Números 33 e Daniel 4
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Números 33
- 1
Estas são as jornadas dos filhos de Israel, os quais saíram da terra do Egito por seus esquadrões, sob a condução de Moisés e Arão.
- 2
E Moisés escreveu suas saídas conforme suas jornadas por ordem do SENHOR. Estas, pois, são suas jornadas conforme suas partidas.
- 3
De Ramessés partiram no mês primeiro, aos quinze dias do mês primeiro: no segundo dia da páscoa saíram os filhos de Israel com mão alta, à vista de todos os egípcios.
- 4
Estavam enterrando os egípcios os que o SENHOR havia matado deles, a todo primogênito; havendo o SENHOR feito também juízos em seus deuses.
- 5
Partiram, pois, os filhos de Israel de Ramessés, e assentaram acampamento em Sucote.
- 6
E partindo de Sucote, assentaram em Etã, que está ao extremo do deserto.
- 7
E partindo de Etã, voltaram sobre Pi-Hairote, que está diante de Baal-Zefom, e assentaram diante de Migdol.
- 8
E partindo de Pi-Hairote, passaram por meio do mar ao deserto, e andaram caminho de três dias pelo deserto de Etã, e assentaram em Mara.
- 9
E partindo de Mara, vieram a Elim, de onde havia doze fontes de águas, e setenta palmeiras; e assentaram ali.
- 10
E partidos de Elim, assentaram junto ao mar Vermelho.
- 11
E partidos do mar Vermelho, assentaram no deserto de Sim.
- 12
E partidos do deserto de Sim, assentaram em Dofca.
- 13
E partidos de Dofca, assentaram em Alus.
- 14
E partidos de Alus, assentaram em Refidim, onde o povo não teve águas para beber.
- 15
E partidos de Refidim, assentaram no deserto de Sinai.
- 16
E partidos do deserto de Sinai, assentaram em Quibrote-Taavá.
- 17
E partidos de Quibrote-Taavá, assentaram em Hazerote.
- 18
E partidos de Hazerote, assentaram em Ritmá.
- 19
E partidos de Ritmá, assentaram em Rimom-Perez.
- 20
E partidos de Rimom-Perez, assentaram em Libna.
- 21
E partidos de Libna, assentaram em Rissa.
- 22
E partidos de Rissa, assentaram em Queelata,
- 23
E partidos de Queelata, assentaram no monte de Séfer.
- 24
E partidos do monte de Séfer, assentaram em Harada.
- 25
E partidos de Harada, assentaram em Maquelote.
- 26
E partidos de Maquelote, assentaram em Taate.
- 27
E partidos de Taate, assentaram em Tera.
- 28
E partidos de Tera, assentaram em Mitca.
- 29
E partidos de Mitca, assentaram em Hasmona.
- 30
E partidos de Hasmona, assentaram em Moserote.
- 31
E partidos de Moserote, assentaram em Bene-Jaacã.
- 32
E partidos de Bene-Jaacã, assentaram em Hor-Gidgade.
- 33
E partidos de Hor-Gidgade, assentaram em Jotbatá.
- 34
E partidos de Jotbatá, assentaram em Abrona.
- 35
E partidos de Abrona, assentaram em Eziom-Geber.
- 36
E partidos de Eziom-Geber, assentaram no deserto de Zim, que é Cades.
- 37
E partidos de Cades, assentaram no monte de Hor, na extremidade da terra de Edom.
- 38
E subiu Arão o sacerdote ao monte de Hor, conforme o dito do SENHOR, e ali morreu aos quarenta anos da saída dos filhos de Israel da terra do Egito, no mês quinto, no primeiro dia do mês.
- 39
E era Arão de idade de cento e vinte e três anos, quando morreu no monte de Hor.
- 40
E o cananeu, rei de Arade, que habitava ao sul na terra de Canaã, ouviu como haviam vindo os filhos de Israel.
- 41
E partidos do monte de Hor, assentaram em Zalmona.
- 42
E partidos de Zalmona, assentaram em Punom.
- 43
E partidos de Punom, assentaram em Obote.
- 44
E partidos de Obote, assentaram em Ijé-Abarim; no termo de Moabe.
- 45
E partidos de Ijé-Abarim, assentaram em Dibom-Gade.
- 46
E partidos de Dibom-Gade, assentaram em Almom-Diblataim.
- 47
E partidos de Almom-Diblataim, assentaram nos montes de Abarim, diante de Nebo.
- 48
E partidos dos montes de Abarim, assentaram nos campos de Moabe, junto ao Jordão de Jericó.
- 49
Finalmente assentaram junto ao Jordão, desde Bete-Jesimote até Abel-Sitim, nos campos de Moabe.
- 50
E falou o SENHOR a Moisés nos campos de Moabe junto ao Jordão de Jericó, dizendo:
- 51
Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando houverdes passado o Jordão à terra de Canaã,
- 52
Expulsareis a todos os moradores daquela terra de diante de vós, e destruireis todas suas imagens esculpidas, e todas as suas imagens de fundição, e arruinareis todos os seus altares pagãos;
- 53
E expulsareis os moradores da terra, e habitareis nela; porque eu a dei a vós para que a possuais.
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- 54
E herdareis a terra por sortes por vossas famílias: aos muitos dareis muito por sua herança, e aos poucos dareis menos por herança sua: onde lhe sair a sorte, ali a terá cada um: pelas tribos de vossos pais herdareis.
- 55
E se não expulsardes os moradores daquela terra de diante de vós, sucederá que os que deixardes deles serão por aguilhões em vossos olhos, e por espinhos em vossos lados, e vos afligirão sobre a terra em que vós habitardes.
- 56
Será também, que farei a vós como eu pensei fazer a eles.
Daniel 4
- 1
O rei Nabucodonosor, a todos os povos, nações, e línguas, que moram em toda a terra: paz vos seja multiplicada;
- 2
Pareceu-me bem fazer conhecidos os sinais e maravilhas que o Deus altíssimo fez comigo.
- 3
Como são grandes os seus sinais, e como são poderosas as suas maravilhas! O reino dele é um reino eterno, e seu domínio de geração em geração.
- 4
Eu, Nabucodonosor, estava tranquilo em minha casa, e próspero em meu palácio.
- 5
Eu vi um sonho que me espantou; e as imaginações em minha cama e as visões da minha cabeça me perturbaram.
- 6
Por isso eu fiz um decreto para que trouxessem diante de mim todos os sábios da Babilônia, para que me fizessem saber a interpretação do sonho.
- 7
Então vieram magos, astrólogos, caldeus, e adivinhos; e eu disse o sonho diante deles, mas não conseguiram me mostrar sua interpretação.
- 8
Porém por fim veio diante de mim Daniel, cujo nome é Beltessazar, segundo o nome de meu deus; e em [Daniel] há o espírito dos deuses santos. Então eu disse o sonho diante dele:
- 9
Beltessazar, príncipe dos magos, de quem eu sei que há em ti espírito dos deuses santos, e que nenhum mistério é difícil para ti, dize-me as visões de meu sonho que eu vi, e sua interpretação.
- 10
Estas foram as visões de minha cabeça em minha cama: eu estava vendo, e eis uma árvore grande em altura, no meio da terra.
- 11
Esta árvore crescia, e se fortalecia; sua altura chegava até o céu, e podia ser vista até dos confins de toda a terra.
- 12
Sua folhagem era bela, seu fruto abundante, e havia nela alimento para todos. Debaixo dela os animais do campo achavam sombra, em seus ramos as aves do céu faziam morada, e todos os seres se alimentavam dela.
- 13
Eu estava vendo nas visões de minha cabeça em minha cama, e eis que um vigilante e santo descia do céu.
- 14
Ele gritava fortemente e dizia assim: Cortai a árvore, e podai seus ramos; derrubai sua folhagem, e dispersai seu fruto; fujam os animais debaixo dela, e as aves de seus ramos.
- 15
Porém deixai o tronco [com] suas raízes na terra, e com correntes de ferro e de bronze na erva do campo; e seja molhado com o orvalho do céu, e sua parte seja com os animais na grama da terra.
- 16
Seu coração seja mudado, para que não seja coração de homem, e seja-lhe dado um coração de animal; e passem sobre ele sete tempos.
- 17
Esta sentença é por decreto dos vigilantes, esta exigência pela palavra dos santos; para que os viventes saibam que o Altíssimo tem o domínio dos reinos humanos, e ele os dá a quem ele quer, e constitui sobre eles até o mais inferior dos seres humanos.
- 18
Este foi o sonho que eu, o rei Nabucodonosor, vi. Tu, pois, Beltessazar, dize a interpretação, porque todos os sábios do meu reino não puderam me revelar sua interpretação; mas tu podes, porque há em ti o espírito dos deuses santos.
- 19
Então Daniel, cujo nome era Beltessazar, ficou atônito por um certo tempo, e seus pensamentos o espantavam. O rei falou: Beltessazar, não fiques espantado com o sonho nem com sua interpretação. Beltessazar respondeu: Meu senhor, que o sonho seja para os que te odeiam, e sua interpretação para teus inimigos.
- 20
A árvore que viste, que crescera e se fizera forte, cuja altura chegava até o céu, e podia ser vista por toda a terra,
- 21
Cuja folhagem era formosa, seu fruto abundante, e em que havia alimento para todos; debaixo da qual moravam os animais do campo, e em seus ramos habitavam as aves do céu,
- 22
Ela és tu, ó rei, que cresceste, e te fizeste forte; pois tua grandeza cresceu, e chegou até o céu; e teu domínio até o fim da terra.
- 23
E quanto ao que o rei viu, um vigilante e santo que descia do céu, e dizia: Cortai a árvore e destruí-a; mas o tronco [com] suas raízes deixai na terra, com correntes de ferro e de bronze na erva do campo; e seja molhado do orvalho do céu, e sua parte seja com os animais do campo, até que passem sobre ele sete tempos,
- 24
Esta é a interpretação, ó rei; esta é a sentença do Altíssimo, que virá sobre o rei, meu senhor:
- 25
Expulsar-te-ão dentre os homens, e tua morada será com os animais do campo; serás alimentado com erva como aos bois, e serás molhado com orvalho do céu; e sete tempos passarão sobre ti, até que entendas que o Altíssimo tem o domínio sobre os reinos humanos, e ele os dá a quem ele quer.
- 26
E quanto ao que foi dito, que deixassem o tronco [com] das raízes da árvore, significa que teu reino se te será restabelecido, depois que tiveres entendido que o céu reina.
- 27
Portanto, ó rei, aceita meu conselho, e desfaze teus pecados por meio da justiça, e tuas maldades por meio da misericórdia para com os pobres; para que talvez haja uma prolongamento de tua paz.
- 28
Tudo isso veio sobre o rei Nabucodonosor;
- 29
[Pois] ao fim de doze meses, enquanto passeava sobre o palácio real da Babilônia,
- 30
O rei falou: Não é esta a grande Babilônia, que eu edifiquei para ser a capital do reino, com a força de meu poder, e para a glória de minha majestade?
- 31
Enquanto a palavra ainda estava na boca do rei, uma voz caiu do céu: A ti se diz, ó rei Nabucodonosor: perdeste o teu reino,
- 32
E te expulsarão dentre os homens. Tua morada será com os animais do campo, e com erva serás alimentado, como os bois; e sete tempos passarão sobre ti, até que entendas que o Altíssimo tem o domínio dos reinos dos homens, e ele os dá a quem ele quer.
- 33
Na mesma hora a palavra se cumpriu sobre Nabucodonosor, e foi lançado dentre os homens. Ele passou a comer erva como os bois, e seu corpo foi molhado com o orvalho do céu, até que seu pelo cresceu como [as penas] da águia, e suas unhas como [as garras] das aves.
- 34
Mas ao fim daqueles dias, eu, Nabucodonosor levantei meus olhos ao céu, e meu entendimento voltou a mim; então eu bendisse ao Altíssimo, e louvei e glorifiquei ao que vive para sempre, cujo domínio é eterno, e seu reino de geração em geração.
- 35
E todos os moradores da terra são contados como nada; e ele faz no exército do céu, e nos habitantes da terra segundo sua vontade; ninguém há que possa deter sua mão, e lhe dizer: Que fazes?
- 36
No mesmo tempo meu entendimento voltou a mim, e a dignidade do meu reino, minha majestade e meu resplendor voltaram a mim; e meus conselheiros e meus grandes me buscaram; e eu fui restabelecido em meu reino, e maior glória me foi acrescentada.
- 37
Agora eu, Nabucodonosor louvo, exalto e glorifico ao Rei do céu, porque todas as suas obras são verdade, e seus caminhos juízo; e ele pode humilhar aos que andam com arrogância.
Ligações: OpenBible.info (votos somam as duas direções; um trecho conta pelo primeiro versículo). Texto: Bíblia Livre (BLIVRE).