Jó 40 e Daniel 4
4 pares de versículos · 25 votos somados · Bíblia Livre (BLIVRE)
4 pares ligadosdo mais votado ao menos votado
- Jó 40:11 e Daniel 4:379 votos
- Jó 40:2 e Daniel 4:357 votos
- Jó 40:9 e Daniel 4:356 votos
- Jó 40:11 e Daniel 4:243 votos
Jó 40
- 1
Então o SENHOR respondeu mais a Jó, dizendo:
- 2
Por acaso quem briga contra o Todo-Poderoso pode ensiná-lo? Quem quer repreender a Deus, responda a isto.
- 3
Então Jó respondeu ao SENHOR, dizendo:
- 4
Eis que eu sou insignificante; o que eu te responderia? Ponho minha mão sobre minha boca.
- 5
Uma vez falei, porém não responderei; até duas vezes, porém não prosseguirei.
- 6
Então o SENHOR respondeu a Jó desde o redemoinho, dizendo:
- 7
Cinge-te agora os teus lombos como homem; eu te perguntarei, e tu me explica.
- 8
Por acaso tu anularias o meu juízo? Tu me condenarias, para te justificares?
- 9
Tens tu braço como Deus? Ou podes tu trovejar com [tua] voz como ele?
- 10
Orna-te, pois, de excelência e alteza; e veste-te de majestade e glória.
- 11
Espalha os furores de tua ira; olha a todo soberbo, e abate-o.
Ligado a Daniel 4:37 · 9 votosLigado a Daniel 4:24 · 3 votos
- 12
Olha a todo soberbo, e humilha-o; e esmaga aos perversos em seu lugar.
- 13
Esconde-os juntamente no pó; ata seus rostos no oculto.
- 14
E eu também te reconhecerei; pois tua mão direita te terá livrado.
- 15
Observa o beemote, ao qual eu fiz contigo; ele come erva come como o boi.
- 16
Eis que sua força está em seus lombos, e seu poder na musculatura de seu ventre.
- 17
Ele torna sua cauda dura como o cedro, e os nervos de suas coxas são entretecidos.
- 18
Seus ossos são [como] tubos de bronze; seus membros, como barras de ferro.
- 19
Ele é a obra-prima dos caminhos de Deus; aquele que o fez o proveu de sua espada.
- 20
Pois os montes lhe produzem pasto; por isso todos os animais do campo ali se alegram.
- 21
Ele se deita debaixo das árvores sombrias; no esconderijo das canas e da lama.
- 22
As árvores sombrias o cobrem, cada uma com sua sombra; os salgueiros do ribeiro o cercam.
- 23
Ainda que o rio se torne violento, ele não se apressa; confia ainda que o Jordão transborde até sua boca.
- 24
Poderiam, por acaso, capturá-lo à vista de seus olhos, [ou] com laços furar suas narinas?
Daniel 4
- 1
O rei Nabucodonosor, a todos os povos, nações, e línguas, que moram em toda a terra: paz vos seja multiplicada;
- 2
Pareceu-me bem fazer conhecidos os sinais e maravilhas que o Deus altíssimo fez comigo.
- 3
Como são grandes os seus sinais, e como são poderosas as suas maravilhas! O reino dele é um reino eterno, e seu domínio de geração em geração.
- 4
Eu, Nabucodonosor, estava tranquilo em minha casa, e próspero em meu palácio.
- 5
Eu vi um sonho que me espantou; e as imaginações em minha cama e as visões da minha cabeça me perturbaram.
- 6
Por isso eu fiz um decreto para que trouxessem diante de mim todos os sábios da Babilônia, para que me fizessem saber a interpretação do sonho.
- 7
Então vieram magos, astrólogos, caldeus, e adivinhos; e eu disse o sonho diante deles, mas não conseguiram me mostrar sua interpretação.
- 8
Porém por fim veio diante de mim Daniel, cujo nome é Beltessazar, segundo o nome de meu deus; e em [Daniel] há o espírito dos deuses santos. Então eu disse o sonho diante dele:
- 9
Beltessazar, príncipe dos magos, de quem eu sei que há em ti espírito dos deuses santos, e que nenhum mistério é difícil para ti, dize-me as visões de meu sonho que eu vi, e sua interpretação.
- 10
Estas foram as visões de minha cabeça em minha cama: eu estava vendo, e eis uma árvore grande em altura, no meio da terra.
- 11
Esta árvore crescia, e se fortalecia; sua altura chegava até o céu, e podia ser vista até dos confins de toda a terra.
- 12
Sua folhagem era bela, seu fruto abundante, e havia nela alimento para todos. Debaixo dela os animais do campo achavam sombra, em seus ramos as aves do céu faziam morada, e todos os seres se alimentavam dela.
- 13
Eu estava vendo nas visões de minha cabeça em minha cama, e eis que um vigilante e santo descia do céu.
- 14
Ele gritava fortemente e dizia assim: Cortai a árvore, e podai seus ramos; derrubai sua folhagem, e dispersai seu fruto; fujam os animais debaixo dela, e as aves de seus ramos.
- 15
Porém deixai o tronco [com] suas raízes na terra, e com correntes de ferro e de bronze na erva do campo; e seja molhado com o orvalho do céu, e sua parte seja com os animais na grama da terra.
- 16
Seu coração seja mudado, para que não seja coração de homem, e seja-lhe dado um coração de animal; e passem sobre ele sete tempos.
- 17
Esta sentença é por decreto dos vigilantes, esta exigência pela palavra dos santos; para que os viventes saibam que o Altíssimo tem o domínio dos reinos humanos, e ele os dá a quem ele quer, e constitui sobre eles até o mais inferior dos seres humanos.
- 18
Este foi o sonho que eu, o rei Nabucodonosor, vi. Tu, pois, Beltessazar, dize a interpretação, porque todos os sábios do meu reino não puderam me revelar sua interpretação; mas tu podes, porque há em ti o espírito dos deuses santos.
- 19
Então Daniel, cujo nome era Beltessazar, ficou atônito por um certo tempo, e seus pensamentos o espantavam. O rei falou: Beltessazar, não fiques espantado com o sonho nem com sua interpretação. Beltessazar respondeu: Meu senhor, que o sonho seja para os que te odeiam, e sua interpretação para teus inimigos.
- 20
A árvore que viste, que crescera e se fizera forte, cuja altura chegava até o céu, e podia ser vista por toda a terra,
- 21
Cuja folhagem era formosa, seu fruto abundante, e em que havia alimento para todos; debaixo da qual moravam os animais do campo, e em seus ramos habitavam as aves do céu,
- 22
Ela és tu, ó rei, que cresceste, e te fizeste forte; pois tua grandeza cresceu, e chegou até o céu; e teu domínio até o fim da terra.
- 23
E quanto ao que o rei viu, um vigilante e santo que descia do céu, e dizia: Cortai a árvore e destruí-a; mas o tronco [com] suas raízes deixai na terra, com correntes de ferro e de bronze na erva do campo; e seja molhado do orvalho do céu, e sua parte seja com os animais do campo, até que passem sobre ele sete tempos,
- 24
Esta é a interpretação, ó rei; esta é a sentença do Altíssimo, que virá sobre o rei, meu senhor:
- 25
Expulsar-te-ão dentre os homens, e tua morada será com os animais do campo; serás alimentado com erva como aos bois, e serás molhado com orvalho do céu; e sete tempos passarão sobre ti, até que entendas que o Altíssimo tem o domínio sobre os reinos humanos, e ele os dá a quem ele quer.
- 26
E quanto ao que foi dito, que deixassem o tronco [com] das raízes da árvore, significa que teu reino se te será restabelecido, depois que tiveres entendido que o céu reina.
- 27
Portanto, ó rei, aceita meu conselho, e desfaze teus pecados por meio da justiça, e tuas maldades por meio da misericórdia para com os pobres; para que talvez haja uma prolongamento de tua paz.
- 28
Tudo isso veio sobre o rei Nabucodonosor;
- 29
[Pois] ao fim de doze meses, enquanto passeava sobre o palácio real da Babilônia,
- 30
O rei falou: Não é esta a grande Babilônia, que eu edifiquei para ser a capital do reino, com a força de meu poder, e para a glória de minha majestade?
- 31
Enquanto a palavra ainda estava na boca do rei, uma voz caiu do céu: A ti se diz, ó rei Nabucodonosor: perdeste o teu reino,
- 32
E te expulsarão dentre os homens. Tua morada será com os animais do campo, e com erva serás alimentado, como os bois; e sete tempos passarão sobre ti, até que entendas que o Altíssimo tem o domínio dos reinos dos homens, e ele os dá a quem ele quer.
- 33
Na mesma hora a palavra se cumpriu sobre Nabucodonosor, e foi lançado dentre os homens. Ele passou a comer erva como os bois, e seu corpo foi molhado com o orvalho do céu, até que seu pelo cresceu como [as penas] da águia, e suas unhas como [as garras] das aves.
- 34
Mas ao fim daqueles dias, eu, Nabucodonosor levantei meus olhos ao céu, e meu entendimento voltou a mim; então eu bendisse ao Altíssimo, e louvei e glorifiquei ao que vive para sempre, cujo domínio é eterno, e seu reino de geração em geração.
- 35
E todos os moradores da terra são contados como nada; e ele faz no exército do céu, e nos habitantes da terra segundo sua vontade; ninguém há que possa deter sua mão, e lhe dizer: Que fazes?
- 36
No mesmo tempo meu entendimento voltou a mim, e a dignidade do meu reino, minha majestade e meu resplendor voltaram a mim; e meus conselheiros e meus grandes me buscaram; e eu fui restabelecido em meu reino, e maior glória me foi acrescentada.
- 37
Agora eu, Nabucodonosor louvo, exalto e glorifico ao Rei do céu, porque todas as suas obras são verdade, e seus caminhos juízo; e ele pode humilhar aos que andam com arrogância.
Ligações: OpenBible.info (votos somam as duas direções; um trecho conta pelo primeiro versículo). Texto: Bíblia Livre (BLIVRE).