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Mateus 13 e Lucas 8

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  1. Mateus 13:12 e Lucas 8:1830 votos
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  14. Mateus 13:10 e Lucas 8:94 votos
  15. Mateus 13:18 e Lucas 8:94 votos
  16. Mateus 13:21 e Lucas 8:134 votos
  17. Mateus 13:3 e Lucas 8:103 votos
  18. Mateus 13:8 e Lucas 8:83 votos
  19. Mateus 13:18 e Lucas 8:53 votos
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  21. Mateus 13:23 e Lucas 8:83 votos
  22. Mateus 13:24 e Lucas 8:53 votos
  23. Mateus 13:36 e Lucas 8:93 votos
  24. Mateus 13:37 e Lucas 8:53 votos
  25. Mateus 13:7 e Lucas 8:72 votos
  26. Mateus 13:20 e Lucas 8:62 votos
  27. Mateus 13:20 e Lucas 8:132 votos
  28. Mateus 13:22 e Lucas 8:72 votos
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Mateus 13

  1. 1

    Naquele dia, Jesus saiu de casa e se sentou junto ao mar.

  2. 2

    E ajuntaram-se perto dele tantas multidões, de maneira que ele entrou num barco e se sentou; e toda a multidão ficou na praia,

  3. 3

    E ele lhes falou muitas coisas por parábolas. Ele disse: Eis que o semeador saiu a semear.

  4. 4

    E enquanto semeava, caiu parte [das sementes] junto ao caminho, e vieram as aves e a comeram.

  5. 5

    E outra [parte] caiu entre pedras, onde não havia muita terra, e logo nasceu, porque não tinha terra funda.

  6. 6

    Mas quando o sol surgiu, queimou-se; e por não ter raiz, secou-se.

  7. 7

    E outra [parte] caiu entre espinhos, e os espinhos cresceram e a sufocaram.

  8. 8

    E outra [parte] caiu em boa terra, e rendeu fruto: um a cem, outro a sessenta, e outro a trinta.

  9. 9

    Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.

  10. 10

    Então os discípulos se aproximaram, e lhe perguntaram: Por que falas a eles por parábolas?

  11. 11

    E ele lhes respondeu: Porque a vós é dado saber os mistérios do Reino dos céus, mas a eles não é dado.

  12. 12

    Pois a quem tem, lhe será dado, e terá em abundância; mas a quem não tem, até aquilo que tem lhe será tirado.

  13. 13

    Por isso falo a eles por parábolas; porque vendo, não veem; e ouvindo, não ouvem, nem entendem.

  14. 14

    Assim neles se cumpre a profecia de Isaías, que diz: De fato ouvireis, mas não entendereis; De fato vereis, mas não percebereis.

  15. 15

    Porque o coração deste povo está insensível; Com seus ouvidos dificilmente ouvem, e seus olhos fecharam; A fim de não haver que seus olhos vejam, seus ouvidos ouçam, Seus corações entendam, e se arrependam, E eu os cure.

  16. 16

    Mas benditos são os vossos olhos, porque veem; e os vossos ouvidos, porque ouvem.

  17. 17

    Pois em verdade vos digo que muitos profetas e justos desejaram ver o que vós vedes, mas não viram; e [desejaram] ouvir o que vós ouvis, mas não ouviram.

  18. 18

    Portanto, ouvi vós a parábola do semeador:

  19. 19

    Quando alguém ouve a palavra do Reino e não a entende, o maligno vem e arranca o que foi semeado em seu coração; este é o que foi semeado junto ao caminho.

  20. 20

    E o que foi semeado entre as pedras é o que ouve a palavra, e logo a recebe com alegria,

  21. 21

    mas não tem raiz em si mesmo. Em vez disso, dura um pouco, mas quando vem a aflição ou a perseguição pela palavra, logo tropeça na fé.

  22. 22

    E o que foi semeado entre os espinhos é o que ouve a palavra, mas a ansiedade com o tempo presente e a sedução das riquezas sufocam a palavra, e fica sem dar fruto.

  23. 23

    Mas o que foi semeado em boa terra, este é o que ouve e entende a palavra, e o que dá e produz fruto, um a cem, outro a sessenta, e outro a trinta.

  24. 24

    E ele lhes declarou outra parábola, dizendo: O Reino dos céus é semelhante a um homem que semeia boa semente em seu campo,

  25. 25

    Mas, enquanto as pessoas dormiam, o inimigo dele veio, semeou joio entre o trigo, e foi embora.

  26. 26

    E, quando a erva cresceu e produziu fruto, então apareceu também o joio.

  27. 27

    Então os servos do dono da propriedade chegaram, e lhe perguntaram: “Senhor, não semeaste boa semente no teu campo? De onde, pois, veio o joio?”

  28. 28

    E ele lhes respondeu: “Um inimigo fez isto”. Em seguida, os servos lhe perguntaram: “Queres, pois, que vamos e o tiremos?”

  29. 29

    Ele, porém, lhes respondeu: “Não, para não haver que, enquanto tirais o joio, arranqueis com ele também o trigo.

  30. 30

    Deixai-os crescer ambos juntos até a colheita; e no tempo da colheita direi aos que colhem: ‘Recolhei primeiro o joio, e amarrai-o em molhos, para o queimarem; mas ao trigo ajuntai no meu celeiro’.”

  31. 31

    Ele lhes propôs outra parábola: O Reino dos céus é semelhante a um grão de mostarda que alguém tomou e semeou no seu campo.

  32. 32

    De fato, dentre todas as sementes, esta é a menor. Mas quando cresce, é a maior das hortaliças; e se torna [tamanha] árvore, que as aves do céu vêm e se aninham em seus ramos.

  33. 33

    Ele lhes disse outra parábola: O Reino dos céus é semelhante ao fermento que uma mulher tomou e misturou em três medidas de farinha, até que tudo ficasse fermentado.

  34. 34

    Tudo isto Jesus falou por parábolas às multidões. Sem parábolas ele não lhes falava,

  35. 35

    para que se cumprisse o que foi falado pelo profeta, que disse: Abrirei a minha boca em parábolas; Pronunciarei coisas escondidas desde a fundação do mundo.

  36. 36

    Então Jesus despediu as multidões, e foi para casa. Seus discípulos se aproximaram dele, e disseram: Explica-nos a parábola do joio do campo.

  37. 37

    E ele lhes respondeu: O que semeia a boa semente é o Filho do homem.

  38. 38

    E o campo é o mundo; e a boa semente, estes são os filhos do Reino; e o joio são os filhos do maligno.

  39. 39

    E o inimigo, que o semeou, é o diabo; e a colheita é o fim da era; e os que colhem são os anjos.

  40. 40

    Portanto, como o joio é colhido e queimado no fogo, assim também será no fim desta era.

  41. 41

    O Filho do homem enviará seus anjos, e eles recolherão do seu Reino todas as causas do pecado, assim como os que praticam injustiça,

  42. 42

    e os lançarão na fornalha de fogo. Ali haverá choro e ranger de dentes.

  43. 43

    Então os justos brilharão como o sol, no Reino de seu Pai. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.

  44. 44

    O Reino dos céus também é semelhante a um tesouro escondido num campo, que um homem, depois de achá-lo, escondeu. Então, em sua alegria, vai, vende tudo quanto tem, e compra aquele campo.

  45. 45

    O Reino dos céus também é semelhante a um homem negociante, que buscava boas pérolas.

  46. 46

    Quando este achou uma pérola de grande valor, foi, vendeu tudo quanto tinha, e a comprou.

  47. 47

    O Reino dos céus também é semelhante a uma rede lançada ao mar, que colhe toda espécie [de peixes] .

  48. 48

    E quando está cheia, [os pescadores] puxam-na à praia, sentam-se, e recolhem os bons em cestos, mas os ruins lançam fora.

  49. 49

    Assim será ao fim da era; os anjos sairão, e separarão dentre os justos os maus,

  50. 50

    e os lançarão na fornalha de fogo. Ali haverá choro e ranger de dentes.

  51. 51

    E Jesus lhes perguntou: Entendestes todas estas coisas?Eles lhe responderam: Sim, Senhor.

  52. 52

    E ele lhes disse: Portanto todo escriba que se tornou discípulo no Reino dos céus é semelhante a um chefe de casa, que do seu tesouro tira coisas novas e velhas.

  53. 53

    E aconteceu que, quando Jesus acabou essas parábolas, retirou-se dali.

  54. 54

    E vindo à sua terra, ensinava-os na sinagoga deles, de tal maneira que ficavam admirados, e diziam: De onde [vêm] a este tal sabedoria, e os milagres?

  55. 55

    Não é este o filho do carpinteiro? E não se chama sua mãe Maria, e seus irmãos Tiago, José, Simão, e Judas?

  56. 56

    Não estão todas as suas irmãs conosco? Ora, de onde [vem] a este tudo isto?

  57. 57

    E ofenderam-se por causa dele. Mas Jesus lhes disse: Não há profeta sem honra, a não ser em sua terra, e em sua casa.

  58. 58

    E não fez ali muitos milagres por causa da incredulidade deles.

Lucas 8

  1. 1

    E aconteceu depois disso, que [Jesus] andava de cidade em cidade, e de aldeia em aldeia, pregando e anunciando o evangelho do reino de Deus; e com ele os doze,

  2. 2

    e algumas mulheres que haviam sido curadas de espíritos malignos e de enfermidades: Maria, chamada Madalena, da qual saíram sete demônios;

  3. 3

    e Joana, a mulher de Cuza, mordomo de Herodes; e Susana, e muitas outras, que o serviam com seus bens.

  4. 4

    E quando se ajuntou uma multidão, e vindo a ele de todas as cidades, disse por parábola:

  5. 5

    Saiu um semeador a semear sua semente; e quando semeava, caiu uma [parte] junto ao caminho, e foi pisada, e as aves do céu a comeram.

  6. 6

    E outra [parte] caiu sobre a pedra; e nascida, secou-se, porque não tinha umidade.

  7. 7

    E outra [parte] caiu entre espinhos, e nascendo com ela, os espinhos a sufocaram.

  8. 8

    E outra [parte] caiu em boa terra, e nascida, produziu fruto a cem por um. Depois que disse coisas, exclamava: Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.

  9. 9

    E os seus discípulos lhe perguntaram: Que parábola é esta?

  10. 10

    Ele disse: A vós é dado conhecer os mistérios do reino de Deus; mas aos outros por parábolas, para que vendo, não vejam; e ouvindo, não entendam.

  11. 11

    Esta é, pois, a parábola: a semente é a palavra de Deus.

  12. 12

    Os que estão junto ao caminho são os que ouvem; depois vem o diabo, e tira-lhes do coração a palavra, para que não creiam nem se salvem.

  13. 13

    E os que estão sobre a pedra são os que, quando ouvem, recebem a palavra com alegria, mas esses não têm raiz, pois creem por algum tempo, mas no tempo da tentação se desviam.

  14. 14

    E o que caiu entre espinhos são os que ouviram, e indo, sufocam-se com as preocupações, e riquezas, e prazeres da vida, e não produzem bom fruto.

  15. 15

    E o que caiu em boa terra, estes são os que, ouvindo a palavra, conservam-na num coração honesto e bom, e dão fruto que permanece.

  16. 16

    E ninguém, quando acende uma lâmpada, cobre-a com algum vaso, ou a põe debaixo da cama; em vez disso põe na luminária, para que os que entram vejam a luz.

  17. 17

    Porque não há coisa oculta que não venha a se manifestar; nem coisa escondida que não venha a ser conhecida, e chegada à luz.

  18. 18

    Portanto, prestai atenção a como ouvis; pois àquele que tiver lhe será dado; e àquele que não tiver, até o que lhe parece ter, dele será tirado.

  19. 19

    E vieram a ele sua mãe e seus irmãos, mas não conseguiam chegar a ele por causa da multidão.

  20. 20

    E foi-lhe anunciado, dizendo: “Tua mãe e teus irmãos estão fora, e querem te ver”.

  21. 21

    Porém, ele lhes respondeu: “Minha mãe e meus irmãos são aqueles que ouvem a palavra de Deus e a praticam”.

  22. 22

    E aconteceu, num daqueles dias, que [Jesus] entrou em um barco com seus discípulos, e disse-lhes: “Passemos para o outro lado do lago”. E partiram.

  23. 23

    E enquanto navegavam, [Jesus] adormeceu; então desceu uma tempestade de vento no lago, e enchiam-se [de água] , e estavam em perigo.

  24. 24

    Então se aproximaram dele e o despertaram, dizendo: “Mestre, Mestre, estamos perecendo!” E ele se levantou, repreendeu o vento e as ondas da água; e pararam, e fez-se bonança.

  25. 25

    E disse-lhes: “Onde está a vossa fé?” Mas eles, temendo, admiravam-se, e diziam uns aos outros: “Quem é este, que manda até aos ventos, e à água, e lhe obedecem?”

  26. 26

    E navegaram para a terra dos gadarenos, que é do lado oposto à Galileia.

  27. 27

    E quando ele desceu à terra, veio da cidade ao seu encontro um homem, que havia muito tempo que tinha demônios, e não andava vestido, nem habitava em casa nenhuma, mas sim, nos sepulcros.

  28. 28

    Ele viu Jesus, então exclamou, prostrou-se diante dele, e disse com grande voz: “O que eu tenho contigo, Jesus, Filho do Deus Altíssimo? Rogo-te que não me atormentes.”

  29. 29

    Porque ele havia mandado ao espírito imundo que saísse daquele homem; pois muitas vezes apoderava-se dele. E o mantinham preso com cadeias e grilhões; porém ele quebrava o que lhe prendia, e era conduzido pelo demônio aos desertos.

  30. 30

    E Jesus lhe perguntou: “Qual é teu nome?” E ele disse: “Legião” (porque muitos demônios tinham entrado nele).

  31. 31

    E rogavam-lhe que não os mandasse ir para o abismo.

  32. 32

    E havia ali uma manada de muitos porcos, que pastavam no monte; e rogaram-lhe que lhes concedesse entrar neles; e ele lhes concedeu.

  33. 33

    Os demônios saíram daquele homem e entraram nos porcos; e a manada se lançou de um precipício no lago e se afogou.

  34. 34

    Quando os que cuidavam [dos porcos] viram o que havia acontecido, fugiram; então foram anunciar na cidade e nos campos.

  35. 35

    E saíram para ver o acontecido, e vieram até Jesus; e acharam ao homem de quem os demônios tinham saído, vestido e em pleno juízo, sentado aos pés de Jesus; e temeram.

  36. 36

    E os que tinham visto contaram-lhes também como aquele endemoninhado havia sido liberto.

  37. 37

    E toda o povo da terra dos gadarenos ao redor lhe rogou que se retirasse deles; porque foram tomados por grande temor. Então ele entrou no barco e voltou.

  38. 38

    E aquele homem, de quem os demônios tinham saído, rogou-lhe para que lhe permitisse estar com ele; mas Jesus o despediu, dizendo:

  39. 39

    “Volta para tua casa, e conta como foram grandes as coisas que Deus te fez”. Ele se foi, e pregou por toda a cidade, como foram grandes as coisas que Jesus lhe tinha feito.

  40. 40

    E aconteceu que, quando Jesus voltou, a multidão o recebeu; porque todos o estavam esperando.

  41. 41

    E eis que chegou um homem, cujo nome era Jairo, e era chefe da sinagoga. Então ele se prostrou aos pés de Jesus e rogou-lhe que entrasse em sua casa;

  42. 42

    porque tinha uma filha única, com doze anos de idade, que estava a ponto de morrer. E enquanto ele ia, as multidões o apertavam.

  43. 43

    E uma mulher que tinha um fluxo de sangue, havia doze anos, e já tinha gastado todos os seus pertences com médicos, e não pôde ser curada por nenhum.

  44. 44

    Ela se aproximou [de Jesus] por detrás, e tocou a borda de sua roupa; e logo o fluxo de seu sangue parou.

  45. 45

    E Jesus disse: “Quem me tocou?” Enquanto todos negavam, disse Pedro e os que com ele estavam: Mestre, as multidões te apertam e empurram, e dizes: Quem me tocou?

  46. 46

    Jesus disse: “Alguém me tocou, pois sei que poder saiu de mim”.

  47. 47

    Então a mulher, vendo que não podia se esconder, veio tremendo, prostrou-se diante dele, e declarou-lhe diante de todo o povo a causa por que o havia tocado, e como logo havia sarado.

  48. 48

    E ele lhe disse: “Tem bom ânimo, filha; a tua fé te sarou; vai em paz”.

  49. 49

    Estando ele ainda falando, veio um da [casa] do chefe da sinagoga, que lhe disse: “Tua filha já está morta, não incomodes o Mestre.”

  50. 50

    Porém quando Jesus o ouviu, respondeu-lhe: “Não temas; crê somente, e ela será curada”.

  51. 51

    E quando entrou na casa, a ninguém deixou entrar, a não ser a Pedro, Tiago, João, e ao pai e à mãe da menina.

  52. 52

    E todos choravam e lamentavam por ela; mas ele disse: “Não choreis; ela não está morta, mas dorme”.

  53. 53

    E riam dele, porque sabiam que estava morta.

  54. 54

    Porém ele, depois de expulsá-los todos, segurou a mão dela e clamou: “Levanta-te, menina”.

  55. 55

    Então seu espírito voltou, e ela logo se levantou; e [Jesus] mandou que dessem de comer a ela.

  56. 56

    E seus pais ficaram maravilhados, mas ele lhes mandou que a ninguém dissessem o que havia acontecido.

Ligações: OpenBible.info (votos somam as duas direções; um trecho conta pelo primeiro versículo). Texto: Bíblia Livre (BLIVRE).

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