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Números 24 e Ester 3

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  1. Números 24:7 e Ester 3:18 votos
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Números 24

  1. 1

    E quando viu Balaão que parecia bem ao SENHOR que o abençoasse a Israel, não foi, como a primeira e segunda vez, a encontro de agouros, mas sim que pôs seu rosto até o deserto;

  2. 2

    E levantando seus olhos, viu a Israel alojado por suas tribos; e o espírito de Deus veio sobre ele.

  3. 3

    Então tomou sua parábola, e disse: Disse Balaão filho de Beor, E disse o homem de olhos abertos:

  4. 4

    Disse o que ouviu os ditos de Deus, O que viu a visão do Todo-Poderoso; caído, mas abertos os olhos:

  5. 5

    Quão belas são tuas tendas, ó Jacó, Tuas habitações, ó Israel!

  6. 6

    Como ribeiros estão estendidas, Como jardins junto ao rio, Como aloés plantados pelo SENHOR, Como cedros junto às águas.

  7. 7

    De suas mãos destilarão águas, E sua descendência será em muitas águas: E se levantará seu rei mais que Agague, E seu reino será exaltado.

  8. 8

    Deus o tirou do Egito; Tem forças como de boi selvagem: Comerá às nações suas inimigas, E esmiuçará seus ossos, E perfurará com suas flechas.

  9. 9

    Se encurvará para deitar-se como leão, E como leoa; quem o despertará? Benditos os que te abençoarem, E malditos os que te amaldiçoarem.

  10. 10

    Então se acendeu a ira de Balaque contra Balaão, e batendo suas palmas lhe disse: Para amaldiçoar a meus inimigos te chamei, e eis que os abençoaste insistentemente já três vezes.

  11. 11

    Foge-te, portanto, agora a teu lugar: eu disse que te honraria, mas eis que o SENHOR te privou de honra.

  12. 12

    E Balaão lhe respondeu: Não o declarei eu também a teus mensageiros que me enviaste, dizendo:

  13. 13

    Se Balaque me desse sua casa cheia de prata e ouro, eu não poderei transgredir o dito do SENHOR para fazer coisa boa nem má de minha vontade; mas o que o SENHOR falar, isso direi eu?

  14. 14

    Eis que eu me vou agora a meu povo: portanto, vem, te indicarei o que este povo há de fazer a teu povo nos últimos dias.

  15. 15

    E tomou sua parábola, e disse: Disse Balaão filho de Beor, Disse o homem de olhos abertos:

  16. 16

    Disse o que ouviu os ditos do SENHOR, E o que sabe o conhecimento do Altíssimo, o que viu a visão do Todo-Poderoso; caído, mas abertos os olhos:

  17. 17

    Verei, mas não agora: O olharei, mas não de perto: Sairá estrela de Jacó, E se levantará cetro de Israel, E ferirá os cantos de Moabe, E destruirá a todos os filhos de Sete.

  18. 18

    E será tomada Edom, Será também tomada Seir por seus inimigos, E Israel se portará corajosamente.

  19. 19

    E o de Jacó será dominador, E destruirá da cidade o que restar.

  20. 20

    E vendo a Amaleque, tomou sua parábola, e disse: Amaleque, cabeça de nações; Mas seu fim perecerá para sempre.

  21. 21

    E vendo aos queneus, tomou sua parábola, e disse: Forte é tua habitação, Põe na rocha tua ninho:

  22. 22

    Que os queneus serão expulsos, Quando Assur te levará cativo.

  23. 23

    Todavia tomou sua parábola, e disse: Ai! quem viverá quando fizer Deus estas coisas?

  24. 24

    E virão navios da costa de Quitim, E afligirão a Assur, afligirão também a Éber: Mas ele também perecerá para sempre.

  25. 25

    Então se levantou Balaão, e se foi, e voltou-se a seu lugar: e também Balaque se foi por seu caminho.

Ester 3

  1. 1

    Depois destas coisas, o rei Assuero engrandeceu a Hamã filho de Hamedata agagita, e o exaltou, e pôs seu assento acima de todos os príncipes que estavam com ele.

  2. 2

    E todos os servos do rei que estavam à porta do rei se inclinavam e prostravam diante de Hamã, porque assim o rei tinha mandado acerca dele; porém Mardoqueu não se inclinava nem se prostrava.

  3. 3

    Então os servos do rei que estavam à porta do rei disseram a Mardoqueu: Por que transgrides o mandamento do rei?

  4. 4

    Sucedeu, pois, que, tendo eles dito [isto] dia após dia, e ele não tendo lhes dado ouvidos, avisaram dele a Hamã, para verem se as palavras de Mardoqueu continuariam; porque ele tinha lhes declarado que era judeu.

  5. 5

    Quando Hamã viu que Mardoqueu não se inclinava nem se prostrava diante dele, ele se encheu de furor.

  6. 6

    Porém, tendo já sido informado do povo de Mardoqueu, ele achou pouco matar apenas Mardoqueu; então Hamã procurou destruir a todos os judeus, o povo de Mardoqueu, que havia no reino de Assuero.

  7. 7

    No primeiro mês (que é o mês de Nisã), no décimo segundo ano do rei Assuero, foi lançada Pur, isto é, a sorte, diante de Hamã, para cada dia e para cada mês; e [a sorte indicou] o décimo segundo mês, o mês de Adar.

  8. 8

    Então Hamã disse ao rei Assuero: Há um povo disperso e dividido entre os povos em todas as províncias de teu reino, cujas leis são diferentes das de todo o povo, e não obedecem às leis do rei; por isso não convém ao rei tolerá-los.

  9. 9

    Se for do agrado do rei, escreva-se que sejam destruídos; e eu porei dez mil talentos de prata nas mãos dos executarem a ação, para que sejam postos na tesouraria do rei.

  10. 10

    Então o rei tirou seu anel de sua mão, e o deu a Hamã filho de Hamedata agageu, inimigo dos judeus,

  11. 11

    E o rei disse a Hamã: Essa prata te seja dada; e também esse povo, para fazeres dele o que quiseres.

  12. 12

    Então chamaram aos escrivães do rei no primeiro mês, no [dia] treze do mesmo, e foi escrito conforme a tudo o que Hamã mandou, aos príncipes do rei, e aos governadores que havia sobre cada província, e aos líderes de cada povo, a cada província conforme sua escrita, e a cada povo conforme sua língua; em nome do rei Assuero foi escrito, e com o anel do rei foi selado.

  13. 13

    E foram enviadas cartas por meio de mensageiros a todas as províncias do rei, para destruírem, matarem, e exterminarem a todos os judeus, desde o menino até o velho, crianças e mulheres em um dia, no [dia] treze do décimo segundo mês (que é o mês de Adar), e para saquearem suas posses.

  14. 14

    A cópia do texto foi entregue como decreto para que anunciasse em todas as províncias em público a todos os povos, para que estivessem preparados para aquele dia.

  15. 15

    Assim os mensageiros, obrigados pela palavra do rei, saíram, e o decreto foi anunciado na fortaleza de Susã. E o rei e Hamã se sentaram para beber; porém a cidade de Susã estava confusa.

Ligações: OpenBible.info (votos somam as duas direções; um trecho conta pelo primeiro versículo). Texto: Bíblia Livre (BLIVRE).

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