguiram me mostrar sua interpretação.

  8. 8

    Porém por fim veio diante de mim Daniel, cujo nome é Beltessazar, segundo o nome de meu deus; e em [Daniel] há o espírito dos deuses santos. Então eu disse o sonho diante dele:

  9. 9

    Beltessazar, príncipe dos magos, de quem eu sei que há em ti espírito dos deuses santos, e que nenhum mistério é difícil para ti, dize-me as visões de meu sonho que eu vi, e sua interpretação.

  10. 10

    Estas foram as visões de minha cabeça em minha cama: eu estava vendo, e eis uma árvore grande em altura, no meio da terra.

  11. 11

    Esta árvore crescia, e se fortalecia; sua altura chegava até o céu, e podia ser vista até dos confins de toda a terra.

  12. 12

    Sua folhagem era bela, seu fruto abundante, e havia nela alimento para todos. Debaixo dela os animais do campo achavam sombra, em seus ramos as aves do céu faziam morada, e todos os seres se alimentavam dela.

  13. 13

    Eu estava vendo nas visões de minha cabeça em minha cama, e eis que um vigilante e santo descia do céu.

  14. 14

    Ele gritava fortemente e dizia assim: Cortai a árvore, e podai seus ramos; derrubai sua folhagem, e dispersai seu fruto; fujam os animais debaixo dela, e as aves de seus ramos.

  15. 15

    Porém deixai o tronco [com] suas raízes na terra, e com correntes de ferro e de bronze na erva do campo; e seja molhado com o orvalho do céu, e sua parte seja com os animais na grama da terra.

  16. 16

    Seu coração seja mudado, para que não seja coração de homem, e seja-lhe dado um coração de animal; e passem sobre ele sete tempos.

  17. 17

    Esta sentença é por decreto dos vigilantes, esta exigência pela palavra dos santos; para que os viventes saibam que o Altíssimo tem o domínio dos reinos humanos, e ele os dá a quem ele quer, e constitui sobre eles até o mais inferior dos seres humanos.

  18. 18

    Este foi o sonho que eu, o rei Nabucodonosor, vi. Tu, pois, Beltessazar, dize a interpretação, porque todos os sábios do meu reino não puderam me revelar sua interpretação; mas tu podes, porque há em ti o espírito dos deuses santos.

  19. 19

    Então Daniel, cujo nome era Beltessazar, ficou atônito por um certo tempo, e seus pensamentos o espantavam. O rei falou: Beltessazar, não fiques espantado com o sonho nem com sua interpretação. Beltessazar respondeu: Meu senhor, que o sonho seja para os que te odeiam, e sua interpretação para teus inimigos.

  20. 20

    A árvore que viste, que crescera e se fizera forte, cuja altura chegava até o céu, e podia ser vista por toda a terra,

  21. 21

    Cuja folhagem era formosa, seu fruto abundante, e em que havia alimento para todos; debaixo da qual moravam os animais do campo, e em seus ramos habitavam as aves do céu,

  22. 22

    Ela és tu, ó rei, que cresceste, e te fizeste forte; pois tua grandeza cresceu, e chegou até o céu; e teu domínio até o fim da terra.

  23. 23

    E quanto ao que o rei viu, um vigilante e santo que descia do céu, e dizia: Cortai a árvore e destruí-a; mas o tronco [com] suas raízes deixai na terra, com correntes de ferro e de bronze na erva do campo; e seja molhado do orvalho do céu, e sua parte seja com os animais do campo, até que passem sobre ele sete tempos,

  24. 24

    Esta é a interpretação, ó rei; esta é a sentença do Altíssimo, que virá sobre o rei, meu senhor:

  25. 25

    Expulsar-te-ão dentre os homens, e tua morada será com os animais do campo; serás alimentado com erva como aos bois, e serás molhado com orvalho do céu; e sete tempos passarão sobre ti, até que entendas que o Altíssimo tem o domínio sobre os reinos humanos, e ele os dá a quem ele quer.

  26. 26

    E quanto ao que foi dito, que deixassem o tronco [com] das raízes da árvore, significa que teu reino se te será restabelecido, depois que tiveres entendido que o céu reina.

  27. 27

    Portanto, ó rei, aceita meu conselho, e desfaze teus pecados por meio da justiça, e tuas maldades por meio da misericórdia para com os pobres; para que talvez haja uma prolongamento de tua paz.

  28. 28

    Tudo isso veio sobre o rei Nabucodonosor;

  29. 29

    [Pois] ao fim de doze meses, enquanto passeava sobre o palácio real da Babilônia,

  30. 30

    O rei falou: Não é esta a grande Babilônia, que eu edifiquei para ser a capital do reino, com a força de meu poder, e para a glória de minha majestade?

  31. 31

    Enquanto a palavra ainda estava na boca do rei, uma voz caiu do céu: A ti se diz, ó rei Nabucodonosor: perdeste o teu reino,

  32. 32

    E te expulsarão dentre os homens. Tua morada será com os animais do campo, e com erva serás alimentado, como os bois; e sete tempos passarão sobre ti, até que entendas que o Altíssimo tem o domínio dos reinos dos homens, e ele os dá a quem ele quer.

  33. 33

    Na mesma hora a palavra se cumpriu sobre Nabucodonosor, e foi lançado dentre os homens. Ele passou a comer erva como os bois, e seu corpo foi molhado com o orvalho do céu, até que seu pelo cresceu como [as penas] da águia, e suas unhas como [as garras] das aves.

  34. 34

    Mas ao fim daqueles dias, eu, Nabucodonosor levantei meus olhos ao céu, e meu entendimento voltou a mim; então eu bendisse ao Altíssimo, e louvei e glorifiquei ao que vive para sempre, cujo domínio é eterno, e seu reino de geração em geração.

  35. 35

    E todos os moradores da terra são contados como nada; e ele faz no exército do céu, e nos habitantes da terra segundo sua vontade; ninguém há que possa deter sua mão, e lhe dizer: Que fazes?

  36. 36

    No mesmo tempo meu entendimento voltou a mim, e a dignidade do meu reino, minha majestade e meu resplendor voltaram a mim; e meus conselheiros e meus grandes me buscaram; e eu fui restabelecido em meu reino, e maior glória me foi acrescentada.

  37. 37

    Agora eu, Nabucodonosor louvo, exalto e glorifico ao Rei do céu, porque todas as suas obras são verdade, e seus caminhos juízo; e ele pode humilhar aos que andam com arrogância.

Ligações: OpenBible.info (votos somam as duas direções; um trecho conta pelo primeiro versículo). Texto: Bíblia Livre (BLIVRE).

O nome da edição acompanha a leitura. Ler Open Nova Bíblia Viva · Ler Bíblia Livre.

Nas páginas da Bíblia Livre: Todas as Escrituras em português citadas são da Bíblia Livre (BLIVRE), Copyright © Diego Santos, Mario Sérgio, e Marco Teles, http://sites.google.com/site/biblialivre/ - fevereiro de 2018. Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil (http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/br/). Reprodução permitida desde que devidamente mencionados fonte e autores.

Nas páginas Open Nova Bíblia Viva: Biblica® Open Nova Bíblia Viva™ Copyright © 2007, 2010 by Biblica, Inc. CC BY-SA 4.0. Texto sem alterações.

Referências cruzadas: OpenBible.info (CC BY) · Sobre e créditos completos · Dados abertos · Instalar no iPhone · Código-fonte