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Números 21 e João 6

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  1. Números 21:9 e João 6:4017 votos

Números 21

  1. 1

    E quando o cananeu, o rei de Arade, que habitava ao sul, ouviu falar que Israel vinha pelo caminho de Atarim, lutou contra Israel, e dele levou alguns como prisioneiros.

  2. 2

    Então Israel fez voto ao SENHOR, e disse: Se com efeito entregares a este povo em minha mão, eu destruirei suas cidades.

  3. 3

    E o SENHOR escutou a voz de Israel, e entregou aos cananeus, e destruiu-os a eles e a suas cidades; e chamou o nome daquele lugar Hormá.

  4. 4

    E partiram do monte de Hor, caminho do mar Vermelho, para rodear a terra de Edom; e abateu-se o ânimo do povo pelo caminho.

  5. 5

    E falou o povo contra Deus e Moisés: Por que nos fizeste subir do Egito para que morrêssemos neste deserto? que nem há pão, nem água, e nossa alma tem ódio deste pão tão miserável.

  6. 6

    E o SENHOR enviou entre o povo serpentes ardentes, que mordiam ao povo: e morreu muito povo de Israel.

  7. 7

    Então o povo veio a Moisés, e disseram: Pecado temos por haver falado contra o SENHOR, e contra ti: roga ao SENHOR que tire de nós estas serpentes. E Moisés orou pelo povo.

  8. 8

    E o SENHOR disse a Moisés: Faze-te uma serpente ardente, e põe-a sobre a haste: e será que qualquer um que for mordido e olhar a ela, viverá.

  9. 9

    E Moisés fez uma serpente de bronze, e a pôs sobre a haste, e foi, que quando alguma serpente mordia a algum, olhava à serpente de bronze, e vivia.

  10. 10

    E partiram os filhos de Israel, e assentaram acampamento em Obote.

  11. 11

    E partidos de Obote, assentaram em Ijé-Abarim, no deserto que está diante de Moabe, ao oriente.

  12. 12

    Partidos dali, assentaram no vale de Zerede.

  13. 13

    De ali moveram, e assentaram da outra parte de Arnom, que está no deserto, e que sai do termo dos amorreus; porque Arnom é termo de Moabe, entre Moabe e os amorreus.

  14. 14

    Por isso se diz no livro das batalhas do SENHOR: Vaebe em Sufa, e nos ribeiros de Arnom:

  15. 15

    E à corrente dos ribeiros que vai a parar em Ar, e descansa no termo de Moabe.

  16. 16

    E dali vieram a Beer: este é o poço do qual o SENHOR disse a Moisés: Junta ao povo, e lhes darei água.

  17. 17

    Então cantou Israel esta canção: Sobe, ó poço; a ele cantai:

  18. 18

    Poço, o qual cavaram os senhores; Cavaram-no os príncipes do povo, E o legislador, com seus bordões. E do deserto [partiram] para Matana.

  19. 19

    E de Mataná a Naaliel: e de Naaliel a Bamote:

  20. 20

    E de Bamote ao vale que está nos campos de Moabe, e ao cume de Pisga, que está voltado a Jesimom.

  21. 21

    E enviou Israel embaixadores a Seom, rei dos amorreus, dizendo:

  22. 22

    Deixa-me passar por tua terra: não nos desviaremos pelos campos, nem pelas vinhas; não beberemos as águas dos poços; pelo caminho real iremos, até que passemos os teus termos.

  23. 23

    Mas Seom não deixou passar a Israel por seus termos: antes juntou Seom todo seu povo, e saiu contra Israel no deserto: e veio a Jaza, e lutou contra Israel.

  24. 24

    Mas Israel o feriu a fio de espada, e tomou sua terra desde Arnom até Jaboque, até os filhos de Amom: porque o termo dos filhos de Amom era forte.

  25. 25

    E tomou Israel todas estas cidades: e habitou Israel em todas as cidades dos amorreus, em Hesbom e em todas suas aldeias.

  26. 26

    Porque Hesbom era a cidade de Seom, rei dos amorreus; o qual havia tido guerra antes com o rei de Moabe, e tomado de seu poder toda a sua terra até Arnom.

  27. 27

    Portanto, dizem os proverbistas: Vinde a Hesbom, Edifique-se e repare-se a cidade de Seom:

  28. 28

    Que fogo saiu de Hesbom, E chama da cidade de Seom, E consumiu a Ar de Moabe, aos senhores dos altos de Arnom.

  29. 29

    Ai de ti, Moabe! Pereceste, povo de Camos: Pôs seus filhos em fuga, E suas filhas em cativeiro, por Seom rei dos amorreus.

  30. 30

    Mas devastamos o reino deles; pereceu Hesbom até Dibom, E destruímos até Nofá e Medeba.

  31. 31

    Assim habitou Israel na terra dos amorreus.

  32. 32

    E enviou Moisés a reconhecer a Jazer; e tomaram suas aldeias, e expulsaram aos amorreus que estavam ali.

  33. 33

    E voltaram, e subiram caminho de Basã. E Ogue, rei de Basã, ele e todo o seu povo, saíram contra eles, para lutar em Edrei.

  34. 34

    Então o SENHOR disse a Moisés: Não tenhas medo dele, que em tua mão o dei, a o e a todo seu povo, e a sua terra; e farás dele como fizeste de Seom, rei dos amorreus, que habitava em Hesbom.

  35. 35

    E feriram a ele, e a seus filhos, e a toda sua gente, sem que lhe restasse um, e possuíram sua terra.

João 6

  1. 1

    Depois disto Jesus partiu para a outro lado do mar da Galileia, que é o de Tibérias.

  2. 2

    E uma grande multidão o seguia, porque viam seus sinais que ele fazia nos enfermos.

  3. 3

    E subiu Jesus ao monte, e sentou-se ali com seus discípulos.

  4. 4

    E já a Páscoa, a festa dos judeus, estava perto.

  5. 5

    Levantando pois Jesus os olhos, e vendo que uma grande multidão vinha a ele, disse a Filipe: De onde comparemos pães, para que estes comam?

  6. 6

    (Mas ele disse isto para o testar; pois ele bem sabia o que havia de fazer.)

  7. 7

    Respondeu-lhe Filipe: Duzentos dinheiros de pão não lhes bastarão, para que cada um deles tome um pouco.

  8. 8

    Disse-lhe um de seus discípulos, André, o irmão de Simão Pedro:

  9. 9

    Um menino está aqui que tem cinco pães de cevada e dois peixinhos; mas que é isto entre tantos?

  10. 10

    E disse Jesus: Fazei sentar as pessoas; e havia muita erva naquele lugar. Sentaram-se, pois, os homens, em número de cinco mil.

  11. 11

    E tomou Jesus os pães, e havendo dado graças, repartiu-os aos discípulos, e os discípulos aos que estavam sentados, semelhantemente também dos peixes, quanto queriam.

  12. 12

    E quando já estiveram fartos, disse ele a seus discípulos: Recolhei os pedaços que sobraram, para que nada se perca.

  13. 13

    Então eles os recolheram, e encheram doze cestos de pedaços dos cinco pães de cevada, que sobraram aos que tinham comido.

  14. 14

    Vendo, pois, aquelas pessoas o sinal que Jesus fizera, disseram: Este é verdadeiramente o Profeta que havia de vir ao mundo!

  15. 15

    Sabendo pois Jesus que viriam, e o tomariam, para fazê-lo rei, voltou a se retirar sozinho ao monte.

  16. 16

    E quando veio o entardecer, seus discípulos desceram para o mar.

  17. 17

    E entrando no barco, vieram do outro lado do mar para Cafarnaum. E era já escuro, e Jesus [ainda] não tinha vindo a eles.

  18. 18

    E o mar se levantou, porque um grande vento soprava.

  19. 19

    E havendo já navegado quase vinte e cinco, ou trinta estádios, viram a Jesus andando sobre o mar, e se aproximando do barco; e temeram.

  20. 20

    Mas ele lhes disse: Sou eu, não temais.

  21. 21

    Eles, então, o receberam com agrado no barco; e logo o barco chegou à terra para onde iam.

  22. 22

    O dia seguinte, vendo a multidão, que estava do outro lado do mar, que não havia ali mais que um barquinho, em que seus discípulos entraram; e que Jesus não entrara com seus discípulos naquele barquinho, mas [que] seus discípulos sós se haviam ido;

  23. 23

    (Porém outros barquinhos vieram de Tibérias, perto do lugar onde comeram o pão, havendo o Senhor dado graças.)

  24. 24

    Vendo pois a multidão que Jesus não estava ali, nem seus discípulos, entraram eles também nos barcos, e vieram a Cafarnaum em busca de Jesus.

  25. 25

    E achando-o do outro lado do mar, disseram: Rabi, quando chegaste aqui?

  26. 26

    Respondeu-lhes Jesus, e disse: Em verdade, em verdade vos digo, que me buscais, não pelos sinais que vistes, mas pelo pão que comestes, e vos fartastes.

  27. 27

    Trabalhai não [pela] comida que perece, mas sim [pela] comida que permanece para vida eterna, a qual o Filho do homem vos dará; porque Deus Pai a este selou.

  28. 28

    Disseram-lhe pois: Que faremos para trabalhar as obras de Deus?

  29. 29

    Respondeu Jesus, e disse-lhes: Esta é a obra de Deus: que creiais naquele que ele enviou.

  30. 30

    Disseram-lhe pois: Que sinal, pois, fazes tu para que o vejamos, e em ti creiamos? O que tu operas?

  31. 31

    Nossos pais comeram o maná no deserto, como está escrito: Pão do céu ele lhes deu para comer.

  32. 32

    Então Jesus lhes disse: Em verdade, em verdade vos digo, que Moisés não vos deu o pão do céu; mas meu Pai vos dá o verdadeiro pão do céu.

  33. 33

    Porque o pão de Deus é aquele que desce do céu e dá vida ao mundo.

  34. 34

    Disseram-lhe pois: Senhor, dá-nos sempre [d] este pão.

  35. 35

    E Jesus lhes disse: Eu sou o pão da vida; quem vem a mim de maneira nenhuma terá fome, e quem crê em mim nunca terá sede.

  36. 36

    Mas já tenho vos dito que também me vistes, e não credes.

  37. 37

    Tudo o que o Pai me dá virá a mim; e ao que vem a mim, em maneira nenhuma o lançarei fora.

  38. 38

    Porque eu desci do céu, não para fazer minha vontade, mas sim a vontade daquele que me enviou;

  39. 39

    E esta é a vontade do Pai, que me enviou: que de tudo quanto me deu, nada perca, mas que eu o ressuscite no último dia.

  40. 40

    E esta é a vontade daquele que me enviou, que todo aquele que vê ao Filho, e nele crê, tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia.

  41. 41

    Então os judeus murmuravam dele, porque ele tinha dito: Eu sou o pão que desceu do céu.

  42. 42

    E diziam: Não é este Jesus o filho de José, cujos pai e mãe nós conhecemos? Como, pois, ele diz: Desci do céu?

  43. 43

    Respondeu, então, Jesus, e disse-lhes: Não murmureis entre vós.

  44. 44

    Ninguém pode vir a mim se o Pai que me enviou não o trouxer; e eu o ressuscitarei no último dia.

  45. 45

    Escrito está nos profetas: E todos serão ensinados por Deus. Portanto todo aquele que do Pai ouviu e aprendeu, esse vem a mim.

  46. 46

    Não que alguém tenha visto ao Pai, a não ser aquele que é de Deus; este tem visto ao Pai.

  47. 47

    Em verdade, em verdade vos digo, que aquele que crê em mim tem vida eterna.

  48. 48

    Eu sou o pão da vida.

  49. 49

    Vossos pais comeram o maná no deserto, e morreram.

  50. 50

    Este é o pão que desceu do céu, para que o ser humano coma dele e não morra.

  51. 51

    Eu sou o pão vivo, que desceu do céu; se alguém comer deste pão, para sempre viverá. E o pão que eu darei é minha carne, a qual darei pela vida do mundo.

  52. 52

    Discutiam, pois, os Judeus entre si, dizendo: Como este pode nos dar [sua] carne para comer?

  53. 53

    Jesus, então, lhes disse: Em verdade, em verdade vos digo, que se não comerdes a carne do Filho do homem e beberdes seu sangue, não tereis vida em vós mesmos.

  54. 54

    Quem come minha carne e bebe meu sangue tem vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia.

  55. 55

    Porque minha carne verdadeiramente é comida; e meu sangue verdadeiramente é bebida.

  56. 56

    Quem come minha carne e bebe meu sangue, em mim permanece, e eu nele.

  57. 57

    Como o Pai vivo me enviou, e eu vivo pelo Pai, assim quem come a mim também por mim viverá.

  58. 58

    Este é o pão que desceu do céu. Não como vossos pais, que comeram o maná e morreram; quem comer este pão viverá para sempre.

  59. 59

    Estas coisas ele disse na sinagoga, ensinando em Cafarnaum.

  60. 60

    Muitos pois de seus discípulos, ao ouvirem [isto] , disseram: Dura é esta palavra; quem a pode ouvir?

  61. 61

    Sabendo, pois, Jesus em si mesmo, que seus discípulos murmuravam disso, disse-lhes: Isto vos ofende?

  62. 62

    [Que seria] pois, se vísseis ao Filho do homem subir aonde estava primeiro?

  63. 63

    O Espírito é o que vivifica, a carne para nada aproveita; as palavras que eu vos digo são espírito e são vida.

  64. 64

    Mas há alguns de vós que não creem.Porque Jesus já sabia desde o princípio quem eram os que não criam, e quem era o que o entregaria.

  65. 65

    E dizia: Por isso tenho vos dito que ninguém pode vir a mim, se não lhe for concedido por meu Pai.

  66. 66

    Desde então muitos de seus discípulos voltaram atrás, e já não andavam com ele.

  67. 67

    Disse, então, Jesus aos doze: Por acaso também vós quereis ir?

  68. 68

    Respondeu-lhe pois Simão Pedro: Senhor, a quem iremos? Tu tens as palavras da vida eterna;

  69. 69

    E nós cremos e conhecemos que tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo.

  70. 70

    Jesus lhes respondeu: Por acaso não [fui] eu que vos escolhi, os doze? Porém um de vós é um diabo.

  71. 71

    E ele dizia [isto] de Judas de Simão Iscariotes; porque ele o entregaria, o qual era um dos doze.

Ligações: OpenBible.info (votos somam as duas direções; um trecho conta pelo primeiro versículo). Texto: Bíblia Livre (BLIVRE).

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