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Juízes 8 e Provérbios 15

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Juízes 8

  1. 1

    E os de Efraim lhe disseram: Que é isto que fizeste conosco, não chamando-nos quando ias à guerra contra Midiã? E reclamaram dele fortemente.

  2. 2

    Aos quais ele respondeu: Que fiz eu agora como vós? Não são as sobras das uvas de Efraim melhor que a vindima de Abiezer?

  3. 3

    Deus entregou em vossas mãos a Orebe e a Zeebe, príncipes de Midiã: e que pude eu fazer como vós? Então a ira deles contra ele se aplacou, logo que ele falou esta palavra.

  4. 4

    E veio Gideão ao Jordão para passar, ele e os trezentos homens que trazia consigo, cansados, mas ainda perseguindo.

  5. 5

    E disse aos de Sucote: Eu vos rogo que deis à gente que me segue alguns bocados de pão; porque estão cansados, e eu persigo a Zeba e a Zalmuna, reis de Midiã.

  6. 6

    E os principais de Sucote responderam: Está já a mão de Zeba e Zalmuna em tua mão, para que havemos nós de dar pão a teu exército?

  7. 7

    E Gideão disse: Pois quando o SENHOR entregar em minha mão a Zeba e a Zalmuna, eu trilharei vossa carne com espinhos e cardos do deserto.

  8. 8

    E dali subiu a Peniel, e falou-lhes as mesmas palavras. E os de Peniel lhe responderam como haviam respondido os de Sucote.

  9. 9

    E ele falou também aos de Peniel, dizendo: Quando eu voltar em paz, derrubarei esta torre.

  10. 10

    E Zeba e Zalmuna estavam em Carcor, e com eles seu exército de como quinze mil homens, todos os que haviam restado de todo aquele acampamento dos orientais: e os mortos haviam sido cento vinte mil homens que tiravam espada.

  11. 11

    E subindo Gideão até os que habitavam em tendas, à parte oriental de Noba e de Jogbeá, feriu o acampamento, porque estava o exército desprevenido.

  12. 12

    E fugindo Zeba e Zalmuna, ele os seguiu; e tomados os dois reis de Midiã, Zeba e Zalmuna, espantou a todo aquele exército.

  13. 13

    E Gideão filho de Joás voltou da batalha antes que o sol subisse;

  14. 14

    E tomou um jovem dos de Sucote, e perguntando-lhe, ele lhe deu por escrito os principais de Sucote e seus anciãos, setenta e sete homens.

  15. 15

    E entrando aos de Sucote, disse: Eis aqui a Zeba e a Zalmuna, sobre os quais me escarnecestes, dizendo: Está já a mão de Zeba e de Zalmuna em tua mão, para que demos nós pão a teus homens cansados?

  16. 16

    E tomou aos anciãos da cidade, e espinhos e cardos do deserto, e castigou com eles aos de Sucote.

  17. 17

    Também derrubou a torre de Peniel, e matou aos da cidade.

  18. 18

    Logo disse a Zeba e a Zalmuna: Que maneira de homens tinham aqueles que matastes em Tabor? E eles responderam: Como tu, tais eram aqueles nem mais nem menos, que apareciam filhos de rei.

  19. 19

    E ele disse: Meus irmãos eram, filhos de minha mãe: Vive o SENHOR, que se os tivésseis guardado em vida, eu não vos mataria!

  20. 20

    E disse a Jéter seu primogênito: Levanta-te, e mata-os. Mas o jovem não desembainhou sua espada, porque tinha medo; que ainda era jovem.

  21. 21

    Então disse Zeba e Zalmuna: Levanta-te tu, e mata-nos; porque como é o homem, tal é sua valentia. E Gideão se levantou, e matou a Zeba e a Zalmuna; e tomou os adornos de crescentes que seus camelos traziam ao pescoço.

  22. 22

    E os israelitas disseram a Gideão: Sê nosso senhor, tu, e teu filho, e teu neto; pois que nos livraste da mão de Midiã.

  23. 23

    Mas Gideão respondeu: Não serei senhor sobre vós, nem meu filho vos dominará: o SENHOR será vosso Senhor.

  24. 24

    E disse-lhes Gideão: Desejo fazer-vos uma petição, que cada um me dê os pendentes de seu despojo. (Porque traziam pendentes de ouro, que eram ismaelitas.)

  25. 25

    E eles responderam: De boa vontade os daremos. E segurando uma roupa de vestir, lançou ali cada um os pendentes de seu despojo.

  26. 26

    E foi o peso dos pendentes de ouro que ele pediu mil e setecentos siclos de ouro; sem contar os ornamentos, e as joias, e vestidos de púrpura, que traziam os reis de Midiã, e sem os colares que traziam seus camelos ao pescoço.

  27. 27

    E Gideão fez deles um éfode, o qual fez guardar em sua cidade de Ofra: e todo Israel prostituiu-se atrás desse éfode naquele lugar; e foi por tropeço a Gideão e a sua casa.

  28. 28

    Assim foi humilhado Midiã diante dos filhos de Israel, e nunca mais levantaram sua cabeça. E repousou a terra quarenta anos nos dias de Gideão.

  29. 29

    E Jerubaal filho de Joás foi, e habitou em sua casa.

  30. 30

    E teve Gideão setenta filhos que saíram de sua coxa, porque teve muitas mulheres.

  31. 31

    E sua concubina que estava em Siquém, também lhe deu um filho; e pôs-lhe por nome Abimeleque.

  32. 32

    E morreu Gideão filho de Joás em boa velhice, e foi sepultado no sepulcro de seu pai Joás, em Ofra dos abiezritas.

  33. 33

    E aconteceu que quando morreu Gideão, os filhos de Israel voltaram, e se prostituíram atrás dos baalins, e se puseram por Deus a Baal-Berite.

  34. 34

    E os filhos de Israel não se lembraram do SENHOR seu Deus, que os havia livrado de todos os seus inimigos ao redor;

  35. 35

    Nem fizeram misericórdia com a casa de Jerubaal Gideão conforme todo aquele bem que ele havia feito a Israel.

Provérbios 15

  1. 1

    A resposta suave desvia o furor, mas a palavra pesada faz a ira aumentar.

  2. 2

    A língua dos sábios faz bom uso da sabedoria, mas a boca dos tolos derrama loucura.

  3. 3

    Os olhos do SENHOR estão em todo lugar, observando os maus e os bons.

  4. 4

    Uma língua sã é árvore de vida; mas a perversidade nela é faz o espírito em pedaços.

  5. 5

    O tolo despreza a correção de seu pai; mas aquele que presta atenção à repreensão age com prudência.

  6. 6

    [Na] casa dos justo há um grande tesouro; mas na renda do perverso há perturbação.

  7. 7

    Os lábios dos sábios derramam conhecimento; mas o coração dos tolos não [age] assim.

  8. 8

    O sacrifício dos perversos é abominável ao SENHOR, mas a oração dos justos é seu agrado.

  9. 9

    Abominável ao SENHOR é o caminho do perverso; porém ele ama ao que segue a justiça.

  10. 10

    A correção é ruim para aquele que deixa o caminho; e quem odeia a repreensão morrerá.

  11. 11

    O Xeol e a perdição estão perante o SENHOR; quanto mais os corações dos filhos dos homens!

  12. 12

    O zombador não ama quem o repreende, nem se aproximará dos sábios.

  13. 13

    O coração alegre anima o rosto, mas pela dor do coração o espírito se abate.

  14. 14

    O coração prudente buscará o conhecimento, mas a boca dos tolos se alimentará de loucura.

  15. 15

    Todos os dias do oprimido são maus, mas o coração alegre é [como] um banquete contínuo.

  16. 16

    Melhor é o pouco tendo o temor ao SENHOR, do que um grande tesouro tendo em si inquietação.

  17. 17

    Melhor é a comida de hortaliças tendo amor, do que a de boi cevado tendo em si ódio.

  18. 18

    O homem que fica irritado facilmente gera brigas; mas aquele que demora para se irar apaziguará o confronto.

  19. 19

    O caminho do preguiçoso é como uma cerca de espinhos; mas a vereda dos corretos é bem aplanada.

  20. 20

    O filho sábio alegra ao pai, mas o homem tolo despreza a sua mãe.

  21. 21

    A loucura é alegria para aquele que tem falta de prudência; mas o homem de bom entendimento andará corretamente.

  22. 22

    Os planos fracassam quando não há [bom] conselho; mas com abundância de conselheiros eles se confirmam.

  23. 23

    O homem se alegra com a resposta de sua boca; e como é boa a palavra a seu devido tempo!

  24. 24

    Para o prudente, o caminho da vida [é] para cima, para que se afaste do Xeol, que é para baixo.

  25. 25

    O SENHOR destruirá a casa dos arrogantes, mas confirmará os limites do terreno da viúva.

  26. 26

    Os pensamentos do mau são abomináveis ao SENHOR, mas ele se agrada das palavras dos puros.

  27. 27

    Quem pratica a ganância perturba sua [própria] casa; mas quem odeia subornos viverá.

  28. 28

    O coração do justo pensa bem naquilo que vai responder, mas a boca dos perversos derrama maldades em abundância.

  29. 29

    Longe está o SENHOR dos perversos, mas ele escuta a oração dos justos.

  30. 30

    A luz dos olhos alegra o coração; a boa notícia fortalece os ossos.

  31. 31

    Os ouvidos que escutam a repreensão da vida habitarão entre os sábios.

  32. 32

    Quem rejeita correção menospreza sua [própria] alma; mas aquele que escuta a repreensão adquire entendimento.

  33. 33

    O temor ao SENHOR corrige sabiamente; e antes da honra [vem] a humildade.

Ligações: OpenBible.info (votos somam as duas direções; um trecho conta pelo primeiro versículo). Texto: Bíblia Livre (BLIVRE).

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